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Butiá

Butiá

Fruto comestível, com polpa suculenta, aromática e adocicada, muito apreciado pela fauna e pelo homem, o butiá ocorre, principalmente, no ambiente de cerrado, com ampla distribuição no Sudoeste de Goiás, mais especificamente no município de Jataí, que, pela abundância da área, recebeu a denominação popular de "palmeira-jataí".

Esses dados constam de pesquisa desenvolvida no Instituto do Trópico Subúmido (ITS) da Universidade Católica de Goiás e faz parte de um projeto maior, denominado "Estudo da germinação e desenvolvimento da família palmae nativas do Cerrado", coordenado pelo professor mestre Roberto Malheiros, que tem na sua equipe os pesquisadores geógrafos especialistas Teodorico de Lima Brito e Dircilene Rosa de Oliveira Gontijo.

Os resultados obtidos sobre a germinação de Butiá purpurancens foram alcançados após diversos experimentos desenvolvidos pelo pesquisador Teodorico de Lima Brito, que conseguiu um percentual de 25% após seis meses do plantio. Apesar do baixo percentual e do tempo gasto para germinação, o resultado foi festejado pelos pesquisadores, pois, até o momento, não se conhece nenhum trabalho sistematizado sobre a germinação dessa espécie.

O gênero Butiá abrange uma grande quantidade de espécies que compartilham certas características: caule simples, ereto e espesso, com cicatrizes dos restos dos pecíolos, resistente a geadas e fogo, folhas fortemente arqueadas e frutos comestíveis, com a polpa suculenta, aromática e adocicada, muito apreciado pela fauna do cerrado e pelo homem.

As espécies mais comuns na região dos cerrados são Butiá archeri (coquinho-do-campo), Butiá capitata (butiá azedo), Butiá paraguayensis, segundo o pesquisador Lorenzi. Outro pesquisador, Corrêa, descreve algumas das espécies citadas com o gênero "cocos", Cocos erisospalha, Cocos capitata e Cocos adorata, e as mesmas características já apresentadas.

Fonte: www2.ucg.br

Butiá

Butiá

Origem do nome

O nome Butiá teve sua origem num solitário pé desta planta, que servia como ponto de referência geográfica e localizava-se próximo a uma fazenda, de propriedade de Luíza Severina de Souza (1834) e, posteriormente, Manoel Machado de Lima. Esta planta, através do tempo, emprestou seu nome para abrigar o local da fazenda. Mais tarde, no Cerro do Clemente, onde aflorou o minério de carvão, o nome Butiá serviu de referência a esta baixada e, com o passar do tempo, denominou o Distrito e hoje Município de Butiá.

Aniversário da cidade

O município aniversaria em 09 de outubro. A padroeira da cidade de Butiá é Santa Terezinha, que é comemorada dia 03 outubro.

Histórico do município

O início do povoamento, em Butiá, ocorreu em 17 de julho de 1882.

Em 1907, os primeiros exploradores de carvão, pertencentes a uma rancharia, fundaram uma Vila, dando início, assim, ao município de Butiá.

A primeira notícia de carvão no Rio Grande do Sul data de 1795, atribuída a um soldado português, ferreiro de profissão, em Curral Alto, situado no Município de Minas do Leão, recentemente emancipado do município de Butiá.

Em 17 de novembro de 1960, conforme Lei Municipal nº 38, do município de São Jerônimo, foi elevada à categoria de vila.

Em 09 de outubro de 1963, pela Lei Estadual nº 4.574, através de plebiscito, foi elevado à categoria de cidade (criação do Município), com o nome de Minas do Butiá, sendo instalado como município em 28 de fevereiro de 1964 separando-se do município de São Jerônimo.

Em 17 de julho de 1965, pela Lei nº 4.995, passou a denominar-se Butiá, e não mais Minas do Butiá.

A primeira legislação para a Câmara de Vereadores foi de 1964 a 1968.

Fonte: www.todafruta.com.br

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