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Cactus

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Esta planta tem um histórico de uso na fitoterapia tradicional como tratamento para hemoptise (tosse com sangue nos pulmões) e edema (inchaço dos tecidos moles devido ao acúmulo de excesso de água).

O Selenicereus grandiflorus é talvez mais conhecido por seu uso como tratamento fitoterápico para doenças cardíacas e é altamente valorizado pelos fitoterapeutas tradicionais como um tratamento natural para palpitações cardíacas, angina , pulso fraco ou irregular e para aliviar a falta de ar.

Além disso, acredita-se ser um tratamento natural útil para ajudar a normalizar o ritmo cardíaco e fortalecer a força contrátil.
O cereus noturno também é usado pelos fitoterapeutas tradicionais como um tratamento natural para tonificar o músculo cardíaco, reduzir a gordura no sangue e o colesterol e aumentar a circulação.

É considerado como um diurético, um tônico cardíaco estimulante, um restaurador nutricional cardíaco (um restaurador nutritivo para o corpo, geralmente com uma forte afinidade por um órgão ou sistema orgânico), e como estimulante e tônico para a medula espinhal e motora.

Pensa-se que esta erva pode ser útil para estabilizar as palpitações cardíacas e a ineficiência da válvula associada a arritmias, bem como a dispnéia (falta de ar) após uma pneumonia ou outra infecção viral.

Cactus

A planta possui propriedades que auxiliam na redução do peso e diminuem os níveis de açúcar no sangue e possuem propriedades anti inflamatórias.

Cactus possuem fitoquímicos vitais, fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais que podem ajudar na saúde de diversas formas.

Cactus

AÇÃO E INDICAÇÃO:
Cardiotônico, contra palpitações e síndromes cardíacas.

FORMAS UTILIZADAS:
– Cápsula (pó)

– Tintura (líquida)

Planta de caule arbóreo, cilíndrico, lenhoso e ramoso. As flores são rosa-escuras com anteras amarelo de ouro, inodoras, até 4 centímetros de diâmetro, dispostas em racimos terminais.

Nome Científico: Cereus grandiflorus Mill. Sinonímia: Selenicereus grandiflorus (L.) Britt. et Rose; Cactus grandiflorus L.

Nome Popular: Cactus, Cacto-de-flor-grande, Flor da Noite, Flor do Baile e Rainha da Noite, em português; Night Blooming Cereus, em inglês.

Denominação Homeopática: CACTUS GRANDIFLORUS.

Família Botânica: Cactaceae.

Parte Utilizada: Flor e Casca do Caule.

Princípios Ativos: Alcalóides (do tipo isquinolínicos); Aminas: tiramina, cactina (hordenina), cacticina, narcisina e grandiflorina; Flavonóides: rutina, kaempferitrina, hiperosídeo e isorhamnerina-3-?-(galactosil)-rutinosídeo.

Indicações e Ação Farmacológica: O seu uso corresponde ao tratamento da angina pectoris, coronatites, palpitações e insuficiência cardíaca congestiva.

As aminas cardiotônicas e tiramina presentes no Cactus são responsáveis pelas atividades inotrópicas positivas. A cactina tem uma ação pseudo-digitálica sem risco de acumulação. Já os flavonóides promovem um efeito diurético.

Em Homeopatia a grande esfera de ação deste remédio é o coração, e seu sintoma característico é a sensação de constrição do coração, como se uma mão de ferro estorvasse seu movimento normal (angina de peito, aortite crônica, insuficiência aórtica, pericardite, hipertrofia do coração, palpitações, miocardite, sintomas cardíacos devidos à dispepsia, congestão do fígado, cálculos biliares, reumatismo agudo, etc), dentre outras indicações.

Toxicidade/Contra-indicações: O suco fresco do Cactus é irritante para a mucosa oral, causando sensação de queimação, náuseas e vômitos. Diarréias são também reportadas.
É contra-indicada a interação com outras medicações cardiotônicas, quinidina, laxantes antraquinônicos, diuréticos tiazídicos.

Dosagem e Modo de Usar:

• Extrato Fluido: 0,06-,6 ml
• Tintura: 0,12-2,0 ml.
• Homeopatia: Tintura-mãe, 1ª e 3ª.

Referências Bibliográficas:

• PR VADEMECUM DE PRECRIPCIÓN DE PLANTAS MEDICINALES. 3ª
edição. 1998.

• CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.

• CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 1983.

• OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica. 2ª edição. Ed.
Atheneu. 1997.

• NEWALL, C. A.; ANDERSON, L. A.; PHILLIPSON, J. D. Herbal Medicines – A
guide for health-care professionals, 1ª edição, Londres, 1996.

Fonte: www.herbal-supplement-resource.com/www.oficinadeervas.com.br

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