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Salsa ou Salsinha

Salsa ou Salsinha

Considerações gerais

A salsinha é originária da Europa e pertence à família Apiaceae (Umbelíferas). Hoje, seu consumo está disseminado pelo mundo todo. No Brasil, foi introduzida pelos primeiros colonizadores portugueses. É usada como codimento e/ou elemento decorativo de vários pratos.

Variedades

As variedades são agrupadas pelo tipo de folha em: lisas (mais cultivadas no Brasil), crespas e muito crespas. Há, ainda, variedades cultivadas na Europa, cujo produto comestível são as raizes, que atingem cerca de 15cm de comprimento e 4 a 5cm de diâmetro.

As mais plantadas no brasil são a Crespa, Gigante Portuguesa, Graúda Portuguesa, Lisa Comum e Lisa Preferida.

Plantio

Para regiões onde o inverno não é rigoroso, a melhor época é de março a agosto. Em regiões de clima ameno, planta-se o ano todo; porém, em locais onde o inverno é rigoroso, evitar a semeadura nos meses frios.

A semeadura é feita em canteiros definitivos, em sulcos com profundidade de 0,5 cm, em fileiras contínuas, e quando estiverem com duas folhas definitivas ou 5cm, fazer a raleação das plantas fracas, mantendo-se distância mínima de 10cm ente plantas e 25cm entre fileiras. A germinação é muito lenta, de 12 a 13 dias quando a temperatura do solo está entre 25 e 30ºC, e 30 dias quando está a lOºC. A germinação pode ser apressada, deixando-se as sementes de molho por uma noite. Quando tiver que ralear plantas vigorosas aproveite-as para transplantes em outros espaços.

Gosta da companhia do aspargo e do tomate, ja em rotação plante hortaliças de outras famílias.

Clima e Solo

O cultivo da salsa é indicada para regiões de clima ameno, desenvolvendo-se melhor sob temperaturas entre 8 e 22ºC. Temperaturas acima desta ocasiona o aparecimento precoce de flores e as temperaturas abaixo desta reterda o seu desenvolvimento. É pouco exigente em fertilidade, prefere solos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, bem drenados e com ph entre 5,5 e 6,8.

Tratos Culturais

A adubação orgânica deve ocorrer pelo menos 30 dias da semeadura, aplicando-se de 30 a 50 t/ha de esterco de curral bem curtido ou composto orgânico, estes que podem ser substituídos por 8 a 12 t/ha de esterco de galinha ou 3 a 4t/ha de torta de mamona fermentada, sendo a dose maior para solos arenosos.

As quantidade, maior ou menor, de adubo ou calcário a ser utilizada depende das análises de solo e foliar, cultivar empregado e produtividade esperada.

A Irrigação deve ser diária; elimine plantas daninhas e afofe a terra em volta das plantas.

Colheita e Embalagem

A colheita inicia-se entre 50 e 70 dias, dependendo do cultivar, efetuando nova colheita a cada 30 dias. O corte é feito quando as plantas atingem cerca de 10 cm de talo. Corta-se a planta pela base ou, o quë é mais aconselhado, apenas as folhas mais desenvolvidas, assim, a produção será maior e mais prolongada.

Para o consumo de sementes, quando a planta tiver acima de 60cm.

Pragas e Moléstias

É uma planta resistente, mas pode ocorrer a seguintes pragas: lagartas, vaquinhas, pulgões e cochonilhas. As principais doenças fúngicas são a esclerotinia, septoriose, mancha de Alternaria, mofo-cinzento.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Salsa ou Salsinha

Salsa ou Salsinha

A salsa ou salsinha (Petroselinum crispum (Mill.) Nym.; Apiaceae (Umbelliferae) é uma planta herbácea bienal, podendo-se também cultivar como anual. Forma uma roseta empenachada de folhas muito divididas, alcança 15 cm de altura e possui talos floríferos que podem chegar a exceder 60 cm.

Natural da Europa, a salsa (conhecida também por salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense) foi trazida para o Brasil no início da colonização. O cultivo da salsa faz-se há mais de trezentos anos, sendo uma das plantas aromáticas mais populares da gastronomia mundial.

A variedade de salsa grande Petroselinum crispum tuberosum, possui uma raíz engrossada axonomorfa, parecida com a cherivia, esta é a que se consume como hortaliça crua ou cozida. Esta variedade tem folhas maiores e mais rugosas que a salsa comum, sendo mais semelhantes à espécie silvestre.

As flores são pequenas, hermafroditas e estão reunidas numa inflorescência do tipo umbela. Apresentam coloração amarelo-clara e suas pétalas possuem uma pequena reentrância no ápice.

Salsas são ricas em vitaminas A, B1, B2, C e D, isto se consumidas cruas, já que o cozimento elimina parte dos seus componentes vitamínicos.

É diurética (facilita a secreção da urina); emenagoga (provoca a vinda da menstruação); carminativa (combate os gases intestinais); expectorante (facilita a expectoração); antitérmica (combate a febre); eupéptica (melhora a digestão); vitaminizante (colabora na regeneração das células); aperiente (abre o apetite); antiinflamatória (combate inflamações).

Mas cuidado! A salsa, através de uso interno, é contra-indicada para gestantes e lactantes, pois um de seus componentes, o apiol, é estrogênico; isto é, altera o sistema reprodutor feminino e pode provocar o aborto.

Dela tudo pode ser usado: folhas, caules, raízes e sementes.

A reprodução é feita por sementes, num local ensolarado e em solo que não seja demasiado compacto. Também pode ser cultivada em vasos fundos em uma janela ensolarada.

Fonte: www.viaintegral.com

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