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Chevrolet Blazer

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Chevrolet Blazer

A linha de utilitários esportivos Chevrolet Blazer, lançada no mercado nacional em outubro de 1995, e o Chevrolet Tracker, garantiram à GM do Brasil, novamente, a liderança absoluta no segmento em 2002.

Liderada pela Blazer, a General Motors do Brasil vendeu 5.814 unidades no segmento, com 35,9% de participação de mercado. O volume total de vendas no varejo dos utilitários esportivos, no acumulado de janeiro a dezembro de 2002, foi de 16.187 unidades.

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“Este resultado é mais uma demonstração inequívoca da confiança do consumidor na nossa marca Chevrolet e denota o sucesso das atualizações efetuadas nas linhas Blazer e Tracker, que ganharam mais conforto, motores com mais potência e a melhor relação custo-benefício da categoria”, destaca José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

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A Chevrolet oferece aos seus consumidores, que buscam conforto, segurança e robustez, a linha mais completa do mercado, que inclui a Blazer 2.4 a gasolina, Blazer Executive 4.3 V6 com transmissão automática e Blazer DLX 2.8 4×4 a diesel.

Fonte: media.gm.com

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Pode um veículo nacional concorrer de igual para igual com os importados de sua categoria? Sem dúvida – e o Blazer é mais um exemplo disso.

O utilitário esportivo da GM, foi por muito tempo a única opção do segmento produzida no Brasil, obteve o reconhecimento do mercado e agora da imprensa especializada, sendo eleito Utilitário Esportivo do Ano por jornalistas reunidos pela revista Autoesporte.

Depois de uma avaliação rápida com a versão topo-de-linha Executive V6 4×4 de câmbio automático, submetemos o Blazer DLX V6 4×4 a uma Avaliação Completa, incluindo trechos fora-de-estrada.

Lançado no Brasil em 1995, com motor de quatro cilindros, 2,2 litros e 106 cv, tração traseira e acabamento básico ou DLX, o Blazer logo ganhou novas opções: o motor turbodiesel Maxion, de 2,5 litros e 95 cv; o soberbo V6 de 4,3 litros e 180 cv, ainda hoje o motor mais potente utilizado num veículo de passageiros brasileiro; a versão de topo Executive, disponível também com câmbio automático; e em maio deste ano a opção de tração nas quatro rodas.

Embora muitas vezes adquirido por modismo e não por necessidade prática, o recurso era bastante aguardado pelos que utilizam seus veículos no fora-de-estrada ou mesmo em frequentes acessos a sítios e fazendas.

A propósito, o projeto do Blazer e do pickup S10 brasileiros previa desde o início tração integral, razão para um ressalto no assoalho dianteiro direito, sob o qual fica a caixa de transferência, que nas versões 4×2 não é utilizado.

A versão DLX V6 com tração integral custa entre R$ 43.881 e R$ 49.050.

O segundo valor abrange opcionais como bancos dianteiros individuais com console central, alarme de controle remoto, rádio/toca-CD, ar-condicionado, console de teto e, no caso do V6, câmbio automático. Rodas de alumínio, pára-choques e retrovisores na cor do veículo, faróis de neblina e bagageiro no teto vêm de série.

O Executive 4,3 V6 4×4 é o topo-de-linha e cobra por isso: R$ 50.903, aí somados os opcionais toca-CD, câmbio automático, controle de velocidade e pintura perolizada. Sem esses itens o preço fica em R$ 47.478. Todo o resto vem de fábrica, como revestimento em couro do volante, bancos e painéis de porta, apliques imitando madeira nas portas e no console, regulagem elétrica do banco do motorista e ar-condicionado. Rodas e faixas laterais em dourado, molduras laterais na cor da carroceria e lanternas traseiras fumê distinguem essa versão sofisticada, com ar que lembra os importados.

As linhas robustas e agradáveis do Blazer continuam bem-aceitas três anos após o lançamento. A frente desenhada para o modelo brasileiro, com formas mais suaves que a original norte-americana, confere-lhe jeito de automóvel. A linha ’99 recebeu uma leve reestilização, com grade maior e pára-choque de estilo mais agressivo – já apelidado de “tubarão” pelo mercado, que não equipavam as unidades avaliadas, ainda do modelo ’98.

Todas as versões possuem terceira luz de freio elevada e barras de proteção no interior das portas.

Internamente há bom espaço para cinco pessoas, com possibilidade de seis no DLX avaliado. A alta posição de dirigir ajuda a explicar o sucesso desses veículos mundo afora. Transmite segurança e propicia ampla visibilidade do trânsito. Poderia ser melhor a posição dos pedais, deslocados para a esquerda por causa do túnel central de transmissão. O painel é completo e funcional, com conta-giros, voltímetro, manômetro de óleo e relógio digital. O som bem audível das luzes de direção evita esquecê-las ligadas.

Formas algo retilíneas contrastam com a modernidade da saída de ar na tampa do porta-luvas e do comando de luzes, que fica devendo em praticidade: é difícil passar de faróis para lanternas. Já deveria haver ajuste de altura para os cintos dianteiros, obrigatório em 1999 pelo novo Código.

No Blazer DLX o acabamento geral agrada. O encosto central do banco (dividido em 1/3 e 2/3) torna-se um porta-objetos. Como opcional, o passageiro central pode dar lugar a um apoio de braço e porta-objetos espaçoso, com lugar para copos, fitas-cassete e moedas — mas não para CD, embora haja opção de toca-CD no sistema de áudio… Muito charmosos a iluminação de cortesia no assoalho dianteiro e o console de teto, com quatro luzes de leitura, indicador de temperatura externa, bússola digital, local para óculos e até para controle remoto de garagens. Quando não há o console o DLX oferece curiosas luzes de leitura incorporadas ao retrovisor interno.

O Executive impressiona pela sofisticação: parece conter de tudo, desde o revestimento em couro dos bancos, volante e painéis de portas, com o logo da versão bordado nos encostos, até pára-sóis duplos (podem proteger frente e lateral ao mesmo tempo, algo útil em estradas sinuosas) com espelhos iluminados. Portas e console recebem apliques imitando madeira, bem integrados ao estilo da versão. Há duas tomadas de energia além do acendedor de cigarros – para conectar telefone celular e computador portátil, por exemplo — e o banco do motorista dispõe de regulagem elétrica para distância e altura, além de amplo ajuste de inclinação. A regulagem do encosto, porém, permanece manual.

O motor V6 de 4,3 litros e 180 cv, o mais potente num veículo nacional de passageiros (clique aqui para saber mais sobre técnica), pode ser acoplado à tração integral e a um câmbio automático — importado dos Estados Unidos como o propulsor — de quatro marchas e controle eletrônico, bastante suave nas mudanças.

Com ele vem o controle automático de velocidade, de grande conveniência em viagens, ao dispensar a aceleração e evitar que se exceda por distração a velocidade pretendida. Passível de aperfeiçoamento, porém, a posição da alavanca leva o cotovelo do motorista a colidir com o console central.

Sair de um automóvel médio e passar a um Blazer V6 causa algumas (agradáveis) surpresas. Os 180 cv movem as quase duas toneladas com grande agilidade.

Acelerar rapidamente, efetuar ultrapassagens ou manter boa velocidade de viagem não exige esforço algum. Em números, toda essa força representa 11 segundos de 0 a 100 km/h (11,9 segundos com câmbio automático) e velocidade máxima de 179 km/h (172 km/h no automático). O curso bastante longo do acelerador, que exige movimento incomum do pé e transmite sensação de fraqueza na versão quatro-cilindros, passa a ser fator de segurança no V6.

Nos engates do câmbio manual e no peso da embreagem, de comando hidráulico, o Blazer deve pouco a um automóvel. A direção agrada pela maciez e pela relação baixa (variável de 13:1 a 15:1), que exige pouco movimento para contornar curvas ou esquinas. Mas as rodas esterçam pouco, o que aumenta o diâmetro de giro, dificultando o retorno em ruas, e implica um longo vaivém em manobras de estacionamento.

Certos detalhes indicam qualidade e boas soluções no Blazer, como o revestimento fonoabsorvente no capô, a pequena borracha que evita ruídos de chave junto à coluna de direção, a luz de aviso de uso do cinto (só se apaga ao ser afivelado) e as cinco posições temporizadas do limpador de pára-brisa. Faltam, contudo, temporizadores da luz interna e dos comandos elétricos de vidros, encostos de cabeça dianteiros ajustáveis na versão DLX básica (só vêm nos bancos individuais, opcionais), interruptor para desligar as luzes internas com a porta aberta e cobertura do compartimento de bagagem — oferecida como acessório nas concessionárias GM, mas deveria ser de série. Também poderia mudar o comutador de farol alto/baixo, para impedir sua ligação involuntária já em facho alto, que ofusca outros motoristas. E permanece um irritante alarme ao se abrir a porta do motorista com a chave no contato — que nem serve como indicador de portas malfechadas, pois as demais não o acionam.

São detalhes que não comprometem o conjunto. Poderia, é verdade, ser suavizada a suspensão e reprojetado o banco traseiro, onde o assoalho alto e o encosto baixo e vertical provocam desconforto. Mas a contínua evolução do Blazer indica que a GM está atenta ao produto — e a solução para essas deficiências não deve demorar.

Fotos

Chevrolet Blazer

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Boa capacidade de porta-malas, 456 litros, mas deveria haver cobertura de série para proteger a carga da visão externa; conforto no banco traseiro poderia melhorar

Chevrolet Blazer
Console imitando madeira, revestimento em couro, regulagem elétrica do banco do motorista: requinte no Executive

Chevrolet Blazer
O estilo das três versões ainda agrada – em particular com a decoração sofisticada da Executive, que chega às rodas douradas

Fonte: www2.uol.com

Chevrolet Blazer

A Chevrolet Blazer foi um dos SUVs mais populares para cinco décadas consecutivas, embora seu nome foi compartilhado por duas linhas de modelos completamente alheios.

A Chevrolet começou a aposição a designação “K5 Blazer” para versões SUV conversível de duas portas de seus grandes caminhões que começam em 1969.

No início de 1980, no entanto, a Chevrolet começou a chamar outro de seus produtos a Blazer. E, na realidade, o outro Chevy Blazer – o “S-10 Blazer” – é a que os consumidores são mais propensos a se deparar no mercado de carros usados, devido à sua maior popularidade e lugar mais recente na história.

A segunda geração do Chevrolet Blazer foi produzido de 1995 a 2005.

Características e principais mudanças

A Blazer é um utilitário esportivo da Chevrolet baseado na picape S-10.

No Brasil, começou a ser fabricada em 1995, com motor 2.2 Mpfi 106 cv a gasolina e posteriormente, no final de 1995, um 2.5 turbodiesel de 95 cv e o famoso 4.3 Sfi V6 de 180 cv. Em 1998, a primeira versão 4×4, com o motor 2.5, começa a ser vendida.

Em 1999 é lançada a luxuosa versão executive, com o motor 4.3 V6. Em 2000, o motor 2.5 turbodiesel é substituído por um 2.8 turbodiesel de 132 cv.

Em 2001, a primeira reestilização: nova frente e novas lanternas traseiras. Nesse mesmo ano, o motor 2.2 dá lugar a um 2.4 de 128 cv.

Em 2002, mantém-se os motores 2.4, 2.8 TD e 4.3 V6 e é lançada a versão DTi 2.8 TD 4×2.

Em 2003, passa a ser vendida somente nas versões DLX e Executive, com os mesmos motores de 2002. Em 2004, sai de linha o saudoso motor 4.3 Sfi V6.

Em 2005, recebe alguns retoques de estilo e ganha um motor 2.8 TD eletrônico. Em 2007, são lançadas as versões Colina e Advantage e mantém-se a Executive, mantendo também o motor 2.8 TD eletrônico e ganha um motor 2.4 Flex. Em 2008, tem uma pequena reestilização, mas mantém os motores.

Em 2009, perde as versões a diesel e fica com a versão única Advantage com o motor 2.4 Flex 4×2.

Linha do Tempo

1996 – Lançamento nas versões básica e DLX com motor 2.2 gasolina monoponto (106 cv)
1997 –
Novo eixo traseiro, os modelos passaram a utilizar 5 elementos de fixação em cada roda (antes eram 6)
1997 –
Versão Executive 4.3 V6
1998 – Blazer Exclusive
1998 –
Injeção multiponto no motor 2.2 (113 cv)
1998 –
Tração 4×4
1999 –
Reestilização na dianteira
2000 –
TurboDiesel 2.8 MWM Sprint (132 cv)
2001 –
Reestilização Blazer e motor 2.2 passa a 2.4 (128 cv)
2002 –
Motor V6 passa de 180 para 192 cv
2002 – Blazer
DTi motor 2.8 e tração apenas traseira
2004 –
Versões Colina, Tornado e Executive. Com duas motorizações: 2.4 litros a gasolina, e 2.8 litros a diesel, este último com a opção de tração 4×4 (agosto)
2004 –
Fim do motor V6
2005 –
Mudanças na grade dianteira em formato de cruz, entrada de ar para refrigeração do motor. O motor 2.8 Turbodiesel ganhou gerenciamento eletrônico, três válvulas por cilindro e injeção por duto único – common-rail (agosto)
2007 –
Motor bicombustível 2.4 com potência de 147 cv álcool ou 141 cv gasolina (janeiro)
2008 –
Reestilização dianteira (maio) 2009 – Fim do motor diesel (maio)

Pontos Positivos:

Nível de ruído
Desempenho do motor V6 e do 2.8 TurboDiesel
Robustez
Custo/benefício

Atenção:

Antes de comprar observe: suspensão, diferencial e tração 4×4
O pedal mais alto indica que a embreagem já foi para o espaço
Para saber se o modelo é equipado com diferencial blocante, basta levantá-lo no elevador e girar uma das rodas traseiras. Se a outra for para o mesmo lado, a tração é positiva (blocante), caso isso não ocorra ela é convencional.
O número do motor da Blazer está localizado abaixo do alternador. Para verificá-lo, é preciso remover o alternador e seu suporte.

Pontos Negativos:

Suspensão ruidosa
Estabilidade
Consumo nas versões a gasolina
Desempenho dos motores 2.2 e 2.4

Fonte: www.edmunds.com/www.carrosnaweb.com.br

Chevrolet Blazer

O utilitário esportivo da linha Chevrolet apresenta as seguintes versões: Colina, Executive e Advantage.

A linha 2007 da Chevrolet Blazer conta com duas opções de motorização 2.4 litros 8 válvulas a gasolina, que desenvolve 128 cavalos de potência e a 2.8 litros diesel eletrônico, com turbo e intercooler, que atinge 140 cv.

A versão Executive, topo da linha Blazer, destina-se a clientes que exigem exclusividade e o máximo em conforto, sofisticação e segurança, como “airbags”, freios com sistema ABS nas quatro rodas, rádio com CD player, revestimento em couro nos bancos e painéis de portas, ajustes elétricos para o banco do motorista, além de um visual diferenciado e exclusivo.

MOTORIZAÇÃO
Motor: VORTEC, 4.3, 6 cilindros em V, 12 válvulas (2 por cilindro), injeção multiponto, gasolina, dianteiro, longitudinal
Cilindrada: 4.299 cm³ Potência: 180 cv a 4.200 rpm
Potência Específica: 41,8 cv/litro Torque: 34,7 kgfm a 2.600 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.608 mm Peso: 1.820 kg
Largura: 1.680 mm Porta-Malas: 456 litros
Altura: 1.650 mm Tração: Traseira
Freis: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Manual de 5 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 180 km/h Aceleração: 10,8 segundos

2002 CHEVROLET BLAZER EXECUTIVE

Chevrolet Blazer

Lançada em 1995, o utilitário-esportivo sofreu uma profunda reestilização em 2001, adotando o visual robusto e imponente da picape S-10.

Está disponível na versão básica com motor 2.4 4 cilindros a gasolina, passando pela intermediária com propulsor turbodiesel, e culminando na luxuosa Executive.

Esta última apresenta motor 4.3 V6, faixas laterais, grade e rodas com detalhes dourados, acabamento em plástico imitando madeira, piloto automático e outros itens de conforto.

Blazer era o nome dado as picapes de trabalho transformadas em grandes carros de passeio.

MOTORIZAÇÃO
Motor: VORTEC POWERTRAIN, 4.3, 6 cilindros em V, 12 válvulas (2 por cilindro), injeção multiponto, gasolina, dianteiro, longitudinal
Cilindrada: 4.294 cm³ Potência: 192 cv a 4.400 rpm
Potência Específica: 44,6 cv/litro Torque: 35 kgfm a 3.200 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.709 mm Peso: 1.850 kg
Largura: 1.731 mm Porta-Malas: 1.056 kg
Altura: 1.722 mm Tração: Integral
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Automático de 4 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 180 km/h Aceleração: 11,6 segundos

Fonte: djjaragua.vilabol.uol.com.br

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