
A banana é fruta de consumo universal, comercializada por dúzia, por quilo e até mesmo por unidade. É rica em carboidratos e potássio, médio teor em açúcares e vitamina A, e baixo em proteínas e vitaminas B e C.
A banana é apreciada por pessoas de todas as classes e de qualquer idade, que a consomem in natura, frita, assada, cozida, em calda, em passas, doces caseiros ou em produtos industrializados.
A fruta verde é usada in natura com grande sucesso na desidratação infantil, depois de bem homogeneizada no liquidificador; seu tanino, revestindo as paredes intestinais e do tubo digestivo, evita, por ação mecânica, que as células do órgão continuem se desidratando.
No meio rural é utilizada, ainda verde, como alimento de animais, depois de cozida, para eliminar o efeito do tanino nos intestinos.
Dentre os processos industriais de aproveitamento industrial da banana, a produção de banana passa é um dos mais indicados, uma vez que requer um baixo investimento inicial, com perspectiva de lucratividade compatível com o investimento e, com um mercado que permite a absorção de um volume muito maior do produto, em relação da oferta.
Embora haja potencial para a sua expansão gradual, o mercado interno de banana-passa tem-se mantido quase inalterado nos últimos anos (em torno de 500ton/ano) enquanto o mercado de exportação permanece praticamente inexplorado pelo Brasil.
A palavra banana é originária das línguas serra-leonesa e liberiana (costa ocidental da África), a qual foi simplesmente incorporada pelos portugueses à sua língua.
Não se pode indicar com exatidão a origem da bananeira, pois ela se perde na mitologia grega e indiana. Atualmente admite-se que seja oriunda do Oriente, do sul da China ou da Indochina. Há referências da sua presença na Índia, na Malásia e nas Filipinas, onde tem sido cultivada há mais de 4.000 anos. A história registra a antigüidade da cultura.
As sementes das bananeiras primitivas, que eram férteis, teriam tido 2 cm. Atualmente, em geral são estéreis e se apresentam como pequenos pontos escuros localizados no eixo central da fruta.
Segundo Moreira (1999), as bananeiras existem no Brasil desde antes do seu descobrimento. Quando Cabral aqui chegou, encontrou os indígenas comendo in natura bananas de um cultivar muito digestivo que se supõe tratar-se do ‘Branca’ e outro, rico em amido, que precisava ser cozido antes do consumo, chamado de ‘Pacoba’ que deve ser o cultivar Pacova. A palavra pacoba, em guarani, significa banana. Com o decorrer do tempo, verificou-se que o ‘Branca’ predominava na região litorânea e o ‘Pacova’, na Amazônica.
As bananeiras produtoras de frutos comestíveis foram classificadas, pela primeira vez, por Linneu, que as agrupou no gênero Musa com as espécies: Musa cavendishii, Musa sapientum, Musa paradisiaca e Musa corniculata.
Essa classificação foi abandonada porque, dado seu empirismo, não seria possível incluir todos os cultivares hoje conhecidos, sem provocar grandes conflitos dentro da mesma espécie.
Atualmente, segundo Simmonds (1973), as bananeiras produtoras de frutos comestíveis são classificadas como plantas da:
Classe: Monocotyledonea
Ordem: Scitaminea
Família: Musaceae
Subfamília: Musoideae
Gênero: Musa
Subgênero (ou seção): Eumusa
Espécies comestíveis: Musa acuminata Colla e Musa balbisiana Colla
A bananeira, planta típica das regiões tropicais úmidas, é um vegetal herbáceo completo, pois apresenta raiz, tronco, folhas, flores, frutos e sementes. O tronco é representado pelo rizoma e o conjunto de bainhas das folhas de pseudocaule. Entretanto, no linguajar popular este é chamado de tronco da bananeira.
A multiplicação da bananeira se processa, naturalmente no campo, por via vegetativa, pela emissão de novos rebentos. Entretanto, o seu plantio também pode ser feito por meio de sementes, processo este usado mais freqüentemente quando se pretende fazer a criação de novas variedades ou híbridos.
Segundo Alves (1999), a bananeira, como todas as plantas, tem um ciclo de vida definido. Sua fase de gestação começa com a geração de um broto-rebento em outra bananeira, mas como nos animais, o início da contagem de sua vida somente se faz com seu aparecimento ao nível do solo. Com seu crescimento, há a formação de uma bananeira que irá produzir um cacho, cujas frutas se desenvolvem, amadurecem e caem, verificando-se em seguida o secamento de todas as suas folhas, quando se diz que a planta morreu.
Como esse processo é contínuo e extremamente dinâmico, uma bananeira adulta apresenta sempre ao seu redor, em condições naturais, outras bananeiras em diversos estádios de desenvolvimento. Esse conjunto de bananeiras interligadas, com diferentes idades, oriundas de uma única planta e crescendo desordenadamente, denomina-se touceira.
Botanicamente, as touceiras de bananeiras são formadas por rebentos que constituem a primeira, segunda, terceira, etc., gerações da muda original e que popularmente recebem as denominações de "mãe", "filho", "neto", etc.
É a planta mais velha da touceira, que pode estar na fase vegetativa ou ter lançado sua inflorescência ou já estar ou não com o cacho completamente formado, o qual poderá estar ou não no ponto de colheita. Ela perde a denominação de "mãe" após a colheita. A "mãe" é sempre uma só, salvo no caso da ocorrência da dicotomia.
É todo e qualquer rebento originário do intumescimento de uma gema vegetativa seguido de seu posterior desenvolvimento (gema lateral de brotação, que será uma "olhadura"), localizada no rizoma da planta "mãe".
É todo e qualquer rebento originário de um "filho".
É todo rebento que se forma devido ao desenvolvimento de outra "olhadura" de um mesmo rizoma. Isso quase sempre ocorre mais de uma vez, o que dá origem a uma irmandade, cujo número é bastante variável.
É um conjunto de rizomas interligados e descendentes, representados pela "mãe", um "filho" e um "neto", onde todos os demais rebentos ("filhos" e "netos") foram eliminados.
A "mãe" pode ter vários "filhos", que serão "irmãos" entre si e cada um destes, por sua vez, pode também emitir seus "filhos", os quais serão os "netos" da "mãe" original. Na touceira que se forma naturalmente portanto, sem que se tenha feito nenhum desbaste, é possível com o tempo, individualizar-se duas, três, quatro ou mais famílias, desenvolvendo-se ao mesmo tempo
Após a colheita da planta "mãe", a planta "filho" assume a posição desta e a planta "neto", por sua vez, assume a posição de planta "filho", e assim sucessivamente.
Segundo o destino que a banana vai ter, pode-se classificar as bananeiras mais cultivadas em cinco grupos:
a. Banana destinada à exportação e mercado interno
‘Baé’, ‘Bout-round’, ‘Caturrão’, ‘Grande Naine’, ‘Gros Michel’, ‘Jangada’, ‘Johnson’, ‘Lacatan’, ‘Monte Cristo’, ‘Nanica’, ‘Nanicão’, ‘Pseudocaule roxo’, ‘Piruá’, ‘Robusta’, ‘Valery’ e ‘Williams’.
b. Banana de mesa para consumo interno
‘Baé’, ‘Bout-round’, ‘Branca’, ‘Canela’, ‘Caru roxa’, ‘Caru verde’, ‘Caturrão’, ‘Colatina ouro’, ‘Congo’, ‘Enxerto’, ‘Figo cinza’, ‘Figo cinza escura’, ‘Figo vermelha’, ‘Figo vermelha rachada’, ‘Giant Fig’, ‘Grande Naine’, ‘Jangada’, ‘Johnson’, ‘Lacatan’, ‘Leite’, ‘Maçã’, ‘Miomba’, ‘Monte Cristo’, ‘Mysore’, ‘Nanica’, ‘Nóbrega’, ‘Ouro’, ‘Ouro da mata’, ‘Ouro mel’, ‘Pachá naadan’, ‘Pacovan’, ‘Padath’, ‘Pão’, ‘Piruá’, ‘Platina’, ‘Prata’, ‘Prata ponta aparada’, ‘Prata Santa Maria’, ‘Prata e Zulú’.
c. Banana para fritar, conhecidas como banana da terra e na língua espanhola como "plátano"
‘Angola’, ‘Carnaval’, ‘D'Angola’, ‘Figo cinza’, ‘Figo cinza-escura’, ‘Figo vermelha rachada’, ‘Maranhão branca’, ‘Maranhão caturra’, ‘Maranhão vermelha’, ‘Mongolô’, ‘Mucocô’, ‘Ouro’ (quando verde), ‘Pão’, ‘Pacova’, ‘Pacoví’, ‘Pacovaçu’, ‘Samburá’, ‘Terra’, ‘Terra caturra’ e ‘Terrinha’.
d. Banana para compota
‘Nanica’ e todos os cultivares do subgrupo Cavendish, ‘Ouro’, ‘Pacovan’, ‘Prata Zulú’, ‘São Domingos’, ‘Terra’ e todos os cultivares do subgrupo Plantain.
e. Banana para passas
‘Branca’, ‘Enxerto’, ‘Nanica’ e todos os cultivares do subgrupo Cavendish.
A banana tem sido tradicionalmente consumida como fruta fresca em mesas das mais diferentes classes sociais, quer como sobremesa ou mesmo como complemento da alimentação.
O tanino que ela possui quando ainda verde, possibilita seu uso sem restrições, como controlador das diarréias em crianças ou adultos, principalmente quando se utiliza o cultivar Maçã, quando ainda "verdolengas".
No meio rural, a cica da banana tem sido aplicada como anti-séptico, nos ferimentos feitos a faca, dada a sua capacidade de estancar hemorragias. Na farmacologia caseira, seu uso é citado constantemente como auxiliar no tratamento das vias respiratórias, principalmente contra asma, tuberculose, pneumonia e também, hepatite.
A banana permite a elaboração de alguns produtos industrializados ou na culinária doméstica, tais como:
Concentrado de polpa de banana, que pode ser apresentado para consumo sob as formas congelada, acidificada ou enlatada assepticamente
ALIMENTO INFANTIL À BASE DE MAÇÃ E BANANA
Alimentos infantis à base de frutas, também denominados purê de frutas ou sobremesa de frutas, caracterizam-se por serem alimentos preparados comercialmente para bebês, apresentando, acima de tudo, elevado aporte nutricional de sais minerais e vitaminas e grande aceitação no mercado varejista.
Além disso, comercialmente, os alimentos infantis apresentam intensa tendência à expansão, visto a grande praticidade de utilização do mesmo, bem como, a possibilidade de inserção de alimentos, na dieta do bebê, que, na maioria das vezes, são rejeitados quando in natura, complementando suas necessidades nutricionais e garantindo, assim, taxas de crescimento adequadas, reposição de energia gasta em atividades, necessidades metabólicas basais e interação dos nutrientes consumidos.
O conteúdo dessa página refere-se a alimento infantil a base de maçã e banana.
Continue conosco e descubra um pouco mais desse importante alimento tão difundido na dieta alimentar de nossas crianças.
Banana-Passa
Para a produção de banana-passa, normalmente empregam-se os cultivares de banana conhecidos como nanica, nanicão, ouro e prata. A preferência por esses cultivares pode ser atribuída a fatores relacionados à qualidade da matéria-prima em relação ao produto final e a fatores econômicos. Essas cultivares apresentam maiores teores de açúcares, são mais aromáticas e quando processadas no estágio de maturação correto, não conferem sabor adstringente ao produto final.
As bananas que possuem variedades apropriadas para a fabricação do produto banana-passa devem ser colhidas em período de maturação adequado, despencadas, lavadas com água clorada, descascadas e selecionadas para descartar os frutos amassados ou manchados. Em seguida, são submetidas a tratamentos pré-lavagem utilizando-se para isso anidrido sulfuroso (SO2) de maneira a preservar sua cor natural. Então, ela passa por um processo de secagem em secador dotado de circulação forçada de ar quente, após elas são acondicionadas por um período de 10 a 15 dias para posteriormente serem embaladas.
Por ser um produto natural, a banana-passa desperta um grande interesse pelos consumidores. É um produto comercializado há anos no mercado internacional e em quantidades que podem ser consideradas limitadas. Alguns dos fatores que têm dificultado a expansão do mercado interno pode-se citar a falta de hábito de consumo, mercado indefinido quanto às exigências do consumidor, falta de uniformidade e padrão de qualidade para os produtos hoje comercializados e, pouca diversificação do produto visando sua utilização industrial, como ingrediente, na fabricação de outros produtos alimentícios.
As bananas do subgrupo Prata não têm sido utilizadas para a produção de banana desidratada e também para o purê devido seu elevado teor de água. Entretanto, a banana ‘Branca’ é muito usada junto com as do subgrupo Cavendish, para melhorar a textura e também o ponto de corte das bananadas.
Da bananeira, dos restos do cacho e da casca da banana podem ser obtidos os seguintes produtos:
a) "palmito" em salmoura
b) torta doce de casca de banana
c) torta doce de engaço
d) torta doce do "coração"
Os restos das bananas e dos cachos descartados têm sido usados na alimentação de bovinos, eqüinos, suínos, etc., com excelentes resultados.Em algumas regiões do Nordeste, as folhas mais velhas das bananeiras, porém, ainda vivas, são cortadas e dadas aos animais.
Os restos de pseudocaule, ainda verdes, têm sido usados como cama, para produção de esterco animal ou ainda, como complemento de ração para os ruminantes.
A composição centesimal da banana, com relação aos seus principais constituintes, encontra-se na tabela nutricional a seguir:
| Constituinte | Média (g/100g) | Variação (g/100g) |
| Umidade | 73,90 | 70,70 - 76,50 |
| Proteína | 1,15 | 1,05 - 1,30 |
| Lipídio | 0,18 | 0,10 - 0,38 |
| Carboidrato | 18,80 | - |
| Fibra alimentar | 2,00 | 1,50 - 2,50 |
| Minerais | 0,83 | 0,68 - 0,95 |
| Vitamina C | 12,00 | 7,00 - 21,00 |
| Valor calórico | 81 kcal/100g |
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Fonte: Souci; Fachmann; Kraut (1986).
MOREIRA, R. S, Banana Teoria e Prática de Cultivo. 2ª Edição, Fundação Cargill, São Paulo, 1999, 299p.
SIMMONDS, N. W. & SHEPHARD, K. The taxonomy and origin of the cultivated bananas. The journal of the Linnean Soc. Botany, London, v.55(359): 302-303, 1973.
SOUCI, S.W.; FACHMANN, W.; KRAUT, H. Food composition and nutrition tables 1986/87. 3rd. rev. compl. ed. Stuttgart: Wissenschaftliche verlagsgesellschaft, 1986. p.833-834.
ALVES, E. J., org. A cultura da banana: Aspectos técnicos, sócio-econômicos e agro-industriais. Brasília: EMBRAPA-SPI/Cruz das Almas, 2º edição - 1999. 585p.
Anuário Estatístico. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.IBGE, Produção de Bananas no Brasil. 1997.
Fonte: www.ufrgs.br

Símbolo dos países tropicais e muito conhecida no mundo todo, a banana é a fruta mais popular do Brasil. Embora não seja nativa do continente americano, adaptou-se muito bem ao nosso solo e clima e transformou-se num dos principais produtos de exportação do país. A bananeira é uma planta de caule subterrâneo, que se desenvolve em sentido horizontal, e do qual surgem as folhas. Estas crescem para fora da terra, formando o falso tronco da bananeira. Apenas uma vez na sua vida, cada caule falso dá um ramo de flores, que, aos poucos, vai se transformando num cacho de bananas. 0 cacho é formado por pencas de frutas que, ao todo, podem chegar a somar até duzentas bananas. Depois de ter produzido o cacho, outro pé começa a crescer do rizoma subterrâneo e dele nascerá o próximo cacho.
Existem cerca de cem tipos de banana cultivados no mundo todo, porém os mais conhecidos no Brasil são:
Banana-nanica (banana d'água, banana-da-china, banana-anã ou bananachorona)
Tem casca fina e amarelo-esverdeada (mesmo na fruta madura) e polpa bastante doce, macia e de aroma agradável. Cada cacho tem por volta de duzentas bananas;
Banana-prata (banana-anã-grande)
Fruto reto, de até 15 cm de comprimento, casca amarelo-esverdeada, de cinco facetas, polpa menos doce que a da banana-nanica, mais consistente, indicada para fritar;
Banana-maçã (banana-branca)
De tamanho variado, pode atingir, no máximo, 15 cm e pesar 160 g. É ligeiramente curva, tem casca fina, amarelo-clara, e polpa branca, bem aromática, de sabor muito apreciado. Recomendada como alimento para bebês, fica muito gostosa amassada e misturada com aveia, biscoito ralado ou farinhas enriquecidas;
Banana-da-terra (banana-chifre-de-boi, banana-comprida, pacovão)
São as maiores bananas conhecidas, chegando a pesar 500 g cada fruta e a ter um comprimento de 30 cm. É achatada num dos lados, tem casca amarelo-escura e polpa bem consistente. Só pode ser consumida assada, frita ou cozida;
Banana-de-são-torné (banana-curta, banana-do-paraíso)
Há dois tipos, que se diferenciam apenas na cor da casca - roxa ou amarela. São pouco apreciadas, devido à polpa amarela e ao cheiro muito forte. Recomenda-se consumi-Ias cozidas, fritas ou assadas;
Banana-ouro (iniajá, banana-dedo-de-moça, banana-mosquito, banana-imperador)
É a menor de todas as bananas, medindo no máximo 10 cm. Tem forma cilíndrica, casca fina de cor amarelo-ouro, polpa doce, de sabor e cheiro agradáveis. É muito usada para fazer croquetes.
A banana é uma fruta de alto valor nutritivo. É muito rica em açúcar e sais minerais, principalmente cálcio, fósforo e ferro. Também contém vitaminas A, B1, B2 e C. Fácil de digerir, pode ser dada às crianças a partir dos 6 meses de idade. Como quase não tem gordura, é indicada nas dietas baixas em colesterol.
Se a banana vai ser consumida imediatamente, compre a fruta com casca bem amarela e pequenas manchas marrons, de aspecto firme, sem partes moles ou machucadas e que não tenha as pontas verdes. Se a banana não vai ser consumida logo, dê preferência às que estão ainda ligeiramente verdes. Para acelerar o amadurecimento da fruta, embrulhe em folhas de jornal. Para retardar o amadurecimento, compre a banana em pencas, pois as destacadas ficam maduras mais depressa.
A banana deve ser conservada em lugar fresco e seco. Não é aconselhável guardar na geladeira, pois ela perde o sabor e se deteriora com multa facilidade. Se quiser guardar bananas já descascadas, coloque dentro de um recipiente que possa ser bem fechado e mantenha em lugar seco. Para evitar que fique escura, pingue algumas gotas de limão.
Fonte: www.horti.com.br