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BMW Série 6

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O BMW Série 6 Cabrio tem teto de tecido em vez do tipo rígido, cada vez mais popular.

A opção por utilizar o material mais flexível tem uma explicação técnica: ainda não há uma solução satisfatória para a questão do porta-malas, que fica parcialmente inutilizado no caso dos conversíveis com teto rígido. A marca utilizou a mesma capota da versão antiga.

O Série 6 tem poucas alterações estéticas. Entre elas estão os faróis, que são parecidos com os do protótipo CS, além de ganhar elementos do Série 7 e do Z4. A traseira, cujo desenho recebeu críticas, também foi reformulada.

O Série 6 tem entre-eixos maior, para oferecer mais espaço aos ocupantes. Entre os motores foram mantidas as opções de seis e oito cilindros, mas com alterações. O V8 de 4,8 litros foi substituído pelo biturbo de 4,4 l que equipa o 750i.

BMW Série 6 Coupé

Exterior

O BMW Série 6 Coupé ostenta as proporções de um clássico Coupé Grand Turismo, com o longo capô, a grande distância entre eixos e as fluidas linhas do teto.

Os dinâmicos grupos ópticos dianteiros visam exclusivamente a estrada, acentuando o carácter esportivo do bonito Coupé, que, de resto, se exprime em todos os outros componentes. Da face lateral dos faróis dianteiros, paralela à via, até ao dinâmico design da traseira, que acentua a estreita união entre o veículo e a estrada.

Interior

O dinamismo e a beleza das linhas exteriores repetem-se com o mesmo rigor no interior do BMW Série 6 Coupé. A combinação entre linhas claras e superfícies fascinantes, forma um todo harmonioso. A perfeita ergonomia e os materiais nobres são sinónimo de funcionalidade e exclusividade, que se pode experimentar também no cotidiano. É que o BMW Série 6 Coupé é um genuíno 2+2 lugares e dispõe de um espaçoso porta-malas.

BMW Série 6 Cabrio

Interior

Superfícies generosas, linhas claras envolvem toda a carroçaria do BMW Série 6 Cabrio, destacando a sua exclusividade e ímpeto dinâmico. A óptica dianteira é marcada pelo inovador design dos faróis duplos, cujos contornos bem acentuados formam um expressivo jogo de luz e sombras, que se estende das embaladeiras até à traseira, anunciando o exclusivo prazer de condução que oferece este apetecível Cabrio.

Exterior

O dinamismo e a beleza do visual exterior do BMW Série 6 Cabrio repetem-se no interior do veículo. A combinação entre linhas claras e superfícies fascinantes, forma um conjunto harmonioso. A perfeita ergonomia e os materiais nobres providenciam funcionalidade e exclusividade, que se podem experimentar também no quotidiano, dado que o BMW Série 6 Cabrio é um genuíno 2+2 lugares e dispõe de uma espaçosa mala para bagagem.

A capota automática

A capota automática do BMW Série 6 Cabrio é uma referência, quanto ao isolamento térmico e acústico. Oferece uma eficiente ventilação em todo o habitáculo, em conjunto com o óculo traseiro, que se pode subir por ação eléctrica, mesmo com a capota recolhida.

Aberta ou fechada, a capota do Série 6 Cabrio confere ao veículo um aspecto nobre e elegante. É alojada numa plataforma que se encontra na mala. Com a capota fechada a plataforma pode-se deslocar facilmente para cima, aumentando a capacidade da bagageira.

Fonte: www.bemparana.com.br/www.bmw.pt

BMW Série 6

A grande tradição de fascínio intemporal: o BMW Série 6 Coupé e do BMW Série 6 Cabrio são uma combinação única de dinâmica ágil e elegância exclusiva.

O BMW Série 6 Gran Coupé continua esta filosofia de uma forma inteligente e consistente.

Com as tecnologias de esporte a motor, elegância e equipamentos state-of-the-art, os veículos da BMW M GmbH – o BMW M6 Coupé, a BMW M6 Gran Coupé eo BMW M6 conversível – tudo colocar em um desempenho impressionante.

A série 6 E63 possui veículos nos modelos coupé e conversível. Ela havia sido aposentada para dar lugar à série 8, mas a partir de 2004 voltou a ser produzida.

A série 6 possui apenas a versão 650i com motor de oito cilindros em V de 376CV de potência a 6300rpm.

O carro atinge de 0 a 100km/h em apenas 5,5 segundos e possui velocidade máxima controlada eletronicamente de 250 km/h.

Um dos principais atrativos da série 6 é o seu sistema integrado de câmeras que permite visualizar o carro de trás e auxiliar no momento de estacionar.

O carro dispõe também de câmbio de seis marchas, controle esportivo, controle dinâmico da estabilidade e da tração e esterçamento ativo.

A Série 6, produzida entre 1976 e 1989, retorna no Salão de Frankfurt, com linhas desenhadas por Chris Bangle, responsável pelos polêmicos Série 7 e Z4.

Novamente ele brinda uma frente inovadora com uma traseira estranha.

A plataforma mecânica vem dos Séries 5 e 7.

O equipamento continua farto: pneus que rodam vazios a até 80 km/h, sistema de comunicação iDrive simplificado e controle eletrônico para direção, tração, freios e estabilidade.

BMW Série 6 se refere a duas gerações de automóveis da BMW, ambos baseados em sedãns contemporâneos da Série 5.

O primeiro foi o E24, lançado em 1976 para substituir o 3.0CS e 3.0CSi (E9). Em 2003, BMW lançou os novos E63/E64 em versões coupé e conversível.

Os modelos são os 645i (posteriormente substituidos com o 650i) e os 630i. O Série 6 de maior performance é o BMW M6.

Os concorrentes incluem o Cadillac XLR, Mercedes-Bens SL, Lexus SC430 e Jaguar XK.

Série 6 E24 (1977-1989)

O Série 6 original foi o sucessor do E9 coupé, nomeado como 2800CS, 3.0CS e 3.0CSi. O novo chassi E24 era mais seguro que a do E9, de acordo com as novas regras americanas de segurança automotiva.

O Série 6 original foi lançado em agosto de 1976. Este carro tinha um motor 3210 cc de 197 cv.

Em 1980 estreou o 635CSi, com um motor de 3453 cc SOHC, 218 cve velocidade máxima de 222 Km/h. O 635CSi faz de 0 a 100 Km/h em 7,2 segundos. Uma versão luxuosa, conhecida com L6 chegou em 1987.

Em 1983 adotou o M88/3, uma versão modificada do M88/1 vinda do BMW M1 e acoplada ao chassi do E24, criando o M635CSi, ou M6. Este tinha um motor DOHC de 24 válvulas 3453 cc, 286 cv, vindo do BMW M1 com velocidade máxima de 255 Km/h.

O M6 alcançava 100 Km/h em 6,2 segundos.

O M6 também possuia aperfeiçoamentos em, suspensão, freios e na transmissão manual com engates curtos.

Primeira geração do BMW Série E24

BMW Série 6
BMW Série 6

Produção: 1976–1989
Predecessor: BMW E9 (CS, CSi, CSL)
Carroceria: coupe
Plataforma: BMW E24

Transmissão:

4-velocidades automatica
4-velocidades manual
5-velocidades manual

Série 6 E63/E64 (2003 – Atualmente)

Segunda Geração

BMW Série 6
BMW 650i E63

Produção: 2003–atualmente
País de origem: Alemanha

Carroceria:

Conversível de 2 portas
Coupé de 2 portas

Plataforma: BMW E64

Motor:

3.0 L (2996 cc) I6
3.0 L Diesel (2993 cc) I6
4.8 L (4799 cc) V8 (N62)

Transmissão:

Manual de 6 marchas
Automática de 6 marchas

Um Série 6 (E63) totalmente novo foi apresentado em 2003, sentindo um espaço no topo da linha desde o fim da produção do Série 8. Baseado na plataforma do E60, o novo Série 6 foi apresentado com um motor V8 com 4,4L e 325 hp, para o 645Ci. Em 2004, um motor seis cilíndros em linha mais cheio de recursos foi apresentado no 630i. Este foi seguido de perto por um modelo conversível (o E64), o primeiro Série 6 nesta configuração.

Logo após esta novidade, o 645Ci foi substituido pelo 650i, com um grande deslocamento (4,8 L) e 360 hp. A Versão esportiva, M6 chegou em 2005, usando o mesmo V10 do M5 com 507 cv. Em 2007 o 635d (Biturbo 3,0L Diesel) foi introduzido com 300 cv. O 635d conversível (lançado pouco depois) foi descrito pelo revista Autocar como “O melhor Sére 6 de muitos.”

2004-2005 645Ci – 4.4 L V8, 333 cv (248 kW).
2004-2005 645Ci Convertible – 4.4 L V8, 333 cv (248 kW).
2005– 630i- 3.0 L I6, 254 cv (189 kW).
2006– 650i – 4.8 L V8, 367 cv (274 kW).
2006– 650i Convertible – 4.8 L V8, 367 hp (274 kW).
2007– M6 – 5.0 L V10, 507 cv (378 kW).
2007– M6 Convertible – 5.0 L V10, 507 hp (378 kW).
2007– 635d- 3.0 L Biturbo Diesel I6, 290 hp (220 kW).
2007– 635d Convertible- 3.0 L Biturbo Diesel I6, 300cv.
2008/2009– 635i- 3.0 L Biturbo I6, 306cv).

Fotos

BMW Série 6
BMW Série 6 Coupé

BMW Série 6
BMW Série 6 Coupé

BMW Série 6
BMW Série 6 Conversível

Ficha técnica:

Motor: 4.4, 8 cilindros em V, 32 válvulas (4 por cilindro), injeção multiponto, gasolina
Cilindrada: 4.398 cm³
Potência:
333 cv a 6.100 rpm
Potência Específica: 75,6 cv/litro
Torque:
45,9 kgfm a 3.600 rpm
Comprimento:
4.820 mm
Largura:
1.855 mm
Altura: 1.373 mm
Freios: Discos ventilados nas quatro rodas
Peso: 1.600 kg
Tração: Traseira
Câmbio: Manual de 6 marchas
Velocidade Máxima: 250 km/h (limitada)
Aceleração: 5,6 segundos

Fonte: en.wikipedia.org

BMW Série 6

BMW 635d

BMW Série 6
BMW Série 6 – 635d

Por definição, um GT, na tradição de carros como o Ferrari 250 GT e 275 GTB, os Aston Martin DB4/5/6 e, num passado menos distante, o BMW M635 CSi dos anos oitenta, é um carro que combina uma carroçaria exclusiva, um motor muito potente, engenharia de qualidade e soluções tecnológicas “estado da arte”.

Tudo somado, permitem abater quilómetros de forma (ultra) rápida e… em grande estilo.

Ora, o BMW 635d pontua forte em todos estes aspectos. Para começar, o Série 6 é o único BMW que continua a merecer atenção (e distinção) por parte do grande público, pois, com excepção do M3, o sucesso comercial da marca na última década tornou banais os Série 3 e 5, ao passo que o distintivo 7, após o choque inicial, nunca foi conhecido pela sua capacidade de “virar cabeças”.

Depois, e isto é um ponto que não merece discussão, se existe uma marca que poderá fazer de um GT Diesel um caso credível, essa marca é a BMW, pois produz os melhores motores Diesel do mundo. Entre estes, o famoso seis cilindros em linha biturbo é o candidato perfeito para o casamento com o Série 6.

Vinte anos de evolução permitiram superar os valores característicos do M635 CSi, com a potência a ficar-se nos mesmos 286 cv, mas obtidos às 4400 rpm em vez das 6500 rpm, e o binário a atingir valores dignos de uma locomotiva: 580 Nm disponíveis entre as 1750 e as 2250 rpm.

Outro ponto favorável desta unidade é a forma como se comporta para lá das 4000 rpm, o natural regime crítico em que os Diesel ditos normais começam a ficar sem fôlego, continuando a subir com alma e sem que a agulha do velocímetro ou o fundo das costas acusem qualquer quebra na progressão.

De fato, só a caixa automática limita esta “corrida” às 4800 rpm, regime ao qual passa à mudança seguinte. A combinação deste motor com a excelente caixa automática de seis velocidades resulta em prestações dignas de registo… obtidas com toda a serenidade. Outra marca de um bom GT.

Aliás, como o motor começa logo a empurrar com força a regimes tão baixos como as 1500 rpm e o 635d esgota três relações nos primeiros 100 km/h do seu leque de ação, na prática, até resulta mais impressionante do que o M6 quando esmagamos o acelerador na saída de um cruzamento, ou de uma rotunda, saltando para a frente com a acutilância típica de um felino que liberta a energia armazenada nos seus poderosos músculos.

BMW Série 6
BMW Série 6 – 635d

Aliás, dentro dos limites legais de velocidade, as prestações são comparáveis às de um 911 Carrera 2 Tiptronic com 325 cv e bem melhores que as de um Jaguar XK V8 de 300 cv, relativamente aos quais o 635d goza de um espaço significativamente superior e de consumos muito mais contidos.

Por outro lado, ativando a função Sport, as passagens de caixa ganham uma rapidez semelhante a uma DSG e é um verdadeiro prazer atacar uma troço de estrada mais sinuoso utilizando o comando manual com seletores no volante.

Depois de superadas as dificuldades de amortecimento evidentes em certas irregularidades de alta frequência, comuns a todos os BMW com pneus Run Flat, as quais resultam num saltitar e em alguns ruídos de funcionamento da suspensão, com o elevar da velocidade o 635d ganha uma postura mais serena.

Os movimentos da carroçaria estão bem controlados e a potência pode ser utilizada para antecipar o realinhamento, completando-se a parte final da trajetória de volante direito. As melhores mudanças para comunicar com o chassis são a terceira e quarta, as quais nos servem o motor na zona de binário óptima (2000-3000 rpm). Utilizando o binário, até é possível contornar a falta do autoblocante e levar o 635d a realizar algumas manobras mais artísticas. Embora não seja uma vocação básica, esta atitude irreverente é fundamental no reportório de qualquer GT.

Então, qual é o problema?

O problema é que o motor peca por falta de personalidade, faltando-lhe rotações e uma sonoridade inspiradora. Assim, o 635d é demasiado clínico e não consegue quebrar “a barreira do som”.

Fonte: www.autohoje.com

 

 

 

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