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Chevrolet Chevy 500

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A Chevy chegava ao mercado até hoje a única picape leve com tração traseira e o mesmo motor 1.6 do resto da família.

Picape, a Chevy 500 (de 1983 a 1995)

Chevrolet Chevy 500
Chevy 500 1983-1995

A picape Chevy 500 tem a mesma estrutura do Chevette. Ela é boa para passeio e também para o trabalho (desde que não seja muito pesado).

Apresentada em setembro, mas só colocada à venda a partir deste mês, a Chevy 500 é a segunda novidade da General Motors do Brasil para 1984 – a primeira foi o Monza duas portas, três volumes. E com a Chevy encerra-se o leque de opções da linha Chevette, lançada em 1973.

A GM, aliás, é a última das quatro grandes fábricas de automóveis no Brasil a colocar no mercado uma picape que é derivada de um carro, como fez a Fiat com a City, a Ford com a Pampa, e a Volkswagen com a Saveiro.

O modelo que testamos era a versão mais luxuosa, a Chevy 500 SL, com motor 1600 a álcool, e vários equipamentos opcionais, como ar quente, vidros esverdeados, espelhos retrovisores com controle interno, rádio, câmbio de cinco marchas, embreagem eletromagnética do ventilador, temporizador e lavador elétrico do pára-brisas e ignição eletrônica. Como foi construída na plataforma da Marajó, a Chevy tem o conforto e o espaço do Chevette.

Sua caçamba, porém, não é das maiores: por ter tração traseira, aliás a única de sua categoria com essa característica, o assoalho é alto, ou seja, as laterais têm apenas 43 cm de altura o que limita um pouco sua capacidade.

Também não é a das que levam mais peso. Ao contrário. De acordo com as especificações da GM, a Chevy pode levar 500 Kg, incluindo o motorista. Isso quer dizer que se o motorista pesar 70 kg, sobram para a carga apenas 430 kg.

De qualquer maneira, seu desempenho é bom. Mesmo com carga total, o motor a álcool de 1600 em3 de cilindrada responde muito bem às acelerações porque tem bom torque.

Na estrada não é preciso mudar muito de marchas, mesmo com carga total. Pode-se viajar em quinta quase o tempo todo; só em subidas muito fortes e prolongadas, ou quando um veículo lento atrapalha o fluxo, é que se deve reduzir a marcha.

E vazia tem bom desempenho. Na pista de testes, chegou à velocidade maxíma de 149,377 km/h na média de quatro passagens (151,898 na melhor passagem); acelerou de 0 a 100 km/h em 15,98 s e, na retomada de velocidade, de 40 a 120 km/h, levou 39,81 s, o que demonstra o bom torque do motor.

Bom consumo

Seu consumo é bom. A 80 km/h, na estrada, com carga máxima, percorreu 10,60 km/l de álcool. Nas mesmas condições, só com o motorista, o consumo foi de 11,54 km/l. E, na cidade, 8,11 km/l.

Pelo tamanho do carro, categoria em que se enquadra, e até pela quinta marcha, as marcas deveriam ser melhores.

Quanto à estabilidade, é boa, bem neutra, quando se guia normalmente, com uma leve tendência a sair de frente para, em seguida, sair de traseira no limite de aderência, mas suavemente, sem dar sustos.

Com carga máxima, como se podia esperar nesse tipo de carro, é preciso tomar um pouco mais de cuidado, pois a traseira tende a desgarrar mais facilmente.

Os freios foram sempre eficientes, não importa se com carga ou vazia: a válvula equalizadora para as rodas traseiras mantém a Chevy na trajetória.

Mas esperava-se que os esoaços percorridos depois das freadas fossem menores: a 100 km/h, por exemplo, levou 53,10 m para parar.

As linhas são bonitas e certamente irão agradar a muitos. E a tração traseira é preferida por muita gente. Alguns itens de série são muito úteis, como o assoalho da caçamba recoberto por ripas de madeira e os ganchos externos e internos (na caçamba) para amarração de carga. Mas alguns elementos deveriam ser revistos, como a pequena capade carga e a colocação do estepe. Como está, atrás do banco do passageiro, além de limitar o curso do banco, tira o espaço para pequenos objetos dentro da cabine.

A vantagem da beleza

Para Vinícius Lossaco, preparador de motores de competição de São Paulo, apreciador de picapes, a nova Chevy 500 vem ampliar o mercado desse tipo de veículo, com algumas vantagens.

— É a mais bonita. Tem um belo estilo, com a frente baixa em forma de cunha. E a traseira mais alta acentua essa característica. Ela ficou com um jeitão de picape grande.

Vinícius gostou do desempenho da Chevy e também do nível de conforto.

— Nessa faixa, a Chevy é a picape mais confortável.

Vinícius começou a gostar de picapes em sua oficina.

— Para pequenos negócios e oficinas, carros como esse são ideais, econômicos, fáceis de carregar e descarregar. Também é muito bom para jovens e casais sem filhos. Atendo a muita gente que tem picape. São pessoas que curtem trail, surf e camping. É o carro certa para elas, porque tem o conforto e não exige tantos cuidados com a aparência porque funciona como utilitário. Pena que o custo seja tão alto.

Feitas a princípio para agradar aos jovens e também para aproveitar a onda das picapes incrementadas, a Chevy e outras da mesma classe correspondem às versões dos automóveis da marca.

Elas são feitas em versões standard e luxo, exatamente para atender a essa faixa de público.

Mas o que se vê hoje é um grande número desses carros trabalhando em pequenas empresas e nas zonas rurais, substituindo as grandes picapes. Embora caras, custam menos do que as grandes e gastam menos.

Mas como, por incrível que pareça, elas não têm espaço apropriado para pequenos objetos na cabine, au seja, em lugar mais seguro, levam desvantagem em relação aos automóveis, porque custam quase igual.

Ficha técnica:

Motor Dianteiro, longitudinal, quatro tempos, refrigerado a água; diâmetro dos cilindros, 82,0 mm; curso dos pistões, 75,7 mm; cilindrada, 1 599 cm3; taxa de compressão, 12,0:1; comando de válvulas no cabeçote acionado por correia dentada; válvulas de admissão e escapamento no cabeçote; potência máxima, 72 CV (53 kW) ABNT a 5600 rpm; torque máximo, 12,3 mkgf (120,6 Nm) ABNT a 3200 rpm; alimentado por carburador de corpo simples e fluxo descendente; combustível: álcool.
Transmissão Embreagem monodisco a seco de acionamento mecânico; câmbio de cinco marchas (opcional) sincronizadas para a frente e ré, com alavanca de mudanças no assoalho; relações: 1ª) 3,746:1; 2ª) 2,147:1; 3ª) 1,378:1; 4ª) 1,000:1; 5ª) 0,840:1; ré) 3,815:1; diferencial) 3,90:1; tração traseira.
Carroceria, chassi Carroceria de chapas de aço estampadas, picape, duas portas, dois lugares; estrutura mono-bloco.
Suspensão Dianteira, independente, com braço triangular superior, braço simples inferior, barra estabilizadora, molas helicoidais, e amortecedores telescópicos; traseira de eixo rígido, com braços tensores longitudinais, braço transversal, molas helicoidais e amortecedores telescópicos.
Freios A disco nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras, com servofreio; freio de estacionamento atuando nas rodas traseiras.
Direção Mecânica, de pinhão e cremalheira.
Rodas, pneus Rodas de aço estampadas com aro de 13 polegadas e tala de 5 1/2 polegadas; pneus 175/70 SR 13.
Dimensões Comprimento, 418,3 cm; largura, 157,0 cm; altura, 133,0 cm; distância entreeixos, 239,5 cm; bitola dianteira, 130 cm; traseira, 130 cm; altura livre do solo, 14 cm.
Peso — 958 kg.
Capacidade do tanque 62 litros.
Preço do carro testado Cr$ 4247890 em novembro de 1984.

OS RESULTADOS:

Desempenho Para uma picape, seu desempenho é bom. Chegou à máxima de 149,377 km/h na média de quatro passagens e acelerou de 0 a 100 km/h em 15,98 s. 5
Consumo Pode ser considerado bom. A diferença entre o consumo carregada e vazia é pequena: de 10,60 para 11,54 km/l de álcool. Na cidade, 8,11 km/l. 6
Motor Tem bom torque, principalmente em baixas rotações, o que ajuda com carga. Fornece potência sempre constante e, mesmo frio, pega com facilidade. 5
Transmissão e câmbio Câmbio de cinco marchars (opcional) com bom escalonamento, ajudando no desempenho e consumo. Engates precisos, mas a segunda é difícil de entrar. 6
Freios Funcionam muito bem, parando o carro, mesmo quandovazio, sempre sem desequilíbrio. Só os espaços é que deveriam ser um pouco menores. 5
Direção É o mesmo conjunto dos automóveis. Leve em manobras e precisa. O volante tem diâmetro correto, mas sua posição é um pouco desalinhada em relação ao banco. 6
Estabilidade As modificações na carroceria não alteraram a estabilidade da Chevy em relação ao Chevette. É boa, mesmo quando usada em seu limite de aderência. 7
Suspensão Mostrou-se adequada ao tipo de carro, inclusive com ele vazio. Só o eixo traseiro, do tipo rígido, pode trazer alguns problemas de aderência em pisos ruins. 6
Estilo O corte de uma carroceria para construir uma picape pode enfeiar o conjunto. Mas na Chevy o resultado foi bom. Sua aparência é agressiva e agradável. 6
Acabamento Tanto externa quanto internamente, o cuidado com o acabamento é muito bom, principalmente nas junções de chapas. O assoalho de madeira, na caçamba, é bom. 6
Conforto O encosto do banco tem uma reclinação limitada, o que diminui um pouco o conforto em relação ao carro. Mas motorista e passageiro se acomodam bem na cabine. 5
Nível de ruído Deve-se lembrar que a Chevy não é um automóvel e sim um utilitário. Como tal seu nível de ruído é aceitável. O motor faz muito barulho quando forçado. 4
Posição do motorista Boa, com todos os comandos bem colocados e banco regulável. Só o descansa-braço é que atrapalha, principalmente em manobras. 5
Instrumentos Tem o mínimo indispensável, o que se justifica num utilitário. Mas nessa versão SL, que tem até relógio de horas, deveria haver um hodômetro parcial. 5
Porta-malas As caixas das rodas, na Chevy, não roubam muito espaço. Mas, assim mesmo, sua caçamba não é das maiores. Até a borda tem a capacidade de 765 litros. 8

Chevy 500 SE

REQUINTE E CONFORTO NUMA PICK-UP LEVE

Se o pessoal da GM pensou em conciliar algumas das características de um bom carro de passeio numa pick-up, acertou em cheio na Chevy 500. Silenciosa, macia de dirigir, e com bom acabamento interno, ela atende com categoria ao mercado das pequenas pick-ups. Entretanto, toda moeda tem seu outro lado; e a performance, neste caso, é o outro lado da moeda. Lenta nas arrancadas e retomadas, a Chevy500 tem uma velocidade máxima modesta (a média das passagens ficou em 151,306 km/h); além disso, mostrou pouca resistência no offroad. Se você procura uma pick-up para o uso em asfalto e gosta de conforto, este é o seu carro.

A Chevy 500 SE que recebemos para testes, branca com faixas decorativas laterais, impressionou bem desde o primeiro contato; o visual é realmente chocante, com nova grade, as faixas, etc. Sem dúvida é a mais bela pick-up no mercado nacional (pelo menos para o meu gosto).

O interior do veículo também agrada bastante, graças aos novos opcionais e detalhes de acabamento que a nova versão SE adotou.

Mas um veículo não se mede apenas por sua aparência, e sim em movimento, trabalhando naquilo que é sua finalidade; no caso, o transporte de pequenas cargas, sem esquecermos o conforto e bem estar de motorista e acompanhante.

Quando sentamos ao volante da Chevy, percebemos logo que não estávamos a bordo de uma pick-up comum. O conforto é um dos pontos altos da Chevy, conforme já citamos antes, e logo que o motor é acionado percebe-se que o nível de ruído é extremamente baixo para um utilitário. De fato, as marcas obtidas pela Chevy podem ser consideradas muito boas, igualando-se a carros de passeio de luxo.

O painel é simples, mas possui um relógio digital; é interessante lembrar da versatilidade da alavanca situada à esquerda da direção, comandando limpador de pára-brisa (temporizador e duas velocidades), borrifo, faróis alto e baixo (lampejo) e pisca-pisca. A visibilidade é boa, principalmente se contarmos com espelho retrovisor do lado direito. Um detalhe negativo é a interferência da trava do quebra-vento (quando aberto) na visibilidade dos espelhos retrovisores. Na realidade as travas (pintadas de preto) ficam exatamente no meio dos retrovisores quando o quebra-vento está aberto, um detalhe que só acontece em carros produzidos neste país, já que quebra-ventos (algo caduco e dispensável) é uma exigência apenas do consumidor brasileíro.

Se o design do volante é agradável, o mesmo não se pode dizer da buzina, que toma toda a parte interna do volante e é extremamente sensível; a qualquer momento, numa distração, a gente pode ficar surpreso com o disparo acidental da buzina. Ora, eu mesmo gosto de descansar às vezes uma das mãos no miolo da direção quando estou dirigindo, e isso é impossível de ser feito na Chevy. Basta um leve encostar e lá vem barulho!

O pedal da embreagem é tão macio que até parece que está quebrado. Mas durante o período de testes, a alavanca (ou o câmbio) apresentou uma falha, ou seja, ficava bamba e vibrando quando o caro passava sobre pisos irregulares.

Por falar em pisos irregulares, a suspensão da Chevy até que recebeu de bom humor os desaforos a que foi submetida durante o offroad. Sem dúvida, a tração traseira ajuda, e muito, em situações críticas, quando o carro tem de vencer trechos enlameados ou fazer curvas fechadas em velocidade. O comportamento nessas condições, da pick-up, foi muito bom.

Por outro lado, depois do off-road, a Chevy incorporou alguns ruídos estranhos.

O consumo de álcool não é dos mais modestos; a 80 km/h constantes na estrada atingimos a melhor marca, com 11,8 km/litro, enquanto a média de uso urbano ficou em aproximadamente 7 km/litro. Estas marcas foram obtidas com a Chevy descarregada, e apenas com o motorista. Quanto ao desempenho, não é dos mais esportivos, conforme deixamos claro desde o início desta matéria. Afinal, foram quase 15 segundos para acelerar de zero a cem, o que demonstra que a Chevy 500 foi realmente projetada para trabalho e não lazer. Entretanto, acredito que em todo carro um bom comportamento e resposta de motor sempre são desejáveis.

A caçamba tem como maior atrativo a lateral alta, adotada desde que o veículo foi lançado. Além de resultar num efeito visual agradável, possibilita um bom aproveitamento de espaço em termos de volume, apesar de medir um pouco menos em largura e comprimento que uma Saveiro, por exemplo. A Chevy tem 1,47 m de comprimento por 1,24 m de largura e 0,43 de altura.

Avaliando o comportamento geral da pick-up, podemos concluir que a Chevy 500 SE que esteve conosco em testes é um veículo adequado mais para o uso urbano em transporte de pequenas cargas. A utilização em estradas secundárias de terra é possível (mas não desejável) já que a Chevy apresentou alguns problema resultantes do excesso de vibrações em estradas esburacadas; por outro lado, o comportamento em derrapagens e piso enlameado liso é muito bom, graças à tração traseira. Se lembrarmos ainda do bom acabamento e conforto interno da pick-up (excluindo o ventilador, que faz um barulho exagerado), temos aqui um veículo para transporte de pequenas cargas que pode ser utilizado para passeios e viagens, além do uso normal do dia-a-dia, por um motorista um pouco mais sofisticado e exigente.

História

A pequena Chevy 500 foi lançada no ano de 1984. Até então, GMB não possuía uma picape de pequeno porte. Suas concorrentes na época eram a Fiorino, da Fiat, Saveiro, da VW, e a Pampa, da Ford.

Sua principal vantagem em relação as concorrentes era o fato de ser a única a possuir tração traseira, melhorando bastante a dirigibilidade quando carregada.

Durante os dez anos que esteve em produção, a Chevy praticamente não mudou. Seu único face-lift ocorreu em 1987, quando o Chevette recebeu um novo conjunto ótico dianteiro e uma nova grade, para ficar mais parecido com o Monza. Os parachoques em aço foram substituídos por modelos envolventes, moldados em plástico.

Na parte mecânica, a Chevy sempre teve motores 1.6, a álcool e gasolina. Em 1988, o motor recebeu alterações, passando a utilizar pistões mais leves, com anéis mais finos e bielas longas. Assim, a potência saltou de 73cv para 81cv, deixando a picape mais ágil. Desempenho nunca foi o seu forte. Porém, era uma picape muito agradável de ser dirigida, já que possuía bom torque em baixas rotações. Como possuía a mesma caixa de marchas, não era difícil encontrar Chevys com o motor 2500 do Opala, uma adaptação relativamente simples.

Algumas raríssimas unidades saíram de fábrica com câmbio automático, apenas para a versão SL/E, um opcional também disponível para o Chevette.

Em 1995, sai de produção, cedendo o lugar a nova picape Corsa.

Fonte: www.picapesgm.com.br

Chevrolet Chevy 500

A picape derivada do Chevette tinha pouca capacidade de carga, mas tinha tração traseira e ofereceu até câmbio automático.

Com dez anos de estrada, o Chevette apresentou sua última variação de carroceria no Brasil. Após o sedã de duas portas, hatch, sedã de quatro portas e da perua Marajó, a Chevrolet desenvolveu uma versão picape do nosso primeiro derivado do Opel Kadett alemão – o segundo já foi batizado por aqui com o nome original. A Chevy 500 veio competir com a Fiat City, a Ford Pampa e a VW Saveiro no segmento de picapes derivadas de carro de passeio. A plataforma usada era a da Marajó. A tração traseira, que rendia melhor desempenho em terrenos lamacentos, trazia a desvantagem do assoalho elevado, que limitava a capacidade da caçamba.

Dos 500 kg de capacidade total, era necessário descontar o peso do motorista e do eventual passageiro para calcular o peso que a caçamba poderia carregar.

Por outro lado, a Chevy não negou força em seu teste de estreia em QUATRO RODAS, em novembro de 1983. “Na estrada não é preciso mudar muito de marchas, mesmo com carga total”, dizia Emílio Camanzi. “Pode-se viajar em quinta quase o tempo todo; só em subidas muito fortes e prolongadas, ou quando um veículo lento atrapalha o fl uxo, é que se deve reduzir a marcha.” Camanzi elogiava o torque (12,3 mkgf) do motor 1.6 a álcool, que tinha 75 cv. Outros elogios iam para o consumo – 8,11 km/l na cidade e 11,54 km/l na estrada só com o motorista a bordo –, para a efi ciência da válvula equalizadora das rodas traseiras nas frenagens e até o estilo foi incensado.

Mas o teste demonstrou também o comportamento irregular da suspensão, descrita como “bem neutra quando se guia normalmente, com uma leve tendência a sair de frente para, em seguida, sair de traseira no limite de aderência, mas suavemente”. O estepe atrás do motorista também limitava o espaço. Na versão SL testada, ripas de madeira na caçamba vinham de série, assim como as lâminas do pára-choque da cor do carro. Câmbio de cinco marchas, rádio, ar quente, vidros verdes, temporizador e lavador elétrico do pára-brisa e ignição eletrônica eram opcionais.

O primeiro comparativo na revista com as quatro picapes derivadas de carros de passeio foi publicado na edição de agosto de 1984. Com o melhor preço, deu City em aceleração e consumo, levando-se em conta que era a única 1.3 em um time de 1.6. Mas a Chevy vinha logo atrás no consumo. É que, afi nal, ela levou menos carga que as outras, todas capazes de encarar 500 kg – de carga – e, no caso, da Pampa, até levar 30 kg extras. Para compensar os 18,48 segundos para ir a 100 km/h (só pior que a Pampa), a melhor máxima foi a da picape Chevrolet, 143,142 km/h.

A evolução da Chevy foi discreta para seu tempo de mercado. Em outro comparativo, de outubro de 1986, a Saveiro se destacou pelo novo motor 1.6 a água, mas a Chevy chamou atenção por itens de conforto opcionais como câmbio automático e ar-condicionado. Novo desenho da dianteira e dos retrovisores e adesivos nas laterais marcaram em 1988 a chegada do motor de 82 cv e 13 mkgf e ajudaram a pontuar a liderança em vendas da Chevy no segmento.

A Chevy 500 DL 1992 das fotos está há dez anos na família de Marcio Ferreira Silva. Seu pai, Francisco, é quem cuida dela. “É a menina dos olhos do meu pai”, conta Silva, que tem uma ofi cina de funilaria e pintura em São Paulo. “Ele põe um copo d’água no capô com o motor em ponto-morto para ver se ela trepida demais por causa de combustível ruim.” Segundo o filho, Francisco já chegou a esgotam o tanque (o copo trepidou…) e sempre confere se a picape está coberta e cuidada.

Em 1995, a Chevy foi sucedida pela picape Corsa, mais próxima do gosto do público jovem que a Chevy foi perdendo ao longo do tempo. Mesmo não sendo a mais resistente das picapes em termos de carga e tendo um nome que camufl ava sua real capacidade, a Chevy 500 durou mais de uma década no mercado.

Foi o último modelo da linha Chevette a sair de produção, dois anos depois do sedã.

Chevrolet Chevy 500
A capacidade de carga era de 500 kg. Mas sem o motorista…

História Chevrolet Chevy 500

Na linha 1984 aparecia o pequeno picape Chevy 500, em alusão à capacidade para meia tonelada de carga (motorista incluído).

Lançada em 1984 a Chevrolet Chevy 500 derivada do Chevette era uma picape pequena que veio competir com a Fiat Fiorino, a Ford Pampa e a VW Saveiro no segmento de picapes leves levando 500 kg de capacidade dai o “500” mas havia uma exclusividade a única ter tração traseira que era vantagem por ter subidas mas rápidas em terrenos difícil ou lamacento Houve somente 2 versões a 500 e 500 SL.

Na versão (SL TOP) já contava com ripas de madeira na caçamba as lâminas do para-choque da cor do carro.

E opcionalmente tinha disponível: Câmbio de cinco marchas, rádio, ar quente, vidros verdes temporizador e lavador elétrico do para-brisa e ignição eletrônica.

Sempre com motorização 1.6 era econômica mas ainda m pouco lenta fazia 0 a 100 km/h 16 segundo e máxima de 139 km/h e também com menor capacidade de carga que suas rivais.

Já em 1988 sem grandes alterações sai a 500 SL para entra a 500 SL/E com opcionais inéditos na categoria: Ar condicionado, cambio automático e embreagem eletromaguinetica do ventilador.

E internamente novo painel com relógio digital e logo abaixo 2 LEDS indicador de consumo de combustível um (Econometro) e os tecidos do bancos , portas e painel havia as cores: Cinza, marron, preto, ou azul .

Já o motor passou a ser 1.6/S (”S” de Super) com acréscimo de 10 cv na potencia nada de excecional mas que dava um novo folego a Chevy levando aos 82 cv e 0 a 100 km/h 14 seg e com máxima de 150 km/h ainda era lento mas lembrando q era uma picape volta mas para o trabalho que para o lazer .

E em 1991 se tornando versão única sem alteração alguma era apenas Chevy 500 DL que foi ate 1993 quando teve a versão “Camping” com a mesma motorização mas com adesivos na laterais,capota marítima e para choques brancos único agravante era a capacidade de carga menor que todas concorrentes porem quem usava mas para lazer não reclama pois seu interior sempre espaçosos e confortável e finalizando sua produção 2 anos após o Chevette quando em 1995 deu lugar a pikup corsa com mas tecnologia e injeção.

Fonte: www.picapesgm.com.br

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