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Mercedes Classe SL

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O novo carro é um herdeiro legítimo do 300 SL, modelo clássico que foi escolhido em uma enquete do site Evecars.com como o mais capaz de deixar uma mulher sexy (como se elas precisassem de um carro para isso). Do lendário carrão o Classe SL herdou, inclusive, os dois vincos sobre o capô e as saídas de ar laterais.

Apesar de a Mercedes-Benz o chamar de uma nova geração, isso não é bem verdade, considerando que a plataforma do modelo anterior foi mantida. A próxima geração, propriamente dita, chega só em 2013.

O que é realmente novo no modelo, flagrado em março do ano passado é o conjunto óptico, com novo formato e com faróis bixenônio de série em todos os modelos.

Olhe bem para o novo roadster e acostume-se: diz a Mercedes que a nova aparência do modelo inspirará os futuros lançamentos da marca. E não devem ser poucos.

Os faróis não trazem apenas o formato como novidade.

Há também o Intelligent Light System, um opcional que faz o conjunto óptico atuar de acordo com cinco situações: campo, rodovia, neblina, função de iluminação de curvas e função de iluminação ativa.

Não é algo que o motorista controle. A iluminação de curvas, por exemplo, funciona a velocidades abaixo de 70 km/h, facilitando a visão em conversões.

Quando se fala de um veículo tão esportivo, uma das maiores expectativas que se cria é com relação aos motores.

O Classe SL tem, por enquanto, quatro opções: um V6 de 231 cv (SL 280), um V6 3,5-litro de 316 cv que gira a 7.200 rpm (SL 350), um V8 de 388 cv (SL 500) e o belo V12 biturbo de 517 cv (SL 600).

Um sistema que já está presente no Classe CLC, e que deve passar a equipar toda a linha Mercedes-Benz, é o Direct-steer, um sistema de relação de direção variável que pretende tornar a direção mais ágil, em altas velocidades, e mais leve, em manobras de estacionamento, por exemplo.

Como o Classe SL sempre foi sinônimo de sofisticação, o sistema Airscarf só não surpreende porque é parte do pacote. Imagine um sistema de aquecimento para a região do pescoço, apenas, que permitisse aos europeus e motoristas de outros lugares frios desfrutar até o último minuto de sol com a capota arriada, mesmo nos dias mais frios. Pois é isso que o tal sistema faz.

Com apresentação marcada para o Salão de Genebra, em março deste ano, o novo Classe SL começa a ser vendido na Europa em abril. Os preços devem ser divulgados no evento suíço. No Brasil, ele deve chegar poucos meses depois. Pelo triplo do preço que os europeus pagam, pelo menos.

Mercedes Classe SL – Modelo

Mercedes-Benz Classe SL é um dos mais belos roadsters à venda no mercado. Com este novo kit disponível, criado pela Lorinser, o visual do modelo ficou ainda mais completo.

A parte mecânica ainda não teve detalhes revelados

A frente do modelo recebeu um novo pára-choque, mais agressivo, e duas entradas de ar em cada pára-lama dianteiro, todas próximas à porta do veículo. A preparadora também equipou o modelo com saias laterais, que, olhadas de frente, deixam o modelo mais robusto.

Na traseira, há também um novo pára-choque, com difusor de ar integrado. Mas o destaque nessa área vai para as saídas de escapamento, quatro ao todo. Afinal, que veículo não fica mais imponente com quatro saídas brilhantes de aço. Vale lembrar que todos os acessórios para o visual são confeccionados em fibra de carbono, o que ajuda na diminuição do peso total.

O interior é também um show à parte: o volante veio diretamente da Fórmula 1, assim como o câmbio automático com trocas de marchas atrás do volante.

O painel de instrumentos ganhou novos indicadores e acabamento extra de fibra de carbono. Detalhes sobre o motor ainda não foram revelados, embora a empresa afirme estar trabalhando nisso.

Classe SL

A certidão de nascimento deste Mercedes-Benz remete a 1982. Moderninho e bastante luxuoso para a sua época, este conversível quase balzaquiano já contava com diversos equipamentos em seu lançamento que se tornaram populares nos carros atuais há apenas alguns anos.

Nesta mesma década foi quando os conversíveis começaram a chamar a atenção no Brasil. Apesar de não terem o requinte deste Mercedes, povoavam os fãs de automóveis todas as vezes em que o verão se aproximava. Ford Escort XR3 e Chevrolet Kadett GSI eram o sonho de consumo de quem podia ou não trocar de carro.

O estilo deste 500 SL é inconfundível, não pelo conjunto óptico que, naquela época ainda era quadrado, mas pela grande estrela na grade do radiador que o carro traz.

A frente bem pronunciada contrasta com a traseira mais recuada, mas essa diferença dá um toque charmoso ao veículo, em conjunto com o desenho diferenciado das rodas do conversível.

A história da Mercedes no segmento de conversíveis começou em 1954 com o lendário Asa de Gaivota, cujo nome de batismo era 300 SL. Até 1963, foram produzidas cerca de 3.260 unidades do modelo, entre versões cupê e roadster. O SL 500 1982 faz parte da terceira geração, a que ficou mais tempo em produção, entre 1971 e 1989. Até hoje, foram produzidas 630 mil unidades do Classe S.

No Brasil, não deve haver mais que cinco amostras deste raríssimo conversível Asa de Gaivota, avaliado em cerca de R$ 1 milhão. O valor deste Mercedes SL 500 1982 é bem mais modesto, próximo dos R$ 80 mil, mas levando-se em conta que está perto dos 30 anos, também é uma raridade a se considerar.

Apesar de aparentar ser um veículo delicado, ele não se intimida quando o pé do motorista pisa mais fundo no acelerador, afinal, o propulsor que o faz mover é um 5.0 V8.

O modelo já contava com freios ABS e airbag de série na década de 80. Piloto automático também vinha de fábrica com o conversível.

Outros equipamentos de conforto ainda estão presentes, como vidros e retrovisores com acionamento elétrico e aquecimento dos bancos dianteiros.

Para a capota, há duas opções de cobertura: de lona ou rígida, guardada no compartimento de bagagem. A primeira, com certeza, deixa o carro mais elegante, apesar de ter de ser colocada e retirada pelos próprios passageiros.

Atualmente, a linha SL está na quinta geração e compreende as seguintes versões: SL 280 (233 cv de potência), SL 350 (319 cv), SL 500 (392 cv), SL 600 (522 cv), SL 63 AMG (530 cv) e SL 65 AMG (618 cv). A SL 500 custa hoje US$ 275 mil.

Mercedes-Benz Classe SL

Mercedes Classe SMercedes-Benz Classe SL

As linhas refinadas do roadster da Mercedes-Benz não sugerem tamanha potência. Para provar a sua esportividade, no entanto, a marca acaba de apresentar a nova versão 63 AMG do modelo, cujos números de desempenho não são nada menos que 525 cv de potência e 64,2 mkgf de torque, gerados por um 6.3 V8.

Achou pouco?

A marca renovou, então, o SL 65 AMG, lançado simultaneamente com o 63 AMG. São 612 cv e 102 mkgf, concentrados em um 6.0 V12.

Para o 63 AMG há disponível uma transmissão automática AMG Speedshift com opção de trocas manuais. Possui sete velocidades e uma nova embreagem que substitui o conversor de torque.

A caixa foi desenvolvida para operar em alta rotação, uma vez que o conta-giros chega a 7.200 rpm e oferece quatro tipos de utilização: Comfort, Sport e Sport Plus, além de Manual.

O controle de estabilidade também permite três modos: ligado, desligado ou esportivo.

O 63 AMG vai da imobilidade aos 100 km/h em 4,6 segundos, enquanto seu irmão mais nervoso faz 0 a 100 km/h em 4,2 segundos (este é equipado com um câmbio Speedshift de cinco velocidades).

Os dois atingem máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente.

Entre as modificações, a dianteira está mais pronunciada, a grade do radiador vem na cor preta e as entradas de ar estão maiores. No interior, acabamento de couro napa e fibra de carbono, além dos já conhecidos sistemas presentes em carros deste segmento, como viva-voz com bluetooth, DVD, CD player com MP3, entre outros. O aquecedor para o pescoço é opcional.

Para ambos os modelos, o teto solar, que também pode ser de vidro, abre em apenas 16 segundos. Um pacote esportivo pode ser incorporado opcionalmente. E, para diferenciá-los, o 65 AMG traz uma inscrição V12 Biturbo.

Gerações do Mercedes SL

Mercedes 300SL – 1952

Mercedes 300SL – 1952

Começamos em 1951, quando os chefes da Merc concordaram unilateralmente que a empresa precisava de um carro de corrida. Eles encomendaram o ‘300 Super Light’, mais tarde encurtado para apenas ‘SL’. Sim, muito antes de Colin Chapman e sua adição de leveza, Merc teve a mesma ideia.

Avance Rudy Uhlenhaut – chefe dos carros de passageiros da Merc na época – que construiu uma carcaça leve e tubular de alumínio e magnésio. Era tão leve, na verdade, o quadro pesava apenas 50kg.

A isso, Uhlenhaut adicionou o motor de seis cilindros em linha de 3,0 litros do sedã new age da Merc da época – o 300 ‘Adenauer Mercedes’ – e aumentou a potência para 170 cv. Em 1952, a Merc soltou o 300 SL.

E foi bom.

Ele marcou o segundo e quarto lugar na Mille Miglia, uma tripla vitória no Prix de Berne, uma dupla vitória nas 24 horas de Le Mans, uma vitória quádrupla no GP de carros esportivos de aniversário de Nürburgring e uma dupla vitória na terceira Carrera Panamericana no México. Não é um mau começo.

Não, não foi o primeiro SL de estrada, mas o 300 foi o primeiro Mercedes SL.

E de qualquer forma, com uma forma dessas, quem se importa?

O 300 SL continua a ser extremamente significativo não apenas para dar o pontapé inicial na linha de carros de estrada SL, mas também para reintroduzir a Mercedes-Benz no automobilismo após a Segunda Guerra Mundial.

Mercedes-Benz 300 SL Gullwing (W198) – 1954

Mercedes-Benz 300 SL Gullwing (W198) – 1954

Max Hoffman, importador oficial da Merc nos EUA, sugeriu que uma versão de estrada do 300 SL racer seria um sucesso.

A Merc concordou e, em 1954, no salão do automóvel de NY, vimos os primeiros modelos SL de estrada: o 300 SL ‘Gullwing’ Coupe e o 190 SL roadster.

O Gullwing, é claro, dispensa apresentações. Indiscutivelmente o primeiro “supercarro” do mundo – era o carro de produção mais rápido da época – apresentava um seis cilindros em linha de 3,0 litros, aquelas portas fantásticas e um visual que ainda o marca como o Benz mais bonito da história.

Mercedes-Benz 190 SL (W121) – 1954

Mercedes-Benz 190 SL (W121) – 1954

Esta, a primeira versão roadster do SL, estreou no mesmo show de NY de 1954, mas sem o motor de seis potes de 215 cv do Gullwing, ganhando um motor de quatro cilindros de 1,9 litros e 105 cv. Não importa, pois carregava toda a aparência e graça de seu irmão cupê. Menos as portas, naturalmente.

Mercedes-Benz 300 SL Roadster (W198 II) – 1957

Mercedes-Benz 300 SL Roadster (W198 II) – 1957

O 300 SL aberto substituiu o Gullwing após apenas três anos de produção, com o mesmo motor de seis cilindros em linha de 3,0 litros, mas neste caso produzindo um pouco mais de potência (225 cv).

A Merc construiu os roadsters 190 e 300 SL juntos.

Mercedes-Benz SL (W113) – 1963

Mercedes-Benz SL (W113) – 1963

Em 1963, o SL foi reformulado para a geração W113, com um novo design escrito por Paul Bracq. A linha de motores de seis cilindros em linha do SL variou de 2,3 litros até 2,8 no 280 SL.

Ah, e aquela capota removível?

Parecia, segundo os observadores da época, um pouco como um templo do leste asiático, daí o apelido que este SL carregava.

Mercedes-Benz SL (R107) – 1971

Mercedes-Benz SL (R107) – 1971

Introduzido em 1971, o R107 foi significativo, pois não apenas esteve em produção por 18 anos, mas também alcançou o maior volume de produção de todos os modelos SL até hoje. Merc nos diz exatamente 231.287 Roadsters foram construídos entre 1971 e 1989. Isso é… muito.

Sendo um Benz, houve inúmeras conquistas tecnológicas – principalmente na área de segurança (zonas de deformação, interruptores e níveis deformáveis, pilares A mais fortes) – bem como motores maiores e mais potentes.

O 350 SL com motor V8 ficou em primeiro lugar, com 200 cv, seguido pelo V8 450 SL (225 cv). Mais tarde, veríamos o primeiro 500 SL – com 240 cv – e embora os EUA, Austrália e Japão vissem um 560 SL, não era tão poderoso quanto o 500, por causa dos controles de emissões.

O R107 também gerou uma versão cupê, na forma do SLC.

Mercedes-Benz SL (R129) – 1989

Mercedes-Benz SL (R129) – 1989

Usando os fundamentos do W124 E-Class (mais ou menos), este SL da série R129 apresentou novamente uma série de atualizações tecnológicas em relação ao seu antecessor: coisas como uma barra de capotamento controlada por sensor e amortecimento adaptativo opcional.

Mas os motores levaram a outro nível. Você tem sua tarifa padrão de motores em linha e V-6, juntamente com um punhado de grandes V8s. No entanto, também foi o primeiro SL em que a AMG colocou as mãos depois que a empresa foi incorporada à Mercedes.

Então, dê um passo à frente, SLs 55 AMG, 60 AMG e o banzai, SL73 AMG de 7,3 litros. Esse último carro usou uma versão inicial do motor que Pagani colocou no Zonda e, com 518 cv, tornou-se o SL mais potente de todos os tempos. Isso mudaria, naturalmente…

Mercedes-Benz SL (R230) – 2001

Mercedes-Benz SL (R230) – 2001

Apresentado pela primeira vez à mídia em julho de 2001 em Hamburgo, este foi o primeiro SL a apresentar um teto dobrável com capota rígida, que abria ou fechava em 16 segundos.

Junto com muita tecnologia de segurança obrigatória, também apresentava suspensão ativa e uma série de motores que incluíam as ofertas AMG igualmente familiares.

Primeiro veio o SL 500 com 306 cv e o SL 350. A AMG lançou o SL 55 – com um V8 supercharged de 5,5 litros – que produzia 470 cv e se tornou o Benz mais potente oferecido na época.

A própria Merc construiu o carro-chefe SL 600, com um V12 biturbo e 500 cv, e torque suficiente para ajudar a recalibrar sua compreensão da relação entre chuva e asfalto.

Mercedes-Benz SL (R230 facelift) – 2008

Mercedes-Benz SL (R230 facelift) – 2008

Diferente o suficiente para garantir seu próprio slide, a série R230 foi atualizada primeiro em 2006 e, novamente, de forma mais significativa em 2008. Ele tinha um novo design frontal, que acompanhava outras coisas como direção direta, aquecimento ‘airscarf’ e uma nova iluminação sistema.

Ah, e também viu o SL65 AMG Black Series, acima: um goliath com motor V12 baseado no SL65 AMG ‘padrão’, que era 250kg mais leve (graças às peças de fibra de carbono) e significativamente mais potente.

Tipo, 670 cv.

Mercedes-Benz SL (R231) – 2012

Mercedes-Benz SL (R231) – 2012

Este carro, oficialmente a sexta geração do SL, veio com uma variedade de motores, incluindo os carros 400 e 500 – V6 e V8 – e, claro, as versões AMG selvagens.

“O novo SL da Mercedes é um daqueles carros que imediatamente se sente bem. Nada para assimilar, ou aclimatar, simplesmente um imediatismo que fala de engenheiros parecendo satisfeitos consigo mesmos e um monte de caixas marcadas. A arte do discretamente útil, ” disse Tom Ford do Top Gear em 2012.

Mercedes-Benz SL (R232) – 2022

Mercedes-Benz SL (R232) – 2022

A AMG devolve o SL às suas raízes de competição com este design e especificações simples. A sétima geração SL é um produto de Affalterbach, que “recapturou com sucesso sua essência elegante, enquanto explora o universo de conectividade e tecnologia da Mercedes”, relatou Jason Barlow, da TG, após uma primeira viagem.

Mercedes Classe SL – Resumo

Mercedes-Benz Classe SL

Mesmo para uma marca tão venerável quanto a Mercedes-Benz – ela praticamente inventou o automóvel – o emblema SL ainda traz um impacto emocional significativo. A maioria das histórias sugere que significa “esportivo” e “leve”, duas mercadorias apreciadas pelos fãs de carros, mas que foram amplamente esquecidas na corrida armamentista tecnológica do século XXI.

As telas sensíveis ao toque superam praticamente todo o resto, obviamente.

Certamente já faz um tempo desde que o SL poderia realmente afirmar ser esportivo ou leve. O novo carro é a sétima geração e visa restabelecer o equilíbrio. A linhagem é principalmente a de um aristocrata automotivo. O original chegou em 1952, um carro de competição do pós-guerra cujas portas de asa de gaivota e engenharia radical pressagiavam uma versão de estrada emocionante e, em seguida, um pouco menos emocionante.

O modelo que se seguiu, conhecido coloquialmente como o ‘Pagode’, era tão elegante quanto qualquer carro da história. A terceira geração chegou em 1971, mais amante do que lutadora, e logo seria consagrada no acampamento gigantes da televisão americana como Dallas e Hart To Hart, embora o gigolô americano de Richard Gere combinasse com a melhor alfaiataria italiana (Armani, já que você perguntou ). O carro do final dos anos 80 para os anos 90 continua sendo uma obra-prima modernista, e um dos melhores carros que o chefe de design da Merc, Bruno Sacco, presidiu.

Desde então, bem, talvez nem tanto, sobrecarregado como estava com um teto rígido dobrável e pesado e um chassi grande. Ultimamente, o SL tem tido a aura de herói caído, empurrado para as margens do extenso alcance da Mercedes e deixado para pensar. Agora é o centro do palco mais uma vez.

Fonte: www.webmotors.com.br/maxi.terra.com.br/www.icarros.com.br

 

 

 

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