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Puma GTB

PUMA GTB S1

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Puma GTB

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Puma GTB S1

Depois dos “Puminhas” com motor Volkswagen, a fábrica apresenta o “Pumão” em 1972.

Inicialmente chamado de GTO, o GTB (Gran Turismo Brasil) é um cupê 2+2 lugares com motor do Chevrolet Opala SS e carroceria de fibra de vidro.

Sua frente era bastante longa, com dois faróis redondos (do Opala), uma grande grade com dois frisos horizontais e dois pára-choques. A traseira era bastante curta.

Apesar de ser bastante caro (só não era mais caro que o Ford Landau), havia uma grande fila de espera.

Em 1979, o GTB recebia mudanças mecânicas e visuais, ganhando a denominação Série 2 ou S2.

Debaixo do capô do GTB definitivo estava o já consagrado e potente motor do Opala Gran Luxo e SS. Era o seis-cilindros em linha de 4,1 litros e 140 cv ( brutos ) a 4.000 rpm.

A carroceria também era de plástico e fibra-de-vidro, com a frente bem longa e a traseira curta. Grade do radiador com dois frisos horizontais, grupo ótico também do Opala. As cores metálicas, como prateado e dourado, eram as preferidas. Vidros verdes, bancos e volante esportivos faziam parte dos itens de série.

MOTORIZAÇÃO
Motor: CHEVROLET, 4.1, 6 cilindros em linha, 12 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina
Cilindrada: 4.093 cm³ Potência: 140 cv a 4.000 rpm
Potência Específica: 34,1 cv/litro Torque: 29 kgfm a 2.400 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.300 mm Peso: 950 kg
Largura: 1.740 mm Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.260 mm Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Manual de 4 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 170 km/h Aceleração: 12,4 segundos

PUMA GTB S2

Em 1979 a fábrica lançava o GTB reestilizado, chamando-o de Série 2 ou S2.

Era mais harmonioso, moderno e bonito que o modelo de 1972: quatro faróis redondos, grade preta com frisos horizontais, frente mais baixa e pára-brisa e traseira mais inclinados. Detalhe interessante eram os limpadores de pára-brisa, escondidos sob uma cobertura acima do capô. Utilizava o mesmo seis-cilindros “vermelho”, 250-S.

Puma GTB

Puma GTB
Puma GTB S2

Lançado em 1972, o GTB sofreu uma reestilização em 1979, passando a ser conhecido como Série 2 ou S2. A frente ficou mais baixa, com quatro faróis redondos (o antecessor tinha apenas dois) integrados a grade preta.

Pára-brisa e vidro traseiro mais inclinados. Os limpadores de pára-brisa ficavam escondidos sob uma cobertura acima do capô. O motor era do bravo Chevrolet Opala 250S.

Permaneceu sem alterações profundas até 1988, quando a empresa passou a ser controlada pela Alfa Metais e o GTB recebeu uma reestilização bastante polêmica.

MOTORIZAÇÃO
Motor: CHEVROLET 250S, 4.1, 6 cilindros em linha, 12 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina
Cilindrada: 4.093 cm³ Potência: 171 cv a 4.800 rpm
Potência Específica: 41,7 cv/litro Torque: 32,5 kgfm a 2.600 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 4.290 mm Peso: 980 kg
Largura: 1.840 mm Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.285 mm Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Manual de 4 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 177 km/h Aceleração: 11,2 segundos

Fonte: djjaragua.vilabol.uol.com.br

Puma GTB

História

Do Protótipo GTO até o Gran Turismo Brasil Série 1

No final de 1.971 a “Pequena Atrevida” como era conhecida a PUMA Veículos e Motores, balançou novamente o mercado Brasileiro de Automóveis, começou a testar um novo protótipo desenhado por Rino Malzoni ele foi batizado inicialmente de P8, este “novo” protótipo era conhecido na época como PUMA GTO ou PUMA Opala, na fase de testes o novo carro rodou mais de 50.000 Km e com um motor CHEVROLET 6 cilindros em linha de 3.800cc, estava sendo aguardado pelos amantes da velocidade, não se tem notícias deste primero protótipo que provavelmente foi totalmente refeito, com o mesmo motor Chevrolet, porém com 4.100 cc, e foi apresentado no Salão do Automóvel de 1972 ainda com o nome de PUMA GTO (GTO: Gran Turismo Omologato – Sigla muito utilizada pela Pontiac e Ferrari), o novo modelo chamou muito a atenção do público que aprovou as linhas do novo esportivo tipicamente inspiradas nos esportivos americanos, neste Salão do Automóvel a PUMA Veículos e Motores recebeu cerca de 300 encomendas para o novo modelo que só entrou em fabricação regular apenas em 1974 já batizado de PUMA GTB (Gran Turismo Brasil), a sua produção inicial foi de 10 unidades/mês.

Curiosamente, em maio de 1974, já estava ponto um protótipo da pick-up GTB, que no entanto, nunca foi construída em série e não se sabe também do paradeiro deste protótipo.

O PUMA GTB era um carro esporte bonito e imponente, que tinha fila de espera para compra, pois o governo militar estrangulava cada vez mais a entrada de esportivos importados um número ainda maior de pedidos foi feito e deste modo, ocorreu um fenômeno interessante: Os PUMAS GTB’s já produzidos eram comercializados, no mercado de de carros usados, a preços bem maiores que os praticados pela fábrica, pois estas unidades não tinham lista de espera de mais de 1 ano, isso prova que o problema da PUMA Veículos e Motores não era de vender os seus carros mas produzí-los.

A carroceria do PUMA GTB também era de plástico e fibra-de-vidro, com a frente bem longa e a traseira curta, cores metálicas, como prateado e dourado, eram as preferidas. Vidros verdes, bancos e volante esportivos faziam parte dos itens de série.

Como o irmão menor, o PUMA GTB era ideal para duas pessoas – o espaço do banco trazeiro podia ser utilizado apenas para pequenos percursos.

O painel de instrumentos era bem completo e incluía conta-giros, voltímetro e termômetro do óleo.

Vinha equipado com rodas exclusivas da PUMA e os pneus inéditos no mercado nacional, os Pirelli E70.

O desempenho do PUMA GTB não era muito superior aos do Opala, Dodge Dart e Charger da época. – e estes eram mais baratos que ele.

Aliás, o PUMA GTB só custava menos que o Ford Landau, carro nacional mais caro da época.

Um ano depois de seu lançamento chegaria um sério concorrente para o PUMA GTB era o Maverick GT. A velocidade máxima do PUMA GTB era de 170 km/h e fazia de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos.

As únicas mudanças sofridas até 1978 seriam na grade, conjunto ótico trazeiro, a localização da placa trazeira, emblemas e no motor, que passaria ao 250-S, com tuchos mecânicos em vez de hidráulicos e potência de 171 cv suficientes para 190 km/h.

As linhas suaves do GTB Série 2

No salão do automóvel de 1978 foi apresentado o novo modelo do PUMA GTB, agora denominado GTB/S2 (Série Dois), um carro que apresentava linhas mais limpas com frente mais baixa, utilizando o mesmo e motor Chevrolet 6 Cilindros em linha de 4.100cc o consagrado 250-S apresentava também na questão de segurança os inéditos cintos auto-enroláveis (retráteis ), bancos de couro, ar-condicionado e vidros elétricos e com um maior espaço interno para seus ocupantes, porém o banco trazeiro continuava o mesmo, pequeno sendo apenas utilizado para pequenos percursos.

O GTB S2 foi uma das sensações daquele Salão do Automóvel. o novo PUMA GTB S2 utlizava rodas de liga-leve produzidas em liga de antálio, de 7 polegadas utilizando Pneus BF-Goodrich Radial T/A 225/60R14 fabricados no Brasil.

Em alguns catálogos chegaram a ser cogitados outros modelos da linha GTB/S2 entre eles era o GTB/S3 que utilizaria o motor Chevrolet de 4 Cilindros de 2.500cc utilizando como combustível Álcool e também o GTB/S4 utilizando o motor Chevrolet de 6 Cilindros de 4.100cc 250-S turbinado, mas não se tem notícias se os dois modelos chegaram a ser realmente produzidos, porem já flagramos os dois modelos GTB/S3 e o GTB/S4.

O PUMA GTB/S2 teve sua produção paralisada em fins de 1984, ano em que foram produzidos 56 Pumas GTB/S2, no total estimasse que foram 888 PUMA GTB/S2 em cinco anos de fabricação.

Em Março de 1986 a PUMA Veículos e Motores mudou-se para Curitiba no Paraná, nas mãos do empresário Rubens Dabul Maluf , fundou a Araucária S/A que voltou a produzir aos GTB/S2 sob licença da PUMA Veículos e Motores, pagando 0,5% de royalties sobre cada carro produzido, na primeira fornada dos PUMA GTB/S2 Paranaenses, foram produzidos 22 carros a previsão era de 68 carros até o final de 1986 este “novo” GTB/S2 foi lançado com o nome ASA, com o mesmo estilo consagrado, porém com algumas alterações estéticas como a utilização das maçanetas da ALFA ROMEO 2.300 espelhos do Ford DEL REY, porém seu desempenho não era superior ao dos esportivos da época o VW GOL GT 1.8 e GM Monza S/R, tanto na Aceleração quanto na velocidade máxima, por este motivo o dono de um GTB tinha que engolir um dos citados esportivos pedindo passagem nas estradas, e o GTB com o seu poderoso 6 Cilindros não poderia responder a altura, por dentro o “novo” GTB tinha poucas diferenças quando comparado ao modelo de 1984, revelava uma certa desatualização.

A novidade era a relação de diferencial distinta da utilizada pelo PUMA no passado, ela foi alongada de 3,07:1 para 2,73:1 como nos OPALA da época, as suspensões se mantiveram as mesmas somente mudando a calibragem das Molas e dos amortecedores pressurizados. Não se tem idéia de quantos modelos foram fabricados entre 1986 e 1987, e nem do carro que apareceu na reportágem da revista Quatro Rodas de 1986 como uma tentativa de reelançamento do modelo, mas não passou de uma tentativa no ano seguinte a fábrica da Araucária fora novamente vendida para outro empresário de Curitiba.

A Série Daytona

Puma GTB
Puma GTB S2 Daytona

A série Daytona começou a ser produzida à partir de “kits” personalizados criados por oficinas especializadas em fibras e personalização de veículos.

A Puma Daytona na verdade era uma GTB S2 modificada com um “body-kit” que era instalado em oficina.

Puma GTB

Puma GTB
Puma GTB Daytona

Os carros saiam com parachoques envolventes e frente de Opala ou Gol, as lanternas traseiras de Opala e spoilers laterais que chamavam atenção na época.

A esportividade alidada a economia do GTB Série 3

No final de 1.983 foi lançada a S3, com o objetivo de ganhar competitividade nos carros “de rua”. O S3 vinha equipado com motor Chevrolet de 4cc.

O raríssimo e misterioso Série 4

Não se sabe ao certo, mas o S4 seria a última cartada da Puma em manter viva a lenda GTB. O carro voltou a ter 6cc e as diferenças eram por conta da suspensão e câmbio, além do turbo original de fábrica.

AMV O GTB de terceira geração

Puma GTB
Puma AMV

Houve um tempo em que os os garotões, se orgulhavam de seu carro vermelho incandescente. Para muitos deles esse carro era um PUMA (O Primeiro, o mais fabricado e o mais conhecido Fora-de-Série Brasileiro ) Para outros como o empresário Nívio de Lima que trabalhava nas férias paulistanas, o PUMA era um sonho Distante.

Anos se passaram e Nivio de Lima empresário do setor de autopeças realizou seu sonho radicalmente comprou a PUMA por um Milhão de Dólares, recomeçou a produção e destinou o primeiro carro para ele mesmo.

A Marca que estava desativada desde 1985 e a última tentativa de tentar reerguê-la da Araucária S/A de Curitiba, não deu certo pois a empresa esbarrou numa dívida da PUMA Veículos e Motores com a Volkswagen do Brasil.

Mas Nívio assumiu o seu sonho com os pés no chão, trabalhou oito meses em silêncio investindo outro milhão de Dólares numa montadora na Cidade Industrial de Curitiba e em modificações estéticas e melhorias mecânicas na versão mais potente o GTB, para se garantir Nívio negociou com uma revendedora dos EUA o Fornecimento de 318 PUMA AMV 4.1 em um ano, porém não se sabe se realmente estes AMV foram exportados.

Puma GTB

As principais melhorias no PUMA AMV foram os “novos” Bancos RECARO com revestimento do interior em couro o novo desenho do painel de instrumentos semi-envolvente, muitos achavam o painel meio sem graça, barra estabilizadora Panhardt, os freios ficaram mais seguroscom a adoção de uma válvula equalizadora , Ar- Condicionado ( Quente- Frio ), Rodas de liga Leve utilizando pneus 205/60, direção hidráulica, comando elétrico dos vidros, rádio toca-fitas digital com antena elétrica, o desempenho do PUMA AMV chegou a 175 Km/h contra 168 Km/h do último PUMA GTB/S2 produzido pela Araucária S/A, manteve a mesma aceleração de 0-100 Km/h na marca de 10,84 segundos , demorou menos nas retomadas de velocidade 18,03 segundos para ir de 40 Km/h a 120 Km/h por exemplo contra 22,19 do GTB/S2 da Araucária S/A.

Puma GTB
Puma AMV 4.1

Não se sabe exatamente quantos PUMA AMV 4.1 chegaram a ser produzidos desde 1.988 mas foram bem poucos, e também a com a abertura do mercado para os carros esportivos importados selou definitivamente a trajetória do PUMA AMV 4.1, num futuro próximo as unidades remanescentes em bom estado serão muito valorizados no mercado de carros antigos devido a sua pouca produção.

Fonte: www.pumagtb.com.br

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