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BMW Série 3

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O BMW Serie 3 sedã apresenta ao mesmo tempo um design esportivo, ousado e elegante. Mais alguns centímetros no interior, mais autonomia, emissões mais baixas. Estes são três dos melhoramentos da terceira geração do BMW Série 3 sedã.

Este é um automóvel que demonstra qualidade na forma sedutora, na sua potência, no seu acolhedor interior, com os seus materiais exclusivos e na forma com que desenha as curvas.

BMW Série 3
BMW Série 3

BMW Série 3

O BMW Série 3 é um carro executivo compacto fabricado pela montadora alemã BMW desde maio de 1975.

Sucessor do BMW New Class , foi produzido em seis gerações diferentes e em cinco diferentes estilos de corpo.

Ele é o modelo mais vendido da BMW, o que representa cerca de 30% do total das vendas anuais da marca BMW (excluindo motos).

O BMW Série 3 já ganhou inúmeros prêmios ao longo de sua história.

Desde então, a BMW produziu seis gerações de três modelos da série, começando com o E21 variantes produzidas de 1975 a 1983.

Enquanto eles modelo Série 3 E21 foi maior do que o de 2002, substituído, foi um pouco menor do que 3 carros série moderna, e, inicialmente, BMW construiu o E21 apenas como um sedan de duas portas ou cabriolet.

A segunda geração do Série 3 carros, a variante E30, foi introduzido em 1983. Além de modernizar o estilo da BMW com a grade de rim vertical, agora familiar, a geração E30 também viu a introdução do sedan e wagon variantes de quatro portas, bem como o primeiro M3, lançada nos Estados Unidos em 1989.

BMW produziu sua terceira geração de 3 carros série, o E36, de 1990 a 1999, e as mesmas configurações do modelo transitadas.

Através desta geração, todos os carros BMW Série 3 foram construídos apenas em front-motor, a versão de tração traseira.

Para as variantes E46, que iniciou a produção em 1998, a BMW introduziu sistema de sua xDrive all-wheel-drive como uma opção disponível. Graças a várias críticas dos modelos E46, as vendas da IBM dos modelos da Série 3 cresceu para 561.249 unidades em 2002, e Wikipedia aponta que o Série 3 E46 fez Car e lista “10 Melhores Carros” de motorista a cada ano de sua produção.

O E90 seguiu o E46, entrando produção em 2005. Como próximo a controversa como BMW estava disposto a ficar com styling da Série 3 ‘, o carro ostentava linhas inspiradas por (mas, felizmente, não copiado de) redesenho do BMW 5 de Chris Bangle Series. Todos os layouts de unidade e configurações anteriores transitadas do E46.

A sexta geração do BMW Série 3, F30 de hoje, chegou ao mercado em 2012 e promete ser tão bom quanto os carros que a precederam. A mais ampla gama de motores (incluindo um de quatro cilindros eficiente em termos de combustível, turbo) está disponível, e o Série 3 continua a misturar desempenho, manuseio e economia de combustível, como poucos outros carros do planeta.

Tipos

Sedã

Um atleta nato que sempre está revolucionando. As curvas não serão mais as mesmas. Nenhum desafio será o mesmo. Quando se trata de incontestável prazer de dirigir, os motoristas reconhecem rapidamente o valor da elegância, da dinâmica e da agilidade. Características que o BMW Série 3 exala desde a primeira vista.

Suas formas perfeitamente proporcionadas realçam sua elegância, seu novo motor de seis cilindros em linha com Injeção de Alta Precisão o tornam mais dinâmico que nunca.

Coupé

Quando se trata de incontestável prazer de dirigir, os motoristas de carros coupé reconhecem rapidamente o valor da elegância, da dinâmica e da agilidade.

Características que o BMW Série 3 Coupé exala desde a primeira vista. Suas formas perfeitamente proporcionadas realçam sua elegância, seu novo motor de seis cilindros em linha com Injeção de Alta Precisão o tornam mais dinâmico que nunca.

Cabrio

Puro movimento. O vento desliza pelas elegantes linhas da silhueta. Envolvendo delicadamente cada curva e linha, o BMW Série 3 Cabrio une desempenho dinâmico e expressiva elegância para criar uma inigualável experiência de dirigir sem capota. A um toque de um botão, a capota rígida retrátil desaparece dentro da traseira do carro, instantaneamente liberando todos seus sentidos para o prazer de dirigir ao ar livre – tendo o vento como seu constante companheiro.

Touring

Mais dinâmica para acelerações com carácter e mais precisão para fazer curvas com agilidade. Uma linguagem de formas inovadora para uma experiência de condução extraordinária. Um conceito de espaço inteligente para a polivalência do dia-a-dia. A impulsividade para momentos únicos e a qualidade para um longo futuro.

O BMW Série 3 Touring – O fascínio em equilíbrio perfeito.

Fonte: www.motorauthority.com

BMW Série 3

Desde a reformulação do Série 7, em 2001, os numerosos fãs do BMW Série 3 aguardavam com algum receio o lançamento de sua nova geração, sucessora da E46 lançada em 1998.

É que as linhas introduzidas, tanto naquele sedã quanto em outros modelos recentes (os Séries 1, 5 e 6), pelo chefe de estilo Chris Bangle vinham gerando grande polêmica, dividindo o mundo dos entusiastas entre os que adoraram sua inovação e os que o queriam longe da marca bávara.

Foram anos de expectativa até que a divulgação do novo Série 3 (geração E90), em outubro último, afastou os temores. Bangle parece ter aprendido com as críticas e desta vez, em que trabalhou no carro-chefe da marca — responsável por cerca de 60% de suas vendas no mundo —, optou por algo mais moderado, que expressa evolução sem chocar. Embora alguns possam achar que ainda há vincos, ângulos e arestas demais, ou que a traseira fica devendo imponência (as lanternas parecem as do antigo Nissan Primera), o carro agrada muito ao vivo, mais que nas fotos, e tem toda a cara de BMW. Contudo, não impressiona em aerodinâmica, com Cx 0,30 (0,28 no 320i, de pneus mais estreitos).

Apenas dois meses depois da apresentação mundial, no Salão de Genebra, o E90 já chega ao Brasil em três versões, que repetem as denominações do anterior: 320i, com motor de quatro cilindros, 2,0 litros e 150 cv; 325i, com o seis-em-linha de 2,5 litros e 218 cv; e 330i, de seis cilindros, 3,0 litros e 258 cv.

Todos vêm para cá apenas com câmbio automático de seis marchas, com modo de operação seqüencial: não teremos as caixas manual e automatizada SMG.

O Série 3 cresceu, em 49 mm no comprimento, importantes 78 mm na largura e 35 mm entre eixos.

A altura aumentou só 9 mm: nada de aderir à onda dos carros altos, felizmente. Ficou mais espaçoso e ganhou 25% em rigidez torcional. Melhorou o conforto quando se levam três passageiros no banco traseiro, mas está longe de parecer um carro grande. Já o motorista nota os pedais não tão deslocados à esquerda (por causa do túnel central de transmissão), só que o volante fica enviesado, deixando o braço esquerdo mais esticado. Se não incomoda, soa estranho para uma marca que sempre prima pela ergonomia — até em detalhes como os ótimos retrovisores externos biconvexos.

O ambiente interno, luxuoso e com um tempero esportivo como habitual, ganhou o ar de família dos novos BMWs. Pena que painel não traga, no Brasil, o iDrive, um comando circular no console que opera como um mouse de computador e permite controlar, em um mostrador elevado, computador de bordo, climatização, navegação e outros recursos. Mas há o Comfort Access, um chaveiro para abrir o carro sem chave, bastando tê-lo no bolso. A partida do motor é dada por botão e o chaveiro pode memorizar os ajustes de bancos, retrovisores, emissoras de rádio e climatização de cada motorista, que o carro reconhece e assume quando ele entra. O porta-malas está maior (460 litros) e o banco traseiro pode ser rebatido.

Do motor à direção Embora mantenha a cilindrada aproximada e os seis cilindros em linha, o motor do 330i é todo novo, a começar pelo bloco 10 kg mais leve, graças à combinação de magnésio e alumínio. Boa novidade é o Valvetronic, que elimina a borboleta de aceleração e controla o levantamento e a duração da abertura das válvulas de admissão. Associado ao conhecido Duplo VANOS, que comanda também as de escapamento, foi possível otimizar o funcionamento do motor sob diferentes rotações e cargas (aberturas de acelerador), com melhora tanto em potência quanto em economia.

De 231 passou-se a 258 cv a 6.600 rpm, regime elevado que traz a esportividade típica da marca. Por outro lado, o torque máximo (mantido em 30,6 m.kgf) passa a ocorrer entre 2.500 e 4.000 rpm, contra um pico de 3.500 rpm antes. Agora bastam 6,6 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, tempo de carro esporte, com velocidade máxima de 250 km/h por limite eletrônico. No 325i o aumento foi de 192 para 218 cv, também expressivo. Já o motor de quatro cilindros, no 320i, é algo que não se via há anos em um Série 3 no Brasil. Igual ao do Série 1, esse 2,0-litros de 150 cv substitui o 2,2 de seis cilindros e 170 cv, com a vantagem de custar menos e ter menor alíquota de IPI.

As inovações do E90 foram bem além dos motores.

Os freios trazem uma primazia mundial: o Brake Standby, parte do controle de estabilidade DSC+, que os deixa prontos para atuar quando o motorista tira o pé do acelerador abruptamente. Outros recursos são um sensor de aquecimento, que aumenta a pressão hidráulica no caso de perda de eficiência pelo calor; e outro sensor que faz aproximar as pastilhas dos discos ao rodar em piso molhado, para mantê-los secos.

Ainda em frenagem, as luzes possuem dois estágios: o mais intenso é acionado quando o antitravamento ABS atua, para alertar o motorista do veículo de trás que se trata de desaceleração rápida.

E o controlador de velocidade agora é ativo: monitora o tráfego à frente e, se a distância até o próximo veículo se reduzir, diminui a velocidade e até aplica os freios.

O sistema de direção do 325i e do 330i é o Active Steering, direção ativa, já usado nos Séries 5 e 6.

Não se trata de mera variação da assistência: ele altera a relação entre volante e rodas de acordo com a velocidade, o modo de dirigir e as condições da estrada.

Até 60 km/h a direção é bem rápida, com relação de 10,8:1, e nas manobras não chega a duas voltas de batente a batente. Dali até 100 km/h vai-se tornando mais lenta, até chegar a 18:1. Contudo, pode tornar-se rápida novamente se o carro detectar uma curva acentuada.

As suspensões mantêm as configurações McPherson à frente (com amplo emprego de alumínio) e multibraço atrás. A dianteira ganhou braços duplos e a traseira tem uma articulação a mais, como no Série 1. Os pneus podem rodar vazios até 240 quilômetros, sem passar de 80 km/h, e por isso não há estepe ou macaco. E são seis bolsas infláveis de série, incluindo cortinas em toda a extensão das laterais.

Ao volante Assumir o 330i traz as boas sensações da marca, a começar pela posição de dirigir que inspira esportividade. Avaliado nas rodovias Fernão Dias e Dom Pedro I, na região de Atibaia, SP, o sedã agradou. Com os pneus de perfil extrabaixo o rodar é um pouco áspero, o que deve se atenuar nas versões menos potentes. Já a atuação da suspensão é perfeita, com ótimo controle dos movimentos da carroceria. Lamenta-se que o percurso usado pela imprensa não previsse curvas — restou apenas uma alça de acesso para experimentar a atuação do DSC+, que é impecável.

O melhor desse BMW é a versatilidade de uso. Tanto pode trafegar em sexta marcha a 120-130 km/h, com baixa rotação e nenhum ruído, como estimular até o mais pacato motorista com o rugido do seis-cilindros, que soa como música para os entusiastas. O empurrão nas costas acontece mesmo em retomadas como 100 a 140 km/h e, ao pisar fundo, as trocas de marcha acontecem a 7.000 rpm. Pena que só exista a versão automática, pois seria muito melhor desfrutar esse motor com o pleno controle das mudanças, apesar da operação correta do câmbio Steptronic.

A BMW fez um grande trabalho no novo Série 3. Além de optar por um estilo sem excessos de ousadia, aplicou doses generosas de tecnologia a toda a parte mecânica e, como não poderia deixar de ser, continuou fiel a suas tradições, como a disposição em linha dos seis cilindros, que a Mercedes abandonou na década passada. Uma receita que tem todos os ingredientes para agradar em cheio.

Fotos

BMW Série 3

BMW Série 3

BMW Série 3

BMW Série 3

 

Fonte: www2.uol.com.br/bestcars

BMW Série 3

A introdução do primeiro BMW Série 3 em julho de 1975 marcou o início de uma das histórias de sucesso mais notáveis na BMW – e automotivos em geral – história.

Foi o lançamento de um novo carro, desportivo com dimensões compactas.

Os modelos BMW Série 3 combinam o prazer de condução e praticidade para o uso diário, que vão desde o BMW Série 3 Sedan, BMW Série 3 Touring, BMW Série 3 Gran Turismo para o BMW Série 3 Cabrio.

BMW Série 3 – E36

BMW Série 3
Série 3 – E36

Desde 1968, a BMW tem por regra denominar suas famílias de modelos por um número, sempre acompanhado da letra E (de Entwicklung, palavra alemã que significa “desenvolvimento”). A Série 3 fabricada entre 1991 e 1998 recebe a sigla E36. E foi a grande responsável pela popularização dessa marca no Brasil. Se antes sinônimo de carro de luxo por aqui era Mercedes-Benz, com a chegada da Série 3 em 1992 esse panorama começou a mudar.

A melhor parte dessa história é que hoje se podem encontrar vários dos modelos citados abaixo com preços na faixa de R$ 25 mil. Tomados os devidos cuidados é possível comprar um BMW em vez de um carro com motor de 1 litro – só é preciso considerar os gastos com manutenção, seguro, licenciamento…

O modelo mais conhecido dessa série é o 325i, mas houve outras, como os raros 316 (de quatro cilindros) e 320 (de seis cilindros), além do 318i (também de quatro cilindros). Em 1994 a BMW passou a importar o esportiva M3, com motor de seis cilindros e 286 cv, apenas com carroceria de cupê. Existem alguns poucos M3 Cabrio, mas nenhum M3 sedã trazido oficialmente.

Em 1992 apenas modelos produzidos para o mercado dos EUA foram importados. Em 1993 as chamadas BMW “alemãs” desembarcaram aqui e se diferenciavam das estadunidenses em vários aspectos. Na verdade, havia cerca de 2.800 mudanças entre elas, sendo as mais visíveis o velocímetro em milhas por hora, faróis com lente de plástico, pisca que apresenta lâmpada de dois pólos para permanecer aceso como lanterna, airbag e luz de freio elevada – todos itens presentes na versão americana.

Até algum tempo as versões alemãs eram mais valorizadas, mas isso está deixando de acontecer atualmente. Talvez os freqüentes problemas com a sonda lambda das americanas, no início da importação, tenha sido um dos motivadores desse fenômeno de mercado.

Em 1995 a BMW iniciou a comercialização da Compact, uma versão curta e com carroceria hatch de duas portas, motor de quatro cilindros e 1,9 litro de cilindrada. Já em 1996 os motores da linha mudaram. Foi lançada a 328, no lugar da 325 e, com isso, as nomenclaturas também foram alteradas. A linha passou a contar com a versão 328, de seis cilindros e 193 cv, um a mais que a extinta 325. A versão 323 veio em 1998 (Comfort, Top e Sport), já quando a E36 estava para ser substituída pela E46, que foi feita entre 1998 e 2005 – e que estará na segunda parte desse guia.

O ano de 1998 também marca a chegada da M3 com câmbio SMG I, de acionamento seqüencial, e motor com 321 cv. Naquele ano veio também a Touring, a perua da Série 3, nas versões 323 e 328.

Em 1999 a E46 já havia entrado em linha, mas a Compact E36 ainda permanecia em produção. Era disponível apenas com motor de seis cilindros e 170 cv, com acabamento Motorsport, que compreendia volante, bancos, rodas e pára-choques esportivos.

BMW Série 3 – E46

BMW Série 3
Série 3 – E46

O BMW Série 3 fabricado entre os anos de 1998 e 2005 é conhecido pela sigla E46 e compreende no Brasil as versões sedã de quatro portas; de duas portas (Ci), bastante raros; os M3 e Cabriolet (conversíveis, também muito raros). Existe ainda a versão Touring (perua), mas que não foi importada oficialmente pela BMW do Brasil. É bom observar que no ano de 1998 existem as duas versões de carroceria da Série 3, a E36 e a E46.

O carro chegou ao Brasil em duas versões de motorização, o 323 com motor de 2,5 litros/170 cv, e o 328 com motor de 2,8 litros/193 cv. Ambos eram de seis cilindros em linha e havia apenas a disponibilidade de câmbio automático. Itens como teto solar, revestimento de couro, bancos elétricos, controlador de velocidade, ar-condicionado digital, ABS, rodas de liga-leve, disqueteira para seis CDs, entre outros equipamentos, eram de série.

Em 2001 a BMW realizou uma mudança de motorização, introduzindo uma nova versão, a 320. Mais acessível da Série 3, a 320 vinha com motor de seis cilindros e 170 cv, o que era uma vantagem em relação ao preço. Em compensação não vinha com teto solar, bancos elétricos, ar digital ou disqueteira. Nem mesmo os bancos eram revestidos em couro legítimo, mas sim de um tipo de plástico que o imitava.

A versão intermediária era a 325i, com 192 cv, e vinha com todos aqueles equipamentos descritos nas versões 323 e 328. A topo-de-gama era a versão 330, com motor de seis cilindros e 231 cv.

Havia a possibilidade de escolha de dois tipos de acabamento na 330: Top e Motorsport. A primeira era mais clássica e trazia acabamento interno em madeira, teto com forração interna em tecido claro, rodas de aro 17 pol mais sóbrias, além de frisos cromados.

A Motorsport vinha com teto com tecido interno preto, acabamento em alumínio escuro, volante, bancos, rodas e pára-choques M, suspensões mais rígidas e mais baixas que a Top, além de um pequeno aerofólio na tampa traseira. É bom ressaltar que com exceção da calibragem de suspensão, a motorização era a mesma para ambas, que contavam apenas com transmissão automática de série.

Aqui cabe uma observação: para executar o evento denominado “BMW Road Show” e também para o curso de pilotagem da marca, foram importados alguns 330 com câmbio manual de seis marchas, mas são bastante raros.

Em 2002 a Série 3 passou por um face-lift, ganhando nova frente (faróis, piscas, pára-lamas, grades, capô e pára-choque, com exceção da Motorsport) e novas lanternas traseiras. O 320 também recebeu rodas com novo desenho, assim como o 330 Top. Entretanto existem unidades que trazem as mesmas rodas encontradas nas versões 2001, sem que isso signifique que foram trocadas.

Em 2004 o carro – nas versões Top e Motorsport – ganhou encosto de cabeça na parte central do banco traseiro, além da opção de câmbio SMG II, uma transmissão manual com sistema de engate automatizado. Em 2005 a geração E46 deixa de ser produzida, para dar lugar à novíssima E90.

Ficha técnica:

MOTOR – longitudinal, 4 cilindros em linha; duplo comando no cabeçote, 4 válvulas por cilindro.
Diâmetro e curso
: 90,1 x 84 mm.
Cilindrada:
1.997 cm3.
Taxa de compressão:
10:1.
Injeção direta, turbocompressor de duplo fluxo, resfriador de ar. Potência máxima:
245 cv de 5.000 a 6.500 rpm.
Torque máximo:
35,7 m.kgf de 1.250 a 4.800 rpm.
CÂMBIO – automático, 8 marchas; tração traseira.
FREIOS – dianteiros e traseiros a disco ventilado; antitravamento (ABS).
DIREÇÃO – de pinhão e cremalheira; assistência elétrica.
SUSPENSÃO – dianteira, independente McPherson; traseira, independente, multibraço.
RODAS – 17 pol, pneus 225/50 R 17 (básico); 18 pol, pneus 225/45 R 18 (demais versões).
DIMENSÕES – comprimento, 4,624 m; largura, 1,811 m; altura, 1,429 m; entre-eixos, 2,81 m; capacidade do tanque, 60 l; porta-malas, 480 l; peso, 1.430 kg.
DESEMPENHO – velocidade máxima, 250 km/h; aceleração de 0 a 100 km/h, 6,1 s.
CONSUMO – em cidade, 12,2 km/l; em estrada, 19,2 km/l.

Fonte: www.bmw.com/www.webmotors.com.br

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