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Cana do Brejo

Cana do Brejo

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A cana do brejo tem propriedades para inflamações, efeito analgésico e diurético.

Pode ser utilizada para tratamentos urinários, cálculos renais, uretrite, cistite, pedras nos rins, diarreias, diabetes entre outros.

Ela tem ação também vaso relaxante e equilibra a taxa de açúcar no sangue. É bactericida e fungicida.

Apresenta baixíssima toxidade.

Também pode ser utilizada em protocolos de redução de peso, conciliando com uma dieta adequada.

( Por Portal São Francisco )

Cana do Brejo

AÇÃO E INDICAÇÃO:
Diurético, depurativo e antiinflamatório. Para tratamento de cistite, uretrite e leucorréia.

FORMAS UTILIZADAS:
– Tintura (líquida)

– Chá (rasura)

(Costus cuspidatus, Costus spicatus, Alpinia spicata, Costus anachiri)

FAMÍLIA: Zingiberáceas.

OUTROS NOMES REGIONAIS: Cana-do-reino, cana-roxa, cana-de-macaco, Caninha-do-brejo, jacuacanga, cana-fista, paco-caatinga.

HISTÓRICO: Cultivada em jardins como ornamental. prefere terrenos úmidos e sombrios.

DESCRIÇÃO: Planta herbàcea. Haste dura Folhas alternas, oblongas, invaginantes, verde-escuras, com bainha pilosa e avermelhada nas margens. Flores amarelas com brácteas cor de carmim.

PARTES UTILIZADAS: Folhas, hastes e raiz.

USO MEDICINAL: Diurético e litilítico (cálculos renais, infecções urinárias e nefrites), diaforético, tônico e emenagogo (para disfunções menstruais). No sistema respiratório é expectorante, para tosses com secreção. Usado também para corrimentos uretrais e vaginais crônicos.

EFEITOS COLATERAIS: Pela presença do ácido oxálico, evitar o uso prolongado em pessoas predispostas à formação de calculose renal por oxalato de cálcio. Evitar o uso na gravidez e lactação.

Eliza Tomoe Harada

Fonte: www.oficinadeervas.com.br

Produto Natural – Cana do Brejo

Costus spiralis

Parte utilizada: Colmo e folhas.

Habitat: É nativa do Brasil, aparece em brejos.

História: É usado pelos caboclos, especialmente para dores, edemas e contusões. Faz parte da farmacopéia homeopática.

Partes utilizadas: Rizomas, hastes e folhas frescas.

Princípios Ativos: Ácido oxálico, inulina, taninos, matérias pécticas.

Propriedades medicinais: Antiinflamatória dos rins e bexiga, antilítica, antidiabética, anti-reumática, aperitiva, calmante das excitações nervosas e do coração, depurativa, diurética, diaforética, emenagoga, estomáquica, febrífuga, resolvente de tumores, sudorífera, tônica.

Indicações: Afecções renais, albuminúria, arteriosclerose, catarro, pedras na bexiga e afecção da bexiga; cistite com dores e dificuldade de urinar, diabete, disúria, falta de regras, febre, gonorréia, hidropisia, inflamação dos rins, insuficiência cardíaca, leucorréia, micção sanguinolenta, picada de inseto, reumatismo, rins, sífilis, uretra.

Contra-indicações/cuidados: Evitar o uso prolongado, pois pode resultar no surgimento de urólitos (por ser rica em oxalato de cálcio). Evitar seu uso em pacientes com cálculos renais de oxalato de cálcio.

Modo de usar:

– Hastes: leucorréia, afecções renais;

– Sumo fresco do colmo: disúria, hidropisia, aterosclerose, albuminúria, insuficiência cardíaca, dores nefríticas, sífilis e gonorréia, picada de insetos e catarro;

– Cataplasmas das folhas frescas e contusas: tumores;

– Suco do caule: arteriosclerose, lavar feridas, excitações nervosas e do coração.

Fonte: www.plantasquecuram.com.br

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