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Jaguar XJ-S

Suceder ao clássico E-type foi um desafio para o Jaguar Suceder ao clássico E-type foi um desafio para o Jaguar XJ-S, mas ele fez seu nome em 21 anos de mercado

Certos automóveis nascem com a difícil tarefa de suceder a um clássico. Foi o que ocorreu com o Jaguar XJ-S: 14 anos depois que o E-type surpreendeu o mundo com a elegância de suas linhas , a marca britânica apresentava seu substituto, em setembro de 1975.

Era um cupê de 2+2 lugares, capô longo, traseira baixa com as laterais simulando um fastback, faróis grandes e ovalados. Estava longe de apresentar a pureza de seu antecessor, mas reunia sofisticação e conforto, com revestimento em couro, apliques em madeira e ar-condicionado de série. Seu padrão de refinamento estava mais próximo dos sedãs XJ, lançados em 1968, que do esportivo E-type. Prova disso é que a transmissão automática, de início opcional, passava mais tarde a ser a única opção.

Capô longo, grandes faróis, traseira baixa com ar de fastback: um estilo que nunca agradou em cheio, mas vinha aliado a conforto e bom desempenho

Capô longo, grandes faróis, traseira baixa com ar de fastback: um estilo que nunca agradou em cheio, mas vinha aliado a conforto e bom desempenho Capô longo, grandes faróis, traseira baixa com ar de fastback: um estilo que nunca agradou em cheio, mas vinha aliado a conforto e bom desempenho

De início foi adotado o mesmo motor V12 de 5.343 cm3 de cilindrada que equipava desde 1971 o E-type. Todo de alumínio, com comando de válvulas nos cabeçotes e injeção de combustível, fornecia respeitáveis 285 cv de potência, levando o pesado cupê de 0 a 96 km/h (60 milhas por hora) em 6,9 s e alcançando 240 km/h.

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