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Erva de Bicho

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É uma planta com propriedades utilizadas em inflamações, diurética, vaso constritor entre outras.

Trata-se de uma herbácea perene, de tamanho variável, originária da Ásia e comum em vários lugares do mundo, a Erva de Bicho apresenta caule glabro, ramoso e quase simples, enraizando-se na base, nodoso e com os internódios avermelhados. As folhas são alternas, subsésseis, lanceolado-acuminadas, glabras, verde-escuras, com glândulas e amargas. As flores são pequenas, de coloração branca ou rosada, dispostas em espiga terminal, longa, fina e flexível. O fruto-semente é um aquênio triangular pequeno e liso.

Nome Científico

Polygonum acre HBK. Sinonímia: Polygonum hydropiperoides Pursh; Polygonum acuminatum Bello; Polygonum puntactum Elliot.

Nome Popular

Erva de bicho, Acataya, Caataiá, Capetiçoba, Capiçoba, Capitiçoba, Capitiçova, Persicaria do Brasil, Pimenta-d’-água, Pimenta do Brejo, Curage, no Brasil; Caá-tai, no Paraguai; Chileperro, na Costa Rica; Plumerillo Del Campo, na Argentina; Water Smartweed e Water Pepper, em inglês; Yerba de Hicotea, em Cuba; Poivrée e Piment d’au, na França; Bitterknoeterich, na Alemanha.

Denominação Homeopática

HYDROPIPER.

Observação

Alguns autores da Homeopatia utilizam tanto a espécie Polygonum acre HBK. como a espécie Polygonum hydropiper L. para a obtenção deste medicamento.

Família Botânica

Polygonaceae.

Parte Utilizada

Caule e folha.

Princípios Ativos

Óleo Essencial (sabor acre); Ácidos Gálicos e Malônico; Tanino; Nitrato de Potássio.

Indicações e Ações Farmacológicas

São reputadas à Erva de Bicho a propriedade adstringente, estimulante, febrífuga diurética, vermicida, anti-gonorréica, anti-hemorroidária, muito útil para o tratamento das úlceras e da erisipela (doença infecciosa aguda, febril, da pele e do tecido subcutâneo, causada por um estreptococo hemolítico). Combate também os casos de artritismo, blenorragias, diarréias com sangue, febres perniciosas e congestões cerebrais. Promove um efeito sedativo e hemostático, desinflamando e descongestionando os tecidos.

Em Homeopatia é específico das hemorróidas, principalmente quando existe hemorragia, varizes, cólicas flatulentas, úlceras superficiais dos membros inferiores.

Toxicidade/Contra-indicações

Por apresentar um efeito emenagogo e abortivo, esta espécie não deve ser administrada durante a gravidez. Alguns autores a consideram tóxica.

Dosagem e Modo de Usar: Segundo Coimbra (ver referências bibliográficas), atribui-se as seguintes formas e dosagens à Erva de Bicho:

Infusão ou Decocção a 3%: de 50 a 200 cc por dia;
Extrato Fluido: de 1 a 6 cc por dia;
Tintura: de 5 a 30 cc por dia;
Xarope: de 20 a 120 cc por dia;
Homeopatia: Uso Interno: 1.ªX à 30.ª.; Uso Externo: varizes, úlceras varicosas, úlceras crônicas das mulheres e hemorróidas.

Referências Bibliográficas

CORRÊA, M. P. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. IBDF. 1984.
COIMBRA, R. Manual de Fitoterapia. 2ª edição. Cejup. 1994
VIEIRA, L.S. Fitoterapia da Amazônia. Editora Agronômica Ceres. São Paulo. 1992.
SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos Livraria Editora. 2000.
CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 21ª edição. Livraria Teixeira. 1983.
PANIZZA, S. Plantas que Curam (Cheiro de Mato). 7ª edição. 1997.

Fonte: ervaseinsumos.blogspot.com.br

Produto Natural – Erva de Bicho

Fitoterápicos: Erva de Bicho

Nome popular: Erva-de-bicho, Acataia.
Nome científico: Polygonum hydropiperoides Michx.
Família: Polygonaceae.
Oigem: Ásia.

Propriedades

Adstringente, estimulante, diurética (faz urinar), vermicida (elimina vermes), antigonorréica, anti-hemorroidal, antidiarréica, vermífuga.

Características

Planta herbácea anual, aquática, de 40 a 60 cm de altura. Existem no país mais 3 espécies desse gênero, com propriedades semelhantes, tendo inclusive os mesmos nomes populares. Possui crescimento muito vigoroso, sendo considerada indesejável em áreas agrícolas e canais de drenagem no sul do país.

Parte usada

Folhas e ramos.

Usos

É amplamente utilizada na medicina caseira em muitas regiões, sendo considerada adstringente, estimulante, diurética (faz urinar), vermicida, antigonorréica, anti-hemorroidal, sendo empregada também na aplicação local contra úlceras de pele, erisipela e artrite. Indígenas das Guianas utilizam um gel preparado de sua seiva como colírio para inflamações dos olhos. Internamente a planta é empregada contra diarréia, parasitoses intestinais, astenia, e indisposição. Externamente é utilizada no tratamento de erisipelas, hemorróidas e contra dores de origem reumática.

Atenção

É considerada abortiva, não sendo recomendada para mulheres em gestação.

Forma de uso / dosagem indicada

Para afecções das vias urinárias, erisipelas, eczemas, varizes, fragilidade capilar, e como estimulante da circulação, a literatura recomenda o seu chá preparado adicionando-se água fervente em 1 xícara (de chá) contendo 1 colher (de sopa) de folhas e ramos picados, na dose de 1 xícara (de chá), 3 vezes ao dia.

Recomenda-se também para seu uso externo, em aplicações locais de seu chá concentrado contra afecções da pele, feridas e úlceras varicosas, e na forma de banho de assento, contra hemorróidas, e como cataplasma, nos casos de reumatismo, artrites e dores musculares.

Referências bibliográficas

Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.

Fonte: www.cultivando.com.br

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