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História da Lotus

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Lotus é um fabricante britânico de carros esportivos e de corridas, famosa por seus carros esportivos Esprit, Elan, Europa e Elise.

Lotus é de propriedade da DRB-HICOM através de sua subsidiária Proton, que o adquiriu após a falência do antigo proprietário Romano Artioli em 1996.

A empresa foi formada como Lotus Engineering Ltd. por engenheiros Colin Chapman e Colin Dare, ambos graduados da University College, em Londres, em 1952.

As quatro letras no meio do logotipo representam as iniciais do fundador da empresa, Anthony Colin Bruce Chapman.

O primeiro carro que ele chamou de um Lotus foi construído em 1949 e tinha um motor mais potente Ford. Embora este modelo era poderoso o suficiente para bater um Bugatti Type 37 na corrida de Silverstone. Após esta vitória Champan decidiu se concentrar em carros esportivos que seria executado na Fórmula 750.

Ele juntou-se com Michael e Nigel Allen e juntos formaram Lotus Engineering Company em 1952.

O primeiro carro de produção foi o Lotus Mark VI, que foi executado no novo motor 1.5 Ford Consul. Este carro também foi bem sucedida no circuito de corridas e, em 1955, as encomendas suficientes de que o carro tinha sido feita para permitir que Chapman e sua equipe para dedicar-se totalmente à empresa.

Naquele mesmo ano, eles entraram na Lotus Mark IX na corrida de Le Mans, mas eles foram desqualificados quando Chapman revertida. Implacável e pronto para coisas maiores, Chapman criou novos modelos Lotus, incluindo a versão atualizada do Mark VI chamado The Seven. Este carro foi para alcançar o status de cult, estando em produção até hoje sob o nome Caterham Sete.

Superar as suas instalações, Lotus foi forçado a mover-se para uma nova instalação em Chestnut, em 1959.

Foi nessa fábrica que o novo Lotus Elite estava a ser construída, com o seu corpo de fibra de vidro integral e chassis. Lotus já tinha entrado Formula em 1958 e em 1959 eles já ganharam seu primeiro grand prix com Stirling Moss ao volante.

Lotus passou a ganhar dois campeonatos mundiais com Jim Clark e ainda teve tempo para desenvolver um carro que é pensado para ser o melhor veículo esportivo de todos os tempos – o Ford Cortina.With a introdução do Lotus Europa Chapman estava pronto para abandonar seu carro kit imagem (por que razão ele vendeu o modelo de sete a Caterham).

Nos anos 70, após o lançamento mal sucedido do Lotus 30 e 40v quase matou corridas de carros para a Lotus, mas na F1 circuito Lotus ainda conseguiu dominar .. Models deste período incluem o Eclat, o Esprit (dois coupe assento) e o que na verdade Sumbeam venceu o Campeonato do Mundo de Ralis em 1981.

Quando Colin Chapman morreu em 1982 com a idade de 54 anos, para muitos entusiastas do carro que era o fim de uma era. A empresa foi comprada pela GM em 1986, mas mais tarde vendida para ACBN Holdings do Luxemburgo em 1993. Em 1996, a montadora malaia Proton comprou a marca deles e ainda controla-lo hoje.

Lotus se retirou da Fórmula em 1995, mas ele ainda consegue manter a sua reputação como um construtor de carro esportivo, com o Lotus Elise, Exige (e sua variante S),

Marca Lotus

A marca britânica Lotus foi fundada em 1952 por Colin Chapman.

Em 1947 Colin Chapman, ainda um estudante universitário, construiu o seu primeiro automóvel tendo como base o chassis de um Austin 7. Este era um automóvel muito leve criado para competição, esse modelo viria a ser chamado Lotus MK I. Colin Chapman viria a criar novas versões do mesmo modelo, tendo o Lotus MK III sido um sucesso nas provas desportivas. A enorme vantagem conseguida pelo Lotus MK III, levou à alteração das regras naquelas provas.

Devido ao enorme sucesso dos modelos lançados, Colin Chapman associa-se a Michael Allen e Nigel Allen, dando início à marca Lotus em 1952. A Lotus lança o seu primeiro verdadeiro automóvel nesse ano, o Lotus MK VI, este modelo tinha incorporado um motor da Ford com 1500 cc.

Em 1957 é lançada o Lotus Seven, uma nova versão do Lotus MK VI. Este modelo transformou-se num ícone da Lotus, alcançando um enorme sucesso de vendas. Com a intenção de descontinuar o Seven, a Lotus vendeu em 1973 os direitos de produzir o Seven à Caterham, sendo ainda hoje produzido com o nome Caterham 7. Nesse mesmo ano é lançado o Lotus Elite, um modelo construído à base de fibra de vidro.

A Lotus entrou na Fórmula Um em 1958, tendo conseguido a primeira vitória em 1960 e ganho o primeiro campeonato em 1963. A Lotus viria a ganhar no total sete campeonatos. Mas mais uma vez as regras viriam a ser alteradas devido às elevadas prestações dos automóveis Lotus.

O Lotus 78 lançado para a Fórmula 1, criava um efeito Venturi, em que o ar que passava por baixo do carro exercia uma pressão descendente de 900 kg. Devido a este efeito o carro era capaz de curvar a altas velocidades, de tal modo que parecia estar colado à estrada.

Em 1966 é lançado o Lotus Europa baseado num protótipo construído para o projecto Ford GT 40.

Em 1976 é lançada o Lotus Esprit.

Em 1982, Colin Chapman morre de ataque cardíaco com a idade de 54 anos. Ele fica para a história pelos feitos alcançados na engenharia automóvel.

Em 1986 a Lotus é comprada pela General Motors, sendo vendida em 1993.

Em 1995 a Lotus abandona a Fórmula 1 com um historial de 78 vitórias e um ano depois é lançado o Lotus Elise.

Recentemente, em 2006, foi lançada a nova geração do Lotus Europa.

História da Lotus
Logo da Lotus

Fonte: www.autoevolution.com/maistuning.com

História da Lotus

Origem – 1950

O primeiro carro que hoje chamamos de um Lotus foi construído por Colin Chapman em uma garagem de lock-up atrás da casa de sua namorada em 1946 ou 1947.

O fundador da Lotus, Anthony Colin Bruce Chapman, nasceu na região de Londres na Inglaterra em 19 de maio de 1928.

Muitos mitos cercam nome Lotus ‘, mas enquanto ninguém sabe sua verdadeira origem, o emblema não é nenhum mistério.

Merecidamente, ele imortaliza as iniciais de Anthony Colin Bruce Chapman.

A introdução do Lotus Eleven em 1956 marcou o início de uma outra tradição. A partir de então todos os nomes de modelo começou com E.

E do Elan ao Esprit para o Elise, eles estão todos no salão automóvel de fama e ninguém precisa adicionar o Lotus para lembrar seu pedigree.

História

Parece que a idéia surgiu já nos tempos da faculdade de engenharia, quando a filosofia asiática atraia Chapman – e isso ele mesmo teria confessado a Yoshio Nakamura, o chefe de equipe de Fórmula 1 da Honda nos anos 1960, numa noitada em Tóquio, ocasião em que discutiam uma possível parceria para a F1.

“O nome Lótus foi escolhido de comum-acordo com minha esposa Hazel, por ser a flor-de-lótus o símbolo do Nirvana no budismo”. Eis sua provável explicação entre uma bebida e outra.

O homem e a flor

Chapman abre um livro e vê Buda meditando sobre o lótus. O engenheiro, apaixonado por aviões, enquanto sonha em dar asas a um carro, contempla essa imagem.

A flor e o iluminado se confundem. Seus olhos velozes correm por palavras-chave: pureza, expansão espiritual, néctar da consciência iluminada…

Ele, que teve uma infância sem expectativas, distraindo-se pelas escadas do hotel em que seu pai trabalhava, detém-se especialmente na origem da planta.

Ela nasce sem luxo, brota da escuridão, da água lamacenta, mas permanece livre do lodo e abre suas pétalas somente após se ter erguido além da superfície, ficando imaculada da terra e da água que a nutriram.

Chapman lê e é como se algo nele aos poucos despertasse: “O Lótus é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma”.

A água, a terra, a lama

Anthony Colin Bruce Chapman montou sua empresa de carros esporte em 1952, com 25 libras esterlinas emprestadas por Hazel. Apaixonado por velocidade, criou também o Team Lotus, sua equipe de Fórmula 1. O inglês exigia mais de si, queria algo que fosse nada menos que genial, acima de tudo que já existia.

Dele vieram revoluções, como o chassis monocoque, aerofólios, assoalhos com efeito solo.

Muitos pilotos foram além de si mesmos pilotando um Lotus. Estão na lista Jim Clark, Jochen Rindt, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Ronnie Peterson e Mario Andretti. E muitos encontram a morte, já que Chapman criava carros leves que voavam nas curvas, mas sem paraquedas para o piloto.

E Colin, morreu?

Alguns dizem de Colin o mesmo de Elvis: não morreu. A morte súbita em 1982, provocada por um ataque do coração, teria sido uma farsa para escapar das dívidas milionárias da empresa. Alguns arriscam até que ele estaria morando no Brasil. A suspeita veio do fato de o caixão estar lacrado e pouquíssimas pessoas participarem do velório.

Vivo ou morto, o certo é que muitas coisas se iluminaram depois da passagem dessa lenda pela indústria automobilística. Mas ele mesmo nunca revelou que destino búdico sonhava para seus carros. Na contramão do nirvana, eles foram e são símbolos do desejo, da paixão e do poder.

O despertar

Teria Colin, vivo ou morto, atingido o nirvana?

“Após seu despertar, a seguinte dúvida ocorreu a Shakiamuni: o despertar que experimentei é sutil e maravilhoso. Será que os seres humanos, tão apegados aos desejos, podem compreendê-lo?

Então Brahma surgiu e lhe disse:

Assim como há flores de lótus que sobem acima da superfície da águaque desabrocham abaixo da superfície, , outras que florescem na superfície e ainda algumas há seres humanos com pouca ou muita poeira sobre os olhos”.

Fotos

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Lotus Europa

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Fonte: www.historiclotusregister.co.uk/www.webmotors.com.br

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