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Mama-Cadela

Mama-Cadela

Nome científico

Brosimum guadichaudii.

Família

Moraceae

Sinônimos botânicos

Alicastrum gaudichaudii (Trécul) Kuntze, Brosimum gaudichaudii fo. Macrophyllum Hassl., Brosimum glaucifolium Ducke, Brosimum pusillum Hassl. Outros nomes populares: mamica-de-cadela, boloteiro, faveira, pão-de-arara, algodão-doce, algodãozinho, amoreira do mato, conduri, conoru, inhare, ipê-do-sertão, irerê, mama-cachorra, mama-de-cachorro, mururerana.

Constituintes químicos

Bergapteno, psoraleno, saponinas, taninos, protoantocianidinas, alcalóides, furonocumarinas lineares. As furocumarinas possuem ação fotossensibilizante, aumentando a pigmentação da pele, por isso tratam em casos específicos de vitiligo.

Propriedades medicinais

Antigripal, antioxidante, cicatrizante, depurativa, estomáquica e fotossensibilizante.

Indicações

Bronquites, dicromia, gripes, má-circulação do sangue, pele despigmentadas pelo vitiligo ou por outras manchas, úlcera gástrica, resfriados. Parte utilizada: casca das raízes, frutos, folhas.

Contra-indicações / cuidados

Possível fotoenvelhecimento e câncer de pele, por isso deve ser usado com acompanhamento médico e precaução.

Modo de usar

Decocção ou infusão da casca das raízes e folhas em banhos diários nas regiões da pele despigmentadas pelo vitiligo ou por outras manchas; pode-se associá-la ao cipó-de-são-joão.

Usar dia sim, dia não. Evitar sol excessivo nos dias das aplicações; - decocção ou maceração no vinho seco dos ramos com as folhas: depurativa, má-circulação do sangue. - Planta pó: 1 cápsula de 500mg ao dia.

Referências Bibliográficas

1.UFJF – projeto Identificação, Quantificação e Determinação estrutural de óleos essenciais para avaliação farmacológica e toxicológica. 2.www.plantamed.hpg.ig.com.br

Fonte: www.opcaofenix.com.br

Mama-Cadela

Mama-Cadela

Nome científico

Brosimum gaudichaudii (sinonímia: Alicastrum gaudichaudii)

Família

Moráceas

Nome comum

Mama-cadela, mamica-de-cadela, algodãozinho, irerê

Origem

Brasil

Descrição e característica da planta

É uma planta perene, arbórea, com 4 a 5 metros de altura. Ela ocorre em várias regiões do Brasil, principalmente nas áreas remanescentes dos cerrados, e abrangem o Distrito Federal e os estados de Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, São Paulo e Tocantins.

As folhas são simples, coriáceas (aspecto de couro), caducas (caem durante o inverno ou na época de longa estiagem nas regiões de clima quente), a forma é elíptica, com cerca de 16 centímetros de comprimento por 7 centímetros de largura e nervuras mais claras.

As flores são pequenas, sem pétalas, monóicas (têm flores masculinas e femininas separadas na mesma planta), autoférteis e emitidas nas axilas das folhas com os ramos.

Os frutos são globosos, com 2 a 3 centímetros de diâmetro, cheios de calosidades, que lembram verrugas, polpa amarela, quando maduros, doces, suculentos e fibrosos.

As condições favoráveis ao seu desenvolvimento e frutificação são: temperatura amena a quente, solos profundos, bem drenados, não é exigente em fertilidade do solo e adaptada ao longo período sem chuva durante o inverno, porque apresenta um sistema radicular bem desenvolvido e profundo nos solos do cerrado. A propagação é feita através de sementes e por estacas de raiz.

Produção e produtividade

Em se tratando de planta do cerrado e ainda explorado de forma extrativista, não existem informações mais concretas sobre a produtividade. Nas condições do cerrado da região de Brasília, DF, cada árvore produz 30 a 100 frutos.

Possivelmente, essa produtividade pode ser bem maior, se cultivadas em pomares comerciais e com adubações para aumentar o seu desempenho, mas pouco se sabe sobre o comportamento dessa planta quanto à ocorrência de pragas e de doenças.

Utilidade

Os frutos maduros são consumidos ao natural e muito apreciados pelas populações locais. A polpa fibrosa funciona como goma de mascar natural.

Consumidos também na forma de sucos, doces, bebidas e sorvetes, além de diversos usos na medicina popular. A planta pode ser usada na arborização de praças, parques e na recomposição de matas de áreas degradadas e de matas ciliares.

Fonte: globoruraltv.globo.com

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