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BMW Série 7

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BMW Série 7 735i 745i Motor 8 cilindros em V, longit. diant. Cilindrada (cc) 3600 4398 Pot. máx. (cv/rpm) 272/6200 333/6100 Bin. máx. (m.kg/rpm) 360/3700 450/3600 Vel. máx. (km/h) 250 250 0-100 km/h (s) 7,5 6,3 Consumos (l/100 km) Ext. urb./comb./urb. 8,2/10,7/15,0 8,3/10,9/15,5

A caminho de Itália, para o primeiro contato dinâmico com o Série 7, impus-me a decisão de não atribuir à estética do modelo demasiada importância, pela subjetividade de uma área onde é contraproducente tentar estabelecer verdades absolutas.

Só que, mesmo entre os responsáveis pela BMW, este é um tema demasiado presente para se conseguir contorná-lo, até pela polémica que as invulgares linhas exteriores do Série 7 têm suscitado desde que foram reveladas. Pelo que a discussão foi inevitável.

Ainda assim, havia que ter presente que o principal objetivo do evento era avaliar o potencial dinâmico do veículo. Pelo que ficam aqui destacadas, mas em espaço próprio, as impressões trocadas com Boyke Boyer, criador do Série 7, acerca da sua estética, as quais, cremos, ajudarão a esclarecer algumas das opções tomadas, e qual o caminho que a BMW pretende seguir, no futuro, neste domínio. Por ora, centremos a nossa atenção na forma como se comporta, na prática, um dos melhores automóveis alguma vez criados pelo construtor germânico.

iDrive: sofisticação acessível

Comecemos pelo habitáculo. Aqui, a decoração não suscitará grande contestação – sóbria, luxuosa e requintada, como se impõe num automóvel deste gabarito.

Em termos de qualidade, nada a apontar: graças aos mate-riais e acabamentos soberbos, a sensação de robustez e perfeição é notória desde o primeiro momento.

Em termos de habitabilidade e bagageira, o espaço disponibilizado será suficiente para convencer a maioria, os mais exigentes terão à sua disposição, a partir do próximo ano, uma versão com distância entre eixos alongada.

O inovador sistema iDrive, através do qual se controlam as principais funções do veículo, era outro dos dispositivos cuja aplicabilidade prática mais interesse despertava. Em torno do volante situam-se os comandos de (quase) tudo quanto se relaciona com a condução; na consola central estão colocados os comandos dos elementos de conforto. Apesar de controlar mais de 700 funções, o iDrive é extremamente simples e intuitivo de utilizar, quanto mais não seja porque 215 das referidas funções podem ser comandadas através de voz. Brilhante!

Apesar de controlar mais de 700 funções do Série 7, o sistema iDrive é bastante intuitivo e fácil de utilizar, através do comando rotativo, ou da própria voz…

Ainda assim, é necessária alguma habituação para operar alguns elementos. É o caso do freio de mão (acionado através de um simples interruptor eléctrico) ou do seletor da caixa automática de seis velocidades. Aqui, uma pequena alavanca, colocada junto ao volante, é o que basta para seleccionar a relação pretendida (os tradicionais P, N, R e D). Um botão no volante permite eleger o modo de funcionamento pretendido (normal, desportivo ou manual).

Quatro pequenos botões cromados destinam-se à seleção manual sequencial das mudanças, sendo este o dispositivo ao qual apontamos maiores críticas: se os botões para reduzir estão corretamente colocados no aro do volante, os destinados a “subir” de mudança, colocados atrás do braço central do volante, em posição desfasada dos anteriores, e não exatamente atrás destes, como seria mais lógico, não facilitam o seu manuseio.

Ainda assim, nada de grave: é que não existem grandes vantagens em utilizar desta forma a caixa de velocidades, muito por culpa da eficácia do sistema no modo Sport, que, para além do mais, é auto-adaptativo, “adivinhando” com grande rapidez as intenções do condutor.

Comportamento soberbo

Embora esteja disponível, desde já, com dois motores V8 – 3.6 de 272 cv (735i) e 4,4 de 333 cv (745i), estando o lançamento da versão Diesel agendado para a próxima Primavera -, na apresentação dinâmica à imprensa do Série 7 a BMW apenas propunha um contato com o mais potente.

Ao volante do 745i, pudemos facilmente comprovar a celeridade com que se move este veículo com quase duas toneladas de peso e mais de 5 metros de comprimento, não havendo razões para questionar as suas prestações anunciadas: 250 km/h de velocidade máxima (como sempre, eletronicamente limitada) e aceleração 0-100 km/h cumprida em tão-só 6,3 segundos. Os consumos disparam na razão direta do aproveitamento que se pretender fazer dos 333 cv disponíveis logo às 3600 rpm.

Não menos impressionante é a suavidade e silêncio de funcionamento deste propulsor a baixos e médios regimes, a estimulante sonoridade rouca e possante que o mesmo emite a alta rotação, a sua disponibilidade e capacidade para subir de regime em qualquer situação. Um verdadeiro convite para explorar todas as suas capacidades.

Para operar a caixa automática de seis velocidades basta uma pequena alavanca colocada junto ao volante Imbuído desse espírito de “sacrifício”, é hora de cumprir um percurso onde as curvas são uma constante, e onde as há para todos os gostos e feitios. E é aqui que a verdadeira personalidade do Série 7 se revela totalmente. Apesar das suas dimensões e peso, este é um automóvel que se move com uma invejável e invulgar graciosidade, mais parecendo que estamos a bordo de um modelo de um segmento inferior.

O conforto de marcha é referencial em qualquer situação, mas isso não significa que o 745i esteja menos apto a proporcionar um elevado prazer de condução, mesmo quando se pratica uma condução mais empenhada. A direção exibe uma precisão notável, os freios são extremamente potentes e progressivos, as suspensões garantem uma precisão de entrada e manutenção em curva verdadeiramente raros para um veículo deste segmento. Um comportamento digno de um esportivo – se é que o termo tem alguma aplicação a este nível -, sobretudo quando se opta por desligar o controle dinâmico de estabilidade DSC.

Aliás, e em jeito de conclusão, vale a pena aqui referir que, também no capítulo dinâmico, a tecnologia é decisiva para o excelente desempenho do Série 7. De série, todas as versões contam com o referido DSC (onde se incluem o ABS, CBC, DBC e ASC); em opção, pode incluir-se o Dynamic Drive (sistema que controla eletronicamente o rolamento da carroçaria, através de barras estabilizadoras ativas) e o EDC-C (sistema de controle contínuo do amortecimento). E os mais exigentes podem ainda optar, a partir do próximo ano, pela suspensão pneumática.

Por tudo isto, e voltando ao início, é possível que, para alguns, pela sua estética, o BMW Série 7 até nem pareça grande coisa. Mas é, verdadeiramente, um automóvel excepcional. Falta ver se isso basta para atingir os seus objetivos…

Risco assumido

Boyke Boyer é o responsável pelas linhas do BMW Série 7. Em conversa com a Automotor, o designer germânico disse compreender e aceitar as razões da polémica que se instaurou em redor da estética do topo de linha bávaro e não se escusou a apontar as motivações das suas opções, nem os objetivos que com as mesmas pretendeu atingir. E começou por reconhecer que, de algum modo, o consumidor alemão é aquele com o qual o “divórcio” com a nova Série 7 será mais notório, embora preveja reações negativas um pouco por toda a Europa. Mais conservadores e adeptos de alguma discrição, os alemães são dos maiores críticos do modelo, e a BMW sente-se preparada para uma menor aceitação do mesmo no mercado doméstico.

Segundo Boyer, este é um risco calculado, tendo em conta os benefícios que a BMW pretende aferir em mercados como o asiático e norte-americano, os maiores consumidores de automóveis deste segmento. E foi a pensar nestes mesmos mercados que Boyer criou um Série 7, que, propositadamente e, ao contrário do anterior, prima pela originalidade das linhas (não se assemelhando a qualquer outro modelo da marca) e até parece maior do que aquilo que, na realidade, é – atributos determinantes para cativar um cliente ávido em exibir o seu sucesso e bem-estar financeiro, para quem a aparência e a novidade, o poder dar nas vistas, são atributos fundamentais num automóvel.

Boyke Boyer admite que a sua criação possa não ser muito bonita. Mas está convicto que a mesma aponta novos caminhos que a indústria automóvel vai seguir em termos de design, e que o fator habituação tenderá, dentro de um ano, a tornar menos definitivas algumas críticas agora formuladas ao Série 7 – defende que se trata de algo de que se aprende a gostar, que exige tempo para se poder apreciar. Tal como um quadro, uma escultura ou uma… namorada! Não deixando de referir que tudo isto se trata de um jogo, que é sempre possível ganhar ou… perder. O futuro o dirá.

Com uma humildade e simpatia desconcertantes, Boyke Boyer não se escusou, também, a desvendar um pouco daquilo que serão as futuras opções da BMW neste domínio. Nomeadamente que a filosofia do “ar de família” deixará de ser uma opção. Os futuros BMW terão que se identificar imediatamente como tal, mas deixarão de se assemelhar bastante entre si, como agora acontece. Cada qual seguirá o seu caminho estilístico, sempre marcado pela originalidade.

Com toda a sua abertura de ideias, frontalidade e cordialidade, Boyke Boyer conquistou-me. Mas não me convenceu. Visualmente, o Série 7 não me consegue agradar, e temo não seja o único a pensar assim.

Mas mais importante do que isso: será um risco assim tão calculado criar um modelo que rompe com todos os postulados vigentes num segmento tão exigente e conservador, sobretudo quando a principal concorrência, depois de uma experiência semelhante, acertou a mão e criou um dos modelos mais consensuais da sua história, como aconteceu com o atual Mercedes Classe S?

Fonte: www.automotor.xl.pt

BMW Série 7

O BMW Série 7 é para aqueles que chegaram e ainda quer mais.

Experimente a tecnologia state-of-the-art (estado da arte) do veículo, o máximo desempenho eficiente e conforto em uma classe própria.

O Série 7 E65 é mais um dos modelos da BMW com carroceria sedan. Ele foi desenvolvido em 2002 e foi desenhado por Chris Bangle.

O BMW série 7 possui dois modelos diferentes: o 750i e o 760Li.

A primeira versão possui motor de 8 cilindros em V com 367CV de potência a 6300rpm; atingindo de 0 a 100km/h em 5,9 segundos.

Já a outra versão possui impressionantes 12 cilindros em V que gera 445CV a 6000rpm atingindo de 0 a 100km/h em 5,6 segundos.

Como itens de série o E65 possui rodas de liga leve, eixo traseiro regulável, vidros climatizados, computador de bordo, fechamento de portas assistida, sitema antifurto, comando de voz e nightvision (visão noturna).

Novo BMW Série 7

O novo BMW Série 7 é um automóvel com inovações impressionantes que combinam, sem esforço, aspectos aparentemente antagônicos: o essencial e as exigências de máximo conforto. O resultado é a harmonia perfeita entre tecnologia de vanguarda e simplicidade. Tão simples, porém tão sobressalente.

O novo BMW Série 7 é a resposta que abre, pela primeira vez, a porta para um mundo diferente.

Os retoques no exterior, tanto quanto as fotografias deixam entender, suavizaram o BMW série 7, que parece regressar a terrenos ligeiramente mais clássicos.

A marca alemã fala de evolução, e recusa a palavra revolução para falar desta quinta geração da série 7.

Nesta reforma, destaque para diversas tecnologias em estreia mundial.

A BMW anuncia um sistema de câmaras de «visão lateral», instaladas na dianteira do série 7, imagens que ajudam o condutor (ou, mais provável, o motorista) a entrar em cruzamentos com fraca visibilidade, a sair de parques de estacionamento, ou a entrar no apertado portão da quinta.

O novo série 7 pode ser equipado com um avançado sistema de visão noturna, agora com reconhecimento de pedestres – a unidade de comando do sistema compara as imagens recolhidas com uma base de dados vídeo sobre comportamento humano, e alerta o condutor se detectar pessoas no caminho do veículo.

BMW Série 7
Novo BMW Série 7

Os retoques no exterior, tanto quanto as fotografias deixam entender, suavizaram o BMW série 7, que parece regressar a terrenos ligeiramente mais clássicos.

A marca alemã fala de evolução, e recusa a palavra revolução para falar desta quinta geração da série 7.

BMW Série 7

BMW Série 7

Nesta reforma, destaque para diversas tecnologias em estreia mundial. A BMW anuncia um sistema de câmaras de «visão lateral», instaladas na dianteira do série 7, imagens que ajudam o condutor (ou, mais provável, o motorista) a entrar em cruzamentos com fraca visibilidade, a sair de parques de estacionamento, ou a entrar no apertado portão da quinta.

O novo série 7 pode ser equipado com um avançado sistema de visão noturna, agora com reconhecimento de pedestres – a unidade de comando do sistema compara as imagens recolhidas com uma base de dados vídeo sobre comportamento humano, e alerta o condutor se detectar pessoas no caminho do veículo.

Na traseira, dois radares avisam o condutor se é seguro mudar de faixa, detectando carros no chamado ângulo morto dos retrovisores exteriores. Este sistema surge associado a tecnologias já conhecidas na BMW (e noutras marcas), no pára-brisas do novo série 7 mora uma câmara que «lê» a estrada, detectando sinais de trânsito e avisando dos limites de velocidade, e ajudando o condutor a manter o carro dentro dos traços da faixa de rodagem.

Completando as inovações anunciadas para o série 7, a BMW propõe o que chama de Direção Ativa Integral. Trata-se de um sistema de direção às quatro rodas, com as rodas do eixo traseiro a virarem até um ângulo máximo de 3º. A BMW defende que, com este sistema instalado, o série 7 ganha em maneabilidade a baixa velocidade, oferecendo comportamento mais preciso e incisivo a ritmos mais elevados.

A BMW afirma ainda que, o novo série 7 é o primeiro automóvel a oferecer acesso ilimitado à Internet. Através do sistema ConnectDrive, o condutor pode utilizar o ecrã do iDrive como um terminal de acesso à Internet, consultando qualquer sítio da rede. Este sistema permite também ativar, à distância e através do telemóvel, o sistema de aquecimento e ventilação do série 7.

BMW Série 7
Novo BMW Série 7

Fonte: tsf.sapo.pt

BMW Série 7

Na primeira metade da década, a BMW deu liberdade ao chefe de estilo Chris Bangle para ousar.

Foi um tempo de desenhos polêmicos como o do Série 7 de 2001, que dividiram o mundo entre os que amavam e os que odiavam o americano. Agora essa fase passou e as novas gerações da marca de Munique se tornam mais conservadoras, como se percebe pelo novo Série 7.

O sedã de topo da BMW chega à quinta geração com formas fluidas e elegantes, mas sem impressionar. O que pode causar alguma sensação são as grades dianteiras mais altas, na contramão do estilo proposto nos últimos conceitos da empresa, e as lanternas traseiras que parecem sugadas pelas laterais.

Há também discretos LEDs no conjunto óptico e um detalhe que liga os pára-lamas dianteiros às portas.

No restante, o ar tradicional do novo 7 deve causar alívio em alguns e decepção em outros. Também sóbrio, o interior tem como destaques a tela de 10,2 pol do sistema iDrive, quadro de instrumentos de alta resolução, bancos traseiros com ventilação e sistema de massagem, disco rígido de 40 gigabytes para armazenar músicas e quatro zonas de ajuste de ar-condicionado.

Os motores a gasolina seguem a tendência de menor cilindrada associada a superalimentação, para reduzir consumo e emissões poluentes. O 740i não usa um V8 de aspiração natural, como no passado, mas um seis-cilindros em linha de 3,0 litros com dois turbocompressores, injeção direta, potência de 326 cv e torque de 45,6 m.kgf. O 740Li usa o mesmo propulsor, mas traz entreeixos mais longo.

O 750i e 750Li vêm com o V8 com dois turbos já visto no X6, com 407 cv e 61,2 m.kgf, torque que está disponível entre 1.750 e 4.500 rpm. Há ainda o 730d com um novo turbodiesel de seis cilindros em linha, 3,0 litros, 245 cv e 55 m.kgf. À exceção deste último, que tem velocidade máxima de 244 km/h, todos estão limitados a 250 km/h e o mais rápido para acelerar, o 750i curto, vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. A caixa de câmbio é sempre automática de seis marchas, com tração traseira.

O Série 7 traz diversas primazias mundiais: mostrador projetado no pára-brisa que inclui alerta de excesso de velocidade, detector de placas de alteração do limite da via, câmeras laterais para auxílio ao sistema de estacionamento e, segundo a marca, o mais avançado sistema de visão noturna já usado. Ele é capaz de reconhecer movimentos humanos em um vulto detectado, de modo a alertar o motorista de que se trata de uma pessoa e não um obstáculo imóvel.

O alerta sobre evasão da faixa da pista, já presente no Série 5 e no 6, vem agora associado a monitoramento do que acontece nas laterais, a fim de que o motorista saiba se houver veículos em pontos cegos de visibilidade. O carro conta com conectividade à internet e, além da direção com relação variável já comum na empresa, traz rodas traseiras que esterçam em até três graus (opcional) para ajudar nas correções de trajetória. A suspensão dianteira abandona o tradicional conceito McPherson em favor de braços sobrepostos, como já ocorreu no X5, e pode contar com molas pneumáticas.

Há mais. Além de controlar o amortecimento da suspensão em três programas (normal, conforto e esporte), o motorista pode ajustar as respostas do acelerador, do câmbio e da direção. Os freios trazem recursos de secagem, compensação de perda de eficiência por aquecimento e auxílio à saída em aclives. E, também com foco no consumo e nas emissões, a BMW adotou teto, portas, capô e pára-lamas de alumínio, freios regenerativos (aproveitam a frenagem para obter energia e recarregar a bateria) e alternador que se desliga quando o motorista requer potência.

Fonte: www2.uol.com.br

BMW Série 7

O Série 7 ficou mais comportado. Ao contrário da polêmica geração anterior, desenhada por Chris Bangle e lançada em 2001, agora o modelo topo de linha da marca adota um visual recatado.

Como em todo lançamento da marca, o sedã traz novidades tecnológicas.

O Série 7 será o primeiro três-volumes a adotar o sistema de suspensão duplo A na dianteira, além do sistema Dynamic Dumping Control, que regula a rigidez dos amortecedores e reconfigura as respostas do pedal de acelerador e câmbio de acordo com o modo escolhido (Comfort, Normal, Sport e Sport Plus).

Outra inovação (e que, de acordo com a BMW, é uma novidade mundial) é o Integral Active Steering, que faz com que as rodas traseiras acompanhem o movimento do eixo dianteiro nas curvas. O pacote tecnológico é completado por itens como o aviso de mudança de faixa de rolagem, detector de presença em pontos cegos, head-up display (que projeta informações no pára-brisa), sistema de visão noturna que identifica pedestres, entre outros.

O novo Série 7 será oferecido com três opções de motorização. O 740i e o 740Li (com entreeixos alongado) virá com um motor V6 e dois turbocompressores que geram 326 cavalos. Já o 750i e o 750Li adotam o mesmo propulsor de oito cilindros em V utilizado no X6, desenvolvendo uma potência de 407 cavalos.

Na versão mais curta, o 750i acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. Vale lembrar que os europeus ainda poderão comprar o 730d, que rende 326 cv e utiliza diesel.

BMW 745i TURBO 1981

BMW Série 7
1981 BMW 745i TURBO

Motor: 3.4, 6 cilindros em linha, 12 válvulas (2 por cilindro), turbocompressor e intercooler, injeção multiponto, gasolina.
Cilindrada:
3.430 cm³
Potência:
252 cv a 4.900 rpm
Potência Específica: 74,1 cv/litro
Torque:
38,7 kgfm a 2.200 rpm
Comprimento:
4.860 mm
Largura: 1.800 mm
Altura: 1.430 mm
Freios: Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira
Peso: 1.590 kg
Tração: Traseira
Câmbio: Manual de 5 marchas
Velocidade Máxima: 227 km/h
Aceleração: 7,8 segundos

BMW 750iL 1994

BMW Série 7
BMW 750iL 1994

Motor: 5.4, 12 cilindros em V, 24 válvulas (4 por cilindro), injeção multiponto, gasolina
Cilindrada:
5.379 cm³
Potência Específica: 60,3 cv/litro
Potência: 326 cv a 5.000 rpm
Torque: 49,9 kgfm a 3.900 rpm
Comprimento: 5.124 mm
Largura: 1.862 mm
Altura: 1.425 mm
Freios: Discos ventilados nas quatro rodas
Peso: 1.995 kg
Porta-Malas: 500 litros
Tração: Traseira
Câmbio: Automático de 5 marchas
Velocidade Máxima: 250 km/h (limitada)
Aceleração: 6,6 segundos

2003 BMW 760iL

BMW Série 7
2003 BMW 760iL

Motor: 6.0, 12 cilindros em V, 48 válvulas (4 por cilindro), injeção direta, diesel
Cilindrada:
5.972 cm³
Potência Específica: 54,3 cv/litro
Potência: 326 cv a 6.000 rpm
Torque: 61,2 kgfm a 3.950 rpm
Comprimento: 5.169 mm
Largura: 1.902 mm
Freios: Discos ventilados nas quatro rodas
Peso: 2.150 kg
Porta-Malas: 500 litros
Tração: Traseira
Câmbio: Automático de 6 marchas
Velocidade Máxima: 250 km/h (limitada)
Aceleração: 5,6 segundos

Fonte: quatrorodas.abril.com.br/djjaragua.vilabol.uol.com.br

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