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Castanha da Índia

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A castanha da índia possui propriedades que auxiliam na circulação sanguínea. Indicada para pessoas com problemas de circulação devido aos seus benefícios.

Ela serve para cólicas menstruais, inchaço, hemorroida, dor nas pernas e eczema.

A castanha da índia também é utilizada em cremes, sabonetes, entre outros.

A Castanha da Índia é muito  valorizada na medicina herbal, pois é suporte do sistema circulatório. A erva é anti-inflamatória, diminuindo inchaços e adstringente que reduz o sangramento e adiciona tom ao tecido conjuntivo.

Grande parte do valor medicinal da castanha é atribuída à aescina fitoquímica, que tem ação estabilizadora nas veias e capilares. Este fortalecimento das veias melhora a circulação nas áreas de celulite e cura as contusões.

( Por Portal São Francisco)

Castanha da Índia
(Aescullus hippocastanum)

Castanha da Índia

AÇÃO E INDICAÇÃO:
Indicada para problemas de varizes, hemorróidas, flebites e dores nas pernas.

FORMAS UTILIZADAS:
– Cápsula (pó)

– Tintura (líquida)

– Cosmecêuticos

Nome científico: Aesculus hippocastanum

Família: Hippocastanaceae

Parte utilizada: Sementes

Nomes populares: Castanha Indiana, Castanha da Índia, Castanheiro da Índia, Castanheiro Indiano.

Caracteristicas gerais

Princípios Ativos: – Pericarpo: Saponinas: escina (aescina), afrodescina, argirescina, criptoescina; Taninos Catéquicos; D-catecol; Pectina; Potássio; Óleo Volátil; Cálcio e Fósforo.

– Cotilédones: em estado seco apresentam 5% de água, 3-4% de matéria mineral, 8-10% de açúcar, 40-50% de amido e 6-8% de óleo. Derivados Flavônicos: glicosídeos do quercetol e kampferol; Saponinas Triterpênicas: escina, proescigenina e escigenina; Aminoácidos: adenina, adenosina, guanina, L(+) lisina, L(-) triptofano.

Indicações e Ações Farmacológicas: A Castanha da Índia é indicada na fragilidade capilar, aumentando a resistência das veias e capilares, varizes, insuficiência venosa, hemorróidas, tromboflebite, edema, metrorragia e dismenorréia.

Alivia a sensação de cansaço e dor nas pernas causadas por diminuição do retorno venoso e edema. Facilita a digestão e melhora o apetite. Coadjuvante no tratamento da obesidade com grande retenção de líquidos. Antiinflamatória , analgésica e diurética.

Efeitos colaterais: não deve ser usado por crianças até 7 anos de idade. Altas doses podem provocar vômitos, sede, eritema facial, distúrbios visuais, urticária e sangramentos.

Eliza Tomoe Harada

Aesculus hippocastanus

Descrição: Planta da família das Fagáceas. Árvore de grande porte, com caule ereto, cilíndrico e ramificado, de copagem densa e regular. Cresce e se desenvolve rapidamente, chegando a atingir até 25 metros de altura e 80 centímetros de diâmetro na base. As flores são brancas e amarelas, com manchas róseas ou vermelha. O fruto é uma cápsula esverdeada, espessa, com espinhos curtos, com sementes alvas e carnosas, revestidas de tegumento vermelho-castanho. Devido ao seu porte majestoso e beleza, é cultivada nos parques e jardins das cidades européias, onde há exemplares com mais de 250 anos. O seu plantio é feito por sementes e adapta-se a qualquer tipo de solo e clima. As sementes são colhidas quando da abertura espontânea das cápsulas.

Partes utilizadas: Sementes.

Origem: Acerdita-se que é oriunda da Índia e da Pérsia, mas na verdade é originária dos Bálcãs, e foi levada à Europa no século XVI.

Modo de Conservar: As sementes devem ser secas ao sol, em local ventilado e sem umidade. Guardar em recipiente de vidro ou de porcelana. Após a secagem, pode ser transformada em pó.

Principios Ativos: Saponinas triterpênicas; flavonóides; cumarinas; vitaminas; ácidos graxos; taninos; fitosterol; açúcares.

Modo de Usar:

– Fragilidade capilar; circulação venosa deficiente; fragilidade venosa, em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de café do pó e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá , 2 vezes ao dia.

– Hemorróidas externas e internas; fissuras ou fístulas anais; oxiúros, coloque 1 colher de sopa de pó e 3 colheres de sopa de folha da carrapateira fatiadas em 1/2 litro de água em fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Faça banhos de assento, 2 vezes ao dia.

Efeitos colaterais: Não há relatos, nas doses terapêuticas indicadas. Pacientes sensíveis podem apresentar irritação da mucosa gastrointestinal, náuseas; diminuição da função renal em portadores de insuficiência renal pré-existente.

Estudos clinicos: A eficácia e segurança do extrato das sementes comparado com o uso de bandagens e meias elásticas mostrou-se semelhante mas o desconforto causado pelas segundas e incomparavelmente maior (Diehm, 1996); Houve eficácia na diminuição do edema por insuficiência venosa em mulheres grávidas, como também redução de dores, fadiga, distensão e prurido. (Steiner, 1990); A castanha age na insuficiência venosa crônica, peso nas pernas, caimbras noturnas, prurido e distensao nas pernas, age no edema pos-traumático e pós-operatório, eczema, hemorróidas, flebites.

Castanha da Índia

Fonte: www.oficinadeervas.com.brwww.plantasquecuram.com.br

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