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Compras em Dubai

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Dubai se encontra nos Emirados Árabes, e é o centro das atenções, para negócios e lazer. A economia tem um crescimento acelerado, cerca de 16 % ao ano, e isso é quase o dobro do crescimento da China. O PIB de Dubai é cerca de US$ 37 bilhões de dólares, e a cidade, tem todos os anos cerca de 8 milhões de turistas.

O inglês é um idioma comum em todos os lugares de Dubai. Um lugar livre de conflitos islâmicos, Dubai é um lugar calmo e tranquilo para se fazer negócios e também para lazer.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Compras em Dubai

Bem no meio do pandemônio no Oriente Médio, pode parecer loucura indicar uma viagem a Dubai, nos Emirados çrabes. Afinal, apenas o golfo Pérsico separa a cidade dos horrores do Iraque ocupado. Calma. Antes de comentários apressados, é importante saber que nada por lá significa “buemba, buemba, buemba!”, como diria José Simão.

Mas de que modo viajar tranquilo por Dubai, meu santo Alá? Vamos por etapas. Primeiro, os interesses ocidentais na região são preservados por aliados históricos, como os próprios Emirados, a Arábia Saudita e o Kuwait, entre outros. Em segundo lugar, acredite, as atividades fora do epicentro da guerra seguem em absoluta normalidade.

Por fim, Dubai, símbolo do desenvolvimento econômico proporcionado pelo boom do petróleo nos anos 70, é um dos pontos mais estruturados, seguros e interessantes do mundo. Ou seja, conhecer os Emirados çrabes está longe de ser a opção audaciosa logo imaginada, mas sim uma escolha avançada.

Atrativos sobram. No caos quase universal das cidades populosas, poucas se comparam a riqueza, diversidade cultural e qualidade de vida encontradas em Dubai. Qualquer visitante observa como a arquitetura local foi projetada para parecer superlativa, imponente e arrojada, voltada a misturar tradição e contemporaneidade. Nos últimos 30 anos, o petróleo criou padrões absurdos de ostentação.

Choveu dinheiro, a economia explodiu, as finanças prosperaram e os Emirados passaram a exibir uma das rendas per capita mais elevadas do planeta. Sua população hoje desfruta de vantagens sociais equivalentes às dos países nórdicos. A estrutura de serviços tem um padrão elevadíssimo. Pobreza zero.

Abu Dhabi, a capital nacional, é pontilhada por prédios de luxo e embaixadas estrangeiras. Mas nada rouba o brilho de Dubai, o verdadeiro centro comercial dos Emirados. Muitas vezes comparada a uma Nova York do deserto, ao mesmo tempo moderna e islâmica, a cidade virou a referência máxima de liberalidade entre as nações de língua árabe. Há a tolerância de culto, a aceitação de costumes ocidentais e uma disposição ininterrupta para o business.

Chador e Prada

Quando se fala em cultura islâmica, a primeira questão é inevitável: e as mulheres? Em Dubai, elas sempre estão cobertas pelo chador. Com a diferença de que são ricas, usam maquiagem La Prairie, sapatos Prada, calças Gucci e bolsas Louis Vuitton, contrastando com a padronização da vestimenta tradicional. Não parecem sofrer por isso. Verdade.

Andam em grupos, algumas revelando belos olhos verdes e, pasme, sendo entrevistadas em festas transmitidas ao vivo por emissoras de TV locais. Falam sobre consumo e emitem opiniões diversas, mas sem mostrar o rosto – que, aliás, não é exibido mesmo na hora de conferir os passaportes no embarque de vôos internacionais.

Os homens são os homens e não se misturam às mulheres. Hábitos ancestrais… Vestidos em vistosas, sedosas e caras túnicas brancas, eles lotam bares e restaurantes, muitos fumando narguilé, o cachimbo com tubos de vidro e borbulhas de água. Bonitões, viris, perfumados e vaidosos, exibem o poder dos cifrões por meio de sapatos italianos, óculos de sol recém-lançados na Europa, pesadas correntes de ouro e relógios de preços estratosféricos. Oba, oba: são ricos. E ponto final.

Os visitantes estrangeiros, por sua vez, andam em roupas ocidentais necessariamente comportadas. Apesar do sol forte (no verão, a temperatura pode atingir 50o C), é impensável topar com alguém de bermuda, sandália ou camiseta. Menos ainda com mulheres decotadas, de saias curtas ou braços descobertos.

Quem viaja precisa respeitar a cultura alheia, ou não? Nas praias dos hotéis, vale tudo: biquíni, sunga e, para não fugir ao óbvio, até passeios em corcova de camelo, clichê a que os turistas não resistem.

Banho de mar e compras

O litoral dos Emirados çrabes tem um mar deslumbrante, sem ondas e com águas transparentes. Um sonho ensolarado. Somadas a isso, dezenas de outros chamarizes atraem anualmente milhares de europeus em férias. Levantar a lista do bem-bom de Dubai é uma tarefa prazerosa. A hotelaria é impecável, anos-luz à frente do padrão brasileiro.

Quer cair nas compras? Não há nada igual no mundo. Dezenas de shoppings, com the best dos produtos globalizados, estão prontos a provocar surto nos consumistas – com o bônus de que você pode circular com segurança, sabendo que crimes ou delitos são inexistentes.

De quebra, há restaurantes e bares de 40 nacionalidades, vida noturna nas boates de hotéis, passeios a sítios arqueológicos, fortes, mesquitas monumentais e bazares com um artesanato precioso. Para quem prefere férias com movimento, Dubai tem campeonatos mundiais de tênis, locais para pesca e mergulhos oceânicos e promove bons torneios náuticos, além de permitir a prática de balonismo sobre as regiões desérticas e manter vários campos de golfe profissional.

O tom cosmopolita de Dubai impressiona de modo mais intenso quando você navega num abra, pequena embarcação típica, através do canal central, chamado The Creek. O trajeto permite ver ângulos inéditos de prédios futuristas e um impressionante cenário de prosperidade. Se a busca do visitante é pela atmosfera do deserto, os Emirados também oferecem possibilidades de voltar no tempo.

Das barracas que vendem tâmaras nas estradas às montanhas azuladas onde acontecem os poentes, passando pelas noites estreladas nas misteriosas extensões de areia, Dubai pode alterar para sempre a visão preconceituosa que muitos ocidentais têm da cultura islâmica. Ou ainda mais: acreditar na real possibilidade de tolerância entre Oriente e Ocidente.

Como chegar

Na era da globalização, ir a Dubai virou um pulo. Todos os caminhos levam a seu aeroporto, servido por cerca de 50 empresas aéreas.

Da Europa, a viagem leva aproximadamente sete horas. Do Brasil, as companhias Lufthansa (tel. 11 3048 5800) e British Airways (tel. 11 3145 9700) oferecem conexões quase imediatas depois do desembarque em Frankfurt ou Londres. A passagem de ida e volta na classe econômica custa entre US$ 3,2 mil e US$ 3,9 mil.

Se você preferir viajar com uma agência de turismo, a Interpoint (tels. 11 3087 9400 e 0800 771 9400) faz roteiros sob medida para os Emirados çrabes, com preços sob consulta. O melhor é tentar se planejar para ir no período de inverno (de dezembro a março), para escapar do verão escaldante da península arábica. Em janeiro, os termômetros chegam no máximo a 27o C, com noites frias.

Vistos e documentos

Vistos são emitidos no desembarque, após checagem da reserva do hotel. Atenção: não se viaja até lá sem o voucher do hotel (que pode ser impresso via internet) mostrando os dias de permanência do hóspede. Basta exibir esse documento, pagar uma taxa equivalente a US$ 50 e receber o carimbo no passaporte para ser bem-vindo.

Custos

Não são nada elevados como em Paris ou Londres nem baixos como no Sudeste da çsia. Pesquise sempre: há oscilação significativa nos valores de hotéis, restaurantes e passeios. A moeda local se chama dirham (DH).

Um dólar equivale a DH$ 3,67*. Alugar um carro custa em torno de DH$ 600 (cerca de US$ 163) por semana. Um pedaço de pizza sai por cerca de DH$ 4 (pouco mais de US$ 1). Dubai mantém uma zona central livre de impostos, com lojas de eletrônicos, roupas francesas e acessórios italianos, embora os preços sejam um tanto altos.

Se você conseguir conter seu impulso de cometer loucuras, o melhor é escolher esses itens ao sair do país. O Dubai Duty Free Complex, no aeroporto, tem boas ofertas e vende até Rolls Royce.

Onde Ficar

Al Bustan Rotana

Clássico e aristocrático, oferece serviço cinco estrelas, acesso fácil à área dos shoppings e quatro restaurantes. Diárias para casal a partir de US$ 109, mais 20% de taxas. Reservas do Brasil pelos tels.

Burj-Al-Arab Hotel

Projeto monumental em forma de barco a vela, com 320 m de altura. Tem recepção em todos andares, brigadas de mordomos, sete estrelas e seis restaurantes – um deles, localizado sob o mar. é opulência e luxo em todos os sentidos, com uma visão deslumbrante da praia de Jumeirah. As diárias têm preços assustadores, que começam em US$ 627, mais 20% de taxas.

Jumeirah Beach: Esse quatro-estrelas fica em frente à praia e tem diárias a partir de US$ 180.

Onde comprar

Shopping Centers

Prepare os cartões de crédito. Existem uns 20 shoppings imensos na cidade, todos no estilo chic xeque. Vale percorrer o Burjuman (tel. 971 4 352 0222), que oferece muitos produtos eletrônicos e grifes como DKNY, Calvin Klein, Kenzo, La Perla, Agnes B, Christian Lacroix, Dior e Escada, entre outras.

O Deira City Centre (tel. 971 4 295 1010), de fácil acesso, tem 240 lojas – entre elas, Tiffany, Bally e Burberry. Nada comparável, porém, à suntuosidade do Emirate Towers Shopping Boulevard (tel. 971 4 330 0111), onde está a concept store Villa Moda, do xeque kuwaitiano Majed Al Sabah. De Armani a Stella McCartney, de Balenciaga a Prada, o top do top está lá.

O Mazaya Centre (tel. 971 4 343 1092) não tem grandes grifes como atrativo, mas vale a visita para conhecer a loja Al Shayla & Al Abaya, especializada em chadores. Ficar um tempo observando a movimentação em torno das vitrines, que exibem opções do traje para senhoras casadas, jovens solteiras ou meninas, é uma experiência sociológica única.

Mercados

Não deixe de visitar os souks (mercados tradicionais). Alguns dos mais famosos são o mercado de jóias Old Gold Souk (muito ouro!) e o Spice Souk (especiarias), ambos no bairro de Deira. Também vale a pena sair de Dubai e ir até um emirado vizinho, Ajman, para comprar colares, pulseiras e anéis beduínos. Com design tradicional e produzidos a mão, são acessórios de rara beleza.

Para evitar problemas:

-As leis islâmicas só permitem o consumo de álcool nos hotéis. Nos restaurantes de rua, lei seca para todos.

– Fora do perímetro dos hotéis, as mulheres devem evitar looks sensuais. Nada de decotes, saias curtas, roupas justas, transparências e maquiagem excessiva.

– Informe-se antes de viajar sobre as datas do ramadã. Nesse período, que dura um mês, nenhuma comida ou bebida deve ser consumida do nascer do Sol ao poente. Os hotéis oferecem, discretamente, bufês aos hóspedes ocidentais. Mas é fundamental não comer ou beber na frente dos habitantes locais. Este ano, o ramadã acontece entre outubro e novembro.

– Jamais aponte o dedo ou ache graça das vestes usadas pelas mulheres.

“OS SHOPPINGS SÃO DE OUTRO MUNDO”

“Dubai é fantástica. Uma cidade no meio do deserto, superdesenvolvida. Os shoppings são uma coisa de outro mundo. O Wafi Shopping Center (tel. 971 4 324 4555) tem as paredes decoradas com desenhos egípcios. O Burjuman Center também é ótimo. Outra lugar muito legal é a Bugatti (tel. 971 4 228 5109), uma butique enorme. O main floor é todo Dolce & Gabbana.

O primeiro andar só tem Yves St. Laurent. E as mulheres de lá compram enlouquecidamente – fiquei impressionada. Também vale a pena conhecer os souks (mercados). O Old Gold Souk, de jóias, é bárbaro.” Serpui Marie, designer de acessórios.

Fonte: elle.abril.com.br

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