Breaking News
Home / Automóveis / Jaguar S-type

Jaguar S-type

PUBLICIDADE

O Jaguar S-Type da fabricante britânica de automóveis Jaguar pertenceu à classe média alta e, em 1963, foi apresentado ao público.

O Jaguar S-Type foi lançado em março de 1999 para a imprensa em geral.

Jaguar S-Type (1963)

O Jaguar S-Type é um automóvel que foi produzido pela Jaguar Cars no Reino Unido de 1963 a 1968.

Foi um desenvolvimento tecnicamente mais sofisticada da Jaguar Mark 2 , oferecendo aos compradores uma alternativa mais luxuoso para o Mark 2, mas sem o tamanho e despesa do Mark X .

O S-Type vendido ao lado do Mark 2, bem como a Jaguar 420 após a sua libertação, em 1966.

A década de 1960 S-Type não deve ser confundido com o estilo retrô Jaguar S-Type vendidos a partir de 1999 a 2008.

O S-Type foi um grande remodelação do Mark 2.

O Jaguar S-Type, primeiramente apresentado no Birmingham Motor Show do ano de 1998, é um carro executivo de luxo de porte médio.

Começou a ser comercializado no ano de 1999.

O nome foi uma espécie de memória de um modelo antigo da marca Jaguar, que havia sido introduzido em 1963.

Este modelo recente foi produzido de 1998 a 2008 e foi substituído pelos modelos XF.

Tecnologia importante

Sob o capot, nos sistemas avançados de segurança e no habitáculo do S-TYPE.

Sistema de Navegação por Satélite com controlo por Ecrã Táctil e Conectividade Bluetooth® para a mais recente tecnologia de comunicações mãos livres.

Controle de Velocidade de Cruzeiro

Adaptativo, ajuda a manter a distância correta ao veículo da frente e Travão de Estacionamento Eletrônico, concebido para ativação automática sempre que a chave é retirada da ignição e desativação automática quando é selecionada uma mudança.

O volante multi-funções de design ergonômico é eletricamente ajustável em altura e profundidade, permitindo colocar as mãos no local ideal para um acionamento instantâneo e sem esforço do controlo da velocidade de cruzeiro sistema de som e outras opções como o sistema JaguarVoice® e Conectividade de Telefone Bluetooth®.

Envolvendo a rígida célula de segurança, encontram-se as zonas de deformação dianteira e traseira. Os sensores ultrasônicos monitorizam a posição dos ocupantes dos bancos dianteiros, ajustando os airbags para proteção adicional.

O sistema ABS incorpora a Distribuição Eletrônica da Pressão de Travagem, que proporciona o maior controlo e estabilidade possíveis.

S-type R

Jaguar S-Type
Jaguat S-Type R

Dia de corrida, noite na ópera. Esportivo combina forte desempenho a toda a classe britânica.

Na linha de produtos Jaguar, o sedã grande S-Type ocupa a posição intermediária, entre o X-Type (que é fabricado sobre a mesma plataforma do Ford Mondeo) e o luxuoso XJ.

Há três versões comercializadas no Brasil: 3.0, equipada com um V6 de 3 litros/235 cv; 4.2, que traz um V8 de 4,2 litros/300 cv e a R, topo-de-linha de 400 cv.

A sigla vem da palavra inglesa Racing – corrida, em português. Para bom entendedor, significa um sedã preparado pela fábrica para se tornar esportivo. É certo que a preparação é sutil, mas dá ao sóbrio Jaguar outra cara. E, melhor, outro comportamento. Receita para agradar ao motorista e, principalmente, atrair público mais jovem. A marca, fundada em 1922 para produzir side cars para motocicletas, caracterizou-se como fabricante de veículos esporte de luxo.

Externamente diferencia-se das duas outras versões pelas rodas de 18 polegadas, com pneus 245/40 ZR 18 à frente e 275/35 ZR 18 na traseira. As ponteiras de escape, pronunciadas no esportivo, também o distinguem da versão “comum”. E costumam raspar em lombadas ou saídas de garagem. Detalhes à parte, a carroceria é idêntica à das outras versões, com o coeficiente aerodinâmico (CX) de 0,31.

Para chegar aos 400 cv a 6.100 rpm, a Jaguar aplicou um compressor Eaton ao V8 (cilindros a 90º, cabeçote e bloco de alumínio). A taxa de compressão foi diminuída de 11:1 no motor naturalmente aspirado para 9,1:1 no “Supercharged”. Essa alteração é necessária em motores sobrealimentados por compressor ou turbina. Permanecem as quatro válvulas por cilindro, duas para admissão (com variação de fase), duas para escape.

Com a mesma cilindrada de 4,2 litros, o motor ganhou 33% em potência (100 cv) e em torque (14,25 kgfm, quase o mesmo produzido pelo motor Ford 1,6 Flex do Fiesta).

Sua eficiência volumétrica é exemplar e demonstra o bom serviço da engenharia britânica: 95 cv/litro.

O torque máximo de 57 kgfm a 3.500 rpm faz aliviar o peso do carro. Por 5,6 segundos, tempo que o S-Type R leva para atingir os 100 km/h partindo do 0, é possível esquecer que se está ao volante de um sedã de 1.830 kg. Idem nas retomadas com aceleração plena, em que o corpo do motorista é pressionado contra o banco. Sua relação peso/potência é de 4,5 kg/cv.

Combine o peso acentuado às dimensões do sed㠖 comprimento de 4,9 metros, 2 m de largura e 1,45 m de altura, com 2,9 metros de entreeixos – e o resultado será um carro que oferece acelerações vigorosas graças ao abundante torque (a ponto de deixar marcas no asfalto, quando se desliga o controle de tração), mas que é pouco ágil em curvas. Para bem da verdade, os largos pneus ajudam bastante, e a suspensão independente nas quatro rodas com braços triangulares sobrepostos na dianteira e na traseira é bem acertada. Está nesse componente estrutural, aliás, uma das melhores características do S-Type R.

Trata-se de um tipo de suspensão ativa, em que sensores computadorizados adaptam o amortecimento ao piso com grande eficiência, indo do macio ao firme em milésimos de segundo. Irregularidades e buracos passam despercebidos, ainda que os pneus tenham perfil tão baixo.

Jaguar S-Type
Jaguar S-Type R

Com velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente, o S-Type R é um carro para viagens longas. Seu motor trabalha tranqüilo em velocidades de cruzeiro. Rodando a 120 km/h o conta-giros marca aproximadamente 1.800 rpm. A 140 km/h, está a apenas 2.150 rpm. O consumo em estrada, rodando nas velocidades acima, fica próximo dos 10 km/l, o que, multiplicado pela capacidade do tanque de combustível de 69,5 l, resulta em quase 700 km de autonomia.

Carro em movimento, aceleração plena, o corte de injeção acontece a 6.500 rpm – regime elevado para um motor dessas características, o que enaltece suas qualidades. Para preservar o motor, a rotação não passa de 4.000 rpm quando se acelera com o veículo parado, estando o câmbio em “N” (neutro) ou “P” (estacionado).

Na hora de parar, entram em ação os freios a disco nas quatro rodas, de 355 mm na frente e 326 mm na traseira. São fabricados em parceria com a italiana Brembo, com pinças de quatro pistões, e auxiliados pelo sistema antitravamento (ABS), com distribuição eletrônica das forças de frenagem (EBD).

O eficiente câmbio automático de 6 marchas é produzido pela alemã ZF. A alavanca percorre o tradicional “J”, como nos demais carros da marca. Possui recursos de adaptação ao estilo de condução e corresponde ao esperado pelo motorista, além da tecla “S”, que passa ao módulo esportivo. Desagrada, no entanto, a falta de acionamento manual num carro como o S-Type R. É possível efetuar as mudanças manualmente, pela alavanca, da 2ª à 5ª marchas, mas não é o adequado. A adoção de um câmbio com acionamento seqüencial permitiria ao motorista sentir-se mais no comando do carro – e, sem dúvida, colaboraria para realçar sua esportividade. Interessante é que o Land Rover Range Rover Sport utiliza o mesmo motor, com algumas modificações, mas acoplado a uma caixa de câmbio ZF de acionamento seqüencial.

Seu freio de estacionamento tem acionamento eletrônico, por meio de tecla no console central, localizada atrás da alavanca de câmbio. Para liberar o freio, pressiona-se a tecla para baixo – libera-se automaticamente quando o câmbio é colocado em “D”.

Os bancos são pouco mais macios do que o esperado para um carro esporte – mas estamos em um Jaguar. Entretanto, acomodam perfeitamente e proporcionam apoio lateral adequado, envolvendo motorista e passageiro e mantendo-os seguros em curvas – mesmo as tomadas agressivamente. Posição de dirigir é perfeita, para o que concorrem os ajustes elétricos do volante e, exclusividade, também dos pedais.

O volante tem aro fino, proporcionando empunhadura inferior à esperada. Tem, ainda, diâmetro grande para um carro esporte. Deveria ser menor. Concentra os comandos remotos do rádio e do controle automático de velocidade.

Sistema de som tem boa fidelidade. Toca-CDs comporta 6 discos, mas não lê arquivos MP3. Há ajuste automático de volume sensível à velocidade, recurso que desagrada a alguns motoristas e que tentamos em vão desligar.

Em acelerações fortes é possível ouvir o característico (embora, neste carro, discreto) assobio do compressor volumétrico. O isolamento acústico do habitáculo é bastante eficiente, colaborando para o conforto a bordo.

Motorista e passageiros contam com seis airbags – quatro laterais e dois frontais. Estes últimos possuem recurso eletrônico que, por meio de sensores, calcula o peso exercido pelas pessoas sobre os assentos dianteiros e, assim, o nível de energia a ser aplicado pelo airbag em caso de colisão.

A despeito da grande distância entre eixos de 2,90 metros, o espaço para o banco traseiro poderia ser maior. Pernas de passageiros altos (1,80 m) raspam nos bancos dianteiros.

O grande e alto túnel central alerta: apenas duas pessoas ali. A terceira, no centro, ficará em posição bastante incômoda. O grande entreeixos associado à altura em relação ao solo de apenas 10,4 cm faz com que o S-Type R raspe o fundo com facilidade.

Seu porta-malas tem 400 litros de capacidade. Além de ser um volume próximo ao encontrado em carros menores (o do X-Type, por exemplo, tem 452 litros), é prejudicado pelos braços da tampa tipo “pescoço de ganso” e por ser muito raso.

Pelo preço, R$ 342.000,00, peca pela não-utilização de LEDs (diodos emissores de luz, em inglês) nas lanternas traseiras. As lâmpadas convencionais, contudo, dão conta do recado. Internamente, o pecado está na iluminação do painel de instrumentos, em verde. Além de não ser a mais confortável para viagens à noite, por cansar a vista, faz lembrar carros mais baratos…

O Jaguar S-Type

Na sua estréia para 2000, o Jaguar S-Type significou a primeira verdadeiro fruto da parceria Ford-Jaguar.

Nascido como o gêmeo classier aparência do Lincoln LS, o S-Type foi o primeiro verdadeiro modelo concorrente da marca no segmento de médio porte luxo moderno.

No entanto, qualquer tipo de excelência dinâmica exibida pela plataforma que desapareceu rapidamente e o S-Type viveu muito além do seu prazo de validade.

Fotos

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type

Jaguar S-Type
Jaguar S-Type

Fonte: www.edmunds.com/www.webmotors.com.br/

Veja também

História da Tucker

História da Tucker, 48, Carro, Preston, Empresa, Torpedo, Automóveis, Sedan, Motor, Características, Fotos, História da Tucker

Tucker Torpedo

Tucker Torpedo, Carro, História, Preston, Motor, Automóvel, Sedan, Velocidade, Características, Fotos, Tucker Torpedo

Willys Interlagos

Willys Interlagos, Carros, Modelos, História, Brasil, Versão, Velocidade, Motor, Autódromo, Berlineta, Conversível, Willys Interlagos

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Time limit is exhausted. Please reload the CAPTCHA.