
Compostas.
Escarola, endívia.
Raiz e folhas. Principais constituintes: Chicorina (glucosídio), óleo essencial, inulina, tanino, matérias mucilaginosas, resinosas, pépticas, princípio amargo (intibina), insulina, lactocopicrina, ácido chicorésico, sal de potássio.
Colagogo, estomáquico, depurativo, diurético, laxativo.
Usado nos embaraços digestivos e biliares, produzindo efeito diurético e laxativo, na insuficiência biliar, hepatismo, anemia, astenia, estimula o metabolismo, artrite. Raramente empregado como febrífugo.
Fonte: www.emedix.com.br

A chicória, botanicamente Cichorium indívia, L., pertencente às famílias das Compostas, é encontrada sob duas formas ou tipos: lisa, também conhecida por escarola e crespa. As chicórias do primeiro grupo são as mais apreciadas e entre elas destacam-se a “Lisa Imperial”, “Lisa da Batavia” e “Branca de coração cheio”.
Como principais representantes do segundo grupo encontramos a “Crespa de Ruffec” e a “Crespa de Meaux”. Ambos os tipos são consumidos sob a forma de saladas ou cozidos.
A adubação mais aconselhável para os terrenos de cultivo desta cultura só pode ser recomendada após o exame da fertilidade do solo, contudo, quando a plantação for executada em solos de média fertilidade a seguinte adubação poderá satisfazer plenamente as exigências da cultura:
Esterco de curral bem curtido: 8 kg/m2
Adubo químico 10-10-10: 100g/m2
O espaçamento mais recomendado é de 30 x 30 cm.
A época de plantio mais aconselhável está condicionada à variedade que se vai cultivar, embora o cultivo possa ser executado o ano todo.
A chicória Lisa Imperial e a Crespa de Meaux produzem melhor de agosto a janeiro, nas condições do planalto paulista e a Crespa de Ruffec prefere os meses de março a junho.
A semeadura desta hortaliça é realizada da seguinte maneira: primeiramente, nos canteiros de semeação, procede-se a semeadura utilizando-se 4g/m2 de sementes.
Após ter transcorrido quatro a cinco semanas as plantinhas terão 4 a 6 folhas, momento do transplante para o local definitivo.
Rega-se abundantemente.
Para se conseguir chicórias de melhor apresentação, mais claras e tenras, recorre-se ao estiolamento, procedendo da seguinte forma: amarra-se um cordão ou material similar de modo a proteger o “coração” da planta dos raios solares e mantendo-se neste estado por uns 15 dias. As regas não deverão atingir o “coração” da planta.
Outros tratos culturais importantes são as irrigações freqüentes e em bom número de escarificações, mantendo o solo fofo, a fim de possibilitar à planta melhores condições de desenvolvimento.
A colheita será realizada de 80 a 90 dias após a semeadura, com rendimento aproximado de 25 a 30 toneladas por hectare.
Fonte: www.criareplantar.com.br