Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Alecrim  Voltar

Alecrim

O alecrim é originário da Costa do Mar Mediterrâneo. É também conhecido pelo nome de "Rosmarinus" que lembra a denominação latina "ros marinus" - "rosa do mar".

Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso.

Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o "mal olhado".

Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos.

Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação.

CURIOSIDADE

Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.

Alecrim

Também conhecida como alecrim-de-jardim e alecrim-rosmarino

Erva de um verde intenso, folhas espinhosas e sabor forte. Pertence à família das labiadas, é aromática e suas flores têm propriedades estimulantes. Podem ser encontradas frescas ou desidratadas. O alecrim concentra mais seu sabor quando não está fresco. Neste caso, é recomendável usar uma quantidade menor. Tanto o ramo quanto suas folhas longas podem ser adicionadas às comidas. Sempre devem ser retiradas do prato antes deste ser servido. Excelente ingrediente para carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes.

Em espanhol: romero

Em outros idiomas: roris marini (latim), rosemary (inglês), romarin (francês), ramerino (italiano) e rosmarin (alemão).

Alecrim

O alecrim é uma planta que "cresce no campo sem ser semeada", muito usada também nos jardins e de todos bem conhecida.

Rosmarinus officinalis
Romero - Rosemary

Histórico

Alecrim

O nome Rosmarinus do latim significa "orvalho que vem do mar", justificado pelas flores azuladas que inundam as praias do Mediterrâneo, lembrando o orvalho. Além de ser símbolo de fidelidade entre namorados, era usado na Era Medieval para purificar os quartos de doentes. Pela reputação de estimular a memória, conta-se que estudantes gregos usavam ramos de Alecrim nos cabelos, quando submetidos a exames.

Como é produzido

Alecrim

O Alecrim é produzido em terra vegetal dentro de nossas estufas, com mudas de alta qualidade, através de sistema de irrigação rigorosamente controlado e nas condições e ambiente ideais para o desenvolvimento da planta.

Como usar

Alecrim

Os temperos Horta em Casaâ vêm prontos para uso. Retire da embalagem e corte as folhas diretamente do vaso, sem receio. Você encontrará os produtos Horta em Casaâ no seu supermercado mais próximo.

Como conservar

Alecrim

Mantenha sua planta fora da embalagem num pratinho, em local arejado e com boa luminosidade natural. Evite expor diretamente ao sol. Coloque água no pratinho sempre que necessário (cerca de uma vez a cada dois dias).

Como replantar

Alecrim

Por estar num vaso pequeno, é difícil haver uma rebrota após o primeiro corte. Para replantar (pode ser num vaso maior, jardineira ou na sua horta), escolha um local bem iluminado, faça uma cavidade maior que o vaso, e ponha um pouco de terra vegetal. Deixe secar levemente a terra do vaso, retire a muda, plante e molhe bem. Lembre-se que o sucesso do replantio depende de vários fatores. O Alecrim gosta de muita luminosidade e é perene (seca no inverno e rebrota no verão).

Uso culinário

Alecrim

De sabor fresco e doce, o Alecrim é recomendado no preparo de uma grande variedade de carnes, em especial de porco e carneiro. Dá sabor especial a batatas e manteigas. Pode ser usado como decoração em pratos prontos antes de servi-los. Faz parte do famoso Herbes de Provence (tempero francês com várias ervas).

Uso terapêutico

Alecrim

ETIMOLOGIA

As folhas do Alecrim são recomendadas no estímulo à circulação. Também auxiliam na digestão de gorduras e no combate à dor de cabeça associada com tensão nervosa.

Rosmarinus é um termo latino que significa umidade do mar e o alecrim possivelmente recebeu este nome por crescer próximo ao mar.

CARACTERÍSTICAS

Partes usadas: as folhas em forma de agulha. Fortemente aromática, relacionada a cânfora ou eucalipto, é resinosa e ligeiramenrte amarga. Tempero popular em vários países do ocidente, especialmente ao longo do Mediterrâneo (Itália e França).

PRODUÇÃO

Mediterrâneo, Inglaterra, Estados Unidos e México.

COMPONENTES

As folhas contêm entre 1 e 2,5% de óleo essencial, composto por 15 a 25% de cânfora.

UTILIZAÇÃO

Pode ser empregado para aromatizar vinagres. Não perde seu sabor no cozimento, como outras folhas fazem. As folhas frecas possuem aroma mais puro, sendo preferidas. Utilizado com peixes, carnes, aves e vegetais, é freqüentemente combinado a batatas, abobrinhas, berinjelas e tomates preparados em azeite. Na Itália, a carne de cordeiro é raramente preparada sem esta erva e aves assadas envoltas em ramos de alecrim são muito populares. Efeito similar pode ser obtido com ramos de alecrim colocados sobre carvão em brasa em churrasqueiras.

DICAS

Por ser uma das ervas mais fragrantes, deve-se tomar cuidado para não exagerar nas quantidades utilizadas.

Fonte: www.herbario.com.br

Alecrim

 

Alecrim, rosmarino, erva da recordação.

 Sua origem remonta às praias do Mediterrâneo, o nome rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar . Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Foi companheiro dos portugueses nas Entradas e Bandeiras. Antigamente queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.

Lendas e Mitos

Conta-se que numa viagem Nossa Senhora sentou-se à sombra de um alecrim para dar de mamar ao menino Jesus: por isso acredita-se que a planta nunca atinja altura superior à de Jesus adulto.Outro conto diz que a Bela Adormecida foi acordada pelo príncipe com um ramo de alecrim.Os gregos usavam coroas de alecrim em festas, como símbolo da imortalidade.A crendice popular usa o alecrim para afastar olho gordo, erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver. Erva colocada debaixo do travesseiro afasta maus sonhos. Tocar com alecrim na pessoa amada faz ter seu amor para sempre.

Na cosmética o alecrim é adstringente, anticaspa, anti-séptico, cicatrizante, anti-inflamatório, vasoprotetor, suavizante, cito-estimulante. Ótimo fortificante para os cabelos e na pele restabelece o ph natural (é ligeiramente adstringente).

Fonte: www.peterpaiva.com.br

Alecrim

NOME CIENTÍFICO: Rosmarinus officinalis

FAMÍLIA: Labiatae
NOME POPULAR: Alecrim rosmarinho, alecrim da horta, alecrim do jardim
PARTE UTILIZADA: folha e sumidade florida

PRINCÍPIO ATIVO

Nas folhas há um óleo volátil a partir do qual foram isolados vários compostos (hidrocarbonetos monoterpênicos, cânfora, borneol e cineol). Há também pigmentos flavonóides diosmina, diosmetina e gencuanina além de numeroso composto volátil e aromático.

INDICAÇÃO

Estimulante geral, hipertensor, estomáquico, anti-séptico pulmonar e béquico, carminativo, colagogo, colerético, emenagogo, anti-reumático, diurético. Externamente atua como estimulante do couro cabeludo.

CONTRA-INDICAÇÃO

A essência de alecrim pode ser irritante para pele.
Não é indicado em altas doses por via oral, pois é abortivo.
A ingestão em doses elevada provoca irritações gastrintestinais e nefrite.
Não usar em bebês e crianças pequenos, pois há risco de parada respiratória reflexa.

PRECAUÇÃO: Se usado à noite pode haver alteração no sono.
INTERAÇÃO:
Pode ser usado com aveia, cola e verbena nas depressões, com sálvia, gelsemium e valeriana
nas dores de cabeça.
FORMA GALÊNICA / POSOLOGIA:
Uso interno: Infuso – 20g de planta por 2 litros de água, 2 a 3 xícaras ao dia

Uso interno: Infuso – 20g de planta por 2 litros de água, 2 a 3 xícaras ao dia
Folhas secas – 2 a 4g 3 vezes ao dia
Extrato fluido em álcool – 45%: 2 a 4ml 3 vezes ao dia
Pó: de 1 a 3g (para problemas digestivos 2 caps de 500mg/dia; para problemas de úlceras e hemorróidas de 3 a 6 caps de 500mg/dia)

Uso externo: Infuso a 5%
Fitocosmético: Xampus – até 5% de extrato glicólico

Loções capilares – até 3% de extrato glicólico
Banhos estimulantes: até 10% de óleo essencial

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FETROW, C.W.; AVILA, J.R.; Manual de Medicina Alternativa para o profissional. Guanabara Koogan, 2000.
SCHULZ, HÄNSEL, TYLER. Fitoterapia Racional – Um guia de fitoterapia para as ciências da saúde; 4ºedição, Editora Manole, 2002.
TESKE, M.; TRENTINI, A M.M. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia, 3ºedição revisada, Curitiba.

Fonte: www.opcaofenix.com.br

voltar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal