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Mamona

Mamona

Partes usadas

Óleo das sementes e as flores.
Família

Euforbiáceas
Características

Caracteriza-se por folhas grandes palmadas e frutos rodeados de espinhos e contendo três sementes em seu interior.

De seus frutos, extrai-se o óleo de mamona ou de rícino, que encerra em sua composição 90% de ácido graxo ricinoléico, o que representa uma fonte praticamente pura desse ácido, fato raro na natureza. É também conhecida como mamoneira, palma-Christi, carrapateiro e rícino.
Outros Nomes

Mamoneira, palma-christi, rícino. Port.: rícino, bafureira, carrapateiro; Esp.: rícino, higuerillo; Fr.: ricin; Ing.: castor bean.
Dicas de Cultivo

O plantio é feito de outubro-novembro. Plantar duas sementes no espaçamento indicado. Não é necessário desbaste.
Princípio ativo

Alcalóides (ricinina), glucoproteína (ricina), dentre outros.
Propriedades

Vermífugo, purgante (uso interno), emoliente e cicatrizante (uso externo).
Indicações

Combate a parasitos intestinais e externamente é usado para combater eczemas, herpes, erupções, feridas, queimaduras e calvície.
Toxicologia

A ingestão de suas sementes pode ser mortal, tanto para crianças (3 sementes) como para adultos (15 sementes).

Fonte: www.cantoverde.org

Mamona

Mamona

A mamoneira é uma planta de alto valor econômico. É o melhor óleo vegetal para fins industriais, pois, não muda as suas características, em altas e baixas temperaturas.

ORIGEM

A mamona (Ricinus communis L.), pertence à família Euphorbiaceae.
A mamoneira, mais conhecida como “carrapateira”, “rícino”, "castor seed" ou “ planta christi” é uma planta muito exótica de origem afro-asiática. Nativa e muito resistente ela é encontrada em grande quantidade na Etiópia, na região do Sennaar e Índia.

CARACTERÍSTICAS

É uma planta de hábito arbustivo, com diversas colorações de caule, folhas e racemos (cachos), podendo ou não possuir cera no caule e pecíolo. Os frutos, em geral, possuem espinhos e, em alguns casos, são inermes. As sementes apresentam-se com diferentes tamanhos, formatos e grande variabilidade de coloração.

O óleo de mamona ou de rícino, extraído pela prensagem das sementes, contém 90% de ácido graxo ricinoléico, o qual confere ao óleo suas características singulares, possibilitando ampla gama de utilização industrial, tornando a cultura da mamoneira importante potencial econômico e estratégico ao País. 

A torta de mamona é utilizada como adubo orgânico possuindo, também, efeito nematicida.

PLANTIO

O período ótimo de plantio está compreendido entre outubro e novembro, com queda na produtividade com o afastamento dessa época.

Para cultivares de porte alto o espaçamento é de 2,50 a 3,00 m entre linhas e 1,00 m entre plantas. Gasto de sementes de 4 kg/há.

Para cultivares de porte baixo o espaçamento é de 1,00x1,00 m ou 1,50x0,50 m. Gasto de sementes de 8 a 10 kg/ha. A semeadura é na profundidade de 5 cm, semeando-se duas sementes e desbaste de uma planta após a germinação.

Recomenda-se o plantio dos cultivares de porte alto de mamona, em fileira dupla, em consorciação com culturas de ciclo curto. O espaçamento para a mamona é de 1,00x1,00 m deixando-se de 3 a 4 m entre as fileiras duplas para as culturas intercalares. A técnica possibilita o aproveitamento racional do solo otimizando o retorno econômico por unidade de área.

Mamona

PRODUÇÃO

No Brasil, a produtividade média da mamona está em torno de 646 kg ha-1, ainda muito baixa ao se considerar, por exemplo, que no Estado de São Paulo, na safra 2002/2003, a média de produtividade ficou em torno de 1.600 kg ha-1 (Conab, 2006).

Segundo dados do IBGE (2004), o Estado da Bahia é o principal produtor nacional de mamona com cerca de 149,5 mil hectares plantados na safra 2003/04 (90% da área total do país) e uma produção estimada de 134,9 mil toneladas (89% da produção nacional).
Segundo Beltrão, da Embrapa, a amêndoa representa 75% em peso da baga e contém entre 43% e 49% de óleo.

Mamona

UTILIZAÇÃO

O óleo de mamona possui uma gama muito extensa de aplicações: é utilizado como matéria prima para fabricação de batom, é utilizado como lubrificante de motores, incluindo turbinas de avião a jato, motores de foguetes e etc.

Tem larga aplicação de tintas, vernizes, sabões, detergentes, inseticidas, fungicidas, bactericidas, papel carbono, velas, crayon, produtos sintéticos, plásticos, produtos farmacêuticos, nylons, desinfetantes, revestimentos protetores, adesivos, borrachas isolantes, colas especiais, tubos especiais para irrigação, graxas especiais para navios e aviões, chapas e engrenagens, aditivos para combustíveis, cosméticos, lentes de contacto, fluídos especiais para transmitir pressões hidráulicas. 

Mamona

Mamona

Mamona

Fonte: www.ruralbioenergia.com.br

Mamona

Mamona
Planta de rícino (mamona)

Mamona é a semente da mamoneira (Ricinus communis L.), também conhecida no Nordeste brasileiro como carrapateira, uma euforbiácea, conhecida na língua inglesa como castor bean.

O seu principal produto derivado é o óleo de mamona, também chamado óleo de rícino. Possui diversos usos na medicina popular, como purgativo e mesmo em aplicações atuais e tecnológicas, pois o óleo mantém sua viscosidade em uma ampla faixa de temperaturas.

É também utilizado como base para o biodiesel.

A semente é tóxica devido principalmente a uma proteína, a ricina, que é mortal mesmo em pequenas doses. A semente é de difícil digestão, um processo que libera a toxina. Mais de três sementes podem matar um indivíduo.

Mamona madura
Mamona madura

Fonte: pt.wikipedia.org

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