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Arnica

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Arnica

Nome Científico: Solidago microglossa

Nome popular: Arnica-do-brasil, arnica, erva-forte, vara-de-ouro

Família: Compostas

Origem: Parte meridional da América do Sul

Raios Divinos

Opalino (luzes do Arco-Íris) com graduações do Verde e do Violeta

“A planta da cura rápida e da decisão energética”, disse Goethe, sobre os efeitos fitomedicinais da arnica europeia. Sua ação regeneradora já foi comprovada pela ciência, em caso de lesões, contusões, entorses, cirurgias (pré e pós-operatório) e outros traumas físicos. No Brasil, desenvolve-se uma outra espécie de arnica. De suas flores, é preparada a essência Arnica Silvestre, para neutralizar o sistema nervoso abalado, após traumas físicos ou psicoemocionais. Este floral estimula a regeneração energética, sempre que o organismo e os campos da consciência estiverem comprometidos.

Esta herbácea perene e rinzomatosa, de cerca de um metro de altura, invade pastagens, margeia estradas, frequenta lavouras pomares, cafezais e terrenos baldios, espaçando o amarelo vistoso de suas florinhas unidas. Nos corpos subtis, age como uma tecelã dedicada a fazer reparos na aura, recompondo rombos energéticos provocados por feridas no corpo, na mente e na alma.

Ajuda a curar ferimentos morais gerados por difamações mentirosas, injustiças, tortura física ou moral e abusos de todo o tipo, como serviços forçados, estupro, subjugo, ou abuso por excesso de alimentação, drogas, medicamentos, álcool, fumo e outras dependências. Como um emergencial oportuno para momentos traumáticos, Arnica Silvestre conforta e alivia. Por concentrar um enorme poder vital, resgata o vigor. O poder de autocura destas flores age reconstitui e fortalece o Eu interior.

Uso fitoterápico

As flores são usadas para curar feridas e inflamações. Tonificam a circulação sanguínea e têm ainda poder descongestionante, adstringente, diurético e expectorante.

Bibliografia

Texto retirado da revista brasileira de Terapia Floral, edição especial, viaspalato

Nome Botânico: Arnica montana L.

Sinonímia: Arnica, arnica-brasileira, arnica-da-horta, arnica-de-terreiro, arnica-do-brasil, arnica-silvestre, erva-federal, erva-lancete, espiga-de-ouro, federal, flecha, lenceta, macela-miuda, rabo-de-foguete, rabo-de-rojão, sapé-macho.

Família: Asteraceae

Parte utilizada: Flor e rizoma.

História e curiosidades

A origem do nome arnica é bastante obscura, possivelmente uma deformação da palavra grega ptarmikos, que significa que faz espirrar.

Desconhecida na antiguidade, a planta foi descrita e desenhada somente no século XVI pelo médico botânico italiano Mattioli. Esta planta é muito utilizada nas preparações homeopáticas e fitoterápicas nas áreas da medicina (acupuntura, antroposofia, cirurgia plástica, homeopatia, oftalmologia, ortopedia, etc), odontologia, veterinária, fisioterapia, dentre outras áreas.

Ecologia

A Arnica montana é uma planta originária das regiões montanhosas do norte da Europa, de terras silicosas. Apresenta inflorescências terminais grandes, eretas, ramificadas com numerosos capítulos pequenos de cor amarelada ou alaranjada, sendo cultivado em bordaduras ou em canteiros a pleno sol. O cultivo no Brasil é de adaptação muito difícil, mas é encontrada em campos rupestres, nos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia.

Constituintes

Princípios amargos

Lactonas sesquiterpenóides (helenalina, diidroxihelenalina), glicosídeos flavonóides, taninos, resinas, cumarinas (umbeliferona, escopoletina), ceras, carotenóides, inulina, arnicacina; fitosterina: ácidos orgânicos (clorogênico, cafeico); óleo essencial: triterpenos (arnidiol, pradiol e amisterina)

Ações

Antiinflamatória, tônica, estimulante, anti-séptica e analgésica.

Em uso externo é usada para tratamento de condições pós-reumáticas e pós-operatórias, tais como:

Hematomas
Torções
Escoriações
Contusões
Edemas relacionado à fratura e dores reumáticas dos músculos e articulações
Processos inflamatórios da orofaringe
Furunculose
Picadas e ferroadas de insetos
Flebite superficial

Propriedades Farmacológicas

As propriedades anti-inflamatórias e analgésicas da arnica se explicam pela diminuição da atividade enzimática no processo inflamatório.

O fitocomplexo bloqueia a inflamação causada por traumatismos, diminui a formação de exsudato e incrementa a reabsorção e a ação de células responsáveis pela destruição dos fragmentos biológicos de origem necróticas.

Os triterpenos são espasmolíticos em nível de musculatura lisa, principalmente na musculatura dos vasos e permite a distinção do tecido sujeito à inflamação.

Os flavonoides potencializam a atividade dos terpenos, estabilizando a membrana celular.

Arnica
Arnica

Precauções e contra indicações

Indivíduos hipersensíveis a planta, gravidez e lactação.

Reações adversas

O uso interno não é indicado por ser potencialmente tóxica, exceto em preparações homeopáticas. O uso interno pode causar náuseas e irritação gástrica. Já o uso externo pode provocar dermatite de contato com formações de vesículas e ocasionalmente eczema.

Não há interação medicamentosa conhecida com outras medicações como anti-inflamatórios hormonais ou não-hormonais, analgésicos ou antibióticos.

Nas preparações homeopáticas e antroposóficas seu uso é seguro e geralmente bem tolerado. Não foram relatados casos de reações adversas durante sua utilização. A única contra-indicação conhecida é a hipersensibilidade aos componentes das formulações.

Utilização

Tintura: 20g de flores em 100 mL de álcool 60º. Diluir em 500mL de água.
Tintura a 10%:
10 gotas diluídas em água, 2 a 3 vezes ao dia nas contusões.
Infuso:
20g de flores em 1L de água. Usar na forma de gargarejos, bochechos e banhos.

Cataplasma

Ferver um punhado de flores e aplica-las sobre a região atingida.

Pomada

Passar no local 3 vezes ao dia. Usada para alívio de dor.
Xampus, loções capilares, sabonetes e géis:
extrato glicólico ou tintura hidroalcoólica de 2 a 10%.

Uso interno

Solução oral, glóbulos ou comprimidos preparados homeopaticamente de acordo com a prescrição.

Silberto Azevedo

Nome científico:Lychnophora pinaster Mart.

Sinonímia: Vernonia trichocarpa Spreng.; Piptocoma lychnophorioides Less., L. trichocarpa ( Spreng ) Spreng.; L. affinis Gardh.; L. brunioides var. affinis ( Gardh ) Baker.; L.rosmarinus Pohl. ex Schultz-Bip ; L. rosmarinus var. eurosmarinus Schults-Bip; L. rosmarinus var. normalis Schults-Bip; L. brunioides var. pinifolia Baker; L. pumilio Pohl e L. piptocoma Schults-Bip.

Nomes populares: Arnica.

Família: Asteraceae ( Compositae ).

Aspectos agronômicos

As espécies do gênero ocorrem em solos superficiais retidos em arenito, quartzito ou depósitos ferrosos, ou areia branca profunda , parecendo que estão edaficamente restritos a um substrato particular ou a diferentes regimes de unidade ( COILE & JONES JUNIOR, 1981 ). Segundo SEMIR ( 1991 ), a espécie L. pinaster ocorre em ambientes extremamente xéricos, sendo observada crescendo em campos de canga ( Serras da Rola Moça, Moeda e Curral ) e crescendo entre blocos de rochas ou altos de pequenos morros expostos a intensa insolação e em carrascais nos serrotes como vistos nas serras do Cipó, do Caraça e Lavras. Observou-se arbustos de L. pinaster crescendo nos campos rupestres da Serra da Bocaina ( Lavras-MG ) sobre pequenas depressões rochosas, onde há acúmulo de matéria orgânica.

A arnica ocorre em solos rasos, entre fendas de rochas, onde a retenção de água por um período mais longo se torna difícil.

As Asteraceae de campos rupestres foram estudadas por HANDRO et al., ( 1970 ), quanto a sua anatomia foliar, e entre essas, algumas espécies do gênero Lychnophora. Os autores observaram que alguns fatores ambientais que devem agir como selecionadores dessa vegetação são os solos pedregosos e em declive; queima periódica , altitude acima de 1000m os quais, juntamente com a topografia da região e estrutura da vegetação, devem ocasionar condições de baixa temperatura, vento e grande insolação.

A floração da arnica , de uma maneira geral, ocorreu entre os meses de agosto a outubro, durante a estação seca para a chuvosa.

Esta fenofase ( floração ) coincidiu com a época em que as plantas apresentavam maior percentual de folhas adultas. O tempo médio de floração da arnica foi de aproximadamente oito semanas.

As primeiras chuvas e o início do aumento de temperatura pareceram ter sido os estímulos para a floração da arnica.

Os resultados obtidos identificam que , provavelmente a alternância de temperatura seja imprescindível para obtenção de maior percentual de germinação de aquênios de arnica.

A arnica , durante o ano de observações, apresentou um comportamento fenológico sazonal com relação aos seus aspectos vegetativos, reprodutivos e dispersão de frutos, em função das variações climáticas.

A floração ocorreu entre os meses de agosto a outubro, e a dispersão de frutos se deu entre os meses de dezembro ,janeiro e fevereiro, sendo esta época a mais provável para a coleta de aquênios

Os aquênios apresentaram maiores porcentagens de germinaçãoe IVG ( Índice de velocidade de germinação ), em condições de laboratório, quando foram utilizados substrato EP ( entre papel ) e sob temperaturas alternadas de 20-30°C.

A planta manteve-se com folhas verdes o ano todo.

O clima da região é do tipo Cwb ( mesotérmico ), seguindo a classificação de Köppen, caracterizado por um período quente ( outubro a março ) e outro período frio e seco ( abril a setembro ). A precipitação pluviométrica média anual ( média de 25 anos ) é 1529,7mm e as médias de temperaturas máximas e mínimas são de 26,1°C e 14,8°C, respectivamente.

OBS.: Na região de Lavras ( MG ), a arnica encontrada com frequência nos campos rupestres da Serra da Bocaina ( CARVALHO, 1992 ), vem sendo explorada predatoriamente pela população, o que tem levado a uma preocupante diminuição de ocorrência da espécie.

Atualmente a arnica encontra-se na categoria de plantas vulneráveis, ou seja, os “taxa” cujas populações encontram-se em declínio em consequência de sua exploração excessiva, destruição dos habitats ou outra alteração ambiental e cuja sobrevivência definitiva ainda não tenha sido assegurada, O QUE PODERÁ LEVAR A ESPÉCIE À EXTINÇÃO.( SOCIEDADE BOTÂNICA DO BRASIL,1992 ).

Parte usada: Folhas e flores.

Constituintes Químicos

Friedelina
Misturas de flavonóides
Quercetina
Ácido lienofóico ( derivado do cariofileno )
15-desoxigoiazenolídeo ( lactona sesquiterpênica
Glicosídeo

Origem

Erva originária da Europa Central era conhecida por suas propriedades curativas e utilizada contra doenças das vias urinárias, coqueluche, desinteria.

Considerada endêmica do Brasil, com distribuição restrita aos campos rupestres de Minas Gerais.

O.B.S.: Esta vegetação ocorre na Serra do Espinhaço ( MG ), Chapada Diamantina ( BA ) e nas serras centrais do Estado de Goiás.

Usos Fitoterápico

Antiinflamatória, anestésica e cicatrizante, sob a forma de extrato alcóolico.

Pesquisas sobre as propriedades medicinais daquela ou de outras espécies do gênero Lychnophora têm demonstrado que há potencial destas plantas para uso farmacêutico.

OLIVEIRA et al ( 1992 ) constataram 100% de atividade tripanomissida em seis espécies da família Asteraceae, dentre estas encontra-se Lychnophora passeriana ( Mart.exDC. ) Gardn; L. pinaster Mart. e L.trichocarpa ( Spreng.) Spreng., das quais foram isoladas substâncias ativas ( CHIARI et al., 1994 ).

SAÚDE et al. ( 1994 ) constataram que uma substância ativa obtida do extrato alcóolico de L. trichocarpa ( Spreng. ) Spreng. apresentou atividade contra várias formas de câncer.

Os estudos sobre a ecologia e biologia dessas espécies são escassos. Devido ao uso intensivo da espécie L. pinaster na região de Lavras-MG, torna-se importante e urgente a obtenção de informações científicas sobre seu comportamento em seu habitat natural e seus aspectos reprodutivos, visando, futuramente, o manejo racional da espécie, evitando-se o seu desaparecimento, além de fornecer subsídios para cultivos com fins comercias para a indústria farmacêutica.

Bibliografia

Ming, L.C.;Scheffer, M.C.;Júnior, C.C.;Barros,I.B.I.;Mattos,J.K.A.Plantas Medicinais Aromáticas e Condimentares-Avanços na Pesquisa agronômica.Botucatu: Unesp, V.II, 1998.

Seus poderes são conhecidos desde a Idade Média – a arnica (Arnica montana) é originária das regiões montanhosas do norte da Europa e desde tempos remotos é usada na cicatrização de ferimentos graças às suas propriedades regeneradoras de tecidos. Em aplicações mais específicas, é também indicada para combater febres, hemorragias, desinteiras, infecções renais, inflamações oculares, problemas circulatórios e cardíacos.

Os mais idosos certamente conhecem os poderes da arnica: há uns bons anos, não havia “farmácia caseira” que não tivesse pelo menos um vidrinho de tintura ou pomada de arnica para socorrer depois de uma pancada ou contusão.

A receita dos vovôs agora tem comprovação científica: pesquisa realizada na Universidade Federal do Paraná comprovou a eficiência da arnica para tratar machucados, especialmente aqueles com marcas roxas.

A responsável por essa eficiência é a presença de uma substância chamada ‘quercitina’, capaz de aumentar a resistência dos vasos e a irrigação sanguínea nos locais machucados, diminuindo o coágulo e eliminando a mancha roxa. Outra substância – a inolina – funciona como um analgésico, aliviando a dor da pancada.

Popularmente, a arnica recebeu diversos nomes: quina-dos-pobres, tabaco-dos-alpes, tabaco-da-montanha, erva-dos-pregadores, etc. Há controvérsias sobre origem do nome “Arnica”, embora muitas referências indiquem que seja uma deformação da palavra grega ‘ptarmica’, que significa “que faz espirrar”.

Arnica
Arnica

O nome “quina-dos-pobres” teria surgido no século XIX, em razão das suas propriedades antitérmicas. Planta da família das Compostas, a arnica é um arbusto perene, que produz floradas abundantes de cor amarelo-ouro ou alaranjado. As pétalas ovaladas e pontudas exalam um suave perfume. Os frutos são pardos. As flores e as raízes são as únicas partes da planta que podem ser aproveitadas para fins medicinais e cosméticos.

Por ser uma planta originária dos solos ácidos das montanhas europeias, o cultivo da Arnica montana no Brasil é de adaptação muito difícil. Por aqui, existem muitas plantas chamadas popularmente de arnica, mas na verdade são espécies diferentes e não têm a mesma aplicação terapêutica.

A milagrosa florzinha, no entanto, deve ser utilizada com cautela.

Recomenda-se utilizá-la para uso interno apenas sob supervisão médica.

Nunca se deve fazer chá com as folhas da arnica, pois elas apresentam componentes altamente tóxicos. As farmácias homeopáticas preparam medicamentos seguros a partir das raízes da arnica, que são largamente utilizados.

Já para o uso externo, as precauções podem ser reduzidas. Existem no mercado vários medicamentos indicados para uso externo preparados à base de arnica que podem ser usados para tratar machucados, contusões musculares, artrite, dores reumáticas e até para auxiliar no tratamento das varizes.

Na cosmética, a arnica é empregada para combater a oleosidade e queda excessiva dos cabelos, rachaduras e hematomas na pele e tratar irritações da pele dos bebês (na forma de talco). Para aplicações externas, você pode preparar a tintura e o óleo medicinal em casa.

É só adquirir as flores secas em farmácias ou lojas especializadas.

Mas atenção: cuidado com as falsificações, peça a arnica pelo nome científico – Arnica montana – e não aceite substituições.

Rose Aielo Blanco

Arnica

Designação Latina: Arnica Montana

Família Botânica: Compostas

Partes Usadas: Toda a planta

Arnica (Arnica montana) – é um gênero de aproximadamente 30 espécies de plantas perenes, herbáceas, que pertencem a família das Asteráceas (Asteraceae).

O nome arnica significa pele de cordeiro, aludindo ao tato de suas folhas, suaves e peludas.

Popularmente conhecida por quina-dos-pobres, tabaco-dos-alpes, tabaco-da-montanha, erva-dos-pregadores, etc.

É um arbusto perene, que produz floradas abundantes de cor amarelo-ouro ou alaranjado.

As pétalas ovaladas e pontudas exalam um suave perfume. Os frutos são pardos. As flores e as raízes são as únicas partes da planta que podem ser aproveitadas para fins medicinais e cosméticos. Este gênero circumboreal e montanhoso floresce em sua maioria nas regiões temperadas da América do Norte ocidental. Duas espécies são originárias da Eurásia (A. angustifolia e A. montana).

A Arnica é uma planta com propriedades medicinais cicatrizantes, pode ser usada na cicatrização de ferimentos superficiais, combate de hemorragias leves, além de contribuir como anti-inflamatório e anti-térmico natural.

Várias espécies, como Arnica montana e Arnica chamissonis contém helenalina, uma lactona que é um ingrediente essencial em preparados antiinflamatórios provenientes de contusões. Em aplicações mais específicas, é também indicada para combater febres, hemorragias, desinterias, infecções renais, inflamações oculares, problemas circulatórios e cardíacos.

Pesquisas comprovaram a eficiência da arnica para tratar machucados, com marcas roxas, a eficiência é atribuída a presença de uma substância chamada ‘quercitina’, capaz de aumentar a resistência dos vasos e a irrigação sanguínea nos locais machucados, diminuindo o coágulo e eliminando a mancha roxa. Outra substância – a inolina – funciona como um analgésico, aliviando a dor da pancada.

Na cosmética, a arnica é empregada para combater a oleosidade e queda excessiva dos cabelos, rachaduras e hematomas na pele e tratar irritações da pele dos bebês (na forma de talco).

Indicações

Hematomas, contusões, neuralgias e reumatismo

Contra-indicações

Apenas usar externamente e verificar se produz alergia antes de usar abundantemente.

É um arbusto perene, heliófilo, rizomatozo, geralmente com um único caule ereto que pode alcançar até 2 metros de altura. As suas flores são amarelas, pequenas, de cheiro agradável e formam uma inflorescência do tipo capítulo na extremidade do caule.

As folhas são simples, de forma lanceolada medindo entre 0,5 cm de largura e 10 cm de comprimento, dispostas de maneira alternada ao longo do ramo. Os frutos são aquênios até 0,5 cm de diâmetro. É encontrada naturalmente em regiões de campos rupestres ou cerrados de altitude, com solos rochosos e com pouca umidade.

Como planta medicinal, as folhas e flores são utilizadas como tintura ou cataplasma no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos , contusões, dores musculares e picadas de insetos. Apresenta propriedades analgésicas, anti-sépticas e cicatrizantes.

Efeitos colaterais

Uso interno pode aumentar atividade cardíaca e depressão. Externamente pode provocar vermelhidão e ardor de peles e mucosas mais sensíveis.

Nome Científico: Arnica Montana

Família: Compositae

Nomes Populares: arnica das montanhas, tabaco das montanhas, quina dos pobres.

Arnica
Arnica

Partes Utilizadas: Flor e rizoma

Princípio Ativo

Óleo essencial, triterpenos, princípio amargos, flavonóides, taninos, resinas, cumarinas, ceras, carotenóides, inulina, arnicina, alcalóide, fitosterina, ácidos orgânicos, poliacetilenos e helenalina.

Indicação

Antiinflamatório, vulneraria, tônica, estimulante, revulsiva, anti-séptica, analgésica. Para uso externo usa-se para tratamento de condições pós-reumáticas e pós-operatórias, tais como hematomas, torções, escoriações, contusões, edemas relacionado à fratura e dores reumáticas dos músculos e articulações. Processos inflamatórios da orofaringe, furunculose, picadas e ferroadas de insetos e flebite superficial.

Contra-Indicação / Posologia

Evitar o uso em gestantes devido ao risco de atividade ocitócica uterina e à falta de conhecimentos sobre o potencial teratogênico da planta. Indivíduos sensíveis à planta, gravidez e lactação. O uso interno não é indicado por ser potencialmente tóxica, exceto em preparações homeopáticas. A tintura não deve ser aplicada pura sobre a pele e sim diluída em água.

Reação Colateral

Dermatite alérgica (uso tópico), distúrbios nervosos, gastrenterite, insuficiência hepática, cardiotoxicidade, arritmias, hipertensão arterial, fraqueza muscular, colapso e morte, náusea, vômito, lesão orgânica e morte em decorrência da ingestão de flores ou raízes de arnica.

Interação

Usada juntamente com hamamélis para contusões e entorses ou com jaborandi para tratamento capilar.

Agentes anti-hipertensivos: possível redução da efetividade destes agentes, evitar uso concomitante.

Forma Galênica / Posologia

Infuso: 20g de flores em 1 litro de água (gargarejos, banhos, bochechos)
Tintura ou extrato glicólico:
2 a 10% (loções, gel, xampus, sabonetes) Somente tintura pode ser utilizada para uso interno.
Pó:
250- 500 mg dia

Arnica
Arnica

Partes usadas: Folhas.

Família: Compostas (Asteraceae).

Características

Herbácea de caule pouco ramificado, raízes negras e fibrosas, folhas ovais em forma de roseta, flores amareladas semelhantes às da margarida.

Dicas de Cultivo

Adapta-se melhor a solos arenosos, levemente ácidos, com húmus e iluminação plena. O plantio e feito por sementes ou divisão de touceiras, em qualquer época do ano. O espaçamento entre cada cova deve ser de 0,3 x 0,3 m.

Outros Nomes

Também conhecida como Arnica-das-montanhas, arnica-verdadeira, tabaco-das-montanhas, arnica-montana.

Em Portugal: arnica, tabão-dos-saboianos, betônica-dos-saboianos, tabaco-dos-vosgos, tanchagem-dos-alpes, cravo-dos-alpes, panacéia-das-quedas, quina-dos-pobres;
Espanha:
árnica, hierba de las caídas, tabaco de montaña, tupa de montaña, tabaco borde, tabaco del diablo, estornudadera, hierba santa;
Franca:
arnica;
Inglaterra:
mountain arnica.

Princípios Ativos

Lactonas, esteroides, arnicina, inulina, carotenos, ácidos graxos, resinas e taninos dentre outros.

Propriedades

Anti-séptica e cardiotônica.

Indicações

É muito eficiente para uso externo no caso de machucaduras e contusões. também para resolver problemas de espinhas, acnes e furúnculos antes de vazarem.

Não é bom usar arnica em feridas abertas. É venenosa, por isso só é recomendada para uso externo.

Toxicologia

Em excesso pode ocasionar eritema e queimação. No uso interno, náuseas, vômitos, taquicardia e depressão.

USO MEDICINAL

Externo: Nos traumatismos, golpes ,ferimentos ,machucaduras, reumatismos, problemas ligados ao joelho, nevralgias e contusões.
Interno:
Na escassez da Urina, anemia e febres decorrentes de traumas.

Para quem ainda não conhece, a arnica é uma plantinha já famosa desde a Idade Média. São várias as suas propriedades terapêuticas, mas a principal responsável pela sua fama até hoje, são seus poderes no que se refere à cicatrização de ferimentos.

Portanto, se por acaso você levou uma daquelas pancadas feias ou sofreu uma contusão, a arnica é uma boa alternativa para se livrar logo das dores.

Originária das regiões montanhosas do norte da Europa, a plantinha de pétalas ovaladas e de perfume suave, possui flores pinceladas de tons amarelo-ouro e laranja, tal qual uma margarida. Seu nome oficial é bem simples, Arnica montana e, ainda que hajam várias plantas com esse mesmo nome por aqui, vale lembrar que são espécies diferentes. Sendo assim, não têm a mesma aplicação terapêutica.

Na lista de efeitos curativos, motivos é que não faltam para usufruir da poderosa no momento da dor. Além de cicatrizante, a arnica é antisséptica, analgésica e adstringente, o que explica sua ótima eficácia para quem quer combater hematomas, torções, escoriações, edemas causados por faturas, dores reumáticas, inflamações das veias e até picadas de inseto.

A erva também é muito usada em preparações alcoólicas, empregadas para uso tópico. Popularmente, é aplicada na forma de compressas para tratar calvície, hemorróidas e torcicolo. E ainda tem mais. Graças ao seu agradável odor, sua raiz é muito utilizada em cosméticos.

Mas, cuidado, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância) proíbe seu uso interno. As doses não devem ser superiores às terapêuticas, pois podem causar queimação. Quanto aos alérgicos, estes devem usá-las com cuidado, pois podem causar problemas como dermatite de contato, náuseas, vômitos e até hemorragias, se usada oralmente. Outras contra-indicações vão para as mulheres grávidas e em período de amamentação.

Fonte: www.indianrose.pt/www.lemnisfarmacia.com.br/www.unilavras.edu.br/www.jardimdeflores.com.br/sounatural.com/www.floresecesta.com.br/www.opcaofenix.com.br/www.cantoverde.org

 

 

 

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