Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Mandioquinha  Voltar

Mandioquinha

 

A mandioquinha de boa qualidade é firme, lisa e de cor amarelo clara.

Na hora de comprar, prefira as raízes mais retas, sem muitas reentrâncias e pontos escuros. Para saber quanto comprar, calcule 1/2 kg de mandioquinha para 4 pessoas.

Durante uma semana, a mandioquinha se conserva bem dentro da gaveta da geladeira. Passado esse tempo, ela se torna mole e começa a enrugar, perdendo o sabor. Depois de especialmente preparada, a mandioquinha pode ser congelada.

Uma porção de 100 g de mandioquinha fornece cerca de 125 calorias.

Origem

Mandioquinha
Mandioquinha

Originária dos Andes, talvez seja a planta cultivada há mais tempo na América do Sul.

Recebe em cada região do Brasil uma denominação diferente: mandioquinha-salsa, batata baroa, batata salsa, batata fiuza, batata aipo, aipim branco, cenoura amarela e salsa. Fica deliciosa em purês, sopas, como bolinhos ou chips. Abundante e de preço acessível, Erick Jacquin e Renata Vanzetto avisam que não se pode viver sem experimentar essa hortaliça.

A Mandioquinha

A Mandioquinha (Arracacia xanthorrhiza), também chamada de Mandioquinha-salsa, Batata-baroa, baroa e Batata-salsa, pode atingir cerca de 1 m de altura.

É uma planta herbácea, semiperene, com raízes ricas em vitaminas do complexo B. Sua composição é rica em vitaminas A, B1, B2, C, D e E, carboidratos, potássio, silício, fósforo, enxofre, cloro, cálcio, ferro e magnésio. A raiz é utilizada para fabricação de pães e bolos. Suas folhas podem ser usadas como complemento para ração animal.  

A parte aérea das folhas atinge de 30 a 50 cm de altura, formando uma coroa resultante da brotação da muda. Já a parte externa, ou zona dos filhotes, é um produto de brotações laterais da coroa. Quanto ao consumo das folhas, se jovens podem ser consumidas cruas ou cozidas e se velhas somente após o seu completo cozimento.

Fonte: www.horti.com.br

Mandioquinha

A mandioquinha é uma raiz conhecida por vários nomes: batata baroa, batata baronesa, batata cenoura e cerofolho.

Embora seja uma hortaliça bastante rica em nutrientes, seu consumo é restrito devido ao sabor adocicado, que algumas pessoas acham enjoativo.

Na cozinha, seu uso mais comum é em sopas e purês, ou frita como acompanhamento de carnes.

A mandioquinha é rica em vitaminas do complexo B e em alguns sais minerais, como potássio e ferro.

Originária dos Andes, é um vegetal que apresenta boa resistência a pragas e doenças.

Originária dos Andes, a mandioquinha é largamente utilizada na alimentação humana, principalmente na dieta infantil e de convalescentes, na forma de sopas, podendo ainda ser usada na fabricação de pães e bolinhos. Trata-se de uma planta herbácea, também conhecida por batata-salsa ou batata baroa e suas raízes são ricas em vitaminas do complexo B.

O vegetal se desenvolve melhor em áreas de clima frio e úmido. Esta hortaliça é considerada uma cultura rústica, por isso apresenta boa tolerância a pragas e doenças. A época ideal para o plantio ocorre de março a maio ou de setembro a outubro, período de fim e início das chuvas, respectivamente. Durante as estiagens, a irrigação deve ser feita semanalmente e a cultura deve ser mantida livre de plantas daninhas até a cobertura total do solo.

Quanto ao controle de erosão do solo, recomenda-se que o plantio seja realizado em nível; essa prática também facilita o momento da colheita, que pode ser feita depois de um período que varia de oito a doze meses após o plantio. O método é manual, arrancando a planta do solo e destacando as raízes. A produtividade normal varia de 10 a 20 tosneladas de raízes por hectare e normalmente são comercializadas em caixas com 25 quilos.

Mesmo sendo considerada uma cultura rústica, algumas pragas e doenças podem acometer a plantação de mandioquinha.

As pragas mais incidentes são lagarta-rosca, pulgões e formigas- lavapés, que atacam o colo das plantas e os nematóides, que, além de provocarem quebra na produção, depreciam a qualidade das raízes. Todas essas pragas podem ser controladas com a utilização de defensivos agrícolas indicados por especialistas. Já as doenças mais comuns na cultura são a mancha-angular e cercóspora nas folhas e podridão-de-fusário e roselínea nas raízes.

A cultura da mandioquinha salsa tem aumentado de importância em algumas regiões brasileiras, com incremento da área plantada e do consumo. O Paraná é atualmente o maior produtor brasileiro, seguido por Minas Gerais. Porém, as regiões serranas do Espírito Santo e o planalto norte de Santa Catarina também são importantes áreas produtoras. São Paulo, no entanto, apresenta uma área plantada sem muita relevância.

A mandioquinha cultivada no Brasil se restringe a poucas variedades, todas elas com características semelhantes.

A mais utilizada no Brasil é conhecida como Amarela Comum. Outro tipo bastante comercializado é a Amarela de Senador Amaral que é uma cultivar obtida através de seleção de mudas de sementes botânicas coletadas no sul de Minas Gerais.

A mandioquinha é uma planta herbácea, também conhecida por batata-salsa ou batata baroa e suas raízes são ricas em vitaminas do complexo B (riboflavina e piridoxina). Originária dos Andes, é largamente utilizada na alimentação humana, principalmente na dieta infantil e de convalescentes, na forma de sopas, podendo ainda ser usada na fabricação de pães e bolinhos.

A planta se desenvolve melhor em áreas de clima frio e úmido. Esta hortaliça é considerada uma cultura rústica, por isso apresenta boa tolerância a pragas e doenças. A época ideal para o plantio ocorre de março a maio ou de setembro a outubro, período de fim e início das chuvas, respectivamente. Durante as estiagens, a irrigação deve ser feita semanalmente e a cultura deve ser mantida livre de plantas daninhas até a cobertura total do solo.

Quanto ao controle de erosão do solo, recomenda-se que o plantio seja realizado em nível; essa prática também facilita o momento da colheita, que pode ser feita depois de um período que varia de oito a doze meses após o plantio. O método é manual, arrancando a planta do solo e destacando as raízes. A produtividade normal varia de 10 a 20 toneladas de raízes por hectare e normalmente são comercializadas em caixas com 25 quilos.

As pragas que mais incidem sobre as lavouras de mandioquinha são lagarta-rosca, pulgões e formigas-lavapés, que atacam o colo das plantas e os nematóides, que, além de provocarem quebra na produção, depreciam a qualidade das raízes. Todas essas pragas podem ser controladas com a utilização de defensivos agrícolas indicados por especialistas. Já as doenças mais comuns na cultura são a mancha- angular e cercóspora nas folhas e podridão-de-fusário e roselínea nas raízes.

A cultura da mandioquinha salsa tem aumentado de importância em algumas regiões brasileiras, com incremento da área plantada e do consumo. O Paraná é atualmente o maior produtor brasileiro, seguido por Minas Gerais. Porém, as regiões serranas do Espírito Santo e o planalto norte de Santa Catarina também são importantes áreas produtoras. São Paulo, no entanto, apresenta uma área plantada sem muita relevância.

A mandioquinha cultivada no Brasil se restringe a poucas variedades, todas elas com características semelhantes. A mais utilizada no Brasil é conhecida como Amarela Comum.

Outro tipo bastante comercializado é a Amarela de Senador Amaral que é uma cultivar obtida através de seleção de mudas de sementes botânicas coletadas no sul de Minas Gerais. Somente no ano passado, a Ceagesp comercializou 2,5 milhões de caixas com 13 quilos de mandioquinha, com uma média mensal de 2,4 mil caixas vendidas.

Fonte: www.horti.com.br/www.jornalentreposto.com.br

Mandioquinha

Mandioquinha
Mandioquinha

Mandioquinha
Mandioquinha

Melhor variedade: Comum.

Época de plantio: Março - maio ou setembro - outubro (fim ou início das águas); nas regiões serranas: o ano todo.

Espaçamento: 75 x 30cm.

Mudas necessárias: 40.000-50.000/hectare.

Combate à erosão: Plantio em linhas de nível.

Adubação:

No sulco de plantio, por hectare: 400Kg de superfosfato simples
Em cobertura, por hectare, 30-60 dias após o plantio:
200Kg de sulfato de amônio e 50Kg de cloreto de cloreto de potássio.

Tratos culturais: Capinas e amontoas.

Irrigação: Semanalmente, por infiltração, de estiagens. Dispensável nas regiões serranas no Sul do Estado.

Combate à moléstias e pragas

Acaros: Kelthane W, ou similares, nas pastagens, recomendadas
Lagarta-rosca: Sevin 50% molhável.

Produção normal

Raízes: 10 a 20t/ha.

Observações

Plantar as mudas com base cortada pela metade. Cultura própria para as zonas frias e úmidas de serra ou com possibilidade de irrigação. Evitar as zonas quentes e secas.

Fonte: www.agrov.com

Mandioquinha

Cultura da Mandioquinha-Salsa

A mandioquinha-salsa, batata-aipo, batata-baroa, batata-fiúza ou barão, diversas denominações com que é chamada, é uma hortaliça originária dos Andes, sendo assim cultivada em regiões de clima frio, com altitudes entre 1500 e 2500 m. No Brasil, é principalmente cultivada na Região Centro-Sul, principalmente nas áreas elevadas onde ocorrem condições climáticas similares ao seu local de origem, mas com algumas exceções, onde atualmente seu cultivo tem sido bem sucedido em regiões do Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

Seu cultivo, de modo geral no país, é efetuado subseqüente ao da batata. Pertence ao grupo das umbelíferas, que abrange alimentos considerados energéticos.

Apesar de demandar larga mão-de-obra, esta tem sido atendida, em parte, pela utilização do trabalho familiar. Possui um baixo custo de produção, por ser uma cultura rústica.

Mandioquinha
Mandioquinha

Mandioquinha
Mandioquinha

Botânica

A mandioquinha-salsa é provavelmente a planta mais antiga cultivada da América do Sul. Pertence a família Umbelliferae ( Apiaceae), ao gênero Arracacia e a espécie Arracacia xanthorrhiza.

É originária da região andina da América do Sul, correspondida pela Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

A mandioquinha-salsa é uma planta dicotiledônia, herbácea, de porte baixo, com altura variando entre 40 e 60 cm, podendo as folhagens alcançar até 1,5 m de altura. É anual quanto a produção das raízes tuberosas e bianual quanto ao ciclo biológico, a razão pela qual raras vezes completa o ciclo em plantios comerciais.

A parte subterrânea é constituída principalmente pelas raízes tuberosas, em número de quatro a dez, que saem da parte inferior da coroa. As raízes são ovóides, cônicas ou fusiformes, de coloração amarela, com 5 a 25 cm de comprimento e 3 a 8 cm de diâmetro.

As flores são pequenas, com cinco pétalas que se alternam com cinco estames compridos e finos, e são reunidos em inflorescência chamada umbela. O fruto é do tipo diaquênio. As sementes são viáveis.

Clima

Associada a sua origem andina, a cultura no Brasil concentrou-se nas regiões montanhosa, de clima ameno, altitudes entre 600m à 1.500m, precipitação média de 600mm, bem distribuída, de forma a dispensar o uso da irrigação suplementar, e temperatura média anual de 17oC.

Admite-se hoje seu cultivo em regiões de clima como o do Planalto Central onde a temperatura média situa-se na faixa de 20 a25oC, altitudes inferiores a 600m, havendo neste caso, a necessidade de irrigação suplementar.

Pelas características de clima e solo do Planalto Central, deve-se ressaltar alguns fatores para produções elevadas, como: uso de corretivos, exigência de adubação de plantio e em cobertura e irrigação. A temperatura média mais elevada, em relação aos locais tradicionais de cultivo, possibilita o uso de mudas menores e mais novas, o que ocasiona ausência de florescimento e colheitas mais precoces, além de contribuir para o aumento da produtividade.

Cultivares

Há um número muito reduzido de Cultivares (clones) sendo propagados no Brasil. Fitomelhoristas Brasileiros, vem atuando em instituições federais de ensino ou der pesquisa e têm obtido novos clones, usando semente Botânica. Tais cultivares melhorados, apresentam raízes com coloração amarelo-claro ou amarelo-dourada com produtividade e precocidade favoráveis, permitindo a colheita aos oito meses do plantio.

Época de Plantio

Teoricamente pode se plantar o ano todo. Em regiões com possível ocorrência de geadas o plantio é feito de setembro a novembro. Na região sul de Minas os plantios são realizados entres os meses de fevereiro e setembro. De março a maio , o plantio é comum em outras regiões de MG, ES, DF, GO, SP.

Nos meses quentes, com alta precipitação, o risco do apodrecimento das mudas, causado por bactérias, é mais elevado. A grande alternativa para os plantios efetuados entre dezembro e fevereiro é o uso da técnica de pré-enraizamento, em canteiros com telados, com cobertura plástica, ou ainda em recipientes adequados para a formação de mudas de hortaliças. Utilizam-se 2 t/ha de rebentos no plantio.

O espaçamento de plantio é de 70 a 80 x 30 a 40 cm, espaçamentos mais estreitos originam raízes tuberosas menores, que demandarão mais tempo para atingir o tamanho desejado.

Solos

A planta da mandioquinha-salsa desenvolve melhor e é mais produtiva quanto cultivadas em solos de textura média, com boa capacidade de drenagem e bem profundo, uma vez que esta espécie não tolera encharcamento.

Solos anteriormente cultivados com feijão correm o risco de estarem contaminados por Sclerotinia sclerotiorum, fungo causador do "mofo branco" e que ataca a mandioquinha-salsa causando "murcha de esclerocium".

O sistema de cultivo mínimo restringe-se apenas ao coveamento, ele é utilizado em áreas de topografia acidentada, principalmente em associação com o café. Este sistema é viável em solos profundos e friáveis.

Em solos profundos e com topografia mais suave, procede-se à aração e gradagem. Essa prática melhora a estrutura do solo, contribuindo para o bom desenvolvimento das raízes de reserva. Após a gradagem recomenda-se levantar camalhões com altura variável entre 20 e 40 cm, sobre os quais são feitos os sulcos onde é distribuído o adubo de plantio.

Em solos arenoso, de pouca retenção de umidade, não se recomenda o uso de camalhões, mas deve-se proceder neste caso à incorporação de 5 t/ha de cama de galinha ou 10 t/ha de esterco de gado, com o objetivo de melhorar as condições de retenção de umidade e dos nutrientes oriundos da adubação química.

Adubação

A faixa ideal de pH para a cultura é de 5,5 a 6,5; Em solos mais ácidos, a Calagem é recomendado elevando-se a Saturação por Bases a 80%, alem do efeito corretivo, também fornece Ca e Mg.

Em muitos casos, torna-se viável o emprego de fosfato natural como opção mais econômica de fonte de fósforo, uma vez que o ciclo de 10 a 12 meses permitirá a absorção pela planta, durante sua lenta solubilização.

A planta de mandioquinha-salsa responde à adubação fosfatada, na qual doses mais altas de fósforo devem ser combinadas com altas doses de resíduo orgânico. Porém, a prática da adubação com 5 Kg/ha de sulfato de zinco deverá ser considerada. Apesar de pouco utilizada, a adubação orgânica é recomendável para melhorar o desenvolvimento das plantas.

Propagação

Propagação vegetativa

Mudas novas podem diminuir a capacidade de enraizamento, devido ao baixo teor de matéria seca acumulado.

Os rebentos são separados da touceira, selecionando-se os mais vigorosos e sadios. O comprimento dos rebentos variam de acordo com o clone utilizado. Uma touceira pode fornecer de 10 a 30 rebentos ou mudas selecionadas.

Após a colheita, destacam-se as raízes tuberosas e deixam-se as touceiras espalhadas e armazenadas `a sombra, por 10 a 15 dias, para que ocorra o murchamento das folhas. Este murchamento auxilia no enraizamento e no pegamento das mudas no campo, desde que a água não seja fator limitante após o plantio.

OBS: "Propagação por Sementes" não é viável comercialmente, apenas para fins de melhoramento genético

Tratos Culturais

A cultura não é muito exigente em tratos culturais, dependendo das condições pluviométricas regionais, exige-se irrigação, dando atenção especial na fase de crescimento vegetativo. Esta irrigação pode ser realizada através de Aspersão, ou por sulco de irrigação.

Fazer o Manejo das Plantas Daninhas, visando diminuir a concorrência por água, luminosidade, nutrientes, CO2, além de promover maior controle de pragas e doenças das quais são hospedeiras.

Controle Fitossanitário

A cultura não é sujeita a ataques freqüentes de doenças e pragas. A bacteriose podridão- mole pode ocorrer, sendo causada por Erwinia carotovora, provocando danos às raízes tuberosas. Solos mal drenados, temperaturas e pluviosidade elevados, favoracem a doença. Na pós-colheita é agravado por ferimentos ,transporte e comercialização.

Colheita e Comercialização

O ciclo da cultura, do plantio a colheita varia de 8 a 11 meses. O sinal de que a planta completou seu ciclo é o amarelecimento e a secagem das folhas. A produtividade é variável, de 15 a 25 t/ha, sendo até mais elevada quando utilizado material de plantio livre de vírus ou uso de clones melhorados.

Verifica-se, atualmente, uma tendência de incremento no volume comercializado de mandioquinha-salsa.

O fluxo da mandioquinha-salsa comercializada no Brasil está bem definido: Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina concentram a comercialização na CEAGESP, principal centro de consumo e distribuição dessa hortaliça no país.

Referências Bibliográficas

Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Fernando Antônio Reis Figueira – Viçosa: UFV, 2000.
Recomendações para o uso de Corretivos e Fertilizantes em Minas Gerais: 4a Aproximação-CFSEMG-Lavras.1989.Artigos da Internet
Recomendações de Adubação e Calagem para o Estado de São Paulo. Boletim Técnico número 100 – IAC – Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo. 1985.

Fonte: www3.ufla.br

Mandioquinha

Como é a mandioquinha-salsa?

É uma planta herbácea, com altura variando entre 40 e 60 cm, de ciclo entre 6 e 14 meses para produção de raízes tuberosas. A coloração das folhas e do pecíolo varia de verde a roxa. Compõe-se de uma coroa que é originada da muda que formou a planta.

Da parte superior saem ramificações conhecidas como rebentos ou filhotes em número de 10 a 50, de onde nascem as folhas.

Esses rebentos são utilizados para fazer mudas. A parte subterrânea é constituída de raízes tuberosas, em número de 4, 10 ou mais, que saem da parte inferior da coroa.

Essas raízes tuberosas é que são comercializadas. O formato das raízes pode ser ovóide ou cônico, de coloração branca, amarela, arroxeada ou alaranjada, dependendo da variedade.

Mandioquinha
Mandioquinha

Onde ela é indicada para o plantio?

O cultivo pode ser realizado o ano todo em altitudes superiores a 800 metros, porém, em altitudes inferiores, o cultivo de verão pode não ter sucesso.

Como pode ser utilizada?

As raízes são a parte comercial, destinadas à alimentação humana, usadas para o preparo de sopas, pães, bolinhos, etc. As folhas também podem ser utilizadas para fazer saladas e na alimentação de animais, especialmente coelhos e bovinos.

A mandioquinha-salsa é uma boa opção para o produtor?

Sim, por ser uma cultura bastante rústica, ter baixo custo de produção, possibilitando grande retorno econômico, devido aos altos preços alcançados no mercado durante o ano todo.

Quais as características nutricionais da mandioquinha-salsa?

A mandioquinha-salsa faz parte do importante grupo de alimentos considerados energéticos, ou seja, alimentos ricos em carboidratos. Também é excelente fonte de minerais, tais como cálcio, fósforo, ferro, e de vitaminas A, C, do complexo B e Niacina.

Para suprir as necessidades diárias de minerais em crianças, doentes e idosos, 100 gramas de mandioquinha-salsa aão suficientes.

Quais os cultivares de mandioquinha-salsa indicados para o Estado de São Paulo e onde podem ser encontrados?

Amarelo comum: Ciclo de 10 a 12 meses, com potencial de produtividade de 10 toneladas por hectare.
Amarelo Senador Amaral:
Ciclo de 7 a 12 meses e com potencial de produtividade de 25 toneladas por hectare.

Como se propaga a mandioquinha-salsa?

A propagação da mandioquinha-salsa se faz através de rebentos ou filhotes, que são ramificações da parte superior, que formam as folhas. Essas mudas são retiradas de touceiras comerciais produtivas, sadias e vigorosas, as quais são submetidas à rigorosa seleção quanto à fitossanidade (livres de pragas e doenças).

Após eliminação das folhas e raízes, as touceiras devem ser lavadas em água corrente, a fim de eliminar todo resíduo de terra.Os rebentos destacados devem ser mergulhados por quinze minutos em uma solução de um litro de água sanitária para 10 litros de água. Logo a seguir é realizado o corte em bisel das mudas, que são polvilhadas com cal hidratada, a fim de se promover o processo de cura.

Quais os sistemas de plantio de mandioquinha-salsa?

Existem dois sistemas de plantio, o plantio direto e o plantio de mudas pré-enraizadas.

Plantio direto

As mudas preparadas são plantadas no local definitivo, no espaçamento de 40 x 70 centímetros.

Plantio de mudas pré-enraizadas: as mudas preparadas são colocadas em canteiros com um espaçamento de 5 x 5 centímetros e cobertas com uma fina camada de terra. A cobertura morta e o sombreamento até o início da brotação promovem menores perdas de mudas. Após 45 a 60 dias, as mudas enraizadas são transplantadas no local definitivo.

Quais as vantagens do plantio de mudas pré-enraizadas?

O plantio de mudas pré-enraizadas estabelece na lavoura um estande uniforme e uma economia de no mínimo duas capinas, além de irrigações e pulverizações durante esse período de 45 a 60 dias, já que com 100m² de canteiro há a possibilidade de formar um hectares de lavoura.

Durante o período em que as mudas estão no canteiro, há também a possibilidade de retirar mudas que florescem, morrem, adoecem ou são atacadas por pragas, e ainda selecioná-las por tamanho, no ato do plantio.

Quais os tratos culturais para a mandioquinha-salsa?

Devido à sua rusticidade, essa cultura é pouco exigente em tratos culturais. Entretanto, necessita de capinas até o fechamento entrelinhas e no final do ciclo para facilitar a colheita. Na fase inicial da cultura, é necessário o controle de pragas que danificam as mudas. As irrigações proporcionam maior pegamento das mudas e garantem maior produtividade. A cobertura morta entre as linhas também é benéfica para a cultura.

A irrigação é importante para a cultura da mandioquinha-salsa?

A irrigação é fundamental por influenciar diretamente no aumento da produtividade. Entretanto, o excesso de água é tão prejudicial quanto a falta. O manejo correto da irrigação, o conhecimento do solo e do clima da região, bem como a quantidade de água de que a planta necessita em suas diferentes fases de crescimento são muito importantes para o sucesso da cultura.

Fonte: www.cati.sp.gov.br

Mandioquinha

ESPÉCIE -MANDIOQUINHA-SALSA ou BATATA-BAROA ou CENOURA BRANCA ou BATATA-SALSA

Mandioquinha
Mandioquinha

ORIGEM

Originária dos Andes Colombianos, cuja introdução no Brasil ocorreu por volta de 1907, por ocasião da visita do Ministro da Agricultura da Colômbia, que doou mudas à Sociedade Brasileira de Agricultura.

NOME CIENTÍFICO: Arracacia xanthorrhiza Banc.

FAMÍLIA: Apiaceae

EXIGÊNCIA CLIMÁTICA: Frio (15º a 19º)

FORMA DE PROPAGAÇÃO: Muda não recomendável

ÉPOCA DE PLANTIO
INÍCIO DE
COLHEITA
(após o plantio)
Sul
Sudeste
Nordeste
Centro-oeste
Norte
ano todo
ano todo
*
ano todo
*
300-360 dias

 

RICA EM...

Vitamina A, B1, B2, C, D, E, carboidratos, potássio, silício, fósforo, enxofre, cloro, cálcio, ferro, mangésio.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

Do ponto de vista terapêutico é tida como um bom diurético.
Recomendada para a alimentação infantil, de pessoas idosas e convalescentes.

Mandioquinha-salsa ou batata-baroa (Arracacia xanthorrhiza)

As raízes da mandioquinha-salsa ou batata-baroa são sujeitas a cortes e esfoladuras no arranquio e são sensíveis a abrasões e a batidas no manuseio. Todos os cuidados para diminuírem estes ferimentos resultam em melhoria da qualidade do produto e diminuição de perdas por deterioração. Também é importante a seleção de cultivares menos propensas ao desenvolvimento de infeções pós-colheita (Giordano et al., 1995)

A colheita da mandioquinha-salsa costuma ser feita quando a raiz atinge um diâmetro de 3 a 4 cm, ainda que a folhagem da planta não tenha amarelecido. Raízes com diâmetro maior que 4 cm tem menor valor comercial. Se o preço estiver desfavorável a colheita pode ser atrasada algumas semanas. A mandioquinha-salsa deve ser produzida em solos soltos de coloração clara, para que apresente boa aparência e maior vida útil na comercialização. Em solos soltos a mandioquinha pode ser arrancada dos solo com as mãos, em solos mais compactados há necessidade de uma afrouxamento do solo que pode ser feito enchadão (Santos, 1997). Em cultivos maiores o afrouxamento do solo para colheita pode ser feito com arrancadeiras.

A lavação da mandioquinha-salsa é uma operação opcional para a apresentação de produto com boa aparência para o consumidor. Recomenda-se a renovação freqüente da água nos lavadores, o emprego de cloro e a completa secagem da superfície das raízes, para evitar ataques de podridão mole (Erwinia spp.). Esta lavagem deve ser feita com água limpa e trocada com freqüência. O emprego de cloro (100mg/litro) auxilia na sanitização. A concentração de cloro ativo e o pH póximo a 7,0 devem ser confirmados varias vezes ao dia com o emprego de quite para análise de água. Os lavadores para mandioquinha-salsa precisam ser tão ou mais suaves do que aqueles utilizados para cenoura (Lana & Vieira, 2000), para diminuir ao mínimo as esfoladuras. Alguns lavadores simples especificamente utilizados para pequenos produtores de mandioquinha-salsa descritos por Santos (1997) fazem uso de cilindro rotativo com proteção interna de borracha e sistemas que a limpeza das raízes é feita com oscilação em lavador específico ou até mesmo dentro de sacos de ráfia.

Durante a lavação da mandioquinha pode-se fazer o pré-resfriamento com o uso de água fria com já esta sendo feito para a cenoura. O resfriamento da água até cerca de 1oC pode ser feito equipamento refrigeração com a serpentina do evaporador imersa em água.

Alternativamente, a água do lavador pode ser resfriada com o uso de uso de gelo. O resfriamento das raízes aumenta melhora a conservação. No Brasil a falta de secagem da mandioquinha-salsa, que é transportada úmida em caixas de madeira tipo K, e a falta de refrigeração são as principais causas de perdas desta hortaliça. No sistema atual de manuseio pós-colheita a mandioquinha-salsa tem tido uma vida útil de apenas 3 a 6 dias.

Por ser um produto extremamente perecível a mandioquinha-salsa se beneficia do emprego de armazenamento refrigerado em temperatura próxima a 0 oC sob umidade relativa elevada (>95%) sem condensação superficial de água. Nesta condição a mandioquinha-salsa pode ser armazenada por cerca de um mês. No armazenamento refrigerado o uso de embalagem plástica auxilia na manutenção da aparência e da firmeza das raízes (Avelar-Filho, 1997).

A mandioquinha-salsa trata-se de um produto muito valorizado para a comercialização em fatias minimamente processadas, cujo valor é varias vezes maior que o do produto inteiro. O uso de refrigeração em temperatura próxima a 0 oC todas as fases do preparo, transporte e comercialização da mandioquinha-salsa minimamente processada é até mais importante que para esta hortaliça inteira. Sob temperatura maior que a máxima recomendada (5 oC) a mandioquinha-salsa colocada em embalagens seladas, "embalagem a vácuo", entram em anaerobiose e a liberação excessiva de dióxido produzido por fermentação alcóolica estufa a embalagem que fica cheia como uma bola. O produto contido em um embalagem estufada deve estar com sabor alterado e deve ser descartado para evitar risco à saúde dos consumidores.

Adonai Gimenez Calbo

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AVELAR FILHO, J.A.de Manejo pós-colheita a mandioquinha-salsa. Informe Agropecuário, v. 19 n. 190, p. 53-54, 1997.
GIORDANO, L. DE B.; SANTOS, F.F.; HENZ, G.P.; MOITA, A.W. Avaliação de clones de mandioquinha-salsa no Distrito Federal provenientes de sementes botânicas. Horticultura Brasileira, v. 13, n. 2, p. 188-191, 1995.
LANA, M.M.; VIEIRA, J.V. Fisiologia e manuseio pós-colheita de cenoura. Brasília, Embrapa Hortaliças, 2000. 16 p. (Circular Técnica 21, Embrapa Hortaliças).
SANTOS, F.F. dos Colheita, classificação e embalagem da mandioquinha-salsa. Informe Agropecuário, v. 19 n. 190, p. 53-54, 1997.
CARVALHO, B.A. de. Conheça melhor as hortaliças. Campo Grande: EMPAER, 1988. (EMPAER. Documentos, 17).
GUIA Rural Horta. São Paulo: Abril, 1990. 250p.
SANTOS, F.F. dos; CARMO, C.A.S. do, eds. Mandioquinha-salsa: manejo cultural. Brasília: EMBRAPA-SPI/EMBRAPA-CNPH, 1998. 79p.

Fonte: www.cnph.embrapa.br

Mandioquinha

Popular no mundo todo

A mandioquinha-salsa, também conhecida por batata-baroa, batata-salsa ou cenoura amarela é uma hortaliça rica em fósforo, vitamina A e niacina, sendo também uma importante fonte de energia em função do seu alto teor de carboidratos.

Devido a fácil digestibilidade de seu amido, é amplamente recomendada para alimentação infantil, de pessoas idosas e convalescentes.

É uma raiz tuberosa originária dos países andinos (Equador-Peru), introduzida no Brasil no início deste século, provavelmente a partir da Colômbia. Pertence à família Apiácea, como a cenoura, a salsa, o coentro, o anis, o salsão ou aipo e o funcho.

Benefícios

Rica em vitaminas do complexo B
Rica em potássio e ferro

Tabela e Valores Nutricional por 100g

Calorias 104
Carboidratos 24,9
Proteínas 0,8
Lipídeos 0,2
Cálcio 29
Fósforo 58
Ferro 1,2
Potássio 505
Vitamina C 28
Fibras 2,1

COMO COMPRAR

A mandioquinha-salsa é produzida durante todo o ano, entretanto a safra se concentra no período mais frio, quando os preços são mais acessíveis.

As raízes frescas, recém colhidas, devem apresentar cor amarelo-intensa. Algumas cultivares produzem raízes brancas, porém estas não são comuns no mercado brasileiro. Evite comprar raízes cortadas, com ferimentos, áreas amolecidas ou manchas escuras, que podem apodrecer mais rapidamente. O tamanho das raízes não é muito importante, mas deve-se evitar aquelas com tamanho superior a 25cm, que podem ser fibrosas por terem sido colhidas de plantas velhas.

COMO CONSERVAR

As raízes se deterioram muito rapidamente, chegando a apodrecer em 24 horas em temperatura ambiente. Raízes frescas se conservam por até cinco dias, quando embaladas em saco de plástico e mantidas em geladeira doméstica. Em condição ambiente, deve-se evitar embalar as raízes com plástico.

A mandioquinha-salsa crua pode ser congelada. As raízes devem ser lavadas, secas com papel absorvente e colocadas em saco de plástico, do qual se retira todo o ar com um bombinha de vácuo.

COMO CONSUMIR

Tradicionalmente consumida como sopa, papinha para alimentação de bebês e ensopados, a mandioquinha-salsa é muito saborosa quando utilizada na elaboração de pães, canjas, nhoque, suflês, biscoitos, bolos ou em saladas frias e maionese. Também substitui a batata na forma de chip ou palha.

As raízes congeladas não se prestam para a elaboração de frituras, devendo ser utilizadas no preparo de pratos cozidos. Para a retirada da casca, as raízes são raspadas com uma faca sob água corrente, imediatamente após tirá-las do congelador. O descongelamento é feito diretamente ao fogo, durante o preparo do prato.

DICAS

Experimente fazer purê de mandioquinha; faça como o purê de batata, somente substitua a batata por mandioquinha.
A mandioquinha é um alimento recomendado para atletas e profissionais com alto gasto energético.
Pessoas em regime de emagrecimento devem consumi-la com moderação, pois possui muita caloria

Fonte: www2.correioweb.com.br

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal