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Louro

Louro

Originário da Ásia Menor, o louro, Laurus nobilis L. (LAURACEAE), é uma das espécies contempladas pelo projeto “Produção, processamento e comercialização de ervas medicinais, condimentares e aromáticas” coordenado pela Embrapa Transferência de Tecnologia – Escritório de Negócios de Campinas, SP, em parceria com a Embrapa Pantanal (Corumbá, MS), Embrapa SemiÁrido (Petrolina, PE) e nos Escritórios de negócios de Dourados (MS), Canoinhas (SC), e Petrolina (PE) da Embrapa Transferência de Tecnologia, o qual tem por objetivo treinar técnicos e qualificar pequenos agricultores e seus familiares em produção e manipulação de ervas com boas práticas agrícolas e de higiene que atendam às demandas dos segmentos de fármacos e condimentos.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA

Árvore, ou arvoreta, perenifólia com ramos eretos que pode atingir até 15 metros de altura; caule glabro, de casca lisa e escuro; folhas persistentes, pecioladas, alternas, elípticas ou lanceoladas, coriáceas com bordas onduladas, inteiras, lisa, de coloração verde brilhante na face superior e verdepálida na face inferior; flores pedunculares de coloração amarelada organizadas em fascículos axilares. Flores masculinas e femininas se desenvolvem em plantas separadas; fruto (baga) globoso contendo uma semente, que quando maduro adquire uma coloração negra.

COMPOSIÇÃO QUÍMICA

Óleo essencial com geraniol, cineol, eugenol, linalol, terpineno, pineno, costunolide e deacetillaurebiolide, taninos, açúcares e pectinas.

FORMAS DE PROPAGAÇÃO

Sementes ou mudas produzidas a partir de estacas do caule.

CULTIVO

Espaçamento de 1,2 x 1,2 metros. No Brasil, prefere regiões de clima temperado. Porém, não resiste à geada. Prefere solos ricos em matéria orgânica, bem drenados e com boa luminosidade. Recomenda-se uma adubação com esterco de gado bem curtido, esterco de galinha ou composto orgânico, quando necessário.

COLHEITA E BENEFICIAMENTO

A colheita é feita quando as folhas estiverem bem desenvolvidas, em qualquer época do ano. As folhas devem ser secas à sombra e em local ventilado e, logo após, guardadas em sacos de papel, pano ou vidro; os frutos devem ser colhidos quando estiverem bem maduros.

REQUISITOS BÁSICOS PARA UMA PRODUÇÃO DE SUCESSO:

Utilizar sementes e material propagativo de boa qualidade e de origem conhecida: com identidade botânica (nome científico) e bom estado fitossanitário

Focar a produção em plantas adaptadas ao clima e solo da região

O plantio deve ser realizado em solos livres de contaminações (metais pesados, resíduos químicos e coliformes)

A água de irrigação deve ser limpa e de boa qualidade

O cultivo deve ser preferencialmente orgânico: sem aplicação de agrotóxicos, com rotação de culturas, diversificação de espécies, adubação orgânica e verde e controle natural de pragas e doenças

É importante dimensionar a área de produção segundo a mão-de-obra disponível, uma vez que a atividade requer um trabalho intenso

A qualidade do produto é dependente dos teores das substâncias de interesse, sendo fundamentais os cuidados no manejo e colheita das plantas, assim como no beneficiamento e armazenamento da matéria prima

Além dos equipamentos de cultivo usuais, é necessária uma unidade de secagem e armazenamento adequada para o tipo de produção.

O mercado é bastante específico, sendo importante a integração entre produtor e comprador, evitando um número excessivo de intermediários, além da comercialização conjunta de vários agricultores, por meio de cooperativas ou grupos.

REFERÊNCIAS

CARVALHO, A. F. Produção comercial de plantas medicinais. Viçosa, MG: CPT, 1999, 78p.

CORRÊA JÚNIOR, C.; SCHEFFER, M. C; MING, L. C. Cultivo agroecológico de plantas medicinais, condimentares e aromáticas. 1 ed. Brasília, DF: MDA, 2006, 75p:il.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais do Brasil. Nova Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2002, 544p:il.

LOW, T.; RODD, T.; BERESFORD, R. Segredos e virtudes das plantas medicinais. Rio de Janeiro, RJ. READER'S DIGEST. 1 ed., 1994, 416p:il.

PANIZZA, S. Plantas que curam. São Paulo, SP: IBRASA, 28 ed., 1997, 279p:il.

WYK, B-E van; WINK, M. Medicinal plants. First edition. Portland, OR. Timber Press, 2004, 480p:il.

Fonte: cpap.embrapa.br

Louro

Louro

NOME CIENTÍFICO

Laurus nobilis

DESCRIÇÃO DA PLANTA

AROMA E SABOR

Tem sabor suavemente amargo.

ORIGEM

Sul da Europa e Ásia Menor

COMPOSIÇÃO

Ferro

Vitamina A

Vitamina E

PROPRIEDADES

FUNÇÕES TERAPÊUTICAS

Alivia azia, mau hálito e indisposição estomacal : (faça um chá com três folhas de louro, adicionando suco de limão e bastante açúcar).

HISTÓRICO E CURIOSIDADES

O louro é símbolo as poesia, das letras e do sucesso.

A palavra “bacharelato” vem do latim “baccalaurus”, o que quer dizer “ formando coberto de louros”.

Nas antigas Grécia e Roma, formavam as coroas usadas pelos vencedores de batalhas ou disputas esportivas, assim como os poetas (de onde se originou o termo "laureado").

PARTES USADAS

Folhas.

FORMAS EM QUE SE ENCONTRA

Fresco, seco ou desidratado.

COMO CONSERVAR

Fresco – guarde suas folhas, depois de limpas, em recipiente fechado, ou sacos plásticos próprios para alimentos, da geladeira, por alguns dias.

Seco ou desidratado – guarde-o em vidros fechados, (de preferência escuros), em local protegido da umidade e luminosidade.

CURIOSIDADES MISTICAS

USO GERAL

USO INDICADO EM ALIMENTOS

(Devido ao seu aroma forte, a quantidade deve ser bem dosada, para que não camufle o aroma e sabor dos outros ingredientes).

Este condimento vai bem com qualquer tipo de prato salgado, desde que bem dosado

Seu uso é adequado em pratos que exigem cozimento longo, pois seu óleo essencial é liberado lentamente]

Fonte: www.sensibilidadeesabor.com.br

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