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Dente de Leão

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O dente de leão possui várias propriedades para beneficiar o nosso corpo.

Ele auxilia em tratamentos para problemas no fígado. É diurético, trata alguns tipos de infecções, hemorroidas e gota

Ajuda no emagrecimento.

( Por Portal São Francisco)

Dente de Leão

AÇÃO E INDICAÇÃO

Estimulante digestivo, desintoxicante e depurativo. Aumenta a secreção biliar, trata as vias biliares e calculose. Indicado para o tratamento de hepatites e corrige a hiperacidez gástrica.

FORMAS UTILIZADAS

Tintura (líquido)
Chá (rasura)
Cápsula (pó)

Nome Científico: Taraxacum officinalis
Familia: Compositae (Asteraceae)

História e Curiosidades

Seu nome vem do grego e significado “comestível”. Também conhecido como chicória silvestre, amargosa, salada-dos-pobres, alface-de-cão entre outros. Planta muito difundida pelo mundo afora, mas parece que sua origem é tido como do norte da Europa.

Médicos antigos já utilizavam esta erva, inclusive o próprio Avicena, médico árabe muito famoso na época e muito importante pelos escritos que deixou. No Brasil é encontrada em jardins, em locais onde existem condições favoráveis para sua proliferação, como terra rica, matéria orgânica e umidade. Produz uma flor amarela muito importante como pasto apícola, pois suas flores são muito ricas em néctar.

Botânica

Planta de pequeno porte, anual, se multiplica por sementes ou por divisão de touceiras. Suas folhas são amargas, de bordo invaginante, um pouco latescente, e de verde claro. Suas flores são douradas, e suas sementes possuem uma estrutura que facilita a dispersão pelo vento. Sua raiz é pivotante. Prefere climas amenos a frio.

Cultivo e Colheita

No Brasil não existe cultivo comercial do dente-de-leão, sendo estes cultivos comerciais realizados mais em países europeus. O cultivo de uma forma geral tem se mostrado complicado em condições do estado de São Paulo. Semeia-se diretamente no canteiro definitivo ou semeia-se em sementeira e faz-se o transplante. Planta-se preferencialmente em canteiros para facilitar a colheita. Deve-se dar preferência para semear no canteiro direto ou transplantar no outono em nossa região, pois como prefere clima mais frio, tem-se um crescimento muito melhor. Colhem-se as folhas como se colhe almeirão plantados em canteiros. Quando colher as raízes estas devem ser lavadas e picadas para secar.

Parte Utilizada

Praticamente a planta toda. Preferencialmente colhe-se as folhas primeiro, e depois pode-se colher as raízes se tiver mercado.

Princípios Ativos

Muito rica em sua composição. Possui flavonoides, substâncias amargas (taraxacina, lactopicrina, taraxerina), inulina ( de 1,5 a 3%), taraxacosídeo, substâncias esteroidais (b-sitosterol, estigmasterol), lactonas sesquiterpênicas (folhas), derivados terpênicos (taraxasterol, taraxerol, b-amerina), ácidos (cafeico, clorogênico e cítrico), minerais (principalmente potássio, ferro, silício, magnésio, manganês, cobre, fósforo e zinco), livulina, pectina, saponinas, taninos, ácidos graxos (oléico, linolênico, linoléico, palmítico), resinas, vitaminas (A,B,C,D), endesmanolídeos, carotenóides (taraxantina).

Ação Farmacológica e Indicações

No sistema digestório, age como hepatoprotetora, colagoga (aumenta a secreção biliar em até 40%), tratamento das vias biliares, calculose biliar (preventivo e curativo), muito empregada nas hepatites, corrige a hipoacidez gástrica, aftose de repetição, antidiarréica (principalmente nas diarréias agudas infecciosas ou por intolerância a alimentos gordurosos), favorece a eliminação de catabólitos via biliar e por isso considerado um depurativo biliar, discinesia biliar (vesícula preguiçosa), anorexia por atonia digestiva, quadro de cólon irritável e retocolites (alivia a dor, a diarréia e a obstipação). Em dermatoses em geral, como furunculoses, abcessos, erisipela, urticária, psoríase, eczemas crônicos, celulite. Nestes casos pode ser utilizada interna ou externamente. A seiva leitosa serve para casos de verrugas e calosidades. Fortalece o tecido conjuntivo de sustentação e pode ser indicado em casos de artrites reumatoides. Possui ação diurética, preservando o equilíbrio eletrolítico, garantindo a reposição do potássio. Coadjuvante no tratamento das patologias urinárias e tumores da bexiga. Também age como hipoglicemiante no diabete, coadjuvante no tratamento da obesidade, aumenta a excreção e metabolização de ácido úrico e uréia, auxiliar nas dislipidemias (colesterol elevado). Aumenta a produção de leite materno. De forma geral age como desintoxicante, mineralizante, antioxidante, moderada ação antiinflamatória, ação antiviral suave, bactericida (conjuntivites, cistites) e antianêmico.

Efeitos Colaterais

Praticamente não existe contra indicação no uso do dente-de-leão, mas não se recomenda usar em casos de obstrução de vias biliares. Pode provocar hiperacidez gástrica nos pacientes predisponentes, evitar o uso em casos de úlceras gástricas.

Ademar Menes Junior

Fonte: www.oficinadeervas.com.br

Produto Natural – Dente de Leão

 Dente de Leão

Taraxacum officinale

Descrição

Planta da família das Asteraceae, também conhecida como alface-de-cão, alface-de-côco, amargosa, amor-dos-homens, chicória-louca, chicória-silvestre, coroa-de-monge, dente-de-leão-dos-jardins, leutodonte, quartilho, radite-bravo, relógio-dos-estudantes, salada-de-toupeira, soprão, taraxaco, taraxacum.

Planta vivaz, munida de uma grossa raiz, carnosa, laicífera, de onde saem as folhas e o escapo floral. O fruto é um aquênio, com dentes no ápice, parecendo minúsculas presas, e um papilho de pêlos brancos sedosos, formando uma esfera branca, que o vento dissemina com facilidade, percorrendo grandes distancias. É considerada uma planta invasora de horta e jardim, medrando em campos, vales úmidos e sombrios. Possui grande vitalidade, rusticidade e é de fácil propagação. Adapta-se bem em vários tipos de solo e clima. A raiz se recolhe no outono, a folha em qualquer época e o capítulo floral antes de abrir.

Parte utilizada

Rizoma, folhas, inflorescência, sementes.

Origem

Provavelmente Europa, principalmente Portugal. Porém até hoje especialista discutem se o dente de leão é uma planta nativa da América ou aclimatada. Certamente, é encontrada e consumida em quase todo o mundo.

História

Duas citações feitas no início do século XIV, atestam seu uso. Em The Dogmaticus, Or Family Physician (Rochester, Nova Yaork: Marshall and Dean, 1829), Josepf Smith listou-a como laxante e desobstruente, afirmando que ela abre todo o sistema. No relatório sobre botânica, o doutor Clapp no sinforma que em 1852 o dente-de-leão era usado nas doenças crônicas do fígado, uso que provocou justificado porque descobriram que a planta contém taxacina, um estimulante hepático, inulina, lacvulina, um açúcar, colina, uma das vitaminas do complexo B, fotosterol, que evita que o corpo acumule colesterol, e potassa, que é diurética.

No período colonial era muito apreciado como vinho caseiro.

Modo de Conservar

As raízes, as folhas e os capítulos florais são secos ao sol, em local ventilado e sem umidade. Armazenar em sacos de papel ou de pano. As raízes e as folhas podem ser consumidas cruas. Plantio : Multiplicação: por sementes ou mudas do rizoma; Cultivo: em climas diversos e solos pobres com pouca umidade; Colheita: colhem-se as folhas durante a floração (julho — setembro).
Princípios Ativos: Ácido caféico, ácido cítrico, ácido dioxinâmico, ácido p-oxifenilacético, ácido tartárico, ácidos graxos, alcalóides, amerina, aminoácidos, apigenina, carboidratos, carotenóides, cobalto, cobre, colina, compostos nitrogenados, estigmasterol, ferro, fitosterol, flavonóides, fósforo, frutose, glicosídeo (taraxacosídeo), inulina, lactucopicrina, látex, levulina, luteolina, magnésio, matéria graxa, mucilagem, níquel, óleo essencial, pectina, potássio, pro-vitamina A, resina, sais de cálcio, saponinas, silicatos, sitosterol, soda, sódio, stigmasterol, taninos, taraxacina, taraxacosídeos, taraxasterol, taraxerol, vitaminas: A, B1, C, PP, D; xantofilas.

Propriedades medicinais

Alcalinizante, anódina, antianêmica, anticolesterol, antidiarréica, antiescorbútica, antiflogística, anti-hemorrágica, anti-hemorroidária, anti-hipertensiva, antiinflamatória, antilítica biliar, antioxidante, anti-reumática, antiúrica, antivirótica, aperiente, bactericida, carminativa, colagoga, colerética, depurativa, desobstruente das vísceras abdominais, diurética, digestiva, estimulante, expectorante, febrífuga, fortificante dos nervos, galactagoga, hepática, hipocolesterolêmica, hipoglicêmica, laxante suave, nutritivas, problemas do fígado, sudorífica, tônica.

Indicações

Ácido úrico; acidose, acnes, afecções biliares, afecções hepáticas, afecções ósseas, afecções renais, afecções vesicais, aliviar escamações da pele, aliviar irritações da pele, aliviar vermelhidões na pele, anemias; arteriosclerose, astenia, baixa produção de leite por lactantes, cálculos biliares; câncer, cárie dentária, celulite, cirrose, cistiti, colecistite (inflamação da vesícula biliar); colesterol, constipações, depurativo para todo o organismo, dermatoses, desordens hepatobiliares, desordens reumáticas, diabetes, diluir gorduras do organismo, distúrbios menstruais; diurético, doenças de pele, doenças ósseas, eczemas, edemas; escarros hemoptóicos, espasmos das vias biliares, esplenite (inflamação do baço); excesso de colesterol, falta de apetite, fígado, fraqueza; gota, hepatite; hidropisia; hiperacidez do organismo, hipoacidez gástrica, icterícia, impurezas no sangue, insuficiência hepática; litíase biliar, manchas na pele, nefrite, obesidade, obstipação, oligúria, palidez; paludismo, pele, piorréia, prevenção de derrames, prevenir a gota, prevenir artritismo, prevenir cálculos renais, prevenir cárie dentária, prevenir doenças das gengivas, prevenir reumatismo, prisão de ventre, problema hepáticos, problemas digestivos, radicais livres, renovar e fortalecer o sangue, reumatismo; rugas, sardas, tonificar o sistema sexual, varizes, verrugas, vesícula.

Contra-indicações/cuidados

Não usar na gravidez. É contra indicado em casos de pessoas com sensibilidade gastrintestinal, acidez estomacal, com obstrução no duto biliar; no caso de cálculos renais, usar a planta apenas sob a supervisão de um médico. Podem ocorrer náuseas, vômitos, diarréia, pirose, reações alérgicas. O látex da planta fresca pode produzir dermatite de contato. Em uso interno, pode causar moléstias gástricas, como hiperacidez. Para evitar associar o malvavisco ou outra planta mucilaginosa. O uso de diuréticos em presença de hipertensão ou cardiopatia, só sob prescrição médico, dada a possibilidade de ocorrer descompensação tensional ou eliminação de potássio excessiva com potencialização dos efeitos dos cardiotônicos (no caso do dente-de-leão o risco é menor por ser ele rico em potássio).

Modo de usar

Folhas

Suco

Bater no liquidificador 4 folhas, 1 copo de água e gotas de limão. Tomar 2 a 3 colheradas do suco ao dia. – secas: 4 a 10 g três vezes ao dia ou por infusão. – infusão: 10 g de folhas por litro de água, como tônico e depurativo, 3 xícaras de chá por dia.

Sumo das folhas

Cálculos renais e fígado. Uso externo: vitiligo. – folhas novas são usadas em saladas; as folhas velhas, refogadas e comidas como verdura; Flores: – em saladas, maioneses e geléias

Sementes

Torradas e moídas

Rizomas

Comidas cruas ou cozidas, cortadas em fatias. – deixar macerar por 1 dia 1 colher das de chá de raízes secas em 1 xícara das de chá de água. Tomar ½ xícara antes das refeições: desintoxicante hepático e depurativo; – 2 a 3 colheres de chá das raízes secas em 250 ml de água. Ferver 10 a 15 minutos. Tomar 3 vezes ao dia. – 1 colher de chá de raízes secas em ½ copo de vinho tinto seco. Deixar macerar 10 dias. Tomar 1 cálice antes das refeições.

Raiz pulverizada

1 g por dose, 4 g por dia. – extrato fluido: 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. – macerar 1 colher de chá de raízes picadas em uma xícara de água, durante uma noite. Ferver no dia seguinte por cerca de 1 minuto. Tampar e deixar esfriar. Coar e tomar meia xícara em jejum e a outra metade após o café da manhã do mesmo dia: depurativo e desintoxicante; – tintura (1:5): 5 a 10 ml em 25% etanol, 3 vezes ao dia.

Raízes e folhas

2 colheres de sopa de raízes e folhas picadas, em 1 litro de água. Ferver por 3 minutos, tampar até esfriar. Coar, tomar durante o dia, dividido em várias doses: diurética. – tintura mãe: 50 gotas, 3 vezes ao dia. Raízes, flores e folhas novas podem ser consumidas cruas em saladas como estimulante da digestão.

Planta toda seca pulverizada

1 g por dose, 3 a 4 vezes ao dia.

Fonte: www.plantasquecuram.com.br

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