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Mercedes Classe G

Design

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Exterior

Criado para atender as necessidades de automóveis militares, seu design de linhas retas transmite sua força, seu poder, sua invencibilidade. Ou seja, o design da Classe G traduz a própria personalidade desse automóvel que brilha nas estradas e nas trilhas acidentadas.

Interior

O confortável interior em qualquer uma das três versões – duas portas, quatro portas ou Cabriolet – é fator de contraste com os terrenos por onde ele costuma rodar.

Mercedes Classe G

Mercedes Classe G

Mercedes Classe G
Mercedes Classe G

Marcha Reduzida

A Classe G possui acionamento eletrônico da marcha reduzida (Low Range), proporcionando mais conforto e tranqüilidade ao motorista.

Tração

Tração integral na 4 rodas, sistema eletrônico de tração independente em cada roda 4ETS e sistema de acionamento do diferencial com acionamento eletrônico.

O Mercedes-Benz Classe G

O Mercedes-Benz Classe G foi desenvolvido como um veículo militar a partir de uma sugestão do Xá do Irã para Mercedes e oferecido como uma versão civil em 1979.

O Mercedes-Benz Classe G, ou G-Wagen – forma abreviada de Geländewagen, veículo para caminhos difíceis em alemão – foi apresentado em março de 1979.

Seu código de fábrica era W460 e era produzido em Graz, na Áustria.

Para este mercado, o da Suíça e o da antiga Iugoslávia, tinha na grade o emblema da Steyr-Puch. Para os outros, a tradicional estrela da Mercedes. A Peugeot também vendeu uma versão dele, com a denominação P4 e motor próprio.

Compacto, media 3,95 metros de comprimento na versão curta, com duas portas, e 4,40 m na versão longa com quatro portas.

Era o menor Mercedes em produção. Tinha 1,70 m de largura, 1,95 m de altura e 2,40 m de entreeixos na versão curta (2,85 m na maior). Impunha muito respeito. A cabine com vidros grandes e colunas finas oferecia muita visibilidade. A grade dianteira preta era divida em quatro partes, com frisos horizontais e o emblema no meio. Os faróis circulares estavam inseridos nos pára-lamas, estes com linhas triangulares, e o pára-choque era robusto.

Mercedes Classe G
Mercedes-Benz G4

Outra interessante, com o mesmo combustível, era a 300 GD. Tinha cinco cilindros em linha, 2.998 cm³, 88 cv e 17,5 m.kgf. Esta versão era a mais cara da linha e custava quase o dobro da 230 G. Em toda a linha, a suspensão tinha molas helicoidais e eixo rígido tanto na frente quanto atrás. Usava pneus na medida 7,00-16, freios dianteiros a disco e traseiros a tambor.

Com carroceria montada sobre chassi, seu peso era de 1.720 kg com entreeixos curto e 1.980 kg com o longo. Esta versão tinha três vidros laterais e aparência mais sisuda. Outra opção de carroceria, mais descontraída, era a de duas portas e descoberta acima dos bancos principais até o fim da carroceria. Na coluna central quase não havia alteração e atrás vinham arcos finos. As rodas neste modelo tinham um estilo esportivo. Não perdia o charme com a capota de lona fechada, mas sem ela ficava bem mais agradável. Ideal para regiões litorâneas. A porta traseira, que se abria para o lado, tinha o estepe preso. Dependendo do acabamento vinha encoberto numa bonita proteção metálica.

Com bom acabamento interno, mantinha um padrão de conforto próximo ao de um automóvel Mercedes. Assim como o Range Rover, o Classe G queria ter a mesma classe de um sedã de luxo em um modelo fora-de-estrada. Seu rodar macio transmitia conforto e o leque de opcionais era amplo, com ar-condicionado, direção assistida, bancos e forrações das portas em couro de ótima qualidade, rádio/toca-fitas. O painel tinha conta-giros, amperímetro e termômetro de óleo.

Seu desenho era discreto e de acordo com a proposta.

A versão básica era a 230 G, com motor de quatro cilindros em linha, cilindrada de 2.307 cm³, comando de válvulas no cabeçote e um carburador. Fornecia potência de 90 cv e torque de 18,5 m.kgf. A tração era traseira ou nas quatro rodas, conforme a utilização, com bloqueio do diferencial traseiro e, como opcional, do dianteiro. Como não havia diferencial central, a tração integral devia ser usada apenas em pisos de baixa aderência. O câmbio manual tinha quatro marchas. Modesta, a velocidade máxima era de 130 km/h. Era 28% mais caro que o Land Rover.

O 280 GE já apresentava um motor com seis cilindros em linha, 150 cv e 22,4 m.kgf. Tinha duplo comando e era alimentado por injeção mecânica K-Jetronic da Bosch. A velocidade máxima passava a 150 km/h — a aerodinâmica do “tijolo” não ajudava, nem era essa uma preocupação. Uma versão que atraía muito fazendeiros e as forças armadas era a movida a óleo diesel. Com quatro cilindros em linha, a 240 GD tinha 2.399 cm³, 72 cv e 14 m.kgf. A máxima era de 115 km/h.

Mercedes Classe G
A tração integral era temporária na série produzida até 1989; o motor a diesel
de cinco cilíndros teve versões 2,5 e 3,0 litros

Toda a linha contava com pneus mais largos e radiais, na medida 215/80 R 16, e com a opção de rodas de alumínio. Por este motivo foram inseridos alargadores de pára-lamas, que tornava o aspecto mais esportivo. Por dentro podia ter volante com desenho esportivo e bancos Recaro com apoio de cabeça. A linha a diesel também era beneficiada com um motor mais moderno, de cinco cilindros em linha e 2.497 cm³, na versão 250 GD. Tinha 84 cv e, pesando 1.860 kg, sua velocidade final era de 125 km/h. Em todos o tanque de combustível tinha capacidade para 83 litros.

Mercedes Classe G
O robusto chassi com eixos rígidos, voltado para o fora-de-estrada severo,
estava associado a um interior confortável, apesar de aspecto simples

O modelo 1983 trazia alterações no motor do 280 GE, que passava a ter 156 cv. Tanto o torque quanto a velocidade máxima aumentaram um pouco. Aparecia o câmbio manual de cinco marchas e, no 230 GE, a opção do automático de quatro velocidades. Em 1987 passava a ser montado na Grécia sob o sistema CKD (totalmente desmontado) e ganhava opção de chassi com cabine, para receber a carroceria mais adequada à finalidade de uso.

Evolução

Sem muitas diferenças na carroceria, como já era habitual, a linha 1990 — apresentada no Salão de Frankfurt de 1989 — trazia alterações mecânicas de relevo na série identificada como W463. A tração integral era agora permanente, possível pelo uso de diferencial central, e os três diferenciais contavam com bloqueio eletrônico. Outra novidade estava nos freios com sistema antitravamento (ABS). A edição limitada 230 GE Classic celebrava os 10 anos de mercado do modelo.

Em 1992 o Classe G atingia a marca de 100 mil unidades produzidas.

Outra versão especial, limitada a 500 unidades, aparecia um ano depois: a 500 GE, dotada de motor de oito cilindros em “V” e 4.973 cm³, que desenvolvia 240 cv e 40,6 m .kgf. Destinado a um público exigente em conforto, vinha com revestimento de couro, apliques de madeira e ampla dotação de equipamentos, como controlador de velocidade.

Um novo motor a diesel estava disponível em 1994 para o G 350 TD: um seis-cilindros em linha com 3.449 cm³, turbocompressor e 136 cv. Uma caixa automática mais moderna era oferecida. O jipe fazia de 0 a 100 km/h em 14,5 segundos. Quanto à versão a gasolina, o G 320 contava com o novo V6 de 3.199 cm³ com duplo comando de válvulas e 210 cv. Ambos já contavam com ABS nos freios, bolsa inflável para o motorista, teto solar e controle elétrico dos vidros, travas e retrovisores. A denominação contava agora com a letra G antes do número, como acontecia com os automóveis da marca.

Em 1997 era lançado o Classe M, utilitário esporte de luxo, com desenho moderno e suspensão independente nas quatro rodas. Era destinado a uma clientela mais sofisticada e urbana, para concorrer com modelos japoneses que já invadiam o mercado americano. Não houve perda de vendas do Classe G por causa do novo irmão, já que eram veículos com propostas bem diferentes.

No mesmo ano, o G 290 TD trazia turbo no motor a diesel de 2.874 cm³, com 120 cv, e o conversível ganhava comando elétrico da capota.

O G 500, com o V8 de 5,0 litros, retornava como opção normal de linha. Agora com 4.996 cm³, 296 cv e 45 m.kgf, sua velocidade final era de 190 km/h e de 0 a 100 km/h bastavam 9,7 segundos.

Mercedes Classe G
A versão V8 voltada ao mercado de 1998 como G500,
agora opção normal de linha; o novo motor fornecia 296 cv

Coração esportivo

A preparadora AMG, que havia feito de forma independente um Classe G mais potente já em 1988 (leia boxe) e fora incorporada à Mercedes, apresentava sua nova interpretação em 1999: o G 55 AMG, com motor V8 de três válvulas por cilindro, 5.439 cm³, 354 cv e 54 m.kgf. Estava calçado com pneus 285/55 R 18 e exibia saídas laterais de escapamento. Outro lançamento era o G 500 Guard, com blindagem original de fábrica com três níveis de proteção.

Para comemorar seus 20 anos de produção, a Mercedes oferecia em 1999 a série especial G 500 Classic. Outras versões recebiam volante multifunção com comandos para o sistema de áudio e o computador de bordo. No ano seguinte, o G 400 CDI marcava a estréia do sistema de injeção direta com duto único no motor a diesel. O V8 de 3.996 cm³ e 32 válvulas entregava 250 cv e 57,1 m.kgf já a 1.700 rpm. Parte da linha contava com pára-choques na cor da carroceria e o interior era remodelado.

Controle de estabilidade era adotado em 2001 e, só no ano seguinte, o Classe G chegava oficialmente aos Estados Unidos. A nova opção G 270 CDI turbodiesel tinha cinco cilindros em linha, 2.685 cm³, quatro válvulas por cilindro e 156 cv.

Em 2004, nova comemoração: a série Classic 25, alusiva ao jubileu de prata do Classe G, que adicionava rodas esportivas e detalhes em cor de alumínio à aparência do G 500. No G 320 CDI o motor de seis cilindros com injeção direta, 2.987 cm³ e 24 válvulas fornecia 224 cv para atingir 210 km/h.

Para o ano seguinte o G 55 AMG recebia compressor no V8, que passava a render 476 cv e 71 m.kgf.

Com câmbio automático de cinco marchas, acelerava de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos, apesar dos 2.550 kg de peso, e a final era de 210 km/h. Por dentro, competia em luxo com qualquer sedã de categoria: madeira de ótima qualidade no console, volante e alavanca de câmbio, sistema de áudio Harman Kardon, bancos dianteiros com ajustes elétricos, memória e aquecimento. O estepe externo vinha com uma capa metálica imitando cromado, de ar muito distinto. Um superlativo em termos de 4×4.

Com quase 30 anos, o Classe G se mantém com as linhas originais, mas resiste bravamente à passagem do tempo sem envelhecer. Não perdeu o charme e está cada vez mais atual em termos mecânicos. A famosa casa alemã, orgulhosa de seu produto, vai sempre aperfeiçoá-lo como fez até hoje.

Fonte: www.mercedes-benz.com.br/www2.uol.com.br

 

 

 

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