Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Pistache  Voltar

Pistache

Nome Científico: Pistacia vera L.
Família: Anacardiaceae

Pistache

Origem e dispersão

O pistáchio, segundo alguns relatos, é originário da Síria, daí levado para a Itália e Sicília.

Características

O pistáchio é uma planta arbustiva ou arbórea, o fruto é uma drupa seca, de forma ovóide alargado.

Clima e Solo

Em outras regiões produtoras, tem-se notado boa adaptação nas áreas cultivadas com a videira. Com relação ao solo, a principal limitação é a drenagem, já que as plantas não toleram solos encharcados.

Propagação

O pistáchio pode ser propagado por sementes ou por enxertia de borbulhia.

Variedades

Nos Estados Unidos e na Aústrália a maioria dos plantio é feita com o cultivar produtor Kerman e ‘Peters’ com polinizadores. O cultivar Sirora tem sido considerado com menos exigente em frio hibernal.

Utilização

Com o Brasil não existem plantios comerciais, os pistáchios consumidos são importados, na maioria dos casos, na forma industrializada.

Pistache

É crescente a demanda por projetos alternativos, que atendam as necessidades de empresas para investimentos em novas culturas agrícolas geradoras de emprego e renda.

No campo da fruticultura, muitas oportunidades têm surgido com cultivos de plantas exóticas, outrora incomuns no Brasil. É o caso, por exemplo, das frutíferas de caroço e várias outras de origem asiática ou européia melhoradas para cultivo em regiões subtropical e tropical. Barbosa et al. (2003) analisando a distribuição de frutíferas e nozes de clima temperado no Estado de São Paulo e considerando suas épocas de colheita, reportam produções de frutos em todos os meses do ano, especialmente entre outubro e abril. Verificaram ainda a existência de novos e importantes nichos de cultivo nas regiões de Jales, Presidente Prudente, Barretos e Jaú, com predominância das uvas finas, das pêras asiáticas, dos pêssegos adaptados e da nogueira-macadâmia, respectivamente. Determinadas frutíferas, originadas em zonas temperadas, muitas vezes nem necessitam ser melhoradas geneticamente, pois se adaptam razoavelmente bem em locais mais frios do sudeste e sul brasileiro, como certas cultivares de macieira, pereira e quivizeiro. Além disso, observa-se importante tendência na mudança dos hábitos alimentares da população brasileira, buscando nas frutas os componentes essenciais de dietas mais saudáveis e balanceadas. Certamente, a introdução de novas alternativas e a recomendação de técnicas de cultivo, apropriadas a diversas regiões, muito contribuiria ao avanço do agronegócio do setor frutícola nacional.

Dentre as inúmeras opções frutícolas, vislumbra-se a possibilidade da introdução do pistache, noz típica do oriente médio e bastante apreciada e consumida pelos brasileiros.

Sabe-se que há cultivares rústicos, menos exigentes em frio hibernal, que poderiam apresentar razoável adaptação climática e grandes chances de cultivos econômicos no Brasil.

Potencial para Cultivo no Brasil

Pistache

À primeira vista, a alta exigência em frio não recomendaria o cultivo do pistache no Brasil, cujas plantas demandam elevada quantidade de frio para seu adequado desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. Entretanto, especula-se a possibilidade do emprego de cultivares bem rústicos e de produtos promotores de crescimento, bastante usuais na fruticultura de clima temperado nacional.

No Irã, por exemplo, já se utilizaram com êxito o KNO3 (2%) e a cianamida hidrogenada (Dormex) (1% e 2%) e as combinações de KNO3 e Dormex com Armobreak (surfactante a 1%), para quebrar a dormência das gemas de cultivares femininas de pistache (Antep, Siirt e Ohadi) e masculina (Male-1) em condições subtropicais. Tal pesquisa foi realizada no período de 1993-94, anos em que ocorreram aproximadamente 230 horas de frio abaixo de 7ºC. As aplicações de Armobreak+Dormex foram mais eficientes que as de KNO3 ou Armobreak+KNO3 em quebrar a dormência de gemas florais e vegetativas da cultivar feminina Siirt. Embora a exigência de frio da cultivar Ohadi fosse mais alta que as de Antep e Siirt, aplicações de KNO3 tiveram mais êxito em quebrar dormência de gemas florais de Ohadi (Küden et al., 1995).

Rahemi e Asghari (2004), por outro lado, pesquisaram os efeitos de Dormex a 0; 1,5 e 3%, óleo mineral (0; 3,5 e 7%) e nitrato de potássio (0; 1,5 e 3%) em ramos de pistache cv Ahmad-aghaei em 2002 e 2003. Esses tratamentos, mais combinações de Dormex e óleo mineral, óleo mineral e nitrato de potássio, e 7% de óleo mineral foram aplicados 4 e 8 semanas antes de brotação normal das gemas (5 de janeiro e 4 de fevereiro). Verificaram que os tratamentos com Dormex, óleo mineral e combinações de Dormex e óleo mineral, óleo mineral e nitrato de potássio anteciparam a quebra de dormência das gemas em 15 a 20 dias e significativamente aumentaram o rendimento dos ramos tratados, deiscência de nozes e reduziram a porcentagem de nozes “vazias” da cultivar Ahmad-aghaei. Concentrações mais altas de Dormex e óleo mineral, na segunda aplicação (4 de fevereiro) e combinações de Dormex e óleo mineral foram mais efetivas para aumentar o rendimento por ramo. O melhor tratamento foi 4% de Dormex, associado a 7% de óleo mineral, durante a segunda aplicação. Nitrato de potássio (1,5 e 3%) não teve nenhum efeito significativo em rendimento, deiscência ou porcentagem de nozes em branco. Os autores destacam que os resultados de seu estudo podem ser aplicáveis a regiões que cultivam pistache com inverno moderado.

Além da exigência climática, outro fator importante a considerar seria a demora das plantas para entrar em produção econômica. Entretanto, há também a perspectiva de se aproveitar as entrelinhas para o consórcio com outros cultivos rentáveis e que atinjam produção mais rapidamente, como a videira.

Diante disso, pode-se imaginar que o pólo Petrolina/Juazeiro, no nordeste brasileiro, apresente a situação para investimentos da natureza, onde se pode contar já com tradição no cultivo de frutas, com a possibilidade de exploração da videira e, principalmente, pela água em abundância, outra séria demanda do pistacheiro.

Outras regiões brasileiras, obviamente, também poderiam tornar a cultura do pistache viável, como as regiões mais frias do Sul e Sudeste.

O Pistacheiro

Quase exclusivo dos países mediterrâneos por muito tempo, o cultivo do pistacheiro expande-se pelo mundo, com países como Austrália e Chile iniciando seu cultivo.

O Irã é, destacadamente, o principal produtor, com 300 mil hectares ou cerca de 68% do total da área mundial com pistache a qual, segundo a FAO, passa dos 440 mil hectares. A Austrália entrou no mercado e tem hoje pouco mais de 700 hectares produzindo, dispondo de área potencial para incremento.

Ainda segundo a FAO, a produção mundial passou de um patamar de 394 mil toneladas, em 1995, para quase 550 mil toneladas nos últimos anos, sendo que a produtividade maior na Califórnia, confere aos E.U.A. a segunda posição em termos mundiais, à frente da Turquia.

O pistache apresenta bom valor nutritivo, excelente teor de fibras e, como a maioria das nozes, elevado teor de matéria graxa.

Valor nutricional do pistache
por 100 g de matéria seca
Nutriente Quantidade
Lipídeos ( % ) 50
Proteínas ( % ) 17
Carbohidratos ( % ) 16
Minerais ( % ) 3
Água ( % ) 4
Energia ( cal ) 64
Fibra ( % ) 10
Vitamina A ( U.I ) 230
Vitamina B ( mg ) 1,4
Vitamina B1 ( mg ) 0,67

Pistache
A - pistacheiro em plena frutificação

Pistache
B - Detalhe do pomar e ramo frutificado

Pistache
C - detalhe do cacho de frutos

Pistache
D - nozes prontas para consumo

O pistacheiro (Pistacia vera L.) pertence à família Anacardiaceae, sendo considerada planta originária da Ásia Central e cultivada na região mediterrânea (Irã, Turquia, Grécia) e na Califórnia (E.U.A.).

Pistacia vem do grego “pistake” e significa “noz” e vera, do latim “verdadeiro”, completando o significado de noz verdadeira ou pistache comestível.

O pistacheiro é árvore de tamanho moderado (3 a 8 m), sendo planta decídua e dióica. Em pomares comerciais a relação de árvores estaminadas para pistiladas é 1 para 8 (Tous e Ferguson, 1996). Suas plantas têm período juvenil extenso e requerem 5 anos de cultivo para estabelecer uma copa razoável e 7 a 10 anos para alcançar produção total sob condições bem irrigadas.

Além disso, é espécie de produção fortemente bienal. Tombolato (1985) relata que na Tunísia um pistacheiro pode produzir, em média, 5kg de fruto seco por safra durante 80 ou 90 anos, inclusive numa região com precipitação anual de 550mm e sem adubação e irrigação.

A floração é gradual, dentro do período de tempo que se estende e também ao longo da própria inflorescência, começando pela base e estendendo até o extremo apical (Ferguson & Arpaia, 1990). Em virtude disso, o período de floração das plantas femininas deve ser coberto por mais de um polinizador.

Esse é um aspecto importante, pois a produção ótima é obtida quando o pólen chega às flores femininas nos dois primeiros dias de floração. As datas de floração podem variar entre 3 e 4 semanas entre as cultivares que florescem mais cedo e as mais tardias, outro fator a ser considerado para dispor os polinizadores.

O fruto é uma drupa seca, de forma ovóide. Pode ser consumido na forma de noz, torrado e salgado na própria casca. Muito utilizado na confeitaria em geral. Óleo de noz de pistache também é usado em indústrias de cosméticos e farmacêuticos.

A noz abre-se naturalmente, expondo a amêndoa. As nozes que não se abrem são aproveitadas para a indústria alimentícia, pela dificuldade de processamento final (torrar e salgar). Existem máquinas que detectam nozes não abertas.

Características do Cultivo

Pistache

Cultivares

Cultivares diferem entre países e são enxertados em mudas de diferentes porta-enxertos de Pistacia. O cultivo do pistache na Califórnia consiste em uma cultivar pistilada, 'Kerman’, e uma cultivar estaminada ('Peters’). A cultivar 'Kerman' foi importada do Irã (então a Pérsia) e recebeu o nome de sua província de origem; já ‘Peters’ recebeu o nome do produtor de Fresno (CA) que o selecionou.

Outras cultivares (Tous e Ferguson, 1996) em outros países são 'Momtaz’, 'Owhadi’ e 'Kalehghouchi’ no Irã; 'Uzun’ e 'Kirmizi’ na Turquia; 'Red Aleppo’ na Síria; 'Aegina’ na Grécia; 'Bianca' na Itália; 'Mateur’ na Tunísia; 'Larnaka’ em Chipre e 'Sirora’ na Austrália. Para cultivares pistiladas, como ‘Red Aleppo’, que florescem mais cedo que Kerman, a cultivar estaminada Chico é mais recomendada como polinizador.

Ainda da Califórnia, merece ser comentada a cultivar feminina ‘Joley’, lançada pela Universidade da Califórnia em 1980 (Rieger, 2005). Robinson (1997) destaca que a cultivar Sirora é uma das menos exigente em frio e por isso mesmo, a mais cultivada na Austrália. Embora apresente produção bienal, a alternância em Sirora é menos acentuada que em Kerman. Por outro lado, sua noz é um pouco menor e menos atrativa que a de Kerman.

Clima e Solo

A condição para produção de pistache é caracterizada por verões longos, quentes, secos e invernos moderadamente frios ou frios.

Na Califórnia a planta é cultivada em áreas onde temperaturas de inverno somam 1.000 horas abaixo de 7°C, que representa as condições exigidas para quebrar o período de repouso para crescimento normal e frutificação do pistache cv. ‘Kerman’ (Crane & Maranto, 1988).

Embora plantas de pistache venham a crescer em solos rasos rochosos, a produtividade é bem maior em solos profundos bem-drenados e com uso de práticas culturais apropriadas. Suas plantas toleram solos salinos ou alcalinos e também solos com alto conteúdo de calcário. Embora originalmente de um ambiente xerofítico, suas plantas exigem mais água que a maioria das fruteiras para produzir bem, aproximadamente 10.000 m3/ha por ano, sob condições do Vale Central da Califórnia.

Em outras áreas da bacia mediterrânea (Ka_Ka, 2005), como o sul da Itália, a irrigação mínima indicada de 500-600 m3/ha/ano no verão mantém bom desempenho da árvore. Geadas próximas ou logo após a brotação reduzem drasticamente a produção.

Propagação

A propagação deve ser feita por enxertia, utilizando-se como porta-enxertos plantas das espécies P. terebinthus, P. atlantica e P. integerrima, além do híbrido P. atlantica x P. integérrima (Rieger,2005). As cultivares UCB1 e PG1 foram relatadas como bons porta-enxertos na Nova Zelândia (Hart, 2005)

Plantio

O plantio, feito de preferência em nível e mantido com as entrelinhas sempre roçadas, deve ser realizado de preferência no início da estação chuvosa. Plantar em dias nublados, em covas previamente preparadas. Irrigar abundantemente. Plantam-se os porta-enxertos e três anos depois, realizam-se as enxertias.

Devido ao grande espaçamento e ao longo período até o início da produção, é comum o cultivo intercalar, por exemplo, com videiras (Turquia). Os espaçamentos mais utilizados são 5 X 6 m; 6 X 7 m; 6 X 10 m (Austrália); 8 X 10 (Turquia), os quais levam a uma necessidade de mudas de 333, 238, 167 ou 125 mudas/ha, em covas de pelo menos 40cm X 40cm X 40cm.

Calagem

Não há dados disponíveis, mas tratando-se de plantas de origem em locais de solos alcalinos (pH 7 a 8) pode-se depreender que a necessidade de calcário é elevada.

Adubação

a) Plantio

A remoção de nutrientes pela cultura de pistache em cada hectare para uma produtividade de 1.000 kg/ha foi estimada como sendo de: 30 kg de N, 12 kg de P2O5, 15 kg de K2O e 3 kg de CaO (Woodroof, 1979), portanto essa deve ser a base para o estabelecimento de adubação de reposição e produção.

Materiais orgânicos, como esterco de curral, devem ser aplicados numa base de 30 t/ha se a matéria orgânica do solo estiver abaixo de 2 por cento. Adubos minerais e material orgânica devem ser aplicados no solo e misturados à terra antes do plantio, em quantidades baseadas na análise de solo.

b) Formação

Na Califórnia, o nitrogênio é o principal nutriente necessário para o crescimento apropriado do pistacheiro e para rendimentos ótimos.

A fórmula 32-0-0 é aplicada por gotejamento com a quantidade aumentada cada ano até o completo estabelecimento do pomar. Durante os primeiros dois anos, boro é aplicado no solo em agosto (hemisfério norte) embaixo dos emissores e zinco foliar é aplicado em fim de outubro para forçar a inatividade. No terceiro e sétimo anos da formação, sulfato de zinco a 36% e boro são aplicados na folha no final de fevereiro e início de março (hemisfério norte). Sulfato de cobre, se necessário, é aplicado em abril.

c) produção

Dispondo-se de análises foliares, os dados da Tabela 5 dão a indicação da concentração dos elementos nutrientes em folhas de crescimento normal do pistacheiro.

Uma adubação aproximada e em função da colheita (para 1.500 kg/ha de pistache em casca) seria:

100 kg/ha de N

65 kg/ha de P2O5

40 kg/ha de K2O

Controle de pragas ou doenças

Não há relatos de nenhuma doença séria atacando o pistache na Turquia ou no Irã. Na Califórnia, porém, muitos pomares foram ameaçados seriamente por murcha de Verticillium (Verticillium dahliae). Recentes levantamentos em pomares na Califórnia revelaram que outras doenças, como ferrugem de Botrytis nas flores e ramos (Botrytis cinerea), e ferrugem de Botryosphaeria na panícula e broto causada por Botryosphaeria dothidea, estão aumentando na Califórnia (Michailides et al., 1988).

Outros tratos culturais

Sistema de condução

As plantas devem ser conduzidas desde o início da formação para obter árvores de boa conformação e que permitam facilmente tratos culturais e colheita (Lemus, 2004).

a) Poda de formação

Depois do primeiro ano de crescimento do enxerto, decapita-se no inverno a uns 70-100 cm, para formar 3 a 5 ramos laterais, seguindo o sistema de taça ou eixo modificado, separando as ramas uns 30 cm uma da outra no eixo. O centro da árvore deve manter-se aberto para permitir a entrada de luz e com ela a rápida indução das gemas florais.

Na etapa de formação da estrutura da árvore é necessário despontar a 75 cm os brotos novos, a fim de impedir que o peso do ápice da rama faça que o ângulo seja maior que 45°. Além disso, isto promove a brotação das gemas laterais das ramas mães.

Uma vez que as ramas primárias são selecionadas não é necessário realizar muitos cortes mais, apenas deve-se podar para proporcionar ramificação ou balancear um ramo com outro ou com o resto da árvore. Não se recomenda cortar todos os ramos por igual, pois podas em diferentes alturas desenvolvem boa bifurcação e crescimentos fortes onde se necessitam.

b) Poda de condução

Depois que a estrutura básica foi estabelecida, só se necessitam podas leves. Aos 5 ou 6 anos a planta começa a emitir flores, uma a duas gemas abaixo do ápice, sendo as extremidades vegetativas.

Os pistacheiros frutificam igual aos pessegueiros, em gemas laterais na madeira da temporada anterior, motivo pelo qual seu crescimento em longitude deveria ser estimulado a cada ano para maximizar a produção de nozes.

A dominância da gema terminal é forte e pode continuar seu desenvolvimento sem ramificações, formando frutos cada vez mais distantes do eixo central> Por causa disso, a cada certo número de anos devem eliminar-se esses ramos apicais, para ser substituídos por outros novos. Além disso, se realizam cortes eliminando ramas débeis, delgadas, sombrias ou para proporcionar luz. Também são eliminadas ramas muito vigorosas ou secas.

Colheita

A colheita é feita mecanicamente por vibradores aplicados aos troncos ou manualmente. Se os frutos não forem recolhidos do chão e processados no mesmo dia, a aflatoxina pode ser um problema.

A produtividade normal não é elevada nos locais mais tradicionais de cultivo, entretanto, os melhores pomares de pistache da Austrália estão em nível parecido com aqueles da Califórnia, isto é, produzindo 5t/ha num ano bom e 3t/ha num ano ruim (em inglês, anos On e Off) em plantas de 12 anos de idade.

Fonte: www.todafruta.com.br

Pistache

Pistache

PISTACHE Pistacia lentiscus L.

Partes usadas

Resina e folhas

Família

Anarcadiáceas

Características

Arbusto dióico, que pode atingir 4 m. de altura, formando grandes moitas, sendo ornamental e muito utilizada em jardins.

Dicas de Cultivo

Pouco exigente em cuidados e tipos de solos. Floresce de Março a Junho.

Outros Nomes

Pistácia, lentisco, aroeira-da-praia; Port.: pistácia, almecegueira, aroeira; Esp.: lentisco [macho], almácigo; Fr.: [pistachier] lentisque; Ing.: mastic tree.

Princípio ativo

Ácido mastíctico, masticina e essência rica em pineno e taninos dentre outros.

Propriedades

Anti-inflamatória, anti-séptica.

Indicações

É empregada no combate à piorréia, gengivite, e no combate à inflamação e degeneração dos tecidos de feixação do dente (parodontose).

Fonte: www.cantoverde.org

voltar 1234avançar

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal