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Rural Willys

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A produção na Rural no Brasil começou em 1956 e foi até o ano de 1982. O modelo começa a ser feito no País com motor 2.6 de 6 cilindros, frente igual à do norte-americano e carroceria pintada de duas cores, tipo “saia-e-blusa”

Em 1959 a carroceria foi reestilizada e ganhou vidros inteiriços na frente e atrás, novas sinaleiras traseiras, além de pára-lamas dianteiros e frente redesenhada, que seria mantida até o final de sua produção no Brasil, em 1977 Em 1961 o modelo ganha versão picape. Opção 4×2 viria três anos depois

Em 1968 a Willys Overland do Brasil é adquirida pela Ford Em 1969 a Ford-Willys anuncia 406 inovações no carro.

Das principais, eixo traseiro de maior diâmetro, conhecido por “canela grossa”, e diferencial autobloqueante. Um ano depois o motor 2.6 daria lugar ao 3.0 que produz 132 cv brutos.

Em 1972 nome do modelo muda de Rural Willys para Ford Rural e a versão 4×2 Luxo, com suspensão dianteira independente, deixa de ser produzida.

ural Willys
Rural Willys 1959

E em 1975 com a crise do petróleo, neste ano a Rural ganhou motor Ford OHC 2300 de quatro cilindros, mais econômico, acoplado ao câmbio de quatro velocidades com relações de marchas mais curtas 1977 a SW deixa de ser feita. O jipe e a picape continuariam até 1982.

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Rural Willys

História

Nos anos 50, as estradas brasileiras eram ainda piores que as de hoje: faltava asfalto e sobrava lama.

Não é de se espantar que a montadora americana Willys-Overland tenha se interessado pelo país nos tempos de industrialização entre o fim do governo Vargas e o início dos anos JK.

A Willys era uma fábrica independente que, durante os anos da Segunda Guerra, ganhou força produzindo o Jeep.

Com o fim do conflito, este modelo passou a ser vendido também para civis (era considerado equipamento agrícola).

Por volta de 1947, a Willys começou a diversificar a linha, criando versões “sociais” do Jeep: uma era o Jeepster (conversível que nunca foi feito no Brasil), outra era a Station Wagon.

Os planos da Willys em São Bernardo do Campo foram iniciados em 1952. Quatro anos depois, a fábrica começou a montar os Jeep, usando peças brasileiras.

A Willys Station Wagon, até então importada, passou a ser feita no Brasil no fim de 1958 – e foi logo rebatizada de Rural-Willys. As linhas eram as mesmas do modelo americano.

Um detalhe característico era a pintura saia-e-blusa: verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca.

Quem vê a bonachona figura da Rural não imagina que sua origem está nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial. Ela é a versão familiar do Jeep, criado para as tropas americanas e usado em terrenos difíceis na África e na Ásia.

Quando foi lançada pela Willys do Brasil, em 1956, a expressão “utilitário esportivo” ainda não fazia parte do nosso vocabulário: era caminhonete ou camioneta, mesmo.

ural Willys
Rural Willys

Mas ela foi uma precursora dessa tendência. Foram bem poucas as mudanças na Rural nacional.

De 1959 até 1977, quando deixou de ser fabricada ela teve basicamente dois motores: um seis cilindros, originalmente com 90 cavalos, que foi aperfeiçoado ao longo do tempo, e um quatro cilindros, o mesmo com que a Ford equipou os últimos Maverick na década de 70. Nos primeiros tempos a mecânica era tão rústica quanto a dos Jeep.

O motor a gasolina, de seis cilindros e 2.638cc, rendia 90 cavalos. O câmbio era de três marchas, com caixa de transferência para tração 4×4. Havia eixos rígidos na dianteira e na traseira. Além do uso no campo, o utilitário da Willys também era comum nas cidades e muito usado como carro de frota.

A primeira grande inovação veio na Rural de 1960: a dianteira ganhou linhas exclusivas para o mercado brasileiro. O pára-brisa passou a ser inteiriço e o mesmo aconteceu com o vidro traseiro. Isso sem esquecer da Pick-up Jeep, na verdade uma Rural com caçamba. Introdução de novos paralamas dianteiros e nova frente que seria mantido até o final da produção. Introdução de vidros inteiriços na frente a na traseira substituindo os vidros bi-partidos. Assim a “Rural Jeep” ganha o novo “design” exclusivo do modelo 100% Brasileiro.

ANO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS
1946 Logo após o fim da segunda guerra mundial, a Willys Overland lança nos EUA um novo veículo para a família chamado de Station Wagon. O Station wagon foi a primeira caminhonete com carroceria fabricado totalmente em aço. A frente do Station Wagon lembrava o Jeep Militar com design da carroceria feito por Brooks Stevens. O motor e projeto mecânico ficaram sob a responsabilidade do engenheiro Delmar Roos que já havia trabalhado no projeto do Jeep militar em 1941.
1948 Caminhonetes Willys são importadas e já circulam no Brasil
1949 A tração 4×4 passa a ser oferecido no Jeep Station Wagon nos EUA
1951 Importação de caminhonetes “Jeep Station Wagon” fabricados nos EUA. Frente “bicuda” com paralamas abertos. Alguns exemplares continuam rodando no Brasil até hoje.
1952 É fundado a Willys Overland do Brasil. A Willys continua importando veículos fabricados nos EUA. Modelos com motor 4 e 6 cilindros derivados do motor do Jeep.
1954 Inicio da linha de montagem do Jeep em São Bernardo do Campo/SP.
1958 Inauguração da nova fábrica de motores da Willys overland em 07/03/1958 com a presença do presidente Juscelino Kubitschek. Inicio da produção da Rural Willys no Brasil no final de 1958 com motor 6 cilindros e a frente igual o modelo norte americano. Oferecido em combinação de duas cores “saia-e-blusa” verde/branco, azul/branco, e vermelho/branco.
1959 Último ano de fabricação com a frente “americana”.
1960 Novo design da carroceria pelo designer americano chamado Brooks Stevens. Introdução de novos paralamas dianteiros e nova frente que seria mantido até o final da produção. Introdução de vidros inteiriços na frente a na traseira substituindo os vidros bi-partidos. Novas sinaleiras traseiras. Assim a “Rural Jeep” ganha o novo “design” exclusivo do modelo 100% Brasileiro. Lançamento do Pick-Up Jeep. Lançamento da Rural com tração 4×2.
1961
1962 Novas calotas. Novo espelho retrovisor interno.
1963 Novo vedador/retentor traseiro no eixo virabrequim do motor (a partir de 08/1963).
1964 “Novo estofamento, suspensão mais macia, novas cores”. O sistema elétrico, dinamo, motor de partida e bateria passam de 6 volts para 12 Volts. Ventilador e desembaçador opcional. Novo distribuidor Bosch tambem montado no lugar do distribuidor Wapsa (Auto-Lite/Walita).
1965 Introdução da suspensão dianteira independente com molas helicoidais (igual o Aero Willys) no novo modelo 4×2 “Luxo”. Nova caixa de 3 marchas sincronizadas com a primeira marcha sincronizada em todas as caixas onde “você não precisa mais parar para engatá-la”. Nova caixa de 4 marchas na Pick Up. Novos tambores de freios externos aos cubos, de fácil remoção para manutenção nos freios. Novo estofamento “ventilado” em plástico e jérsei. Nova grade dianteira em aluminio anodizado. Novas cores. Alavanca de cambio na direção agora também no modelo 4×4 e alavanca “monocomando” para acionar a tração 4×4 e reduzida. Parachoque dianteiro perde as “garras cromadas”. Nova válvula de escapamento no motor com cabeça 1/8″ maior. Nova tampa removível na carcaça da embreagem para inspeção e troca da embreagem. Trava do capuz do motor reforçado. Inclusão de acendedor de cigaros. Eliminados os tubos de ventilação. Ventoinha elétrica opcional no compartimentos dos passageiros do modelo Luxo e 4×4. Luz indicadora opcional para indicar tração 4×4 ligado. Lançada pedra fundamental da nova fábrica em Jaboatão/PE.
1966 “Carburador calibrado para economizar mais 20% de gasolina”. O Pick-Up Jeep é eleito Carro do Ano pela revista Mecânica Popular. O dinamo é substituido pelo alternador que pesa metado do dinamo e permite “carregar a bateria mesmo em marcha lenta”. Eixo comando de válvulas passa a ter 4 buchas de apoio. Novas buchas nos jumelos dianteiros e traseiros. Nova fabrica Willys em Jaboatão no Pernambuco é inaugurado em 14 de Julho de 1966 e passa a fabricar Rural e Jipe “Chapeu de Couro”
1967 Novas calotas com 12 rebaixos estampados e circulo central no modelo 4×2. Novo painel de instrumentos agora em frente ao motorista. Trava de direçao original na coluna de direção. Novo estofamento. Novos pedais relocalizados e com novo formato “quadrado”. Novas maçanetas. 4 marchas e volante estilo “Aero Willys” disponivel na Rural 4×2 Luxo. A Pick-Up Jeep recebe suspensão dianteira independente opcional (4×2) e cambio 4 marchas como opcional. Introdução do motor Willys 2600 com dois carburadores e motor Willys 3000 com carburador de corpo duplo. Novo tapete do assoalho dianteiro. Os semi eixos traseiros passam a ser inteiriços sem chaveta e porca nas pontas e sem pinos graxeiros dos rolamentos de ponta de eixo.
1968 Motor “Willys 3000” é oferecido como opcional na Pick-Up Willys. Willys Overland do Brasil é adquirido pela Ford. A Rural ganha o inconfundível espelho retrovisor externo cromado na porta do motorista.
1969 Em 1969 a Ford anunciava 406 inovações em toda a linha de carros da Willys. O eixo traseiro passou a usar tubo de maior diâmetro popularmente chamado de “canela grossa”. Manual do proprietário passa a ser impresso com a marca Ford. Fabrica passa a se chamar Ford-Willys do Brasil S/A. Novos coxins de borracha mais reforçados nos suportes dianteiros do motor. Diferencial autoblocante opcional.
1970 É oferecido 3o banco opcional para até 8 pessoas. A frente do capô perde o emblema cromado “W”. Ford lança “Serie Luxo” com motor 3000 e novos detalhes de acabamento e pneus mais largos. Pick-Up passa a se chamar F-75 e tem motores 2600 e 3000 como opcional. Suspensão traseira é reforçada com aumenta da largura das laminas do feixe de molas de 45mm (1-3/4″) para 57mm (2-1/4″). Nova cor “branco alasca” no forro do teto. Novo lavador do parabrisa acionado por bomba de botão em baixo do painel.
1971 Letras “F O R D” fixados na tampa traseira. Tampa traseira da Pich Up tem “FORD” estampado na lata.
1972 Nome passa a ser Ford Rural. Último ano de produção da Rural 4×2 Luxo com suspensão independente na frente.
1973
1974
1975 Introdução do novo motor Ford 4 cilindros OHC 2300 acoplado a um cambio de 4 marchas com relações mais reduzidas. Motor de concepção moderna com correia dentada e eixo do comando de válvulas no cabeçote. Neste ano foram fabricados Rural com o velho motor Willys 6 cilindros BF-161 e tambem com o novo motor Ford OHC 2.300. Com o novo motor 4 cilindros a Rural passa a ser montado exclusivamente com o novo cambio de 4 marchas. Relação do diferencial 4.89:1 permanece o mesmo.
1976 Novo carburador DFV 228-121 de corpo simples e fluxo vertical descendente no motor OHC 2300 proporcionando mais torque e economia de combustivel.
1977 Último ano de fabricação da caminhonete Ford Rural. A Pick-Up continuaria a ser fabricado.
1978 F-75 continua sendo fabricado
1979 F-75 continua sendo fabricado
1980 F-75 continua sendo fabricado. Opção de motor a alcool.
1981 Oferecido motor Ford OHC 4 cilindros a Alcool e freios “Duo-Servo” na Pick Up F-75.
1982 Último ano de fabricação da Pick-Up Ford F-75

A Rural Willys

ural Willys
Rural Willys

Ao término da Segunda Guerra Mundial, a Willys-Overland Company, empresa americana fundada em 1907, buscava novas aplicações para seu famoso utilitário Jeep.

A idéia era criar uma carroceria mais convencional, a ser montada sobre a mecânica do fora-de-estrada, dando origem ao que os anúncios apresentavam como o Victory Car, o Carro da Vitória.

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Os antigos desenhos evidenciam o parentesco entre o Jeep e a Station Wagon americana

Dificuldades diversas, porém – a maior delas, acredita-se, era a grande demanda que os fabricantes de carrocerias mal podiam atender, levaram o projetista do Carro da Vitória, Brook Stevens, a desistir do projeto e procurar uma alternativa.

Stevens definiu-se por uma inovação: uma perua, com o máximo de componentes comuns ao Jeep e carroceria integralmente fabricada em aço. Isso ainda não existia nos Estados Unidos, onde as peruas eram elaboradas com estruturas de madeira adicionadas a sedãs.

Lançada em 1946, a Jeep Station Wagon era montada sobre um chassi de 104 pol (2,64 metros) de distância entre eixos e baseava-se em linhas retas, para simplificar o estampagem da carroceria.

Os pára-lamas retilíneos eram os mesmos do Jeep militar e, para criar a impressão das conhecidas carrocerias de madeira, a única cor disponível era vinho com as laterais em creme e painéis em marrom-claro.

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Só impressão: embora a pintura imitasse as tradicionais carrocerias de madeira, a Jeep era a primeira perua dos EUA com toda a parte traseira em aço

Simplicidade, robustez e economia eram seus pontos altos. Levava sete passageiros com um comprimento total de 4,78 metros ou, se os bancos traseiros fossem retirados, mais de 2.700 litros de carga. O porta-malas tinha piso plano e a porta de acesso dividida na horizontal, uma parte se abrindo para cima e outra para baixo. A ausência de madeira facilitava a conservação da carroceria e a suspensão dianteira, idealizada pelo chefe de engenharia Barney Ross, empregava um sistema de sete lâminas transversais, lembrando um projeto seu para a Studebaker na década de 30.

O motor era o mesmo do sedã Americar de antes da guerra, de quatro cilindros, 2,2 litros e cabeçote em “F” (válvulas de admissão no cabeçote e de escapamento no bloco), claramente subdimensionado. Apenas 63 cv e 14,5 m.kgf, ambos valores brutos, lidavam com um peso 300 kg maior na perua, levando-a com esforço a 105 km/h de velocidade máxima. O câmbio de três marchas logo recebia um overdrive, mas a tração permanecia apenas traseira — só em 1949 seria oferecida a perua 4×4, com feixes de molas semi-elíticas convencionais na suspensão dianteira.

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O Sedan Delivery era na verdade um furgão derivado da perua, sem vidros laterais e com assento apenas para o motorista

Em 1947 aparecia o Sedan Delivery, uma versão furgão da perua, sem as janelas laterais posteriores, com duas portas traseiras que se abriam para os lados e banco apenas para o motorista. No ano seguinte chegavam uma versão de luxo, a Station Sedan, e novas cores. Boas novidades eram os bancos mais confortáveis e a opção do motor Lightning (relâmpago) de seis cilindros em linha e 2,4 litros, com potência bruta de 72 cv, que melhorava bastante o desempenho.

Uma nova grade frontal era adotada em 1950. A proposta da perua, porém, permanecia a de um espartano utilitário e não mudaria com a absorção da Willys pela Kaiser-Frazer Corporation, em 1953. Apenas detalhes de acabamento e pintura em dois tons (“saia-e-blusa”) seriam introduzidos de início.

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O modelo 1958, um dos primeiros montados no Brasil, ainda usava componentes importados. O motor era de 2,6 litros e modestos 90 cv brutos

A nova fase trouxe algumas evoluções, como o motor Hurricane (furacão) de seis cilindros e 115 cv brutos, em 1954, que equipava há sete anos os automóveis da Kaiser. Versões para fins específicos passaram a ser oferecidas, como uma de seis portas, entreeixos longo e três fileiras de bancos, para serviços de hotéis e aeroportos. Em 1960 o pára-brisa vinha em uma única peça e, dois anos após, tanto a Station Wagon quanto o furgão Sedan Delivery eram descontinuados.

Versão brasileira

A versatilidade e a robustez da Jeep Station Wagon chamavam a atenção da Willys-Overland do Brasil S.A., fundada em São Bernardo do Campo, SP em 26 de abril de 1952. A empresa montava desde 1954 o Jeep Universal (já com capô alto, devido ao motor com cabeçote em “F”) e oferecer uma perua dele derivada, mantendo suas qualidades de resistência, seria ideal para um país com vias de tráfego tão precárias quanto o nosso.

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O Pickup Jeep, que aqui teve a mesma frente da Rural, reunia tração 4×4, reduzida e roda-livre. E foi por muito tempo uma opção isolada em preço nesse mercado

Em julho de 1956 a Rural começava a ser montada aqui, com peças importadas e o mesmo desenho do modelo americano. A pintura “saia-e-blusa” (verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca) dava um toque de charme a um utilitário rústico, com suspensões dianteira e traseira de eixo rígido com molas semi-elíticas, câmbio de três marchas com redução e tração 4×4. O motor a gasolina, de seis cilindros em linha e 2,6 litros, entregava modestos 90 cv brutos.

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Em vez da frente acanhada do modelo americano, um desenho mais elegante foi desenvolvido para a Rural brasileira, vista aqui no modelo 1964

Três anos depois era adotado um motor nacional, fabricado em Taubaté, SP. Em 1960, aproveitando a oportunidade da nacionalização completa dos componentes, a Willys redesenhava sua frente para adotar um estilo próprio, exclusivo para o Brasil. Larga e agressiva, há quem diga que ela se parece com a estrutura frontal do Palácio da Alvorada, em Brasília, se vista invertida. Vinham também o pára-brisa e o vidro traseiro inteiriços, como no modelo americano.

O sucesso da Rural não demorou a vir, tornando-se um veículo muito desejado. O mercado nacional era escasso de opções, havendo apenas a Volkswagen Kombi com capacidade de transportar uma grande família, ou um grupo de trabalho, por terrenos acidentados. Tornou-se comum ver a perua da Willys em frotas de serviços e também no uso urbano.

Em 1961 era introduzido o Pickup Willys.

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A publicidade tentava a todo custo passar uma imagem de lazer, mas o caráter utilitário e desbravador da Rural era seu maior argumento de vendas

O uso familiar, longe dos atoleiros, tornava-se mais freqüente com o lançamento, em 1964, da versão 4×2: tinha a alavanca de câmbio na coluna de direção e suspensão dianteira independente, com molas helicoidais, para um rodar mais confortável e melhor estabilidade. “Curva fechada não existe para ela”, dizia a publicidade.

Outros aprimoramentos vinham de tempos em tempos. Em 1965 ganhava limpador de pára-brisa elétrico (não mais a vácuo), outra grade na versão 4×2 e câmbio de três marchas com a primeira sincronizada — uma vantagem nos subidões, por não ser preciso habilidade para engatá-la quando a segunda não dava conta do recado. Um ano depois, alternador no lugar do dínamo, carburador recalibrado para menor consumo e roda-livre para a 4×4. Novo painel de instrumentos, trava de direção, nova grade e câmbio de quatro marchas sincronizadas vinham em 1967.

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Num anúncio de 1970, a mamãe leva as crianças à escola, desfrutando do “domínio das ruas” que só um utilitário pode proporcionar… Uma precursora dos atuais SUVs?

Fonte: ruralwillys.tripod.com/www2.uol.com.br

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