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Babosa

 

Babosa
Babosa

Nomes Científicos: Aloe vera L. ou Aloe sucotrina L., Aloe barbadensis Mill., Aloe pemk - Aloe perfoliata Vell.

Família : Liliáceas

Nomes populares: Babosa, Erva-babosa, erva de azebre, caraguatá de jardim, aloe-vera e outros.

Origem: África meridional

Babosa

A Babosa é uma planta nativa das zonas secas, do Sul e leste da África; naturalizada no norte da África.

Está disseminada por muitos países de clima quente e úmido de quase todos os continentes.No Brasil encontra-se no sul, centro oeste e nordeste de preferência.

A parte empregada é a folha,principalmente o sumo.

Características e Cultivo

A planta tem folhas triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha.Cultivo em terra com humus; aguenta período de seca.
As flores pendulares são de um vermelho intenso, reunidas em cacho.

Outras espécies: Aloe barbadensis

Partes usadas: Dela se aproveitam as folhas; do seu suco dessecado é reduzida a pó

Uso e indicações

A aloína - componente principal ativo - é um glicosídeo antraquinônio de ação estomáquica e laxativa em pequenas doses, manifesta-se um purgativo drástico de ação demorada em doses mais elevadas.

A BARBALOÍNA tem ação bactericida soe o bacilo da tuberculose. Tem propriedades cicatrizantes, emolientes e resolutivas sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erispelas, queda de cabelos, etc, quando aplicada topicamente.

Apesar da recente divulgação da babosa para uso interno graças ao frei que divulga sua utilização para graves doenças, a erva só deve ser usada externamente; ver contra indicações.

Propriedades terapeuticas

Laxativo
Drástico - provoca contrações enérgicas do intestino com fortes evacuações de fezes.
Estomáquico
Emenagogo
Anti-helmíntico
Anti-tumoral
Anti-inflamatório
Vulnerário - Contribui para a cicatrização das feridas, bem como para o tratamento das contusões.
Resolutivo - facilita a resolução das tumefações, possibilitando que os tecidos do organismo regressem a seu estado normal.
Anti-hemorroidal
Peitoral - Exerce uma ação benéfica no aparelho respirátório. As plantas béquicas e expectorantes são peitorais.
Emoliente
Revulsivo

Composição química

Aloés - este nome é dado ao suco das folhas de diverssas Liliaceas do Genero Aloe L. obtido por métodos convenientes e depois concentrado de modo a resultar substância sólida com características próprias.
Aloína ou Barboloína
- é o principal componente fisiologicamente ativo, isolado inicialmente do Aloés das Barbadas. ( 1 a 40%. )
Aloé-emocina -
parece não existir no suco recente das folhas, formar-se-á por decomposição e oxidação da Aloína durante a preparação do Aloés; encontra-se em quantidades diminutas em geral, interior a 0,5% ou nula. Segundo pesquisas na China exerce ação anti-tumoral.
Barbaloresinotanol
( Resina 11 a 15% ), separa-se raças a sua insoluilidade em água fria. A Resina é um Éster do Ácieo Cinâmico ligado a um álcool resinoso, o Resinotanol.
Aloinósidos
- Encontra-se em pequenas quantidades e teria ação semelhante a Aloína.
Aloitina -
matéria corante ( Robiquet. )
Aloe-glicoproteína
- pesquisas recentes no Japão isolaram glicoproteína responsável pela ação anti-inflamatória.
Essência
- de composição desconhecida e certamente variável com o tipo de aloés, encotra-se em quantidades muito pequenas.
Mucilagem
- localizada nas folhas e pela hidrólise origina Glocose, Manose, e ainda, cerca de 2,37% de Ácido Urônico.

NOTA: Ações farmacológicas das mucilagens.

As substâncias mucilaginosas, incluindo as gomas, pectinas e até os amidos, que formam com a água soluções viscosas, utilizam-se na terapêutica pela sua ação protetora das mucosas inflamadas, das vias respiratórias, digestivas, genito-urinárias, por impedirem a atividade de substâncias irritantes e promoverem também a diminuição do estado inflamatório, mitigando as dores.

Atuam indiretamente como laxativos: por absorverem uma grande quantidade de água evitam o endurecimento das fezes; depois, devido ao aumento do volume do olo intestinal empresta-lhe uma consistência normal e facilitam a sua movimentação, ao mesmo tempo que excitam por via reflexa as contrações intestinais.

Em certos casos atuam como antidiarréicos, devido à sua natureza coloidal, pois impedem ação das substâncias irritantes sobre a mucosa intestinal, talvez até das bactérias.

Externamente usam-se sob a forma de cataplamas, por conservarem durante mais tempo o calor úmido sobre certas zonas do corpo que suportam inflamações de origem bacteriana ou reumatismal, provocando aí uma congestão sanguínea ( hiperemia ) benéfica.

Utilizam-se muitas vezes em farmácia. Tem a vantagem de diminuir a atividade irritante de certos fármacos e de lhes corrigir o gosto, particularmente a sensação de acidez, motivo por que se empregam associados.

Esta propriedade manifesta-se já nos frutos: explica-se assim o gosto ácido menos pronunciado das framboesas, apesar de conterem mais ácidos livre que as groselhas, devido ao maior conteúdo de mucilagens.

Usam-se como estabilizadores na preparação de emulsões, pomadas, pastas etc.; nas tabelas, para facilitarem a desagregação, etc.; em bactereologia, nos meio de cultura; na análise química, como colóides protetores.

A indústria alimentar emprega-se no fabrico de geléias, de doces diversos, etc. Nas outras indústrias têm muitas vezes aplicações análogas às das gomas.

Assinalam-se algumas incompatibilidades, na preparação de medicamentos, com substâncias que precipitam as mucilagems das suas soluções: álcool, taninos, sais de ferro, etc...

USOS/APLICAÇÕES/FORMAS/COMO PREPARAR DOSES

Queimaduras pelo sol, fogo e radiações
Emplastro
Passar a folha pelo calor do fogo. Retirar a cutícula, e colocar na zona afetada. Repetir a operação quando for necessário.
Panarício, tumores, espetadelas e golpes
Emplastro
O mesmo do anterior. Repetir quando for necessário.
Caspa, dematites, seborréicas
Massagem na cabeça. Retirar a cutícula, esfregar no couro cabeludo. Deixar 15 minutos ao sol, depois enxaguar. Fazer esta operação em dias alternados.
Hemorróida (Retitis Tenesmo Hemorroide)
Supositórios
Corta-se a cutícula da folha. Com a polpa corta-se em forma de supositório. Coloca-se no congelador para que fique duro. Aplicar supositório cada 4 horas.
Bronquites
Maceração

Polpa de folha de babosa... 10 gramas retalhe, lave 9 vezes, adicione 10 gramas de açúcar, deixe macerar por 8 a 10 hs. Tomar uma colher de sopa pela manhã em jejum.

Uso domestico

Desmamar crianças, passando o suco no seio como repelente de mosquito ou outros insetos.
Usa a babosa e papaconha contra o verme amarelão, da seguinte maneira: pisa a papaconha (raiz ), faz pílulas e toma 1 pílula durante 6 dias pela manhã em jejum.
Utiliza-se as folhas da babosa para queimaduras.
Com o suco ou óleo das folhas os sertanejos untam o cabelo para acabar com a casrpa, calvície e o crespidão do cabelo.

Cosmética

Aplicado seu sumo diretamente sobre os cabelos e pele torna-os sedosos, eliminando manchas. Aplicada em massagem no couro cabeludo ajuda a debelar a caspa e queda de cabelo.

Também usado pelas industrias como componente na fabricação de cremes, condicionadores e shampoos .

Contra indicação

Não deve ser usado internamente em crianças. Contra indicado nos períodos menstruais pois aumenta o fluxo ( provoca congestionamento nos organos pélvicos), nos estados hemorroidais, hemorragias uterinas, na predisposição ao aborto e nas nefrites.

Doses excessivas podem provocar nefrites.

Efeitos colaterais

A babosa tem forte ação purgante, laxativa, e pode provocar a menstruação em doses elevadas. Pode ainda provocar nefrite se consumida internamente.

Contra indicada internamente para mulheres grávidas, durante os períodos menstruais, e por aquelas que sofrem de inflamações uterinas ou ovarianas.

Contra indicada também por quem sofre de hemorróidas e cálculos da bexiga.

Comentários

O aloe já era usado no antigo Egito servindo para fins medicinais e religiosos, bem como para a conservação dos cadáveres mumificados. Vários escritores gregos do século primeiro tais como Plínio e Dioscorides, referem que os médicos Árabes o haviam introduzido e utilizavam muito nos países que beiram o Mediterrâneo.

O pó das folhas do aloé era misturado com mirra no tempo de Jesus e Nicodemus que levou 30 kg desta mistura para embalsamar o corpo de Jesus após a Crucificação. ( João 19:39 )

Lendas e Mitos

A babosa é uma daquelas ervas que são companheiras antigas da Humanidade; Cleópatra já se beneficiava das propriedades rejuvenescedoras dos aloés sobre a cútis e o cabelo, para manter sua beleza. Muçulmanos, maometanos e judeus a usavam penduradas nas portas como proteção para todos os males. Perto de Meca era plantada ao lado dos túmulos para dar paciência aos mortos.

Magia

Traz boa sorte para dentro de casa e repele energias negativas.

Um pano vermelho com algumas gotas do sumo da babosa colocado no carro evita acidentes e roubos.

Fonte: br.geocities.com

Babosa

Aloé (Babosa), uma planta bastante conhecida, tem uma longa história como um remédio popular para multipropósitos.

Comumente conhecida como Aloe vera, a planta pode ser separada em dois produtos básicos: gel e látex.

O gel da babosa é a polpa da folha ou mucilagem, uma substância clara e pouco consistente semelhante a uma geléia obtida do tecido parenquimal que compõem a porção interna das folhas [1]. O gel contém polímeros de carboidratos, como glicomanas ou ácido péctico, além de vários outros compostos orgânicos e inorgânicos.

O látex da babosa, comumente referido como "suco da babosa", é uma exsudação amarela e amarga dos túbulos pericíclicos logo abaixo da epiderme das folhas. Para uso farmacêutico como laxativo, o suco é frequentemente desidratado para produzir granulos de "aloé" que são marrons escuros pela exposição ao ar. Os termos "gel" e "suco" não são claramente definidos pelos fabricantes e frequentemente são confundidos pelos consumidores.

O processo de separação mecânica nem sempre é completo, assim o látex da babosa pode ser encontrado em alguns gels de babosa.

É desejável tornar o gel tão puro quanto possível, porque o látex da babosa contém os glicosídeos de antraquinona aloína A e B, que são potentes laxantes [2]. É difícil manter estável os produtos processados, um problema que pode levar a diferenças na potência do produto. Muitos produtos anunciam procedimentos especiais de estabilização, mas a melhor fonte do gel da babosa seria direto de uma folha partida da planta.

O gel da babosa tem sido usado para o tratamento tópico de feridas, queimaduras leves e irritações da pele.

Consumidores americanos estão mais familiarizados com o uso da babosa em produtos de beleza, mas a babosa também pode ser usada como uma bebida.

Produtos da babosa para uso interno têm sido promovidos para constipação, tosses, feridas, úlceras, diabetes, câncer, dores de cabeça, artrites, deficiências do sistema imune e muitas outras condições. Entretanto, o único uso interno substanciado é como laxante [3-6].

As antraquinonas e antronas no látex da babosa provavelmente produzem seu efeito laxante por aumentar o peristaltismo colônico e aumentar o conteúdo de água do intestino por abrir os canais de cloro da membrana colônica levando a uma redução em rede da absorção de líquidos pelo cólon [4]. Os glicosídeos de antraquinona alcançam o cólon em sua maior parte indigeridos, ainda que alguma parte seja metabolizada pela enzimas produzidas pelas bactérias intestinais. O resultado inclui fezes mais frequentes com consistência mais macia.

Na maioria dos estudos sobre os efeitos laxantes da babosa, a babosa não foi usada sozinha mas em combinação com outros laxantes, como a celidônia ou psyllium.

Os efeitos colaterais da babosa podem incluir dor abdominal, diarréia, e desequilíbrios eletrolíticos, especialmente em altas doses.

Poucos estudos têm testado se o uso por via oral da babosa possa influenciar a cicatrização de feridas. Um estudo demonstrou melhora na cicatrização de feridas em camundongos, a qual os autores atribuíram ao aumento do fluxo sangüíneo capilar nas áreas lesadas [7].

Durante os anos 70, dois painéis do FDA concluíram que havia evidência insuficiente de que o gel da babosa fosse útil para tratar queimaduras leves, cortes, ou abrasões, ou para tratar irritação vaginal leve. [8].

Um estudo com 5.000 indivíduos encontrou um efeito positivo em diminuir fatores de risco em pacientes com doença cardíaca.

O estudo mostrou que adicionando Isabgol (o qual aumenta o bolo fecal) e gel de babosa à dieta, houve uma redução acentuada nos lipídios totais, colesterol total no soro, triglicerídeos séricos, níveis de açúcar no sangue no jejum e pós-prandial, e um aumento no HDL [9]. Nossa pesquisa no MEDLINE em janeiro de 1998 não encontrou nenhum outro estudo sobre lipídios do sangue, risco de doença cardíaca e babosa.

Alguma pesquisa mostrou diminuição do açúcar no sangue no jejum em animais diabéticos que receberam babosa [10-13]. Estudos posteriores são necessários para explorar estas questões em humanos.

Propaganda com alegações falsas para babosa são comuns, especialmente na internet.

Algumas páginas estão fazendo alegações atrevidas e usando testemunhos promovendo a babosa para tratar o vírus da AIDS, artrites ou outras condições crônicas e debilitantes [14,15]. Estas alegações não têm sido substanciadas pelos estudos científicos.

A segurança da babosa é outra questão.

Estudos de genotoxicidade mostram que laxantes contendo babosa trazem um risco de câncer em humanos quando usado como sugerido [4].

Extrato de babosa pode ser usado oralmente como um suplemento dietético, mas não tem aprovação do FDA para uso como droga [16].

Atualmente, a babosa é um laxante estimulante Categoria I vendido sem receita médica nos EUA, significando que é geralmente reconhecido como seguro e eficaz se usado apropriadamente para este propósito [17]. O FDA recomenda testes posteriores e dados de segurança para babosa.

Algumas mortes foram relatadas de pacientes com câncer que foram tratados com babosa por via intravenosa por um médico cuja licença foi subsequentemente revogada [16,18-20].

A injeção da babosa é ilegal nos Estados Unidos, mas pessoas desesperadas podem ir para outros países onde há uma menor regulação para tratamentos não comprovados.

Pontos Chave

O látex da babosa é um laxante estimulante agressivo que tem a aprovação do FDA para o uso sem receita médica nos EUA como um ingrediente laxativo.

Produtos derivados do gel da babosa e que se pretende usar internamente não foram comprovados como eficazes contra qualquer doença.

A eficácia dos produtos de beleza à base de babosa é incerta.

Beth Lulinski

Cathy Kapica

Refêrencias

1. Tyler V. The Honest Herbal: A Sensible Guide to the Use of Herbs and Related Remedies, Third Edition. Binghamton, NY: Pharmaceutical Products Press; 1993.
2. Tyler V. Herbs of Choice: The Therapeutic Use of Phytomedicinals. Binghamton, NY: Pharmaceutical Products Press; 1994.
3. Odes H.S., Madar Z. A double-blind trial of a celandin, aloevera and psyllium laxative preparation in adult patients with constipation. Digestion 49:65-71, 1991.
4. Brusick D, Mengs U. Assessment of the genotoxic risk from laxative senna products. Environmental and Molecular Mutagenesis 29:1-9, 1997.
5. Ishii Y, Tanizawa H, Takino Y. Studies of aloe. V. Mechanism of cathartic effect (4). Biological and Pharmaceutical Bulletin 17:651-3, 1994.
6. Grindlay D, Reynolds T. The Aloe vera phenomenon: A review of the properties and modern uses of the leaf parenchyma gel. Journal of Ethnopharmacology 16(2-3):117-151, 1986.
7. Davis RH, Leitner MG, Russo JM, Byrne ME. Wound healing. Oral and topical activity of aloe vera. Journal of the American Podiatric Medical Association 79:559-562, 1989.
8. Hecht A. The Overselling of aloe vera. FDA Consumer 15(6):26-29, 1981.
9. Agarwal OP. Prevention of atheromatous heart disease. Angiology 36:485-492, 1985.
10. Ghannam N and others. The antidiabetic activity of aloes: Preliminary clinical and experimental observations. Hormone Research 24:288-294, 1986.
11. Ajabnoor MA. Effect of aloes on blood glucose levels in normal and alloxan diabetic mice. Journal of Ethnopharmacology 28:215-220, 1990.
12. Al-Awadi F, Fatania H, Shamte U. The effect of a plants mixture extract on liver gluconeogenesis in streptozotocin induced diabetic rats. Diabetes Research 18:163-168, 1991.
13. Roman-Ramos R and others. Experimental study of the hypoglycemic effect of some antidiabetic plants. Archivos de Investigacion Medica 22(1):87-93, 1991.
14. Premium Aloe Company Web site, June 22, 1998.
15. Nature's Choice Aloe Vera Online Catalog, June 22, 1998.
16. Smith L., Struck D. The aloe vera trail: Investigation of four patient deaths leads officials to company based in Maryland. Washington Post. Oct 11,1997; Sec. C, 1:2.
17. Schultz W. Proposed Rules. Federal Register. Sep 2, 1997; Vol 62(169):46223-46227.
18. Smith L., Blum J. Police probe death of second patient treated by Manassas Doctor. Washington Post. Sept 26, 1997; SecB, 1:2.
19. Smith L., Lipton E. Panel suspends the license of VA physician; Doctor's aloe therapy suspected in 3 deaths. Washington Post. Sept 27, 1997; Sec.A, 1:2.
20. Smith L. Judge rejects case against Doctor's aide; Man allegedly gave aloe vera injections. Washington Post. Nov 18,1997; Sec.B, 3:2.

Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br

Babosa

Babosa
Babosa

Babosa ( Aloe Vera ) é uma planta nativa do norte da África, de porte médio atingindo aproximadamente 1m de altura.

Por ser de cultivo relativamente fácil, hoje é possível encontrar essa planta em vários lugares ao redor do mundo.

A babosa ( Aloe Vera ) não possui caule e suas folhas são grossas, carnosas e pontiagudas, com dentes serrilhados em sua margem. No interior de suas folhas a Babosa ( Aloe Vera ) armazena uma polpa gelatinosa(gel), e é essa substância que é utilizada na medicina popular.

Indicações

Na medicina popular, o uso mais comum da Babosa ( Aloe Vera ) é como tratamento para queimaduras, feridas e eczemas.

O gel é aplicado diretamente sobre a área afetada. Internamente, acredita-se que o gel de Babosa ( Aloe Vera ) tem propriedades purgativas e auxilia no processo digestivo.

No Japão é comum encontrar bebidas e iogurtes com pedaços da polpa de Babosa ( Aloe Vera ).

Esteticamente, é utilizada em xampus para fortalecer e dar brilho aos cabelos.

Nome em inglês: Aloe Vera

Fonte: www.fitoterapicos.info

Babosa

Nomes Populares: Erva-babosa, caraguatá, aloé

Nome Científico: Aloevera L ou Aloe sucotrina L.

Família: Liliáceas.

Planeta Sol

Origem

África meridional

Partes usadas

Dela se aproveitam as folhas; do seu suco dessecado é reduzida a pó

Lendas e Mitos

A babosa é uma daquelas ervas que são companheiras antigas da Humanidade; Cleópatra já se beneficiava das propriedades rejuvenescedoras dos aloés sobre a cútis e o cabelo, para manter sua beleza. Muçulmanos, maometanos e judeus a usavam penduradas nas portas como proteção para todos os males. Perto de Meca era plantada ao lado dos túmulos para dar paciência aos mortos.

Características e Cultivo

A planta tem folhas triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha.Cultivo em terra com humus; aguenta período de seca. As flores pendulares são de um vermelho intenso, reunidas em cacho.

Outras espécies

Aloe barbadensis

Propriedades

Babosa

Babosa

Babosa

Medicinal

Tem propriedades cicatrizantes, emolientes e resolutivas sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erispelas, queda de cabelos, etc, quando aplicada topicamente.

Cosmética

Aplicado seu sumo diretamente sobre os cabelos e pele torna-os sedosos, eliminando manchas. Aplicada em massagem no couro cabeludo ajuda a debelar a caspa e queda de cabelo.

Utilização

Apesar da recente divulgação da babosa para uso interno graças ao frei que divulga sua utilização para graves doenças, a erva só deve ser usada externamente; ver contra indicações.

Mágica

Traz boa sorte para dentro de casa e repele energias negativas.

Um pano vermelho com algumas gotas do sumo da babosa colocado no carro evita acidentes e roubos.

Efeitos colaterais

A babosa tem forte ação purgante, laxativa, e pode provocar a menstruação em doses elevadas. Pode ainda provocar nefrite se consumida internamente.

Contra indicada internamente para mulheres grávidas, durante os períodos menstruais, e por aquelas que sofrem de inflamações uterinas ou ovarianas. Contra indicada também por quem sofre de hemorróidas e cálculos da bexiga.

Fonte: www.cotianet.com.br

Babosa

Nome popular: Babosa; Babosa-medicinal.

Nome científico: Aloe Vera L.

Família: Liliaceae.

Origem: Mediterrâneo, Ilha da Madeira e Ilhas Canárias.

Babosa
Babosa

Observações

Herbácea rizomatosa, enotuceirada, suculenta, de 60 a 90 cm de altura. Folhas com espinhos macios nas margens. Inflorescências altas, formadas no decorrer do ano.

Algumas variedades possuem flores alaranjadas ou avermelhadas. É tida como cicatrizante, sendo muito utilizada na medicina popular.

Cultivo

Cultivada em pleno sol, como planta isolada, em grupos, ou em jardins de pedra. É uma planta muito rústica, sendo tolerante a solos de baixa fertilidade, bem como a invernos mais frios.

Multiplica-se por separação de mudas, que são formadas na base da planta.

Fonte: www.cultivando.com.br

Babosa

1. INTRODUÇÃO

As espécies do gênero Aloe da família LILIACEAE, atualmente denominada ALOEACEAE, são vulgarmente conhecidas como babosas.

Normalmente, seu cultivo é feito nos jardins, unicamente para fins ornamentais, e, por muito tempo, a única espécie conhecida e cultivada foi a babosa-verde (Aloe arborescens Mill.).

A divulgação na Europa dos usos da babosa-verdadeira ou aloe-de-Curaçau (Aloe vera L. Burm. f.) despertou o desejo de cultivar esta espécie no Rio Grande do Sul. Posteriormente, foi introduzida no Estado a babosa-listrada (Aloe saponaria (Aiton) Haw.).

Além de seu efeito ornamental, as babosas têm sido usadas como plantas medicinais de uso interno e externo. Pelo seu uso já consagrado desde os antigos egípcios e, atualmente, com seu crescente emprego em cosmética e em queimaduras, a demanda destas plantas tem incrementado o seu cultivo.

Indicamos o cultivo da Aloe vera por ter maior produção e demanda no mercado e também por não dispormos de maiores dados experimentais para particularizar as melhores condições de clima, solo e tratos culturais e produção nas duas outras espécies acima citadas.

2. Aloe arborescens Mill

Babosa-verde

Família: ALOEACEAE (LILIACEAE)

Nomes vulgares: Babosa-verde, babosa-comum, babosa-de-jardim, babosa-de-tronco, babosa-de-flor vermelha

Babosa
Babosa - Aloe arborescens
Mill

2.1 DESCRIÇÃO BOTÂNICA

Planta com caule ereto, com cerca de 1,50 m de altura, semilenhoso, nodoso, verde-claro e esguio. Suas raízes são longas e pardas.

As folhas são carnosas, sésseis, lanceoladas, de até 50 cm de comprimento, base algo atenuada, ápice agudo e margens com fortes dentes verdes e espinhosos, dispostas em espiral numa roseta. São sucosas, inodoras e de sabor amargo. A face ventral é verde-escura, algo brilhante, lisa e plana. A face dorsal é convexa, verde-clara e lisa.

As flores são actinomorfas, hermafroditas, vistosas, de 3,50 cm de comprimento, de cor laranja-avermelhada. O perigônio é tubuloso, estreito, formado por 6 tépalas. Os estames são em número de 6, de igual comprimento que as tépalas ou pouco mais longos, com filetes subulados e anteras oblongas. O ovário é súpero, trígono, trilocular, com os lóbulos pluriovulados e estilete filiforme. A inflorescência ocorre em racemos terminais, simples ou bifurcados, densos eretos.

Os frutos são constituídos de cápsulas pardo-escuras, e as sementes são numerosas, achatadas e escuras.

Origem: sul da África (DIMITRI, 1978)

3. Aloe saponaria (Aiton) Haw.

Babosa-listrada

Família: ALOEACEAE (LILIACEAE)
Nomes vulgares: babosa-listrada, babosa-pintada

3.1 DESCRIÇÃO BOTÂNICA

É uma erva perene, baixa, com caule muito curto, saindo em cone invertido. Suas raízes são fortes, numerosas, longas, escuras, partindo dos rizomas.

As folhas são dispostas em roseta basal, imbricadas, grossas, lanceoladas, sésseis, largas na base, têm ápice agudo e margens com dentes confluentes, ganchosos e fortes. A face superior é verde-clara-acinzentada, com manchas transversais em dente-de-serra, formadas por pontos mais claros que o fundo, plana ou levemente côncava. A face inferior é verde-clara-amarelada, lisa e convexa. As folhas são sucosas, amargas e inodoras, sendo o suco fluido, abundante, de cor transparente a amarelada, levemente pegajoso.

As flores são actinomorfas, hermafroditas, pediceladas, laranja-amareladas ou corais e esverdeadas na extremidade.

O perigônio é tubuloso, inflado na base, tem de 3 a 4 cm de comprimento, constrito no centro e expandido na parte terminal, formado por 6 tépalas. Os estames são em número de 6, curtos, com anteras oblongas, bordô-escuras. O ovário é súpero, cônico, trígono, trilocular, com lóculos pluriovulados; o estilete é longo, filiforme e o estigma afilado. A inflorescência é em corimbos terminais com hastes trígonas, partindo lateralmente da roseta, e o florescimento ocorre de outubro a dezembro.

Os frutos são constituídos de cápsulas pardo-claras; as sementes, em número reduzido, são escuras e aplanadas.

Origem: sul da África (DIMITRI, 1978)

4. Aloe vera (L.) Burm. f.

Babosa-verdadeira

Família: LILIACEAE

Nomes vulgares: babosa-verdadeira, aloe-de-barbados, aloe-de-curaçau

Babosa
Aloe vera (L) Burm.

4.1 DESCRIÇÃO BOTÂNICA

É uma planta com caule curto e estolonífero e raízes abundantes, longas e carnosas.

As folhas são grossas, carnosas, rosuladas, eretas, ensiformes, têm de 30 a 60 cm de comprimento, verde-brancas, com manchas claras quando novas, lanceoladas, agudas e com margens de dentes espinhosos e apartados. A face ventral é plana, e a dorsal convexa, lisa e cerosa. As folhas são muito sucosas, têm odor pouco agradável e sabor amargo, tornando-se o suco, após colhida a folha, de cor violácea e aroma muito forte e desagradável.

As flores são cilíndricas a subcilíndricas, branco-amareladas, têm de 2 a 3 cm de comprimento, com segmentos coniventes ou coerentes com as pontas extendidas. Têm seis estames aproximadamente do tamanho do tubo, filetes delgados e anteras oblongas. O ovário é séssil, triangular, trilocular, e o estilete é mais longo que o perianto, com um pequeno estigma, sendo os óvulos abundantes nos lóculos. A inflorescência é central, ereta e tem de 1 a 1,50 m de altura. O escapo tem de 10 a 15 cm, com escamas largos, e o racimo é denso (1 - 3 cm), com brácteas lanceoladas mais longas que os pedicelos. O florescimento ocorre na primavera (setembro-outubro).

Os frutos são constituídos de cápsulas ovóide-oblongas, cônicas, curtas (20 mm), de deiscência loculícida, triloculares, mas com septos dando a impressão de 6 lóculos. As sementes são numerosas, pardo-escuras, achatadas e reniformes.

Origem: região mediterrânica (DIMITRI, 1978)

5. CULTIVO DAS BABOSAS

Variedades

Não se conhecem variedades ou seleções das três espécies indicadas no presente trabalho.

Solo

Não são exigentes quanto ao solo, desde que este seja drenado e permeável (arenoso e areno-argiloso), mas são sensíveis à acidez do solo.

Solos com abundância de matéria orgânica devem ser equilibrados com boas doses de nutrientes minerais: potássio, cálcio, fósforo e magnésio.

Clima

É planta característica de climas tropicais e subtropicais. Deve ser cultivada em locais protegidos de geadas e de ventos frios hibernais, quer por exposições mais quentes (leste e norte), quer pelo uso de quebra-ventos. É planta de plena luz, não se dando bem à sombra ou meia-sombra. A A. vera é a mais exigente quanto ao calor (CORREA JR. et al., 1991).

Método de Propagação

O mais usado e prático é a do uso dos perfilhos que nascem ao redor da planta-mãe (A. vera), ao lado do tronco (A. arborescens) , e os que afloram no solo pelos rizomas (A. saponaria). Estes perfilhos são separados e cultivados em um viveiro para que enraízem bem e se tornem fortes. O uso de estacas de raízes não produz muitas mudas (só é empregado eventualmente), e as folhas raramente enraízam.

Plantio

É feito no outono ou na entrada da primavera, em linhas distanciadas entre si, de 0,80 a 1 m, conservando 0,50 m (A. saponaria), 0,70 m (A. vera) ou de 0,80 a 1 m (A. arborescens), para maior facilidade de limpeza entre as plantas. O plantio é feito em covas rasas, em solo bem preparado.

Tratos culturais

Consistem em capinas, para evitar a concorrência com plantas espontâneas. Estas são feitas nas linhas para evitar o corte de plantas pelos instrumentos de capinas. A manutenção de cobertura morta, no inverno, é de grande valia. O controle de formigas e cupins deve ser feito sempre. As irrigações, salvo na hora do plantio, devem restringir-se a períodos de seca (CASTRO & CHEMALE, 1995).

Pragas e Doenças

Eventualmente, ocorrem doenças devido à influência de climas frios e carências nutritivas. As doenças podem ser de origem bacteriana ou fúngica. Quando são poucas, as plantas infectadas devem ser eliminadas da cultura.

Colheita e Rendimentos

A colheita é realizada após um ano de cultivo, pois o crescimento inicial das babosas é lento.

Retiram-se as folhas inferiores maiores, junto ao tronco, com um instrumento afiado. Deixam-se as folhas centrais para renovar a planta. As folhas são levadas imediatamente para a extração da mucilagem e dos heterosídios. O rendimento é variável, apresentando a A. vera o maior rendimento em peso de folhas/ha, seguido da A. arborescens, e ficando a A. saponaria com uma baixa produção de folhas (massa verde). Os colhedores devem usar botas e luvas para a proteção contra os espinhos existentes nas folhas (CASTRO & CHEMALE, 1995).

Rosa Lúcia Dutra Ramos

Luiz Osório de Castro

6. REFERÊNCIAS

CASTRO, L. O. de & CHEMALE, V. M. Plantas medicinais, condimentares e Aromáticas: descrição e cultivo. Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária Ltda., 1995. 195 p. il.
CORREA JÚNIOR, C. ; MING, L. C.; SCHEFFER, M.C. Cultivo de plantas medicinais, condimentares e aromáticas. Curitiba: SEAB-EMATER-PR, 1991. 150 p. il.
DIMITRI, M. J. Enciclopedia argentina de agricultura y jardineria. t. I, 3. ed. Buenos Aires : Editorial ACME S. A.C.I., 1978. 651 p. il.

Fonte: www.esalq.usp.br

Babosa

O Poder Curativo da Babosa

A babosa, podemos dizer que ela é uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na Natureza.

Basta dizer que dos 22 aminoácidos de que nosso organismo precisa, ela responde com 18. Sem exagero é uma completa farmácia, que Deus pôs gratuitamente à disposição das pessoas. Embora não seja propriamente um remédio... mais do que um remédio é um integrador alimentar. Ela fortalece o sistema imunológico enfraquecido. Noutras palavras, reforça as defesas naturais do organismo, que, ao longo dos anos, podem ir cedendo por fatores físicos (má alimentação, cigarros, bebidas) ou psíquicos (frustrações, fracassos), e cedendo às resistências, abre-se o caminho à instalação de doenças.

Então a babosa começa fazendo uma imensa varredura no organismo, limpando o sangue. E com o sangue limpo, tudo começa a funcionar bem. Mais ou menos como um carro, quando você lhe coloca combustível de boa qualidade.

A maior sensação da babosa é a sua capacidade de curar o câncer.

Muitos tipos de câncer: cérebro, pulmão, fígado, intestino, garganta, mama, útero, ovário, próstata, rins, pele, leucemia... Além do câncer, cura outras doenças também, como alergias, aftas, asma, anemia, cólicas, cãibras, artrose, queimaduras, insolação, doenças de pele, gangrena, diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção na bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvido, cabeça, fígado e estômago, picada de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes. Como vê é uma farmácia completa.

AIDS não cura, mas freia, trava o processo do vírus, de tal forma que depois de três ou quatro doses recupera o seu organismo, sobretudo o fígado, que é o primeiro a desmoronar.

Qualquer pessoa por mais simples, até analfabeta, até uma criança que sabe fazer batida de mamão pode preparar a poção. Equipamento especial, nenhum. Um liqüidificador e pronto. Porque a força curativa está na própria planta.

A babosa não tem contra-indicações. Sua múltipla ação como fungicida, bactericida, laxante, diurético, só pode beneficiar o organismo. Só pode restaurá-lo. Não destrói nada, ao contrário, repões o que lhe falta. Criança pequena não faz diferença. Se ela está doente, a dose é mesma de adultos. Mas se quer tomar apenas como reforço ao seu sistema imunológico, aconselharia a começar de uma colherinha de chá e ir aumentando até uma dose maior.

Durante o tratamento, podem acontecer reações estranhas, porque o organismo está se livrando das toxinas que as pessoas têm dentro de si.

Então, por exemplo, ela pode ter desarranjo intestinal; coceiras, pequenas manchas na pele, pode até ter bolhas, fazes mais fétidas, urina mais escura, erupções nas pontas dos dedos e coisas do gênero.

Portadores de câncer, que não suspendam o tratamento, por que isto é bom sinal. É um sintoma ótimo, significa que o preparado está produzindo seus efeitos.

Como preparar: Babosa

1- Duas, três ou mais folhas de babosa, de maneira que postas em fila, somem um metro; meio quilo de mel puro e umas quatro colheres de alguns destes destilados: cachaça de alambique, conhaque, Wisque... Cortar os espinhos das folhas, limpa-las do pó com um pano, pica-las e colocar tudo junto no liqüidificador.
2-
A mistura obtida deve ser guardada longe da luz, de preferencia na geladeira.
3-
Tomar 3 colheres de sopa ao dia: manhã, meio dia e noite, uns quinze minutos antes da refeição, quando as pepsinas do organismo estão ansiosas para entrar em ação e assim levam os elementos curativos até os confins do corpo. O álcool, que ajuda a dilatar os vasos sanguinios, favorece esta viagem de limpeza geral.
4-
O tratamento dura 10 dias e, para repeti-lo deve-se aguardar algum tempo.
5-
Quando a coleta das folhas, prefiram-se as mais velhas, colham-se antes do nascer do sol ou depois do sol posto. Nunca em pleno sol, por causa das radiações ultra - violetas e, geralmente uma semana depois da chuva.

Obs: o preparo caseiro da babosa, com casca, não deve ser tomado de forma continuada. Mas só umas quatro vezes ao ano. Aos que são portadores de câncer, aconselha-se um intervalo de 15 dias. Desaconselha-se este preparado para gestantes mães que amamentam. É que a casca da planta possui uma substancia chamada GLICOSIDO BARBALOIN, que age sobre as células do intestino grosso, podendo provocar parto prematuro, por causa do possível aumento de contrações do útero.

Ana Esmeralda Lucas

Fonte: www.nucleoalquimico.com.br

Babosa

EFEITOS FITOTERÁPICOS E HOMEOPÁTICOS DA BABOSA

1 - INTRODUÇÃO

O nome Aloe vera seria originário do hebráico halal ou do arábico alloeh (= substância amarga, brilhante) e do latim vera (= verdadeira). Ao que tudo indica, ela é considerada uma planta poderosa há muito tempo. Antigos muçulmanos e judeus acreditavam que a babosa representava uma proteção para todos os males e, por isso, usavam as folhas até penduradas na porta de entrada da casa. Alexandre, o Grande, teria conquistado as Ilhas de Socotorá, no Oceano Índico (século IV a.C.), porque lá vegetava abundantemente um tipo de babosa que produzia uma tinta violácea. Há quem diga, entretanto, que na verdade, o conquistador conhecia os poderes cicatrizantes da babosa e seu principal interesse nas ilhas era ter plantas suficientes para curar os ferimentos dos seus soldados após as batalhas. Sendo que personagens importantes na história, como Cleópatra e Alexandre, o Grande, eram seus admiradores (VIANA, 1997).

Desde a antiguidade, as plantas medicinais já eram utilizadas para a cura de inúmeras doenças. Registros históricos de 5 mil anos mostram que os sumérios já usavam ervas para fins medicinais. O primeiro livro sobre ervas já registrado data de 2700 A.C e vem dos chineses com uma lista de 365 plantas (BIAZZI, 2003).

Atualmente, a medicina progride em todos os sentidos, mas o interesse crescente pela fitoterapia e pela homeopatia como opções terapêuticas vem crescendo dia-a-dia (Oliveira, 1992). A fitoterapia consiste no conjunto das técnicas de utilização dos vegetais no tratamento de doenças e na recuperação da saúde. Como método terapêutico, a fitoterapia faz parte dos recursos da medicina natural.

Hoje, das 300 mil plantas conhecidas, umas 2000 são utilizadas pela medicina, e em todos os grandes centros comerciais do mundo (BIAZZI, 2003). Calcula-se que o Brasil disponha de algo entre 60 a 250 mil espécies vegetais, onde 40% delas devem conter propriedades terapêuticas (OLIVEIRA, 1992).

Os índios americanos já a chamavam de varinha de condão celeste quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de médico vegetal.

Na Grécia antiga, suas aplicações curavam desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral.

Cientistas soviéticos descobriram, recentemente, que ela é capaz de curar também congestão nasal.

Conhecida há pelo menos três mil anos, somente, no último século é que a misteriosa e mágica babosa - chamada também de Aloe vera - conquistou o interesse da ciência oficial.

Hoje em dia, vários centros de pesquisa nos hospitais e na indústria cosmética estão trabalhando para conhecê-la e aplicá-la nas suas múltiplas funções (VIANA,1997).

Dentre as plantas populares, a babosa é uma das mais que merece destaque. Em quase todos os balcões de cosméticos exibem xampus e cremes para a pele contendo o Aloe vera, como também é conhecido. O valor dessa planta reside em sua capacidade de regenerar tecidos danificados, o que faz com bastante eficiência. Provavelmente nativa da África, sendo cultivada em regiões tropicais e subtropicais. A babosa da farmacopéia britânica é um extrato resinoso, indicado por seus efeitos laxantes. A babosa contém glicosideos antraquinônicos semelhantes aqueles da cáscara-sagrada e do sene. A medicina descobriu novas aplicações para a planta, como ungüento para tratamento de queimaduras por irradiação. É possível que a espécie tenha se originado nas ilhas de Cabo Verde e, nos primórdios da história, tenha aparecido no Egito, na Arábia e na Índia.

O presente trabalho procurou apresentar de maneira sintetizada a planta medicinal Aloe vera L., suas denominações, descrição botânica e fins medicinais.

2 - CONTEÚDO

Nome popular: BABOSA
Nome científico: Aloe vera L.
Família:
Liliáceas
Origem: Sul da África
Sinonímia: Erva-babosa e caraguatá

DESCRIÇÃO

Plantas perenes, arbustivas, raízes longas e de um amarelo intenso internamente. Caules tenros, eretos ou levemente decumbentes. Folhas simples, alternadas, sésseis, tenras e engrossadas, longas, lanceoladas, acuminadas, bordos com fortes dentes espinhosos. São também inodoras ou de aroma fraco, suculentas e mucilaginosas, de sabor muito amargo. Esta espécie tem as folhas verde-escuras e sem manchas em ambas as faces.

Flores vermelhas, actinomorfas, hermafroditas com o perigônio tubuloso formado por seis pétalas, com filetes subulados e anteras longas. Ovário trilocular com os lóbulos pluriovulados e o estilete filiforme. Inflorescência em rácimos, florescimento no inverno, geralmente de maio a junho.

Frutos na forma de cápsulas trigonas e deiscentes, com três lóculos. Sementes pequenas, nas rosas e escuras (CASTRO & CHEMALE, 1995).

Constituintes químicos principais: Barbalodina, aloína (purgativo), aloquilodina, aloetina, aloeferon (cicarizante), ácido pícrico, resinas, mucilagem e vitaminas E e C.

Indicações: O suco das folhas são emolientes (amaciante de pele) em muitas loções e cremes para a pele, ungüentos, xampus e resolutivo, quando usado topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelos.

A polpa é antioftalmica, vulneraria e vermífuga. A folha, despida de cutícula é um supositório com efeito calmante nas retites hemorroidais. É ainda utilizada externamente nos casos de entorces, contusões, dores reumáticas e muito utilizado em casos de ferimentos e queimaduras menos importantes, sendo tanto de uso doméstico, quanto de uso farmacêuticos.

Partes usadas: Folhas, polpa e seiva.
Outros usos: A polpa macerada com açúcar ou mel é usada na alimentação de certos povos asiáticos. As fibras são utilizadas para a fabricação de cordoalhas, esteiras e tecidos grosseiros.
Toxicologia: Não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitado o seu uso interno nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças.

Preparo e dosagem:

Suco – uso interno do suco fresco como anti-helmíntico
Cataplasma – Aplicar sobre queimaduras três vezes ao dia
Supositório – Em retites hemorroidais
Resina – É a mucilagem após a secagem. Prepare-se deixando as folhas penduradas com a base cortada para baixo por um ou dois dias. Esse sumo é seco ao fogo ou ao Sol, e quando quebradiço pode ser transformado em pó. Tomar 0,1g a 0,2g dissolvida em água com açúcar, como laxante
Tintura – Usa-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250ml de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáicas
Tintura – Utiliza-se 2,5g de resina em 100 ml de álcool a 70º GL. Deixa-se em recipiente fechado, em local quente, durante 7 dias, findos os quais filtra-se e completa-se o volume restante para 1 litro. Usam-se 5 a 10 gotas como estomacal e 20 a 40 gotas como laxativos, dissolvidas em meia xícara de água com açúcar.

3 - CONCLUSÃO

Concluiu que as pessoas anseiam em voltar ter um modo de vida mais natural, utilizando plantas naturais para tratar doenças dores e incômodos, como nossos ancestrais. E hoje com os estudos comprovaram-se vários benefícios trazidos pelo uso da Aloe vera L.

PALHARIN, Luiz Henrique Di Creddo

FIGUEIREDO NETO, Eliseu

CAMARGO LOPES, Matheus Pereira

BOSQUÊ, Gisleine Galvão

4 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIAZZI, E. O Maravilhoso poder das plantas. Casa Publicadora BrasileiraTatuí-SP. 14 edição, 2003. 126p.
BLANCO, R. A. Disponível em:
www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/babosa1.html.Acesso em 16/09/2007
CASTRO, L. O. & CHEMALE, V. M. Plantas Medicinais, condimentos e aromáticas: descrição e cultivo. – Guaíba: Agropecuária, 1995. 196p.
MARTINS, E. R. et al. Plantas Medicinais. – Viçosa: UFV, 2000. 220p. VIANA, P.; ALOE VERA, A PLANTA MILAGROSA.Disponível em;
www.nossosaopaulo.com.br/AloeVeraForever/FLP_AloePlantaMilagrosa.htm. Acesso em 16/09/2007

Fonte: www.revista.inf.br

Babosa

ALOE VERA, A PLANTA MILAGROSA

Suas folhas são viscosas, pontiagudas e sua cor varia do cinza ao verde brilhante, passando pelo amarelo. Seu toque é suave, semelhante à borracha e o interior parece ser feito de geléia.

Personagens importantes na história, como Cleópatra e Alexandre, o Grande, eram seus admiradores.

Os índios americanos já a chamavam de varinha de condão celeste quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de médico vegetal. Na Grécia antiga, suas aplicações curavam desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral.

Cientistas soviéticos descobriram, recentemente, que ela é capaz de curar também congestão nasal.

Conhecida há pelo menos três mil anos, somente, no último século é que a misteriosa e mágica babosa - chamada também de Aloe Vera - conquistou o interesse da ciência oficial.

Hoje em dia, vários centros de pesquisa nos hospitais e na indústria cosmética estão trabalhando para conhecê-la e aplicá-la nas suas múltiplas funções.

Pertencente à família das Liliáceas, da qual fazem parte a cebola, o nabo e os aspargos, a erva babosa apresenta-se em mais espécies, algumas delas sendo mais eficientes que outras. Suas aplicações, atualmente, embora não totalmente conhecidas, expandiram-se e abrangem problemas como a artrose, a acne, a úlcera e até cardiopatias.

Há produtos no mercado norte-americano que prometem a cura do diabetes, do câncer e até da tuberculose.

No entanto, as reconhecidas propriedades antiinflamatórias e antibacterianas da babosa ainda não foram testadas em seres humanos portadores dessas doenças.

Em função disso, há uma divergência de opiniões entre os produtores e processadores da planta e o órgão federal americano FDA- Food and Drug Administration, responsável pelo controle da produção e comercialização de todos os produtos químicos à venda no território americano.

Relatórios do FDA têm sido publicados recentemente, mostrando uma grande preocupação com a base científica de promessas envolvendo a cura de tais doenças.

Pesquisa realizadas por vários especialistas são cada vez mais frequentes e parece estar surgindo um consenso científico bastante tranquilizador.

A verdade é que, por ser considerada por muitos como a legítima panacéia universal, a babosa, ou os produtos que a têm como componente da fórmula vende como água no deserto, e o resultado de suas aplicações tem sido fantástico.

Considerada pela comunidade cientifica como antibiótico, adstringente, coagulante, inibidora da dor e estimulante da regeneração dos tecidos e da proliferação das células, essa planta milenar vem conseguindo o respeito de todo o planeta. E, mesmo com toda a tecnologia do séc. 2O, ainda não se descobriu todo o seu potencial.

A Aloe Vera nome pelo qual ela se apresenta em vários produtos cosméticos é constituída de 96% de água e de 4% de complexas moléculas de carboidratos.

É essa água toda que a toma capaz de exercer o seu mais importante papel: o de penetrar profundamente em qualquer tecido e lá operar seus efeitos prodigiosos.

Em sua composição foram identificadas inúmeras substâncias. Entre elas estão polissacarídeos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 18 aminoácidos, vitaminas, minerais, sulfato, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outras.

A mistura de todos os ingredientes ativos na babosa obtida através da geléia que fica dentro da folha e é responsável pela amplitude do seu poder de cura. Por exemplo, uma das enzimas é capaz de destruir uma substância formada na inflamação, enquanto outra substância reage com as enzimas destrutivas e corrosivas, apressando a sua morte.

A vitamina C, encontrada em grandes quantidade na babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, promovendo com isso uma boa circulação.

O potássio, por seu turno, colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, o que faz da babosa uma verdadeira faxineira no seu corpo.

O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O cálcio também é responsável pelo controle dos movimentos cardíacos.

O sódio, trabalhando junto ao potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo.

O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo à formação das dolorosas pedras no rim.

Ele tem-se mostrado útil no tratamento da angina e também da trombose das coronárias.

O ferro operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.

Estas são algumas das funções conhecidas da geléia da babosa no nosso organismo.

Mas é interessante observar que essas substâncias só podem agir com tanta eficiência graças à capacidade que a Aloe Vera tem de penetrar nos tecidos, digerindo o tecido morto pela ação e suas enzimas e intensificando a proliferação normal das células.

Há relatórios comprovando que a atividades das enzimas da babosa reduz e em alguns casos elimina cicatrizes, manchas do fígado, rugas, bolhas e outras marcas.

Numa área afetada por alguma ação externa, como uma ferida ou uma mordida de cobra, por exemplo, os desintoxicantes naturais da babosa participaram do processo de cura pela inibição dos efeitos inflamatórios ou venenosos.

Novamente, através do seu extraordinário poder de penetração, a erva reduziria o sangramento pela ação coagulatória, regenerando o tecido.

No caso de atletas contundidos, ou machucados, a utilização da planta tem-se mostrado altamente eficaz, tendo-se registrado casos de restabelecimento em menos de 15 dias.

MÁ DIGESTÃO? SUCO DE BABOSA

As pesquisas americanas e soviéticas sobre a Aloe tem mostrado mais do que uma especifica capacidade de curar ferimentos e queimaduras superficiais. Elas indicam que a babosa é um aditivo alimentar ultra eficiente, capaz de resolver problemas como a úlcera e a má digestão.

Numa das pesquisas, 2O indivíduos que sofriam de úlcera ingeriam uma dose de suco de babosa diariamente, durante um mês. No final do tratamento, todos estavam curados e não se teve notícia de nenhuma reincidência no prazo de um ano.

Isto ocorre porque a babosa inibe a secreção do ácido hidroclorídrico no estômago, substância responsável pela irritação das paredes estomacais e o desenvolvimento da úlcera.

Como vantagem adicional a babosa revelou não ter nenhum efeito colateral, ao contrário do que acontece com a maioria dos remédios à venda nas farmácias.

Pessoas que passaram a ingerir uma quantidade qualquer de suco de babosa todos os dias disseram estar se sentindo mais regulares em suas funções intestinais, o que, por sua vez, provocou uma melhora sensível no estado geral da saúde.

É claro que há o problema do sabor. Mas isso fica a critério de cada um. Dependendo da, aceitação, ela pode ser misturada a sopas, sucos de fruta, saladas, molhos e até frutos do mar. Use a sua imaginação.

UM REMÉDIO CONTRA A ARTROSE

A fantástica capacidade que a Aloe Vera tem de evitar e resolver problemas no nosso corpo se estende também aos corredores. A começar pela artrose, vimos que a ação das enzimas e lubrificantes de erva ajuda muito quando não é o fator determinante da cura, ou da melhoria. Mas a artrose não é o único problema que pode ser resolvido graças à presença da babosa no tratamento.

Dores musculares, inadaptação ao frio, microfissuras ósseas, tendinites, bolhas nos pés, deslocamento de unhas e até o joelho atleta estão no repertório de milagres que a planta pode realizar, além de outros pequenos problemas.

Depois de fazer uma assepsia no local do ferimento, diz um treinador americano, nós misturamos aspirina transformada em pó com geléia de babosa, e aplicamos na região afetada, a combinação faz com que a aspirina seja levada diretamente ao fluxo sanguíneo, devido à ação penetrante da planta, provocando um alívio em poucos segundos.

Achamos que assim a aspirina funciona melhor (quando combinada com a babosa) pelo fato de não estar diluída.

Outro método adotado tem sido o de resfriar a geléia para usá-la em conjunto com um produto chamado metil-salicilato, a fim de estancar o sangramento e a dor, muitas vezes associados à sobrecarga muscular a que se submetem os corredores.

A geléia fria também pode ser utilizada na massagem, de regiões traumatizadas ou simplesmente, doloridas. Seja como for, a presença da geléia de babosa no tratamento de problemas artríticos, musculares ou epidérmicos (comuns em qualquer pessoa que pratique algum tipo de esporte) tem-se mostrado de grande utilidade.

No tratamento da febre, que é quase sempre o sintoma de alguma inflamação, a aplicação de emplastros de geléia de babosa tem resultados altamente positivos. Pela dilatação dos vasos e conseqüente irrigação do sangue para a área afetada, há casos de febres que baixaram em algumas horas.

Uma das pesquisas indicou uma capacidade, ainda não desvendada, de inibir o crescimento de vários tipos de bactérias, incluindo staphylocoecus e salmonela, ambas responsáveis por um sem número de doenças.

Por outro lado, os usos da babosa no tratamento de queimaduras, ulcerações da pele e ferimentos estão bem documentados e provavelmente, estes são os efeitos mais conhecidos. O interesse científico se acentuou em tomo de suas propriedades por volta de 193O, quando as técnicas rudimentares de raios X provocavam, muitas vezes, queimaduras dolorosas que se transformavam em cicatrizes de grande extensão. A aplicação pura da geléia extraídas das folhas ocasionava um alívio imediato. Posteriormente, a geléia passou a ser usada como revestimento protetor aos efeitos das radiografias. Algumas pesquisas realizadas na época concluíram que, em alguns indivíduos, o tecido se recuperou de tal forma que, passadas cinco semanas, o estado geral era melhor que o anterior à aplicação dos raios X.

Décadas mais tarde, instituições como a Comissão de Controle Nuclear do Governo dos Estados Unidos e o Departamento de Saúde afirmaram que o tratamento com babosa era 100% mais eficiente que os tratamentos convencionais utilizados para resolver problemas com radiação beta.

Mas, evidentemente, as pesquisas sobre a planta não se restringiram aos cientistas americanos. Países como a União Soviética, o Egito e também o Brasil fizeram as suas incursões no terreno da especulação e pesquisa científica. Um médico russo afirmou que provavelmente a babosa previne contra a degeneração dos tecidos, retardando o envelhecimento.

Uma das pesquisas relata um caso interessante: um operário russo, tendo mergulhado suas pernas até o joelho num recipiente de óleo aquecido, teve os tecidos totalmente, desfruídos. Imediatamente, foi-lhe aplicado um ungüento à base da erva, o que suprimiu a dor em poucos minutos. Após três semanas, ele estava com a pele totalmente, regenerada, pronto para voltar ao trabalho.

As queimaduras solares, embora não sejam tão graves como o caso acima, podem tornar-se extremamente dolorosas. Uma aplicação imediata de geléia de babosa, ou mesmo do suco (que é mais líquido, mas não menos eficiente), tem sido a solução para muitas pessoas que se expuseram à luz solar além do tempo adequado.

Ao invés de resolver o problema,muita gente prefere evitá-lo, passando na pele uma loção bronzeadora que contenha babosa em sua fórmula. Uma boa loção permitirá que 75% dos raios ultra?violetas cheguem até a sua pele, impedindo que mais de 90% dos raios infravermelhos o incomodem.

No Egito, os médicos fizeram experiências com a calvície e obtiveram resultados excelentes. Alguns indivíduos tiveram a perda de cabelo totalmente paralisada e o crescimento de novos fios. Mas esta experiência não e uma novidade absoluta. Shampoos com babosa fazem parte do estoques de nossas farmácias desde a década de 6O. A novidade fica por conta do tratamento de seborréia, eliminada totalmente do couro cabeludo de todos os indivíduos que fizeram aplicações de geléia de babosa.

Há vários séculos os índios mexicanos vem utilizando a babosa para dar brilho, força e maleabilidade aos cabelos. À noite, depois de molhar a cabeça, eles impregnam o cabelo com geléia e enxaguam somente no dia seguinte.

Isso se deve ao fato de que a pele e o cabelo são levemente ácidos em sua composição - o que é uma defesa natural contra as bactérias que estão sempre em contato com essas partes. Como a babosa tem o mesmo fator pH do nosso corpo, ela prolonga a proteção contra as bactérias, além de ser antialérgica.

Todas essas informações nos fazem crer que estamos diante de uma planta milagrosa, capaz de curar qualquer coisa, e rápido, e também deter o envelhecimento.

Isso é verdade, mas só em parte. Ela pode, realmente, fazer alguns milagres em nós, mas não pode parar o tempo. Trabalhando em conjunto com os hidratantes e emolientes, a Aloe Vera, como é chamada no meio farmacêutico, pode reduzir bastante o ritmo degenerativo das células. Mas jamais fará com que você se tome jovem novamente.

Em suma, há três aspectos fundamentais a serem ressaltados:

1. Capacidade de penetração nos tecidos sem isso, a babosa não seria o que é, e a água e os hidratantes não poderiam agir.
2.
Capacidade de aumentar a circulação do sangue através disso, ela torna mais rápida a eliminação das células mortas e estimula o crescimento de células novas, provocando a reconstituição dos tecidos e a cicatrização.
3.
Capacidade de gerar um revestimento protetor prevenindo contra o desenvolvimento de bactérias nocivas à saúde.

Afora estas propriedades principais, a babosa possui uma ação anti-séptica, impede a formação de acne e mantém poros desimpedidos. Ela tem sido usada também para dores internas, como músculos doloridos. cãibras e até artrose, com o objetivo de eliminar a dor resultante dessas afecções. Ingerida ou esfregada no local, há casos de pessoas que dentro de um mês, libertaram-se completamente da dor.

Mas é na União Soviética que a babosa foi mais estudada em sua múltiplas facetas. No tratamento de problemas auditivos, por exemplo, descobriu-se que o extrato da planta aplicado diretamente no ouvido melhorou as funções auditivas significativamente, impedindo a destruição das fibras nervosas essenciais. Na tuberculose, os progressos foram ainda maiores.

Setenta e cinco pacientes que sofriam de tuberculose fizeram inalações pela manhã e à noite. Depois de dois ou três dias, as radiografias mostraram que os seus pulmões já estavam apresentando sinais de melhora. Os pacientes tossiam menos, tinham menos dor no peito, o apetite aumentou e a temperatura voltou ao normal. Mais tarde, alguns cientistas americanos, ao estudarem os efeitos da babosa no tratamento da tuberculose, descobriram que a erva era capaz de inibir o crescimento também desta bactéria.

No tratamento da anemia, os soviéticos inovaram, misturando à tradicional solução de ferro uma determinada quantidade de extrato de babosa. O processo a cura se apressou e o sabor da solução se tomou bem mais suportável.

Descobriram que a babosa potencializava o efeito do ferro e reduzia a irritação das paredes intestinais.

Na enurese noturna infantil, registrou-se que a babosa, também adicionada a uma solução de ferro, tinha efeitos miraculosos. Após um tratamento de injeções diárias, dosadas de acordo com a idade de cada criança, os sintomas desapareceram completamente. Além disso, desapareceram também os sintomas paralelos, como a palidez, irritabilidade e a perda de apetite.

Outra contribuição soviética para a utilização da babosa foi registrada numa pesquisa sobre a congestão nasal crônica.

Em dois testes separados, os médicos soviéticos experimentaram estratégias diferentes: as injeções e as gotas de extrato de babosa diretamente na mucosa. Em ambos os casos, todos os efeitos colaterais dos descongestionantes nasais convencionais foram suprimidos. No primeiro estudo, com 25 pacientes, cinco a seis gotas foram instiladas de duas a três vezes por dia em cada narina. Em 24 horas, todos os sintomas simplesmente sumiram. No segundo estudo, 15 pacientes com congestão nasal aguda receberam aplicações diárias de injeções durante 1O dias. Ao fim deste período, as dores de cabeça desapareceram. eles podiam respirar com bastante facilidade e houve um significativo decréscimo das secreções.

Enfim, testemunhos e relatórios e pesquisas provenientes de todo o mundo parecem não faltar. Embora as aplicações externas sejam mais rápidas do que as internas, os resultados de ambas não deixam dúvidas sobre a real capacidade da erva misteriosa de operar verdadeiros milagres no corpo humano.

E enquanto os cientistas discutem entre si a razão de tanto poder, a babosa continua sendo comercializada e aceita pelo grande público. Resta aos pesquisadores e médicos deste planeta chegarem a um consenso que possibilite o seu uso em larga escala, oficializando e documentando e, principalmente, cercado de fácil acesso.

OUTRAS DAS MIL E UMA QUALIDADES DA PLANTA QUE FAZ MILAGRES

QUEIMADURAS SOLARES Uma imediata aplicação de suco, geléia ou ungüento de babosa proporciona alívio e reduz as complicações posteriores. Ou então, use uma loção bronzeadora que contenha babosa para evitar problemas.
QUEIMADURAS COM RAIOS X O tratamento com babosa reduziu o tempo de recuperação de 5O%, em vários casos. Os lubrificantes da erva parecem diminuir ou eliminar - a área das cicatrizes.
COAGULAÇÃO A presença do cálcio na composição da babosa é fundamental no processo de coagulação, além de regular os batimentos cardíacos. Sua função e reduzir drasticamente o tempo necessário à coagulação.
CABELOS Embora nós já estejamos acostumados a ver shampoos com babosa em nossas drogarias e farmácias, não custa mencionar o fato de que os índios mexicanos a utilizam para dar banho, força e maleabilidade aos cabelos, através de aplicações diárias.
ACNE A ação anti-séptica da babosa evita o entupimento dos poros, que é o responsável direto pelas espinhas e cravos, mantendo-os livres para respirar. Além de destruir bactérias, ela tem propriedades adstringentes; que podem impedir o aparecimento das cicatrizes.
CONGESTÃO NASAL A babosa tem sido muito utilizada para combater a congestão nasal com excelentes resultados, provocando nos indivíduos em que foi inoculada - ou injetada - uma respiração mais fácil e uma redução sensível das secreções, além de eliminar por completo a dor de cabeça.

Paulo Viana

Fonte: www.nossosaopaulo.com.br

Babosa

O que é Aloe Vera?

Babosa
Babosa

 

Aloe Vera é geralmente chamada de a planta milagrosa, a cura natural, dentre outros nomes que sobreviveram por 4000 anos dentro dos quais essa planta tem beneficiado a humanidade.

George Ebers em 1862 foi o primeiro a descobrir o uso da Aloe na antiguidade em um antigo manuscrito egipcio datado de 3500 AC, o qual foi de fato uma coleção sobre ervas medicinais.Outros pesquisadores desde então descobriram que a planta era usada também pelos chinese e indianos antigos. Médicos gregos e romanos como Dioscorides e Plinio usavam Aloe obtendo maravilhosos efeitos e legendárias sugestões que persuadiram Alexandre O Grande a capturar a ilha de Socotra no Oceano Índico com intuito de obter sua rica plantação de Aloe para curar seus soldados feridos nas guerras. As rainhas egípcias Nefertiti e Cleopatra taxaram grandiosamente a Aloe como sendo o melhor tratamento de beleza. Naqueles tempos beleza e saude estavam intimamente ligadas, muito mais que estão atualmente.

Mesmo existindo 200 espécies de Aloe, há provavelmente apenas 3 ou 4 com propriedades benéficas à saúde. Dessas, a Aloe Vera Barbadensis (Miller), a qual é também conhecida como Aloe Vera (Linne), é a mais potente.

Aloe Vera Barbadensis é uma espécie muito suculenta, e se parece mais com um cactos, mas é de fato membro da família liliáceas parente da cebola, alho e aspargos. A Aloe alcança a maturidade em 4 anos quando o gel contido dentro de suas folhas, uma espécie de seiva, pode ser preservado e engarrafado para produzir o suco natural da planta.

Para receber os benefícios da Aloe Vera, o gel pode ser bebido, na medida em que o organismo irá receber suas qualidades nutricionais. Ou pode ser combinado com outros ingredientes para produzir uma loção tópica para nutrir e desenvolver a saúde da pele.

Fonte: babosa-rj.tripod.com

Babosa

Babosa fortalece o sistema imunológico

Além de beneficiar a pele e os cabelos, essa planta fortalece o sistema imunológico.

Há muitos séculos que civilizações do mundo inteiro consomem a babosa. Suas propriedades curativas são comprovadas pela ciência.

É uma planta rica em minerais e vitaminas antioxidantes que evitam o envelhecimento das células. Tem aminoácidos essenciais e secundários que regeneram e recuperam os tecidos, enzimas que atuam no processo digestivo, acelerando o metabolismo e, portanto, favorece a eliminação das toxinas e do colesterol. Outra substância, a acemannan, ativa o sistema imunológico na defesa contra vírus, bactérias e poluição ambiental.

A babosa também apresenta princípios ativos fitoterápicos que penetram na pele, hidratando e nutrindo. Seus componentes saponínicos e antraquinônicosagem como analgésico e antiinflamatório nas dores de coluna e outras dores. Os agentes alcalinizantes do sangue nela contidos, devido à normalização do PH, promovem equilíbrio fisiológico celular.

A FDA (Food and Drug Administration, dos Estados Unidos) admite que o suco da babosa tem no máximo 50ppm de Aloin, pigmento amargo de cor amarela e brilhante que está presente na casca e que deve ser estabilizado para o uso oral e local.

/A estabilização significa que a babosa está livre de contaminação por bactérias, fungos e vírus, como conservantes naturais e antioxidantes para proteger sua cor e paladar.

Propriedades

Entre as inúmeras qualidades da babosa, destaca-se poderosa ação antipatológica, obtida por meio da estimulação do sistema imunológico, em casos de câncer de origem ionizante e biológico, gastrite e úlcera gástrica e duodenal, hipertensão arterial e problemas cardíacos, obesidade, artrite reumática e gota, artrose e osteoporose, prostatites e infecções ginecológicas, cálculos renais e vesícula biliar, alergias respiratórias como asma e bronquite e problemas dermatológicos como psoríase e aczema.

A babosa tem grandes benefícios quando usada externamente. Em forma de gel, 100% estabilizada, ela é incidaca para queimaduras, feridas incisivas, lesões por infecções bacterianas, eczemas e psoríase. Nesses casos, sua ação ocorre devido à penetração nas três camadas da pele, trazendo células hidratadas e oxigenadas para superfície, e removendo-as.

A babosa que contenha elastina, colágeno e óleos essenciais é eficaz para hidratação e regeneração nutricional celular, resultando na perfeita manutenção da jovialidade da pele.

Por causa dessas propriedades, várias civilizações no passado homenagearam a Aloe Vera (a babosa) como dádiva à humanidade.

Na Índia, era chamada de cetro divino (as folhas apontam para o céu). Os chineses a chamam de Lu-Hui e a consideram boa para a saúde, longevidade e potência sexual. No Egito, em 1550 a.C., o papyrus ebers detalhava minuciosamente o valor medicinal da Aloe Vera. O herbário grego, Dioscorides (41-68 d.C.), afirma que a planta pode "induzir ao sono, fortificar o corpo, diminuir a barriga e limpar o estômago". Na Colômbia, é costume amarrar folhas de babosa nos pés e nas mãos de crianças para proteção contra mordidas de insetos. Tribos africanas, em epidemia de gripe, banhavam-se infusão de babosa para eliminar os germes. Caçadores esfregavam a babosa no corpo para disfarçar o odor da transpiração e passarem despercebidos pelos animais.

A babosa é um fitoterápico cujos benefícios possuem ampla comprovação científica. Seu uso é também extensivo à veterinária.

Fonte: www.parana-online.com.br

Babosa

Babosa
Babosa

O que é

É uma planta da família das Liláceas que possui inúmeras propriedades e entre as muitas espécies a “Barbadensis” é considerada a verdadeira.

Por isso seu nome “Aloe V era”. São de destacar suas propriedades curativas, regeneradoras, umectantes e nutritivas. É chamada a planta da beleza e da saúde, e o seu descobrimento remonta-se a milênios atrás.

Na atualidade, instituições científicas e docentes, como o Instituto de Ciências e Medicina Linus Pauling (de Palo Alto, California), o Instituto Weisman (de Israel), a Universidade de Oklahoma (EE.UU) e outros que serão indicados mais adiante, têm efetuado estudos formais sobre a espécie de Aloe Vera chamada Barbadensis Miller apoiados por provas de laboratório e experiências químicas.

Propriedades

Algumas das suas propriedades são as seguintes:

INIBIDORA DA DOR – Seus princípios ativos tem uma notável capacidade de penetração até as camadas mais profundas da pele, inibindo e bloqueando as fibras nervosas periféricas (receptoras da dor), interrompendo de modo reversível a condução dos impulsos. Além disso, reduz a dor por possuir uma poderosa força anti-inflamatória.
ANTIINFLAMATORIA
- A Aloe Vera tem uma ação similar à dos esteroides, como a cortisona, mas sem seus efeitos colaterais. Por isso é útil em problemas como bursites, artrites, lesões, golpes, mordida de insetos, etc.
QUERATOLITICO
– Faz com que a pele danificada dê lugar a um tecido de células novas.
ANTIBIOTICO
– Sua capacidade bacteriostática, bactericida , fungicida e anti-viral, elimina bactérias (inclusive Salmonela e Estafilococos) que causam infecções, inibindo sua ação danosa.
REGENERADOR CELULAR
– A Aloe Vera possui um hormônio que acelera a formação e crescimento de células novas. Graças ao cálcio que contém, elemento vital na osmose celular (intercâmbio de líquidos), ajuda às células a manter seu frágil equilíbrio interno e externo.
ENERGÉTICO E NUTRITIVO
– Uma das características de maior importância da gelatina é que contém 18 aminoácidos , necessários para a formação e estruturação das proteínas, que são a base das células e tecidos. Também contém minerais como cálcio, fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, potássio e sódio, todos elementos indispensáveis para o metabolismo e a atividade celular. Aloe Vera contém também vitaminas: A, excelente para a visão, cabelo e pele, vitamina B1B3B6, B12, para o sistema nervoso central e periférico e vitamina C, responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico e pela tonicidade dos capilares do sistema cardiovascular e circulatório.
DIGESTIVO
– A Aloe Vera contém grandes quantidades de enzimas necessárias para o processamento e aproveitamento dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo.
DESINTOXICANTE
– Contém ácido urônico, elemento que facilita a eliminação de toxinas o nível celular, e a nível geral estimula a função hepática e renal, primordiais na desintoxicação do nosso organismo.
REIDRATANTE E CICATRIZANTE
– Penetra profundamente nas três camadas da pele (derme, epiderme e hipoderme), graças à presença das ligninas e dos polisacáridos. Restitui os líquidos perdidos, tanto naturalmente como por deficiências de equilíbrio ou danos externos, reparando os tecidos de dentro para fora tanto nas queimaduras (fogo ou sol) quanto as fissuras, cortes, ralados, esfolados, perda de tecidos, etc. São muitos benefícios tanto para uso tópico (externo) na pele como em membranas e mucosas.
ANTIALÉRGICO
– Combate às alergias sem os efeitos indesejáveis de outros produtos como os que são baseados em cortisona.

Composição química

O Gel da planta contém muitos nutrientes (mais de 200), o que faz dela um meio de fornecer ao organismo do combustível que necessita para manter ou recuperar a saúde. São esses nutrientes os responsáveis dos efeitos benéficos do gel. Por isso é conhecida como “A Planta Milagrosa”, ainda que, na verdade, é o corpo humano que faz os milagres.

Entre outros componentes, o gel da planta tem:

12 VITAMINAS:entre eles -> A, C, B1,B2, B3, B6, o complexo B12, C, E
20 MINERAIS:
entre eles -> cálcio, fósforo, potássio, ferro, sódio, cobre, cromo, magnésio, manganês e zinco.
18 AMINOÁCIDOS :
entre eles, sete dos oito essenciais -> Fenilalanina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Treonina, Valina, Ácido Aspártico, Ácido Glutâmico, Alanina, Arginina, Glicina, Histidina, Prolina, Serina, Tirosina, Cisteína e Hidroxiprolina
ENZIMAS :
lipases, creatina fosfoquinase, nucleotidase, fosfatase alcalino, proteolitiase, lipases, catalases, amilases, proteases, celulases, bradquininase
MONO E POLISSACARÍDEOS :
São vários os mucopolissacarídeos contidos no Gel de Aloe Vera. Entre outros destacam-se: celulose, glucose, galactose, xilose, arabinose, manose, aldopentose, ácido urônico, lipase,alinase, etc. O Gel de Aloe Vera contém alto teor de uma substância chamada acemannan (acetil-manose) .
ALGUMAS DAS OUTRAS SUBSTÂNCIAS :
ácidos graxos, ligninas, saponinas, antraquinonas , hormônios , ácido salicílico, esteroides.

Fonte: www.santanaforever.com

Babosa

O que é

Aloe Vera é uma das mais de 400 espécies do gênero: Aloe, usada principalmente pelas suas propriedades medicinais ou como planta ornamental.

As folhas de Aloe Vera contém um tipo de gel e é essa substância que é utilizada pela medicina alternativa. No Brasil, a Aloe Vera também é conhecida como babosa.

Externamente, o gel de Aloe vera é utilizado principalmente para tratar de problemas de pele como queimaduras(pelo sol ou por exposição ao fogo), para cicatrização de feridas, como tratamento para problemas causados pela pele seca, como eczemas.

O gel de Aloe vera também pode ser usado para fins cosméticos, como hidratantes, sabonetes, xampús, entre outros. O gel de Aloe vera também pode ser encontrado em produtos de consumo como iogurtes e bebidas, que contém pedaços da polpa.

Para uso interno, estudos indicam que a Aloe Vera também tem efeitos laxativos, porém, outros estudos indicam que laxantes que contém Aloe Vera podem aumentar o risco de câncer. Nos Estados Unidos, o órgão que controla os remédios (USFDA) proibiu a venda de laxantes que utilizam as propriedades da Aloe Vera.

Fonte: www.dietaesaude.org

Babosa

Babosa
Babosa

A Babosa tem auxiliado no tratamento de vários tipos de câncer: cérebro, pulmão, rins, pele, leucemia. É antitetânica.

Também é de grande ajuda nos tratamentos de: alergias altas, asma, anemia, cólicas, câimbras, artrose, queimaduras, insolação, doença de pele, gangrena , diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção da bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvidos, de cabeça, de fígado, de estômago, picadas de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes.

É uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na natureza (é uma farmácia completa). Dos 22 aminoácidos que o nosso organismo precisa, ela responde por 18. Mais que remédio, é um integrador alimentar.

Ela fortalece o nosso sistema imunológico enfraquecido. Noutras palavras, reforça as defesas naturais do nosso organismo que ao longo dos anos, podem ir cedendo por fatores físicos (alimentação errada, cigarro, bebida, etc.) ou psíquicos (frustrações, fracassos, etc.). E cedendo as resistências, abre-se o caminho à instalação de doenças. Então, a Babosa começa fazendo uma varredura no organismo, limpando o sangue.

E, com o sangue limpo, tudo começa a funcionar bem: é como um carro, quando você lhe coloca um combustível de boa qualidade.

Toda a planta apresenta maior ou menor grau de toxicidade. No caso específico da babosa, o FDA (órgão governamental que controla os remédios e alimentos nos Estados Unidos, antes de liberá-los para o consumo público), declarou-a uma planta absolutamente segura.

Indicações

A Babosa tem auxiliado no tratamento de vários tipos de câncer: cérebro, pulmão, rins, pele, leucemia. É antitetânica.

Também é de grande ajuda nos tratamentos de: alergias altas, asma, anemia, cólicas, câimbras, artrose, queimaduras, insolação, doença de pele, gangrena , diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção da bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvidos, de cabeça, de fígado, de estômago, picadas de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes.

Aids

Não cura, mas freia, trava o processo do vírus de tal forma que a pessoa, depois de 3 ou 4 doses, recupera seu organismo, sobretudo o fígado, que é o primeiro órgão a desmoronar.

Ação

Fungicida
Bactericida
Laxante
Diurética

Preparação

1- Na coleta das folhas, prefira as mais velhas; colha-as antes do nascer do Sol e depois do Sol posto. Nunca em pleno Sol, por causa das radiações ultra-violetas e, geralmente, uma semana depois da chuva (Na Universidade de Israel – onde chove pouco – as pesquisas concluíram que as folhas, quanto menos água contém, mais eficazes são). Não colher a Babosa em flor (toda a energia da planta estará direcionada para a flor).
2- Escolha duas, três ou mais folhas de babosa, de maneira que postas em fila somem um metro (300 a 400 gramas); meio quilo de mel puro e 40 a 50ml de bebida destilada:
cachaça de alambique, gaspa, conhaque, uísque, tequila, etc. Limpe as folhas do pó com um pano ou esponja; corte os espinhos das folhas; e, depois picá-las (sem remover a casca); colocar os pedaços no liquidificador juntamente com os outros ingredientes e bater, não sendo necessário coar;
3-
A mistura obtida deve ser guardada longe da luz e, de preferência na geladeira (envolver o frasco em embrulho escuro, folha de alumínio ou vidro de cor âmbar). Fora da geladeira não azeda.

Posologia

Adultos: Tomar 3 colheres de sopa no dia: manhã, meio dia e noite, uns quinze minutos antes da refeição, quando as pepsinas do organismo estão prontas para entrarem em ação, e assim, levarem os alimentos até os confins do corpo. O álcool ajuda a dilatar os vasos sanguíneos e favorece esta viagem de limpeza. Agitar o frasco antes de tomar. Iniciado o tratamento tomar todo o frasco.
Crianças:
Se está doente, a dose é a mesma do adulto. Mas, se for tomá-la como reforço ao seu sistema imunológico, deve-se começar com uma colher de chá e ir aumentando até a dose maior.

Duração do Tratamento

Iniciado o tratamento, ingerir o conteúdo todo do frasco. Se o problema for câncer, terminada a primeira dose, submeter-se a exames médicos. O resultado das análises dirá a atitude cabível. Se não houver cura nem melhoras, é preciso repetir a operação, observando-se curto intervalo de tempo (três, cinco ou sete dias).

Tal procedimento (de repetir a dose) deve-se tê-lo tantas vezes quantas forem necessárias para eliminar o mal. Somente após os primeiros três a quatro frascos sem êxito desejado deve-se recorrer a uma dose dupla, ou seja, duas colheres de sopa antes das refeições. Há casos de pessoas que, mesmo em fase terminal, com um frasco e uma colher antes de comer, conseguiram livrar-se do mal.

Reações

As reações podem surgir devido ao organismo estar eliminando as toxinas: desarranjo intestinal, coceiras, pequenas manchas na pele (podem aparecer até bolhas), fezes mais fétidas, urina mais escura, erupções nas pontas dos dedos, etc. os portadores de câncer não devem suspender o tratamento porque isso é um bom sinal; um bom sintoma que significa que o preparado está produzindo os seus efeitos.

Contra-Indicação

Desaconselha-se este preparo para gestantes e mães que amamentam. A casca da planta possui uma substância chamada Glicosídeo Barbalóide, que age sobre as células do intestino grosso, podendo provocar parto prematuro por causa do possível aumento das contrações internas.

Referências

“O Câncer tem cura” do Frei Romano Zago, Editora Vozes.

Fonte: www.florais.com.br

Babosa

Aloe barbadensis

História

A Aloé Vera, é uma planta semi tropical, com uma longa e célebre história, que data dos tempos bíblicos, tem sido considerada ao longo do tempo uma planta medicinal apropriada para todas as situações. A sua utilização remonta ao antigo Egipto, encontrando-se registos da sua utilização em importantes textos ao longo de toda antiguidade.

O Aloé Vera recebe também as designações de Babosa ou Aloé Barbadensis. A planta do Aloé desenvolve-se em climas tropicais temperados, não conseguindo sobreviver a temperaturas negativas. As folhas espessas, esguias e espinhosas do Aloé Vera crescem a partir de um pequeno talo junto ao chão.

Não se trata de um cacto, mas sim de um membro da família das Liliáceas. A relação entre o Aloé Vera e os restantes membros da família das Liliáceas, como é o caso das cebolas, alhos e nabos, é evidentemente através das flores amarelas tubulares que surgem anualmente na Primavera e que se assemelham com os Lírios da Páscoa. Existem mais de 250 espécies diferentes de Aloés no mundo. No entanto, apenas duas delas são utilizadas com fins comerciais, sendo as conhecidas o Aloé de Barbados e o Aloé Barbadensis. A cerca da utilização medicinal da Aloé Vera; há que fazer antes de mais um reparo importante sobre as aplicações desta planta. Assim temos o sumo concentrado gel, suco concentrado e seco proveniente do látex obtido por incisões nas folhas recentes e carnudas, com um teor mínimo, 28,0% de derivados hidroxiantrocénios, expressos em aloína. Gel (gel de Aloé Vera). Suco viscoso do parênquima mucilaginoso que se encontra no interior das folhas obtidas após eliminação dos tecidos mais externos, ricos nos derivados antracénios.

Características

Família das liláceas

Suco concentrado e seco: Derivados hidroxiantrancénios referem-se como principais os c- glucósidos (aloínas A e B) e os aloinósidos A e B (aloé-emodina-antrona). Outros constituintes são os derivados cromónicos, as aloeresinas B (aloesina), A e C e os flavonóides.

O gel de Aloé: Mucilagens (rico em polissacáridos heterogéneos), dos quais o mais importante é o Acemanano, mistura de polissacáridos do tipo - (1-4)-mano-o-acetilados, glucomanas neutras e com ácido glucorómico (galactoglucomananos), glicoproteínas (lectinas), aminoácidos, enzimas, sais minerais, taninos e vestígios de compostos antracénicos.

Suco concentrado: Na medicina popular atribui-se propriedades terapêuticas no aumento das secreções e produção de bílis, estimuladora da secreção da mucosa intestinal e a um aumento do peristaltismo intestinal, favorecendo uma evacuação fácil com fezes moles, o que permite ao aloé ter uma ação laxativa.

Beneficia alguns doentes com situações em que existem fissuras anais, e após intervenções cirúrgicas na zona anoretal. Também tem propriedades ao nível do trato gástrico, gastrites, úlceras gastroduodenais e até do cancro. Gel de Aloé Propriedade hidratante, emolientes (acalma e diminui a dor e a inflamação), anti-inflamatória, cicatrizante, anti-bacteriana, imunomodeladora e anti-virais. O gel é ideal na aplicação de uso tópico em afecções dermatológicas diversas, como queimaduras, feridas, eczemas na fase descamativa, ictiose, psoríase, como protetor solar e hidratante cutâneo em cosmética.

Propriedades medicinais

Obstipação, gastrite e úlceras gastroduodenais. Topicamente, na ictiose, pele desidratada, e outras doenças cutâneas acompanhadas de inflamação crónica da derme.

Não está recomendado: o suco concentrado não deve ser utilizado nos casos em que existe obstrução gastrointestinal de qualquer origem, doenças inflamatórias crónicas intestinais (doença de Crohn, colite ulcerativa), apendicite, dor abdominal de origem desconhecida, na gravidez, aleitação e em crianças com menos de 10 anos de idade. O uso prolongado do suco concentrado altera o equilíbrio eletrolítico, originando a perda de potássio em pacientes com medicação cardíaca, diuréticos e corticosteróides, deverão ter aconselhamento médico ou do seu técnico de saúde.

Outros nomes

Aloé Vera, Aloé Babosa (Barbadense) Miller, Aloé de Curaçau, Planta-dos-milagres, Planta-que-cura, Aloé-Caraguatá (Brasil).

Sinónimos: Aloe vera (L.), Aloe ferox Miller, Aloe vera Burm.

Fonte: www.calendula.pt

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