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Butiá

 

Butiá
Butiá

Nome científico:

1) Butia eriospatha (sinonímia: Cocos eriospatha, Butia eriospatha subsp punctata, Syagrus eriospatha)
2)
Butia purpurascens

Família: Arecáceas (sinonímia: Palmas)

Nome comum:

1) butiá, butiá-da-serra, butiazeiro, butieiro, butiá-branco, butiá-veludo.
2) butiá, palmeira-jataí, coqueiro-de-vassoura.

Origem

Brasil

1) Região serrana dos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul
2)
Cerrados da região sul do estado de Goiás e do Triângulo Mineiro, Minas Gerais.

Descrição e característica da planta

No Brasil, existem várias palmeiras com a denominação butiá. Dessas, aqui serão abordadas duas que se desenvolvem naturalmente em regiões e condições bastante distintas.

1) Butiá-da-serra

As plantas são perenes, atingem 4 a 5 metros de altura e o seu tronco (estipe), 40 centímetros de diâmetro. As folhas são verde-acinzentadas, em número de 20 a 22 por planta, com cerca de 2 metros de comprimento e possuem 77 a 92 pinas (folíolos) de cada lado da nervura principal da folha (raque). Cada pina mede, na região intermediária da folha, aproximadamente 62 centímetros de comprimento por 2,5 centímetros de largura. As inflorescências (cachos) são ramificadas, formadas entre as folhas e medem 40 a 90 centímetros de comprimento. Os frutos globosos medem 1,8 centímetros de diâmetro e a polpa (mesocarpo) de frutos maduros é carnosa, sem fibra e adocicada. No seu interior contém 1 a 3 sementes. A propagação é feita por sementes de moderada capacidade de germinação e demora 2 a 3 meses para sua emergência.

2) Palmeira-jataí

Planta perene, nativa do cerrado das regiões do Sul de Goiás e do Triângulo Mineiro, Minas Gerais. Ela atinge 1 a 4 metros de altura e o seu tronco (estipe), 15 a 16 centímetros de diâmetro. As 10 a 25 folhas por planta são verde-acinzentadas com 80 a 120 centímetros de comprimento e contém 52 a 58 pinas (folíolos) em cada lado da nervura-central (raque) da folha. As pinas intermediárias na folha medem de 45 a 60 centímetros de comprimento por 1,60 a 1,80 centímetros de largura. As inflorescências ramificadas são formadas entre as folhas. Os frutos ovalados geralmente são arroxeados ou amarelados, aromáticos e medem 2,5 a 3 centímetros de comprimento. A polpa (mesocarpo) de frutos maduros é carnosa, quase sem fibra e com sabor doce-acidulado. No seu interior contém 1 a 2 sementes. A propagação é feita por sementes que têm baixa capacidade de germinação e demora 5 meses para sua emergência.

Produção e produtividade

O butiá-da-serra frutifica abundantemente no verão, enquanto que a palmeira-jataí, na primavera.

Utilidade

1) Butiá-da-serra

Os frutos são comestíveis e muito apreciados ao natural e usados no preparo de sucos, geléias e como tempero de aguardente. A planta é indicada nos trabalhos de paisagismo em parques, jardins e praças urbanas.

2) Palmeira-jataí

A frutificação é moderada na primavera. Os frutos são comestíveis ao natural, embora pouco apreciados, e usados na preparação de sucos e geléias. As folhas são usadas na confecção de vassouras e as plantas, por apresentar uma bela arquitetura, são indicadas nos trabalhos de paisagismo.

Cada 100 gramas da parte comestível de Butiá possui:

Calorias 105,00 kal
Proteínas 1,90 g
Lipídios 2,00 g
Glicídios 22,80 g
Carboidratos 22,80 g
Fibra 7,40 g
Cálcio 20 mg
Fósforo 36 mg
Ferro 2,20 mg
Vitamina A ( Retinol ) 30 mcg
Vitamina B1 (Tiamina ) 0,04 mg
Vitamina B2 ( Riboflavina ) 0,04 mg
Vitamina B3 (Niacina ) 0,50 mg
Vitamina C ( Ácido Ascórbico ) 33,00 mg

Tabela do IBGE 2011

Fonte: globoruraltv.globo.com

Butiá

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Liliopsida

Ordem: Arecales

Género: Butia

Nome Popular: Butiá

Nome Científico: Butia eriospatha (Mart. Ex Drude) Becc.

Família Botânica: Arecaceae

Sinônimo: Cocos eriospatha Mart. Ex Drude, Syagrus eriopatha (Mart. Ex Drude) Glassm.

Características Gerais

Palmeira nativa da América do Sul, também conhecida por MACUMÁ e que ocorre nas matas e campos das regiões altas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.O nome de butiá-felpudo é devido à espessa lanugem acastanhada na parte externa da espata.

Sua altura varia de 4 a 6 m e seu diâmetro (DAP) de 20 a 40 cm, caracterizando-se pelo estipe revestido de bainhas e pecíolos velhos na região abaixo da coroa de folhas.Suas folhas pinadas, com coloração azul-esverdeada, podem chegar a 2 m de comprimento, com um pecíolo geralmente recoberto, na base, por delicados espinhos.

É uma planta monóica. A inflorescência interfoliar, de 1 m de comprimento, é densamente ramificada, possuindo uma espata de até 12 m de comprimento, acanoada e ereta.

A floração amarela ocorre de setembro a janeiro. Os frutos, pequenos, globosos e amarelos, amadurecem no verão e são consumidos ao natural ou sua polpa é usada na produção de licor e vinho.

Da semente, pode ser extraído um tipo de azeite comestível. Seu estipe, de boa durabilidade, é usado em construções rústicas e as fibras das folhas, para a fabricação de chapéus, cestos, cordas e enchimentos de colchões e estofados.

Espécies

O termo butiá é a designação comum às palmeiras do gênero Butia, com nove espécies conhecidas, nativas da América do Sul. Possuem em geral estipe médio, com cicatriz de pecíolos antigos, longas folhas penatífidas us. em obras trançadas, e pequenas drupas comestíveis, com semente oleaginosa.

O termo butiá pode remeter ainda, mais especificamente, à Butia capitata, uma palmeira de até 7 m, nativa do Paraguai, Brasil (de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul), Argentina e Uruguai, cujo estipe é utilizado no fabrico de papel. De seus frutos, alaranjados, se faz geléia, licor, cachaça e vinagre, e das sementes, comestíveis, se extrai óleo. Também é conhecida pelos nomes de butiá-açu, butiá-azedo, butiá-branco, butiá-da-praia, butiá-de-vinagre, butiá-do-campo, butiá-miúdo, butiá-roxo, butiazeiro, cabeçudo, coqueiro-azedo, guariroba-do-campo e palma-petiza. No estado do Rio Grande do Sul esta palmeira também é conhecida como jerivá.

Butiá
Butiá

Fonte: www.frutas.radar-rs.com.br

Butiá

O que é

Fruto comestível, com polpa suculenta, aromática e adocicada, muito apreciado pela fauna e pelo homem, o butiá ocorre, principalmente, no ambiente de cerrado, com ampla distribuição no Sudoeste de Goiás, mais especificamente no município de Jataí, que, pela abundância da área, recebeu a denominação popular de "palmeira-jataí".

Esses dados constam de pesquisa desenvolvida no Instituto do Trópico Subúmido (ITS) da Universidade Católica de Goiás e faz parte de um projeto maior, denominado "Estudo da germinação e desenvolvimento da família palmae nativas do Cerrado", coordenado pelo professor mestre Roberto Malheiros, que tem na sua equipe os pesquisadores geógrafos especialistas Teodorico de Lima Brito e Dircilene Rosa de Oliveira Gontijo.

Os resultados obtidos sobre a germinação de Butiá purpurancens foram alcançados após diversos experimentos desenvolvidos pelo pesquisador Teodorico de Lima Brito, que conseguiu um percentual de 25% após seis meses do plantio. Apesar do baixo percentual e do tempo gasto para germinação, o resultado foi festejado pelos pesquisadores, pois, até o momento, não se conhece nenhum trabalho sistematizado sobre a germinação dessa espécie.

O gênero Butiá abrange uma grande quantidade de espécies que compartilham certas características: caule simples, ereto e espesso, com cicatrizes dos restos dos pecíolos, resistente a geadas e fogo, folhas fortemente arqueadas e frutos comestíveis, com a polpa suculenta, aromática e adocicada, muito apreciado pela fauna do cerrado e pelo homem.

As espécies mais comuns na região dos cerrados são Butiá archeri (coquinho-do-campo), Butiá capitata (butiá azedo), Butiá paraguayensis, segundo o pesquisador Lorenzi. Outro pesquisador, Corrêa, descreve algumas das espécies citadas com o gênero "cocos", Cocos erisospalha, Cocos capitata e Cocos adorata, e as mesmas características já apresentadas.

Fonte: www2.ucg.br

Butiá

Butiá
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Butiá
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NOME INDIGENA

Butiá vem do Tupi e significa “Fruto de fazer vinagre”

Origem

Restinga arbustiva do Paraná ao Rio Grande do Sul, Brasil.

Características

Palmeira com caule único de 3 a 6 m de altura. O tronco é marcado pelos anéis resultantes da queda das folhas. Cada folíolo tem margens em forma de dentes.

As inflorescências saem do meio das folhas.

Dicas para cultivo

É uma planta de crescimento moderado que adapta-se a vários tipos de solos de drenagem rápida, ricos em matéria orgânica e profundos. É resistente a geadas de até -5 grau. A planta só frutifica tanto na sombra (50%) como em pleno sol.

Mudas

As sementes conservam-se por longo tempo (8 anos) e germinam sem nenhum tratamento entre 120 dias a 2 anos. As mudas crescem lentamente, com 4 folhas definitivas após 2 anos, quando já podem ser plantadas. Frutifica em 6 a 8 anos após o plantio.

Plantando

Recomendo que seja plantada a pleno sol num espaçamento 6x6 m. Melhor época de plantio é dezembro a janeiro, convém irrigar com 20 de água após o plantio e a cada 15 dias se não chover. As covas devem se bem adubadas com composto orgânico bem curtido, acrescentando 1 lata de 18 l de areia de rio, + 1 kg de calcário e 1 kg de cinza de madeira, não é necessário adubação química.

Cultivando

A planta cresce lentamente e não necessita de cuidados especiais, é ideal para ornamentar jardins e praças. Adubar apenas com 30gramas de N-P-K 4-14-8 distribuídos apenas superficialmente, à partir do terceiro ano após o plantio, dobrar a quantidade por 4 anos, depois manter a quantia; acrescentando também 5 l de cama de frango bem curtida no inicio da primavera.

Usos

Os frutos são ideais para fazer suco e quando fermentado produz ótimo vinagre.

Fonte: frutasraras.sites.uol.com.br

Butiá

Butiá
Butiá

O que é

Conhecida também como, coquinho azedo, é uma fruta nativa do cerrado, e seu nome científico é Butia capitata.

Os frutos pequenos, globosos e amarelos, amadurecem no verão e são consumidos ao natural ou sua polpa, fortemente aromática, é usada na produção de licor e vinho.

É considerada uma fruta com teor de lipídico elevado, se comparado com frutas normalmente consumidas; Da semente, pode ser extraído um tipo de azeite comestível. Assim como a maioria das frutas normalmente consumidas, a polpa do coquinho-azedo (butiá) apresenta baixo teor protéico, porém seu teor de fibra detergente neutro, que determina celulose, hemicelulose e lignina, é elevado, e também pode ser considerada rica em vitaminas e alguns minerais, como o potássio.

A polpa do butiá apresenta teor de vitamina C bem elevado (53mg de ácido ascórbico em 100g de polpa). A vitamina C é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas complexas necessárias para o funcionamento adequado do organismo. É uma das vitaminas hidrossolúveis, o que significa que seu organismo usa o que necessita e elimina o excesso. Ela tornou-se popular em virtude do seu papel como antioxidante, com potencial de oferecer proteção contra algumas doenças e contra os aspectos degenerativos do envelhecimento. Mas, devemos considerar, o excesso de vitamina C pode causar efeitos colaterais, como náuseas e diarréia.

Além do ácido ascórbico, possui grandes quantidades de pró-vitamina A (Retinol RAE), se comparada a outras frutas convencionalmente consumidas e consideradas ricas em carotenóide pró-vitamina A, como a manga e a acerola. Um copo de suco contendo 100g de polpa de coquinho-azedo poderia suprir cerca de 40% das necessidades diárias de vitamina A (300-400 RAE dia) para crianças menores de 8 anos de idade e 100% das necessidades diárias de vitamina C (45mg dia) para homens e mulheres.

Possui ainda compostos fenólicos elevados, como a catequina (163-259 mg de catequina equivalente por 100g de polpa), que exerce vários benefícios para a saúde, como prevenção contra o câncer, redução do processo de envelhecimento, controle da pressão arterial, auxílio na perda de peso, e controle do colesterol.

Fonte: www.frutadahora.com.br

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