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Abóbora

 

abóbora é do gênero Cucurbita e da família Cucurbitaceae (que também inclui cabaças).  

Comumente refere-se a cultivares de qualquer uma das espécies Cucurbita pepo, Cucurbita mixta, Cucurbita maxima e Cucurbita moschata, e é nativa da América do Norte. 

Elas normalmente têm uma casca espessa laranja ou amarelo, dobrado a partir da haste para a parte inferior, que contém as sementes e a polpa. 

Abóbora
Abóbora

Origem

Originária da Guiné, a abóbora chegou ao Brasil, no século XVI, pelas mãos dos portugueses.

Hoje, é muito conhecida em todo o país, e chamada por diferentes nomes, como jerimum, no Norte e como moranga, no Sul.

Tem alto valor nutritivo, contém caroteno, um elemento ótimo para fortalecer a visão, vitaminas do complexo B e sais minerais.

Com baixas calorias, (40calorias/100g) dela tudo se usa, inclusive suas sementes, seus brotos e sua flor.

As sementes podem ser torradas e salgadas, usadas como aperitivo e as flores feitas à milanesa, são uma sugestão gostosa para uma entrada diferente.

Quando verdes, bem novinhas, ficam gostosas ensopadas ou recheadas. Ela é usada ainda em sopas, purês e suflês.

A Abóbora

Cultivadas em todo o mundo, elas fornecem polpa e sementes comestíveis.

A fruta verde pode ser cozida e consumida inteira.

A polpa pode ser assada ou cozida, usada em sopas ou ensopados, ou se tornar recheio de ravióli.

As abóboras como todos os vegetais de pigmentação alaranjada, são ricas em beta-caroteno e vitamina C.

Elas apresentam muito pouco gorduras e muitas fibras. A abóbora tem também alto teor de óleo vegetal insaturado, uma fonte de vitamina E, e é rica em vitaminas do complexo B.

Como as abóboras absorvem água, perdem alguns nutrientes e calorias por peso quando fervidas.

A abóbora-moranga, que é a menor e mais doce, é a melhor para ser cozida e assada.

A fruta tem casca dura e é ideal para o armazenamento.

Ela dura cerca de um mês em local fresco e seco.

Abóbora
Abóbora

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS

Porção: 100 gramas
Quantidade por porção
  %VD(*)
Valor Calórico 40 kcal 2%
Carboidrato 9.8 g 3%
Proteína 1.2 g 2%
Gorduras Totais 0.3 g 1%
Gorduras Saturadas 0 g 0%
Colesterol 0 mg 0%
Fibra Alimentar 0.6 g 2%
Cálcio 12 mg 2%
Ferro 0.7 mg 5%
Sódio 32.1 mg 1%
* Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2500 calorias

A abóbora é um legume muito conhecido em todo Brasil. Porém, em cada região, apresenta nomes distintos, como jerimum no Nordeste e moranga na região Sul.

Conforme a variedade, a abóbora apresenta tamanho e formato diferente, mas sua forma mais comum é a redonda, um pouco achatada na parte de baixo.

É consumida como doces, compotas ou também como acompanhamento nos pratos brasileiros.

Na área nutricional, destaca-se pelo alto teor de caroteno, vitaminas e sais minerais.

Abóbora como utensílio

Pegue uma abóbora grande, corte uma tampa e retire as sementes e os fios. Lave bem. Pincele toda a abóbora com azeite extravirgem light, embrulhe em papel alumínio, leve ao forno brando, até amaciar totalmente. Feito isto está pronta sua mais nova cumbuca para que você possa colocar sua receita predileta.

Na saúde

Suas sementes, para os índios Cherookee, podem curar cólicas, diminuir pedras nos rins e acalmar febres desde que servidas em chás. Na Índia, a polpa da abóbora colocada diretamente sobre a testa alivia dores de cabeça e, nas Filipinas, o caldo do pé de abóbora é recomendado na cura de dores de ouvido.

Fonte: www.goodlight.com.br/www.demarchi.com.br

Abóbora

São plantas anuais, rasteiras, da família das cucurbitáceas. Ao grupo das abóboras pertencem a abóbora rasteira (Cucurbita moschata), a moranga (C. máxima), a moranga híbrida, obtida pelo cruzamento da moranga com a abóbora, e abobrinha-verde, que é uma variedade da abóbora rasteira.

As abóboras são consumidas sob a forma de doces em diversos pratos salgados e são muito importantes nas dietas. Existem espécies destinados à ornamentação e à ração animal

Cultivares recomendados:

a) abóbora-rasteira ( Curbita moschata Duch.): Canhão, abóbora--seca e menina-brasileira
b ) moranga (Cucurbita máxima Duch.):
Exposição
c) Híbrido:
Tetsukabuto

Época de plantio

Desenvolve-se bem nas épocas quentes (temperatura na faixa de 20 a 35ºC). O calor excessivo queima os frutos e o frio prejudica a germinação de sementes e o crescimento da planta.

Plantio

Colocando-se 4 sementes/cova, são necessários 0,5 a 1 kg/ha para as abóboras, 0,5 a 0,8 kg/ha para as morangas e 0,4 a 0,7 kg/ha para os híbridos. No caso das abóboras híbridas, que são estéreis, é preciso plantar de 15 a 20% da área com um cultivar polinizador; para cada 5 e 6 linhas, ou 5 covas do híbrido, planta-se uma do polinizador.

Este deve ser semeado antes do híbrido: 25 a 30 dias (tipo Menin); 15 a 21 dias (Exposição).

Espaçamento:

Abóbora: 5m entre linhas ou sulcos x 4m entre covas
Moranga:
4 x 3m
Híbridas:
3 x 2m
Abobrinha-de-moita:
1,5 x 1m.

COVAS:

50cm de lado e 30cm de profundidade.
Cada cova deve ser adubada com5 a 10kg de esterco de curral bem curtido ou 2 a 3kg de esterco de galinha.

Clima e solo

As abóboras são plantas de clima quente, preferindo temperaturas de 20 a 27°C, e não resistem a temperaturas abaixo de 10°C. adaptam-se a vários tipos de solos, mas preferem os de textura média, bem drenados, leves e de boa fertilidade. O pH varia entre 5,8 e 6,8. Temperaturas amenas e dias curtos estimulam o desenvolvimento de maior número de flores femininas.

Sementes necessárias

Para abóbora - rasteira e tetsukabuto, necessita-se de 500g por hectare; para moranga, 800g a lkg de sementes por hectare.

Adubação

Esterco de curral ou de galinha, se disponível . 300g de superfosfato simples e 40g de cloreto de potássio por cova, 20g de sulfato de amônio em cobertura, conforme a necessidade da planta.

Tratos culturais

Manter a cultura no limpo na fase inicial. Depois de frutificação, o mato não parece prejudicar a cultura.

Irrigação

É preciso irrigar na fase de germinação.

Época de colheita:

Abóbora - menina é comercializada ainda verde , com 25cm de comprimento (cerca de 380g de peso).
A colheita inicia-se aos 75 dias até a maturação dos frutos.
Moranga e tetsukabuto são colhidos 90 a 120 dias após o plantio, enquanto as abóboras secas levam 150 dias até a maturação dos frutos.

Produção normal: 10-15t/ha.

Rotação: Cereais e hortaliças folhosas. Não plantar outras cucurbitáceas e pimentão nas proximidades e nem utilizá-lo para rotação.

Abóbora
Abóbora

Polinização das híbridas

As morangas híbridas têm poucas flores masculinas e não produzem pólen, por isso plantam-se 10% das covas variedades polinizadoras de abóbora ou moranga, como a Coroa, abóbora-de-porco e Menina-Brasileira, 10 a 15 dias anttes da híbrida. A abobrinha italiana também é usada como polinizadora, mas por ser mais precoce, é plantada 15 dias depois da híbrida. Recomenda-seque se plante uma cova de polinizadora para cinco ou seis de híbrida, ou uma fila para cinco ou seis. As morangas Lavras 1 e Lavras 2 não precisam ser intercaladas com abóboras polinizadoras.

Raleação

Quando as plantas estiverem com 3 a 4 folhas, eliminam-se as menos desenvolvidas, deixando duas por cova.

Capinas

As culturas de abóbora e moranga devem ser mantidas no limpo.

Composição por 100g:

Abóbora: 40 calorias, 1,2g de proteínas, 12mg de cálcio, 27mg de fósforo, 0,7mg de ferro, 350mmg de vitamina A, 0,05mg de vitamina B1, 0,04mg de vitamina B2 e 42mg de vitamina C.
Moranga:
35 calorias, 1,7g de proteína, 32mg de cálcio, 24mg de fósforo, 2,3mg de ferro, 380mmg de vitamina A, 0,07mg de vitamina B1, 0,05mg de vitamina B2 e 11mg de vitamina C.
Folha da abóbora:
27 calorias, 4,0g de proteínas, 477mg de cálcio, 136mg de fósforo, 0,08mg de ferro, 600mmg de vitamina A, 0,09mg de vitamina B1, 0,06mg de vitamina B2 e 80mg de vitamina C.

Broto de abóbora: 26 calorias, 4,2g de proteínas, 127mg de cálcio, 96mg de fósforo, 5,8mg de ferro, 270mmg de vitamina A, 0,14mg de vitamina B1, 0,17ng de vitaminaB2 e 58mg de vitamina C.

Irrigação: Diariamente, até trinta dias depois do plantio, e de quatro em quatro dias até o início da maturação dos frutos.

Adubação de cobertura: Feita 30 dias depois do plantio. Aplicam-se 2kg de esterco líquido por planta.

Pragas e doenças

As pragas que atacam as cucurbitáceas são os pulgões, vaquinhas e brocas, que podem ser controladas com cobertura morta de palha e arroz entre as covas.

Usa-se também repelente à base de pimenta ou inseticida à base de fumo. O repelente é feito com 500g de pimenta verde ou vermelha, 4 L de água e 50 colheres de sabão em pó. Batem-se as pimentas no liquidificado, com 2 L d’água, coam-se e misturam-se o sabão e o restante d’água. O repelente é pulverizado sobre as plantes atacadas. O inseticida é feito com 100g de fumo de corda picado, três colheres de sabão de coco e 4 L de água. O fumo é fervido em 2 L de água, durante cinco minutos. Depois de esfriar e coar, misturam-se o sabão de coco e o resto da água. Essa mistura deve ser pulverizada sobre as folhas atacadas. Se os pulgões não desaparecerem, aumentam-se a dosagem de fumo na composição. As principais doenças são a antracnose, o oídio, o míldio, o crestamento gomoso do caule, a podridão – dos frutos e o mosaico.

A antracnose, que forma manchas escuras na superfície dos frutos, caule e folhas, é favorecida pela alta umidade do ar e pela temperatura entre 21 C a 27 C, e é controla com rotação de culturas (repolho, couve, tomate, alface) durante dois ou três anos, coma utilização de sementes sadias e eliminação de cucurbitáceas selvagens e restos de cultura. O oído, que afeta as folhas expondo-as à queimadura do sol, é causado por um fungo que se desenvolve em temperaturas baixas, orvalho e nevoeiro pesado. O míldio, também causado por fungos, deixa lesões e manchas verde-oliva e púrpura nas folhas é controlado evitando-se o plantio em períodos sujeitos à neblina e a temperaturas entre 16 e 22 C.

Devem-se também evitar baixadas mal ventiladas e com acúmulo de ar frio. O crestamento gomoso do caule, provocado por fungo que se desenvolve em temperaturas acima de 25 C, pode atacar qualquer órgão da planta, deixando lesões circulares de cor parda e preta nos frutos, e é controlado com rotação de cultura e uso de sementes sadias. A podridão dos frutos é provocada por bactérias, e as medidas preventivas são a rotação de culturas, tratos culturais para proteger os frutos do contato com o solo e a escolha de solos leves, drenados e não sujeitos ao encharcamento. O vírus do mosaico é transmitido, principalmente por pulgões, durante os tratos culturais. Essa doença reduz o tamanho das folhas e interfere no desenvolvimento dos frutos, que ficam inutilizados para o comércio. Seu controle consiste em usar sementes sadias, evitar utilizar áreas onde foram plantadas outras cucurbitáceas e eliminar as plantas susoeitas.

Produtividade:

Abóbora: 12 a 16 t/ha
A híbrida:
Fe 10 a 15 t/ha
Moranga:
De 10 a 12 t/ha

Cultivares

Abóbora: Bahiana Tropical, Canhão, Canhão Gigante, Caravela, Carioca, Goaininha, Jacarezinho, Menina Brasileira, Menina Clara, Menina Creme, Mini Paulista, Mocinha, Nova Caravela, Pira-Moita, Redonda, Amarela Gigante, Seca de Pescoço e Spaghetti
Abóbora japonesa:
Ebisu, Lavras II, Suprema, Tetsukabuto e Tsurunashi Yakko
Moranga:
Alice, Big Moon, Carijó, Coroa, Exposição e Tropical.

Armazenamento: Os frutos podem ser guardados em galpões arejados, por tempo determinado, até sua comercialização.

Rotação: Cereais e hortaliças folhosas. Não plantar outras cucurbitáceas e pimentão nas proximidades e nem utilizá-lo para rotação.

Detalhes

Não aplicar defensivos no período da manhã para não prejudicar a atividade dos insetos polinizadores, principalmente, as abelhas.
Irrigar um dia antes da semeadura e 1 a 2 vezes/semana até o início da maturação dos frutos.

Por infiltração: Os sulcos devem ser preparados com declividade de 0,2 a 0,5%.

Por aspersão:

Evitar o período da manhã durante o florescimento, para não molhar e inviabilizar o pólen.
Iniciar entre 90 e 120 dias o plantio, para as abóboras híbridas, e entre 120 a 150 dias para as demais.

Abóbora
Flor de Abóbora

Nome científico: Cucurbita moschata (Duch.) Duch. Ex Poir.

Família: Cucurbitaceae

Origem: Ásia Tropical

Características da planta

Planta de ciclo anual, caule herbáceo rastejante, provido de gavinhas e raízes adventícias. Apresenta folhas cordiformes ou reniformes, de coloração verde-escura e com áreas prateadas. O produto de importância econômica são os frutos, que podem ultrapassar 50 cm de comprimento e, dependendo da variedade, apresentam formato achatado, alongado com o chamado "pescoço", ovóides, esféricos ou cilíndricos. Podem ser consumidos verdes ou maduros.

Características da Flor

Apresenta flores masculinas e femininas separadamente (planta monóica), de tamanho relativamente grande e coloração amarelo-vivo. As flores femininas possuem o ovário bem destacado, antecipando o formato do fruto.

Fonte: www.agrov.com

Abóbora

De alto valor nutritivo, a abóbora contém grande quantidade de vitamina A, indispensável à vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, evita infecções e ainda auxilia o crescimento.

Possui ainda Niacina, que faz parte das vitaminas do Complexo B, cuja função é evitar problemas de pele, do aparelho digestivo, do sistema nervoso e reumatismo. Tem, ainda, sais minerais como Cálcio e Fósforo, que participam da formação de ossos e dentes,construção muscular, coagulação do sangue e transmissão de impulsos nervosos.

É indicada para pessoas de todas as idades por ser de fácil digestão. Laxativa e diurética, contém sementes tidas como potentes vermífugos, que agem principalmente contra a tênia (solitária). Para essa finalidade, as sementes devem ser utilizadas frescas, sem a película que as cobre, moídas e misturadas com açúcar. Elas são boas também contra náuseas em geral e vômitos de gestantes. A abóbora é indicada na recuperação de enfermidades agudas do aparelho digestivo, especialmente inflamações dos intestinos.

Crua ou cozida, serve como cataplasma para ajudar na cura de ferimentos, picadas de insetos, queimaduras leves e furúnculos. E o purê de abóbora exerce função diurética nas inflamações dos rins.

Na hora da compra, deve-se escolher abóboras de casca firme, sem rachaduras ou partes moles. Quando verde, deve ser conservada em lugar fresco e arejado.

Quando madura é melhor deixá-la na geladeira onde pode durar de 3 a 4 meses.

Abóbora
Abóbora

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

Abóbora

Origem e história

Todas as espécies cultivadas do género Cucurbita, no qual se incluem as abóboras e aboborinhas, tiveram origem na América, encontrando-se entre as espécies de domesticação mais antigas naquele continente.

A maioria das espécies do género teve origem no México e a sua domesticação ocorreu, de forma independente, neste país e na região Este dos E.U.A. Esta espécie era um ingrediente fundamental da alimentação dos Maias, há dez mil anos, sendo mais tarde introduzida na Europa.

Este vegetal possui elevado valor nutritivo contendo grande quantidade de vitamina A, fundamental para uma boa visão, saúde da pele e mucosas, evitando infecções, mas também auxilia o crescimento.

Contém ainda uma vitamina do complexo B, a niacina, cuja função é evitar problemas de pele, do aparelho digestivo, do sistema nervoso e reumatismo.

Possui sais minerais como cálcio e fósforo, essenciais na formação dos ossos e dentes, músculos, coagulação do sangue e transmissão de impulsos nervosos.

A abóbora é indicada para pessoas de todas as idades por ser de fácil digestão.

É também um laxante suave e um diurético, e é aconselhado na recuperação de doenças agudas do aparelho digestivo, especialmente inflamação dos intestinos.

A abóbora contém três das substâncias vegetais de maior ação anti-cancerígena comprovada: beta-caroteno, vitamina C e fibra vegetal.

Não é fácil encontrar num só alimento estes três fatores de grande eficácia preventiva contra o cancro.

Outro elemento interessante neste legume é a sua flor, muito apreciada no México. Possui um delicado sabor e, do ponto de vista nutritivo, oferece fibra vegetal e uma pequena quantidade de hidratos de carbono.

É particularmente rica em beta-carotenos (provitamina A) e em flavonóides, substâncias de poderosa ação antioxidante que desempenham funções muito importantes na prevenção da arteriosclerose e do cancro.

A Abóbora

Poucas calorias e muito sabor são as qualidades apreciadas dessa espécie que faz um bonito papel nas mais variadas preparações culinárias. Vale a pena experimentar e conferir os resultados positivos na balança

Assada, fervida, cozida no vapor ou no microondas, a abóbora é um alimento versátil e tanto pode ser o ingrediente principal de um prato doce quanto o de um salgado. Da entrada até a sobremesa, ela tem um belo papel. Muito utilizada na alimentação brasileira – tem um sabor inconfundível, com um toque meio adocicado – faz bonito também como acompanhamento de carnes, substituindo alimentos bem mais calóricos.

"Tem poucas calorias, uma vez que aproximadamente 95% da sua composição é água. Em 100 g de abóbora cozida somam 40 calorias, no máximo, 9,8 g de carboidratos, 1,2 g de proteína, 0,30 g de gordura e 1 g de fibra”, ensina a nutricionista Sônia Almeida, dos Vigilantes do Peso. Por seu baixo teor calórico – dependendo da espécie, pode ter de 20 a 40 calorias por 100 g –, comparada com outros alimentos, como a batata e a cenoura, por exemplo. Assim, é uma boa opção para substituir esses legumes em recheios, reduzindo consideravelmente as calorias.

Além disso, ela tem alto valor nutritivo, com vitaminas E, A e as do complexo B e sais minerais. Possui, ainda, o betacaroteno, um poderoso antioxidante encontrado em frutas e legumes de coloração alaranjada. Ele ajuda a combater os radicais livres, prevenindo inúmeras doenças degenerativas, como o câncer.

Mil e uma utilidades

O melhor de adicionar a abóbora ao cardápio da família é que dessa planta tudo se aproveita. A polpa nem precisa de apresentação, já que o doce de abóbora é uma das receitas tradicionais da culinária de vários Estados brasileiros. E o jerimum (como ela é chamadada no Nordeste) com carne-seca é de dar água na boca. Mas ela pode ainda dar um charme a pratos, como o nhoque, a panqueca e as massas em geral.

As sementes são um aperitivo e tanto. “Quando torradas por mais de 10 minutos, exalam um aroma parecido com o do amendoim e são ideais para ser consumidas como petisco, pois promovem a sensação de saciedade. Excelente fonte de minerais, como ferro, fósforo, potássio, magnésio e zinco”, informa a especialista dos Vigilantes do Peso, elas também podem ser transformadas em farinha e misturadas à de trigo na confecção de bolos e biscoitos.

Quem pensa que a utilização culinária da abóbora pára por aí está enganada.

Os brotos de suas folhas podem ser mais um item saboroso em ensopados; e as fl ores, conhecidas também como cambuquira, fazem a diferença numa omelete ou à milanesa. Até a casca, rica em fibras, pode ser cozida e consumida sem susto.

É só lavar bem com uma escova, deixar de molho em água e solução que elimina bactérias (que a gente usa normalmente nas verduras) e está pronta para enriquecer o arroz, a carne moída ou a farofa.

TURMA GRANDE E VARIADA

Dentro da família das abóboras (veja foto acima), chamadas de curcubitáceas, existem várias espécies. Segundo a nutricionista Camila Zago, do Hospital São Camilo Ipiranga, de São Paulo, “todas elas têm baixas calorias. Só é preciso ficar atenta aos ingredientes agregados na hora do preparo para não tornar o prato calórico demais. Tendo esse cuidado, qualquer tipo de abóbora é bem-vindo numa alimentação equilibrada”.

As principais espécies são:

MENINA BRASILEIRA OU ABÓBORA DE PESCOÇO: É a mais comum no Brasil e a maior, chegando a pesar até 15 kg. É alaranjada, tem textura fibrosa e é mais úmida. Pode ser utilizada em pratos doces ou salgados. E, também, consumida crua, ralada fina, em saladas.
PAULISTA:
Idêntica à menina brasileira, só que o seu tamanho não passa de 1,5 kg. Também pode ser usada em sopas, refogados, chutney e doces variados.
MORANGA:
Tem o gosto mais delicado e a consistência menos densa. Sua polpa alaranjada é utilizada em refogados e sopas e a sua casca é um ótimo recipiente para sopas ou o conhecido Camarão na Moranga.
BRASILEIRINHA:
Apresenta uma casca verde e amarela. Pode ser consumida antes de amadurecer, em refogados, quando apresenta uma polpa verde, ou madura, já com o interior alaranjado.
ITALIANA:
É a tão conhecida abobrinha que fica ótima em pratos salgados, refogada, recheada e grelhada.
JAPONESA OU CABOTIÁ:
Bem mais consistente e menos úmida, esta abóbora tem um sabor delicado. Ela é ideal e bastante usada principalmente na preparação de pratos salgados.
ABÓBORA DO CAMPO:
Tem o formato de uma pêra imensa, com numerosas sementes. A polpa é alaranjada com sabor mais doce e um requisitado ingrediente para fazer doces, pães e bolos.
ESPAGUETE:
Também chamada de gília, é uma abóbora com um alaranjado mais pálido e que, depois de cozida, a sua polpa se separa como se fosse longos fios de espaguete. Muito usada em pratos salgados.

Fonte: www.quintadamaunca.mun-guarda.pt

Abóbora

Abóbora
Abóbora

Parece ser nativa das Américas, apesar de estar espalhada pelo mundo.

Existem cerca de 760 espécies de abóbora. Algumas são nativas do Velho Mundo, outras da América do Sul, outras do México e América Central e até existem relatos nos Estados Unidos que datam de 2700 a.C.

Na América antiga algumas espécies eram utilizadas como recipiente para bebidas, nas classes mais altas.

Era cultivada pelos índios sul-americanos por centenas de anos.

No século XVII eram utilizadas em tortas junto com maçãs na Inglaterra.

Também em 1824, foi encontrado um livro onde falavam de uma abóbora pesando 120kg.

São da família das Corcubitáceas, assim como o pepino e o melão. Rica em betacaroteno (precursor da Vit. A) e potássio.

Também contém vitaminas do Complexo B, um pouco de cálcio e ferro.

A Abóbora

Abóbora
Abóbora

Pertencente à família das Curcubitáceas a abóbora é originária da América onde estudos revelam sua utilização junto com o milho e feijão na alimentação dos Incas.

Tem grande quantidade de vitaminas A, C, B1, B2 e B5 e os minerais: cálcio, fósforo e ferro.

É um alimento de alto valor nutritivo e é muito recomendada como alimentação em tratamentos hepáticos.

Existem vários tipos de abóboras no mercado brasileiro, escolha a variedade que deseja plantar ou comprar de acordo com o uso que for fazer.

Como comprar

No Brasil encontram-se abóboras em boa quantidade e qualidade o ano todo, porém entre os meses de setembro a janeiro com melhores preços.

Para escolher o melhor fruto as características externas são os melhores indicadores, marcas de batidas ou amassados não são recomendados.

Como conservar

Prefira comprar somente a quantidade necessária para consumir logo. Como os frutos são muito grandes uma boa idéia é congelar a abóbora, para tanto descasque e cote em pedaços, cozinhe até ficar macia, deixe resfriar por uns 3 minutos, embale em sacos plásticos com porções e coloque no freezer. Para descongelar retire as embalagens e deixe em temperatura ambiente.

Como consumir

Dela só não aproveitamos as cascas. Quando se cultiva a abóbora pode-se aproveitar partes da cultura que não encontramos normalmente nas feiras, como as folhas (cambuquira), que são a parte mais rica da abóbora, podem ser refogadas ou colocadas em sopas. As flores podem ser preparadas à milanesa, refogadas com cebola ou rechear omeletes.

Os brotos refogados são uma verdadeira mina de ferro, indicados para recuperação de casos de anemias ajudando na formação dos glóbulos vermelhos. Do miolo faz-se doces, bolos, refogados, purês, suflês, nhoques…. é só imaginar que a abóbora completa. As sementes também são ricas em ferro e fornecem um ótimo aperitivo quando tostadas no forno com um pouco de sal.

Dicas

Prefira comprar frutos com o cabinho, pois eles se conservarão por mais tempo.

Existem vários tipos de abóboras no mercado brasileiro, escolha a variedade que deseja plantar ou comprar de acordo com o uso que for fazer.

CALORIAS EM CADA 100g:

Abóbora em gera: 40
Abóbora Moranga:
35
Flores de abóbora:
18
Sementes:
573

Fonte: www.xenicare.com.br/www.clubedojardim.com.br

Abóbora

Abóbora
Abóbora

Fas parte de uma vasta família, a das Cucurbitáceas, originária da América.

Planta rústica, anual, ramificadas pelo chão, com dois grupos de flôres que só se abrem pela manhã – as masculinas, portadoras de pólem, em maior número; e as femininas, com o ovário bem saliente, insinuando os frutos que vão nascer. Se não haver a polinização, esses frutos secam e caem.

Origem

A abóbora é uma planta originária da América e, junto com o milho e o feijão, constituía a base da alimentação das populações que habitavam a região que vai desde o Peru até o sudoeste dos atuais Estados Unidos.

Existe um número muito grande de variedades de abóboras, de diversos tamanhos, desde delicadas moranguinhas do tamanho de laranjas até enormes abóboras com mais de 20 quilos.

Os formatos também variam muito: podem ser redondas, chatas e com gomos - as morangas; podem ser ovais, retas ou terem pescoço; a casca pode ser lisa ou encaroçada; a cor pode ser amarela, verde, rajada, quase preta e, naturalmente, cor-de-abóbora.

Estando verde, a consumimos como abobrinha e madura serve para doces, purês, cozidos e sopas. É, aliás, ótima a sopa de abóbora com cambuquira, que é o broto verde da rama da planta de abóbora. O comércio da abóbora é tão importante que ela é o único produto que tem um pavilhão especial no Ceasa de São Paulo e ali são comercializados mais de cem mil quilos de abóboras todos os dias.

Sem esquecer que a abóbora também serve para fazer bonecos com uma vela dentro, para assustar pessoas no dia de Finados, aqui no Brasil e no Dia das Bruxas, lá nos Estados Unidos.

Variedades

No meio hortícola conhecem-se dois grupos distintos de abóboras.

O primeiro deles é o representado pelo chamado grupo das abóboras rasteiras, e o segundo, conhecido como grupo das abóboras de moita.

Representando o grupo das abóboras rasteiras encontramos entre a melhores variedades a “Menina Amarela”, “Tatuí”, “Redonda de Amparo’ e a “Casca Mole”, Canhão ou Menina Gigante.

No grupo das abóboras de moita (abobrinha), as que melhor se prestam para ocultivo são: “Caserta”, “Cocozelli” e “Zucchini”.

Plantio

Prepare as covas com dez dias de antecedência, na medida de 30x30x30cm, numa distância de 3x3m entre plantas e linhas. Para a variedade gigante e seca deixe espaçamente de 5x5m. Para abobrinhas, o espaçamento deve ser de 1,50mx1,00m. Mistrure 5kg de esterco ou composto com a terra superficial. Coloque 3 ou 4 sementes por civa e cubra com 2cm de terra, cobrindo-a com palha.

Dica: mergulhe as semente na água e só plante as que afundarem, descartando as que boiarem.

A época de plantio vai de setembro a outubro, para as rasteiras e de maio a setembro para as de moita

Clima e Solo

Proprias de clima quente, adequando seu desenvolvimento nas temperaturas entre 20 e 27ºC.

Adapta facilmente a qualquer tipo de solo, no entanto, se dá melhor nos solos areno-agrgilosos, firmes e com boa drenagem.

Tratos culturais

A irrigação se faz necessária na falta de chuvas, a cada seis dias, evitando a formação de poças nas covas das plantas pequenas. Desbaste as plantas menores, deixando duas por cova. Mantenha a área capinada.

A rotação de culturas pode ser feita com hortaliças folhosas, quiabo, feijão e outras leguminosas. Não faça consorciação com outras cucurbitáceas e com as solanáceas(pimentão e batata), mas sim com milho, acelga, amendoim, taioba, vagem e chicória.

Pragas e Moléstias

Entre as pragas a serem combatidas destacam-se os PuIgões; a Broca das hastes (Margaronia nitidalis); vaquinhas, lagarta-rosca ou a minadora. A doença mais comun é o Oídio, representada por manchas brancas com pó nas folhas e no caule; folhas murchas e amareladas é sinal da Podridão das raízes; placas verdes nos frutos representa a Antracnose e folhas novas deformadas e pouco crescimento da planta significa o Mosaico.

Colheita e Armazenamento

Para consumir na forma de abobrinha, deve colher os frutos após 90 dias do pantio, com 20cm de comprimento. As abóboras demoram de 120 a 150 dias para amadurecer, quando a casaca fica dura e o cabinho começa a secar. Não retire o cabinho do fruto, pois ele ajuda na sua conservação.

Para armazenamento escolha as abóboras livre de ferimentos e mais maduras; o ambiente deve ser sombreado, seco e ventilado; evite empilhar os frutos.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Abóbora

A abóbora é uma hortaliça tipicamente tropical. Existem diversas espécies, destacando-se a abóbora rasteira e a moranga.

A aboboreira é uma planta de caule herbáceo rastejante, folhas grandes e de coloração verde escura. A cor da casca pode ser alaranjada, amarela, verde, branca e até roxa. A polpa geralmente é alaranjada ou amarela. Conforme a espécie, apresenta formatos esféricos, esféricos achatados ou esféricos alongados.

Informações Nutricionais

100 g contêm, em média:

Macrocomponentes Glicídios (g) 9
Proteínas (g) 1
Lipídios (g) 0
Fibras alimentares (g) 1
Vitaminas Vitamina A1 (mg) 100
Vitamina B1 (mg) 33
Vitamina B2 (mg) 59
Vitamina B3 (mg) 0
Vitamina C (mg) 3
Minerais Sódio (mg) 32
Potássio (mg) 191
Cálcio (mg) 12
Fósforo (mg) 27
Ferro (mg) 0
Conteúdo energético (kcal) 46

Como Comprar

Escolhas as abóboras mais duras, de casca grossa.

Como Conservar

A abóbora verde deve ser mantida desembrulhada, em local fresco, seco, escuro e com boa ventilação, por até dois meses. A madura deve ser mantida sob refrigeração, onde conserva-se por até três semanas. Se partida, conserva-se por cerca de uma semana.

Como Consumir

Pode ser consumida cozida, em sopas ou guisados, assada e em forma de purê.

Fonte: www.ceasacampinas.com.br

Abóbora

 

Abóbora
Abóbora

Tal como as courgettes, as abóboras são também membros da família Cucurbitaceae.

As suas cascas são duras e bastante difíceis de furar, o que lhes permite ter longos períodos de armazenamento (entre um a seis meses).

A carne da abóbora tem um sabor adocicado, com todas as variedades a conterem interiores ocos onde se localizam as sementes.

Estamos a começar a descobrir a riqueza nutricional fornecida pela abóbora, um legume cuja importância era tão elevada para os nativos americanos que chegavam a enterrar os seus mortos juntamente com abóboras como refeição para a última viagem.

As abóboras estão disponíveis de Agosto a Março, sendo preferível consumi-las de Outubro a Novembro.

SEMENTES DE ABÓBORA

Abóbora
Sementes de Abóbora

As sementes de abóbora, também conhecidas como pevides, são sementes verde-escuras, achatadas. Algumas estão envolvidas num casca amarela esbranquiçada, apesar de algumas variedades de abóbora produzirem sementes sem casca. As sementes de abóbora têm uma textura maleável e mastigável e um sabor discretamente suave, semelhante ao da noz.

Enquanto as sementes de abóbora tostadas são provavelmente mais conhecidas pelo seu papel como uma típica guloseima do Dia das Bruxas, estas sementes são tão deliciosas e nutritivas que podem ser apreciadas durante todo o ano. Tal como a meloa e o pepino, a abóbora e as sementes de abóbora pertencem à família das cabaças ou Cucurbitaceae.

O nome mais comum nome para o género e espécie da abóbora é Cucurbita maxima.

Fonte: www.alimentacaosaudavel.org

Abóbora

 

Abóbora
Abóboras

Fácil de conservar

A abóbora é uma cultura muito difundida no Brasil. Originária da América, era parte da base da alimentação das civilização Asteca, Inca e Maia. Pertence à família Cucurbitácea, a mesma da melancia, do melão, do chuchu e do pepino.A abóbora é um fruto rico em vitamina A. Também fornece vitaminas do complexo B, cálcio e fósforo. Tem poucas calorias e é de fácil digestão.

COMO COMPRAR

Existem vários formatos, tamanhos e cores de frutos, todos com a casa bem grossa e dura.

As abóboras mais facilmente encontradas são a abóbora seca (frutos grandes de até 15kg), o tipo Baianinha (frutos pequenos de pescoço e casca rajada) e a abóbora japonesa ou Kabotiá (fruto com gomos, como a moranga, mas de casca verde-escura).

Os frutos devem apresentar-se com a casca sem brilho. Casca com brilho indica que estes foram colhidos muito novos, não amadurecerão totalmente e são de menor qualidade quando comparados aos frutos totalmente maduros. Prefira frutos sem machucados e ferimentos e sem sinais de mofo ou podridão.

Manuseie os frutos com cuidado. Apesar de parecerem resistentes ao manuseio, os frutos apodrecem mais rapidamente a partir dos pontos onde foram machucados, mesmo que não sejam aparentes.

A abóbora pode ser vendida na forma minimamente processada, ou seja, já descascada, picada em pedaços pequenos e embalada. Assegure-se que esse produto esteja refrigerado no mercado e em casa. Quando mantido fora da geladeira, ele se estraga rapidamente. Os melhores preços para compra ocorrem de maio a setembro.

COMO CONSERVAR

Os frutos podem ser mantidos por cerca de três meses após a colheita, em condição ambiente, em local fresco e seco. Mantenha os frutos com cabinho, pois assim se conservarão por mais tempo. A abóbora seca comprada picada em pedaços grandes e com casca tem menor durabilidade que a abóbora inteira, e deve ser conservada em geladeira, envolvida com saco plástico, por até uma semana.

Para congelar, corte a abóbora em cubos ou fatias. Faça o pré-cozimento em água fervente por 3 minutos ou em microondas por 4 minutos. Acondicione em saco de plástico, retire o ar com uma bombinha de vácuo e leve ao congelador. A abóbora também pode ser congelada na forma de purê.

COMO CONSUMIR

A abóbora é uma hortaliça muito versátil, podendo ser consumida em diferentes formas como saladas, cozidos, refogados, sopas, curau, purê, pães, bolos, pudins e doces. As sementes podem ser torradas e consumidas como aperitivo, sendo além de saborosas, muito ricas em nutrientes, especialmente ferro. Lave bem as sementes, seque-as em um pano limpo ou papel absorvente, tempere com sal e leve ao forno quente por cerca de 40 minutos. Mexa de vez em quando para que fiquem torradas por igual.

Para fazer doces em pasta, em calda ou cristalizado, dê preferência à abóbora seca (de frutos grandes). Para pudins e curau os três tipos podem ser utilizados.

Para pratos salgados, a abóbora japonesa é a mais indicada por ter a polpa mais enxuta.

Para descongelar deixe a abóbora na parte de baixo da geladeira de um dia para o outro ou em condição ambiente por algumas horas. O descongelamento também pode ser feito direto ao fogo, durante o preparo do prato ou em microondas.

DICAS

Cozinhe a abóbora em pedaços grandes com casca e depois aproveite a casca cozida fazendo farofa ou misturando-a ao arroz ou carne moída

Temperos que combinam com a abóbora: Sal, cebola, açúcar, alho, pimenta, noz moscada, canela e gengibre.

Fonte: www.cnph.embrapa.br

Abóbora

A abóbora é uma planta monóica, isto é, que carrega na mesma planta flores macho e flores fêmea em lugares diferentes.

A abóbora pode ser auto fecunda: uma flor fêmea pode ser fertilizada por pólen que vem de uma flor macho da mesma planta.

Entretanto, as fecundações cruzadas são predominantes: a flor fêmea é fertilizada por pólen que vem de diferentes plantas da mesma variedade ou de uma outra variedade.

O principal vetor dessas polinizações cruzadas são as abelhas. Em função das regiões e dos ambientes, a distância de isolamento aconselhada entre duas variedades de abóboras varia de 500 metros até 1 quilômetro e às vezes mesmo mais.

As flores macho são facilmente reconhecíveis, pois elas aparecem acima da folhagem no final de longos caules.

As flores fêmeas são tão facilmente reconhecíveis, porque em sua base se encontra o futuro fruto, na verdade o ovário, já possuindo uma forma bem definida.

O tamanho desse ovário pode ser conseqüente: assim, ele atinge às vezes 15 cm de comprimento na variedade Tromba d’Albenga.

Quando a flor fêmea é fecundada, o fruto se desenvolve. Quando a flor fêmea não é fecundada, o fruto se enfraquece.

Numa planta de abóbora, as flores macho aparecem muito antes das flores fêmeas e elas são bem mais numerosas que essas últimas.

Pode-se notar também que durante os períodos de temperatura muito alta, as flores macho são predominantes.

As flores macho possuem pólen e néctar e as flores fêmea possuem somente néctar.

Elas têm uma duração de vida muito curta: elas se abrem antes da madrugada e se fecham definitivamente na metade da manhã.

É essencial tomar consciência que as polinizações cruzadas só podem se manifestar no seio da mesma espécie.

Não há fecundações cruzadas e hibridações naturais possíveis entre as diferentes espécies de Cucurbita se não é uma probabilidade muito reduzida implicando Cucurbita argyrosperma.

De fato, os botânicos americanos perceberam que Cucurbita argyrosperma se caracterizava por diferentes níveis de compatibilidade e então, de hibridação potencial.

O maior grau de compatibilidade se manifesta com Cucurbita moschata.

Um grau menor de compatibilidade se manifesta com variedades e populações selvagens de Cucurbita pepo, assim como algumas variedades de Cucurbita maxima e de formas de Cucurbita foetidissima.

Um grau ainda menor de compatibilidade se manifesta com as espécies selvagens tais como Cucurbita lundelliana, Cucurbita martinezzi, Cucurbita pedatifolia e Cucurbita digitata.

Para resumir, as hibridações são antes de tudo entre variedades (no seio de cada espécie) e não há hibridações entre Cucurbita pepo, Cucurbita maxima, Cucurbita moschata e Cucurbita ficifolia.

A única espécie que pode se hibridar com as três primeiras dessas quatro espécies é a Cucurbita argyrosperma.

Deve-se destacar que, entretanto, a espécie Cucurbita argyrosperma é pouco conhecida e pouco cultivada nos jardins de zonas temperadas.

Assim, um jardineiro pode produzir sementes de abóboras em seu jardim (se esse último é isolado de maneira satisfatória do mais próximo jardim que produza outras abóboras) com a condição de só cultivar uma variedade por espécie: por exemplo, uma abóbora-moranga (Cucurbita pepo), uma abóbora-menina (Cucurbita maxima), uma abóbora-cheirosa (Cucurbita moschata), uma abóbora de Siam (Cucurbita ficifolia).

É aconselhável não se cultivar a variedade Cucurbita argyrosperma perto de variedades Cucurbita pepo, Cucurbita maxima e Cucurbita moschata, quando se deseja produzir suas próprias sementes. Em compensação, pode-se muito bem produzir sementes de Cucurbita argyrosperma e de Cucurbita ficifolia no mesmo jardim já que não existe nenhum risco de hibridação entre essas duas espécies.

O jardineiro não pode produzir, pelo menos em polinização livre, sementes de abobrinhas verdes quando há no mesmo jardim uma outra variedade de Cucurbita pepo, por exemplo, uma variedade de abobrinha amarela.

De fato, as abelhas vão hibridar essas duas variedades de Cucurbita pepo e a hibridação só será manifestada no segundo ano, quando as sementes saídas dessas duas variedades de abobrinha serão colocadas em cultura

É importante entender que a hibridação acontece no verdadeiro fruto que é a semente. O que nós comemos, é a carne do falso fruto que é na verdade um alargamento do ovário. Os óvulos foram fecundados por pólen transmitido da flor macho a flor fêmea. Cada óvulo fecundado se torna uma semente.

Quando o óvulo de uma variedade é fecundado por pólen vindo de outra variedade (da mesma espécie), ele gera uma semente cujas potencialidades são muito diferentes.

Nós vamos agora evocar as técnicas de “polinização controlada” permitindo ao jardineiro de produzir sementes de várias variedades da mesma espécie no mesmo jardim sem levar em conta as distâncias de isolamento.

A primeira técnica consiste simplesmente a cultivar sob proteção de um véu, todas as plantas da mesma variedade.

Pode-se assim, confeccionar um mini-túnel com arcos recobertos por um mosquiteiro em filó ou malha metálica fina. A única contingência real dessa técnica é a necessidade de introduzir insetos polinizadores, pois sem eles, as plantas não poderão ser fecundadas.

Colméias de zangões são comercializadas por sociedades especializadas, mas elas representam evidentemente um certo custo. Esse custo pode ser dividido por dois ou três jardineiros na medida em que basta que um mini túnel seja visitado a cada dois ou três dias por insetos polinizadores. Os zangões entram na colméia durante a noite e fica fácil transportá-los de um lugar para o outro.

Pode-se também otimizar o uso de tais colméias (normalmente destinadas a polinizar grandes superfícies e durante muitas sementes) criando um túnel bastante grande que poderá acolher uma variedade de cada espécie de Cucurbita com uma variedade de pepino, uma variedade de melão, uma variedade de melancia, uma variedade de berinjela, uma variedade de quiabo. Todas as sementes produzidas serão de variedades puras.

A segunda técnica é a da polinização manual. Ela consiste em ligar, à noite, as flores macho e as flores fêmea que vão abrir na manhã seguinte. Com um pouco de experiência é muito fácil reconhecê-las, pois elas adquirem uma cor amarela característica. Às vezes, mesmo as flores de algumas variedades têm a extremidade de suas pétalas ligeiramente dobradas, na véspera da abertura.

A ligadura se efetua na extremidade da flor. Utiliza-se simplesmente fita adesiva destinada a proteger as bordas das madeiras nos trabalhos de pintura. É aconselhável ligar pelo menos duas flores macho para cada flor fêmea a polinizar.

Nos jardins que acolhem um grande número de plantas de abóboras, é prático sinalizar as flores fêmeas com ligaduras com uma marca colorida, por um pedaço de fita adesiva colorida colada na folha situada acima, ou por qualquer outro meio que permita encontrá-las facilmente no dia seguinte.

É também preferível percorrer o jardim no dia seguinte segundo o mesmo percurso utilizado na véspera e segundo as mesmas direções, por exemplo, de leste a oeste.

As flores fêmeas com ligadura são de fato mais fáceis a encontrar quando a direção do percurso de trabalho é a mesma, por causa da orientação natural das folhas.

De manhã, as flores machos são colhidas, liberadas de suas ligaduras e suas pétalas retiradas. A fita adesiva da flor fêmea é em seguida retirada delicadamente.

Se uma ou outra flor, uma vez liberada da ligadura, não se abre totalmente e naturalmente, é que ela não está “madura”: então não se pode utilizar para o processo de polinização manual.

A polinização é efetuada caiando o pólen das flores macho sobre cada parte do estigma da flor fêmea. Deve-se ser muito vigilante, pois pode acontecer que uma abelha pouse no meio do processo de fecundação. Então esse último deve ser abandonado por causa da intrusão de pólen estranho.

Quando a polinização se efetua corretamente, deve-se fechar cuidadosamente a flor fêmea envolvendo delicadamente com fita adesiva. Não se deve esquecer de fixar logo, com ligadura hortícola ao redor do pedúnculo da flor polinizada a fim de poder reconhecê-la facilmente no final da estação dos frutos que terão sido polinizados manualmente. A ligadura deve ser bastante frouxa para permitir ao pedúnculo de crescer sem problemas.

É aconselhável efetuar essa polinização manual o mais cedo possível. De fato, as polinizações manuais efetuadas no final da manhã em estação muito quente têm muito poucas chances de sucesso, na medida em que o pólen terá esquentado e fermentado e não será mais viável. Não se deve esquecer que, deixadas por elas mesmas, as flores se fecham naturalmente no meio da manhã.

Antes de realizar a polinização manual, deve-se cuidar para que as flores com ligaduras não sejam furadas na base: acontece que alguns insetos, tais como os grandes zangões, se abrem uma passagem à força.

Essa intrusão pode se manifestar também depois que a polinização tenha sido feita e deve-se verificar no dia seguinte que as flores polinizadas na véspera tenham guardado a integridade. Esse tipo de intrusão é uma exceção.

Na medida do possível, deve-se evitar polinizar uma flor fêmea com uma flor macho colhida na mesma planta.

As polinizações manuais serão coroadas de sucesso quando elas são efetuadas no início da fase de frutificação.

Quando um fruto já se formou naturalmente (isto é, por polinização de insetos) numa planta destinada a ser polinizada manualmente, é muito aconselhável colhê-lo a fim que esse fruto polinizado manualmente possa beneficiar de todo o vigor da planta.

Além disso, o número de frutos polinizados por planta será determinado pela duração da estação normal de crescimento, pelo nível do calor do verão e pela natureza da variedade.

Assim, pode-se polinizar um só fruto de uma variedade de “abóbora gigante”, dois frutos de uma variedade de “potimarron”, três frutos de uma variedade de “patisson” e uma dúzia de frutos de uma variedade de “pomme d’or”.

Nós pudemos constatar que certas variedades de abóboras parecem mais recalcitrantes do que outras de polinização manual. É o caso, por exemplo, da variedade “Potiron vert olive”.

Entretanto, ainda não está provada que essa dificuldade seja intrínseca à variedade e que ela não seja na verdade uma conseqüência de uma certa falta de adaptação da tal variedade a um ou outro ambiente.

Quando no início da estação, deseja-se praticar polinizações manuais em abóboras, deve-se cuidar para que o espaço entre as variedades seja amplamente suficiente para os caules não se misturarem e as flores (em particular as flores macho) serem facilmente marcadas para cada variedade.

Para uma produção de sementes que beneficie de uma boa diversidade genética, é recomendado cultivar no mínimo 6 plantas de cada variedade. O ideal é de cultivar uma dúzia ou ainda melhor, uma vintena se o espaço no jardim o permitir.

Fonte: www.kokopelli-seed-foundation.com

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