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Espinheira Santa

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Esta planta possui várias propriedades benéficas ao nosso organismo.

Utilizada principalmente em tratamentos de úlceras gástricas, gastrite, azia, queimação e problemas intestinais.

A planta tem ação cicatrizante, calmante, laxante e analgésica.

( Por Portal São Francisco)

Espinheira Santa é uma árvore, que cresce até uma altura de cinco metros. Esta vegetação é nativa de várias regiões da América do Sul, especialmente nas áreas do sul do Brasil, e também é encontrada crescendo em áreas urbanas devido à aparência deslumbrante da planta que se assemelha ao do azevinho.

Ao todo, são mais de 200 espécies de plantas que estão espalhados em regiões de clima temperado e tropicais em toda a América do Sul e Índias Ocidentais. De fato, inúmeras espécies são nativas da região amazônica e essas plantas têm sido utilizadas para fins terapêuticos pelas tribos nativas da região.

PARTES USADAS

Folhas.

USO

Em comparação com as outras espécies, espinheira santa não tem sido utilizada de forma tão abrangente pelas tribos nativas da região amazônica. No entanto, alguns grupos indígenas no Paraguai têm vindo a utilizar esta espécie. Mulheres nesta região utilizavam espinheira santa sob a forma de um contraceptivo, bem como para o controle da fertilidade, além de estimular a menstruação, assim como abortos.

As pessoas preparam um chá de espinheira santa para tratar úlceras crônicas, gastrite, indigestão, bem como dispepsia. Há evidência documentada da planta a ser usada para esses fins terapêuticos desde tão cedo quanto 1930.

O chá preparado com as folhas desta espécie também é aplicado externamente para curar erupções cutâneas, feridas e até mesmo câncer de pele.

Nas farmácias brasileiras atuais, uma pomada significava para uso externo é preparada com espinheira santa e disponível comercialmente como uma cura para o câncer de pele. Espinheira Santa é usada para tratar o estômago bem como úlceras gástricas, anemia, constipação, doenças do fígado e câncer. Na medicina argentina, infusões ou decocções são preparadas com toda a espinheira santa ou as suas folhas, devido ao anti-séptico e os atributos de cicatrização de feridas da planta. Na Argentina, as formulações à base de plantas, preparadas com esta planta geralmente são usadas internamente para tratar infecções respiratórias, asma, diarréia, infecções do trato urinário. Embora esta espécie Maytenus é usada para curar o câncer de pele, o uso mais comum desta planta é para o tratamento de indigestão, dispepsia, úlceras e gastrite crônica.

A folha, bem como a casca de espinheira santa são imersas em aguardente (rum) durante a noite e, subsequentemente, utilizado na forma de um remédio para aliviar a dor nas costas , reumatismo e artrite.

Esta espécie ajuda a controlar a produção de ácido clorídrico pelo estômago e facilita a cura de feridas. Esta é uma razão que explica por que espinheira santa é usada em remédio herbal tradicional brasileiro como um antiácido para curar úlceras de estômago.

Estudos realizados com animais revelaram que a espinheira santa não obstrui o processo digestivo normal e quando é tomado oralmente, não tem quaisquer efeitos secundários ou tranquilizantes.
Cientistas pesquisaram o extrato obtido de espinheira santa para curar o câncer de pele e descobriram que a erva possui propriedades anti-tumorais.

Além disso, os estudos de laboratório sugerem que espinheira santa também pode ter um efeito quimioterapêutico de vários tipos de cancro do pulmão e que esta erva é eficaz para inibir o desenvolvimento de tumores do ovário.

Espinheira santa é amplamente vendida em lojas e farmácias no Brasil para o tratamento de úlceras de estômago, assim como o câncer. A popularidade, assim como os benefícios de saúde oferecidos pela espinheira santa na América do Sul, além das pesquisas realizadas nos países ocidentais, esta erva está gradualmente se tornando popular e reconhecido até mesmo nos Estados Unidos. Atualmente, as pessoas estão usando infusão preparada com folhas de espinheira santa, o pó da folha em comprimidos ou cápsulas para curar úlceras, na forma de um antiácido, laxante, remédio para cólica, a fim de se livrar da substância tóxica através dos rins.

PESQUISA

Resultados de estudos de toxicidade realizados em 1978 e 1991 não mostraram nenhuma toxicidade em ratos e camundongos, quando a erva foi dado a eles uma dose máxima de 1 grama por cada quilo do seu peso corporal.

O Instituto Nacional do Câncer organizou um programa de triagem de plantas em 1976, em que um extrato de folhas de espinheira santa e um álcool foram registrados a ter efeitos tóxicos sobre as células cancerosas quando usado em doses muito baixas. Esta descoberta incentivou as empresas farmacêuticas nos Estados Unidos, bem como na Europa a mostrar interesse na erva.

Mais tarde, na década de 1970, duas substâncias químicas chamadas maitansina e mayteine foram extraídas das folhas de Espinheira Santa e examinada em pacientes que passam por câncer nos Estados Unidos e na América do Sul após os resultados da pesquisa por parte do Instituto Nacional do Câncer foram divulgados. Embora tenha havido um certo número de degenerações notáveis no carcinoma do ovário, bem como alguns linfomas com o uso de maitansina, nenhuma investigação foi desenvolvida sobre este assunto, devido à toxicidade das doses utilizadas durante os experimentos. Por outro lado, os estudos com o composto químico mayteine mostraram pouca ou nenhuma toxicidade e corroborou o uso de mayteine na medicina popular para o tratamento de diferentes formas de cancro da pele.

Enquanto espinheira santa continua a ser amplamente utilizado na medicina tradicional americana do Sul para tratar diferentes tipos de câncer, o uso mais popular desta erva e seu extrato tem sido para tratar úlceras, bem como distúrbios digestivos. Um estudo realizado em 1991 mostrou que a erva possuía poderosos anti-ulcerosos propriedades.


Espinheira Santa
Aspectos das folhas da espinheira santa

A Espinheira Santa é conhecida também como cancerosa, cancorosa, cancorosa-de-sete-espinhos, cancrosa, cangorça, coromilho-do-campo, erva-cancerosa, espinho-de-deus, espinheira-divina, limãozinho, maiteno, marteno, pau-josé, salva-vidas, sombra-de-touro. É uma espécie amplamente utilizada na medicina popular, conhecida pelos índios há muitos anos, ganhou esses nomes justamente pela aparência de suas folhas, que apresentam espinhos nas bordas e por ser um “santo remédio” para tratar vários problemas.

Na medicina popular o chá das folhas, das cascas ou das raízes da espinheira-santa é famoso no combate à úlcera e outros problemas estomacais. Além de indicado contra vários males do aparelho digestivo, era muito usado no passado pelos índios brasileiros com outra finalidade: eles usavam suas folhas no combate a tumores (esse uso pode ter gerado um dos seus nomes populares: erva-cancerosa). Estudos mostram a indicação popular também como depurativo do sangue e no tratamento de diabetes, problemas no sistema urinário e problemas intestinais.

Em uma ampla revisão sobre o uso tradicional da espinheira-santa, Scheffer (2004) cita ainda, como indicação popular, o uso desta espécie como anticonceptivo, abortivo, anti-séptico, anti-espasmódico, diurético, anti-asmático, anti-tumoral, laxativo, cura do vício da bebida e enfermidades do fígado, para tratar a hidropisia devido ao abuso do álcool e para reduzir a produção de leite em quem amamenta.
Atualmente a espinheira santa já é manipulada pela indústria farmacêutica na produção de vários medicamentos e é sempre bom lembrar que sua utilização deve ser feita por indicação médica e não pela auto-medicação.
A espinheira santa e uma árvore pequena, ramificada desde a base, medindo até cerca de cinco metros de altura, com distribuição nos estados do sul do país, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. Ocorre também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, porém em baixa frequência. Também no Paraguai, Bolívia e Leste da Argentina.

O número de sementes por fruto varia de um a quatro, tendo sido observada uma variabilidade altamente significativa para este caráter dentro da espécie, é uma planta que produz frutos pequenos e vermelhos.

A espécie prefere solos úmidos em ambientes ciliares e, também, desenvolve-se bem sob luz difusa, no interior de sub-bosques, onde a floresta não é muito densa, bem como a pleno sol.
É uma excelente espécie para o plantio com fins econômicos, visando a extração de suas folhas e pode muito bem ser utilizada em Sistemas Agroflorestais.
Para a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) essa é uma espécie prioritária para ações de conservação e uso sustentável.

Nome cientifico: Maytenus ilicifolia (Schrad.)

Família: Celastraceae

Utilização: altamente medicinal e também muito utilizada como paisagismo.

Coleta de sementes: diretamente da árvore quando começar a queda espontânea das árvores.

Época de coleta de sementes: dezembro a fevereiro

Fruto: carnoso (pouca polpa) deiscente

Flor: branca

Crescimento da muda: médio

Germinação: normal

Plantio: mata ciliar, sub bosque, área aberta.

Fonte de Pesquisa

BLANCO, R. A. Espinheira-santa. Disponível em:http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A06espinheira.htm Data de acesso: 10 jun.2009.

CARVALHO-OKANO, R. M. Estudos taxonômicos do gênero Maytenus Mol emend. Mol.(CELASTRACEAE) do Brasil extra-amazônico. Campinas: UNICAMP, 1992. 253p. Tese (Doutorado).

KLEIN, R. M. Árvores nativas da Mata Pluvial da costa atlântica de Santa Catarina. Congresso Florestal Brasileiro – contribuições e trabalhos apresentados e pareceres das comissões. p. 65-103, 1968.

LORENZI, H. Árvores Brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil – Vol 02 – 2. edição. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum. 2002. 384 p.

MARIOT, M.P. et al. Dissimilaridade entre genótipos de Maytenus ilicifolia (espinheira-santa) de uma população do Rio Grande do Sul. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MELHORAMENTO DE PLANTAS, 2., 2003, Porto Seguro, BA. Anais… Porto Seguro : Sociedade Brasileira de Melhoramento de Plantas, 2003. 1 CD-ROM.

PROCHNOW. M. No Jardim das Florestas. Rio do Sul: Apremavi, 2007, 188p.

SCHEFFER, M.C. Uso Tradicional e atual de espécies de Maytenus. In: REIS, M.S.; SILVA, S.R. (org.). Conservação e uso sustentável de plantas medicinais e aromáticas: Maytenus spp., espinheira-santa. Brasília: IBAMA, 2004. p. 53-66.

Fotos: Edilaine Dick e Miriam Prochnow

Espinheira Santa

Nome popular: ESPINHEIRA-SANTA
Nome científico: Maytenus ilicifolia Mart. ex Reiss.
Família: Celastraceae
Sinonímia popular: Cancorosa-de-sete-espinhos, sombra de touro e cancerosa.
Parte usada: Folhas
Propriedades terapêuticas: Antiasmática, contraceptiva, anti-séptica, tônica, analgésica, cicatrizante, diurética
Indicações terapêuticas: Tumores estomacais, ressaca alcoólica, feridas, úlceras, azia, gastralgia, úlcera gástrica

Informações complementares

A família CELASTRACEAE é composta por 40 gêneros com 450 espécies de ampla distribuição, ausente somente nas regiões boreais do Hemisfério Norte (NOVARA, 1993). Distribuída nas regiões temperadas e tropicais (menos freqüentemente nas frias). No Uruguai ocorrem dois gêneros (LOURTEIG, 1963).

Na América do Sul, distribui-se em todo o continente, desde a Terra do Fogo até a Ilha dos Estados. Na Argentina 12 espécies estão reunidas em 3 gêneros que chegam à província de Salta. São subarbustos, arbustos e árvores de folhas simples, alternas ou opostas, brevemente pecioladas, com lâmina foliar inteira ou dentada (NOVARA, 1993).

Exemplo frequente entre nós é Maytenus, com várias espécies arbustivas ou arbóreas nas matas e nos campos (JOLY, 1977). Maytenus ilicifolia está distribuída pelo sul do Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina. No Uruguai, distribui-se em quase todo o país (LOURTEIG, 1963).

Descrição botânica

É uma árvore de pequeno porte (1,50 a 2 m de altura), ereta, multicaule, que forma touceiras densas com perfilhos oriundos das raízes. As raízes são fortes e numerosas, avermelhadas externamente e amarelas no seu interior.

O caule é verde-acinzentado, lenhoso, ereto, ramificado, com muitos ramos inermes. Os ramos novos são verde-brilhantes, angulosos, com quatro ou mais quilhas.

As folhas são simples, alternas, coriáceas, lanceoladas, oblongas ou elípticas; a base é aguda, às vezes obtusa, peninérvea; as margens têm de 3 a 9 pares de dentes espinhosos e ápice agudo. O pecíolo é curto e as lâminas são glabras, verde-escuras e brilhantes superiormente e verde-claro-foscas na face inferior.

As flores são muito pequenas, sésseis ou com pedicelo muito curto, actinomorfas, diclamídeas, pentâmeras; o cálice é persistente, com cinco sépalas arredondadas, ciliadas, avermelhadas e unidas na base. A corola tem cinco pétalas livres, ovaladas, amarelo-esverdeadas. Os estames são cinco, alternos com as pétalas, e com filetes achatados.

O ovário é súpero, ovóide, rodeado pelo disco, bicarpelar e bilocular, com um ou dois óvulos por lóculo. O estilete é único, com dois estigmas lobulados. A inflorescência se dá em fascículos axilares de três a vinte flores, e o florescimento ocorre de junho a agosto.

O fruto é escuro quando maduro, e as sementes são elipsóides, avermelhadas, em número de uma ou duas por fruto, cobertas por um arilo branco, pouco espesso e sucoso.

Origem e ocorrência

A cancorosa é originária da região sul da América do Sul. No Brasil, ela é comum nas matas dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e sul do Mato Grosso. Fora de nosso país é encontrada no nordeste da Argentina, norte do Uruguai, Paraguai e na Bolívia (Lourteig A., 1963). No Estado do Rio Grande do Sul foi constatada a sua presença na Depressão Central, Serra do Sudeste e no Planalto e, mais raramente, na Mata Atlântica, na fronteira e no litoral.

Técnicas de cultivo

Propagação

Podemos usar métodos de campo e de laboratório. Nos métodos de campo, temos o processo gâmico por meio das sementes, e os agâmicos, tais como por rebentos nascidos da raiz (divisão de touceira) e por estacas. O método laboratorial in vitro seria a multiplicação por meristema, usando tecidos da base do pecíolo, de brotos novos e de gemas.
Espaçamento. Como é planta de sub-bosque, deve ser plantada entre espécies pioneiras sombreadoras, de preferência leguminosas como a pata-de-vaca, maricá, leucena, guandu, etc., que serão plantadas em espaçamento 4 x 4 m. Nas entrelinhas destas sombreadoras são plantadas as cancorosas, que ficarão separadas, entre si e das sombreadoras, por 2 m.
Clima. Subtropical, sendo encontrado em todo o Rio Grande do Sul, especialmente na Depressão Central e no Planalto. Como a cancorosa é planta de sub-bosque e de locais úmidos, quando plantada em plena luz, seu desenvolvimento é lento, e sua folhagem fica amarelecida. Locais iluminados induzem a uma floração e frutificação abundantes. Na seca, paralisa o seu crescimento, ficando, porém, latente.

Solos

Prefere os solos férteis, humosos e úmidos. Suporta alagamento temporário, mas não é planta de banhado. Vegeta melhor nos solos de aluvião à beira dos cursos d´água. Nos locais altos, só vegeta junto às nascentes de água. Tratos Culturais: capinas ao redor da planta, adubações orgânicas, controle do excesso de sombreamento são os principais

Tratos culturais

Pragas e doenças. Quando cultivada em local com excesso de sombra, pode ocorrer o aparecimento de manchas prateadas nas folhas que sugerem a ocorrência de um problema fúngico. Não se verificou até o momento nenhuma praga nesta cultura.

Colheita. Os princípios ativos estão concentrados principalmente nas raízes, ocorrendo em menor escala nas folhas (que são o objeto das colheitas). As folhas devem ser colhidas no 2º ou 3º ano de vida, devido ao seu crescimento muito lento, mesmo em condições ideais. Não deve ser retirada toda a folhagem, mas sim cerca de 50 a 60% da copa da árvore. A colheita de folhas é feita no fim do verão, e a de raízes no inverno. O rendimento é variável dependendo da idade, das condições climáticas e de cultivo.

Cuidados pós-colheita

1. Pré-seleção: consta de uma seleção a campo ou no galpão, visando a eliminar folhas e raízes danificadas e de mau aspecto.

2. Limpeza: é feita uma limpeza das folhas e/ou raízes para retirar terra e impurezas.

3. Secagem: pode ser feita uma pré-secagem à sombra, em local ventilado, e uma secagem complementar, em estufa. Não é necessária uma vigilância – como no caso das aromáticas, que não devem ser secas a mais de 38°C (35-38°C) -, mas a temperatura não deve passar de 50°C.

4. Embalagem: nunca deve ser feita em vasilhas plásticas. De preferência, devem ser usadas caixas de papelão, sacos novos de algodão ou juta, de papel grosso, e mesmo caixas de madeira, desde que não-resinosas.

5. Armazenagem: deve ser feita em local seco, com baixa umidade relativa do ar, livre de poeira, fungos, roedores e insetos. Todas as embalagens deverão estar etiquetadas com os nomes (popular e científico), data da colheita, lote e peso líquido.

Uso medicinal

Internamente, é usada como antiasmática, contraceptiva, em tumores estomacais e contra ressaca alcoólica. Externamente, como anti-séptica em feridas e úlceras.
As mulheres paraguaias a utilizam como antifertilizante (SIMÕES et al., 1998).

Bernardi et al. (1959) declararam que suas folhas, além de falsificarem ou adulterarem a erva-mate, tinham aplicações na medicina doméstica como recuperador do fígado nas enfermidades causadas pelo alcoolismo.

Bernardi et al. (1959) relataram que muitos engenhos de Santa Maria, RS, em 1959, moíam as folhas de erva-mate e acrescentavam de 10 a 15% de M. ilicifolia, sendo a mistura muito apreciada e procurada para combater azia e gastralgia.

M. ilicifolia é usada como anti-séptico, tônico, analgésico, cicatrizante, diurético e contra úlceras gástricas (COIMBRA, 1958; AHMED et al. 1981; PIO CORREA, 1984 e CARLINI, 1988).

Outros usos

Como planta medicinal, ornamental, para falsificar a erva-mate (GONZALEZ, 1937; SCHULTZ, 1984) e como planta contraceptiva, por índias no Paraguai.

Espinheira Santa

Bibliografia

AHMED, M. S. et. al. High-performance liquid chromatographic separation and quantitation of meytansinoids in Maytenus ilicifolia. Journal of Chromatography, Amsterdan, v. 213, n. 2, p. 340-344, 1981.
BERNARDI, H. H. et. al. Algumas pesquisas sobre a “espinheira-santa” ou “cancorosa” Maytenus ilicifolia M., usada como remédio popular no Rio Grande do Sul. Santa Maria: Faculdade de Farmácia e Medicina, 1959. 46 f. (Trabalho realizado no Centro de Pesquisas Bioquímicas das Faculdades de farmácia e de Medicina de Santa Maria).
CARLINI, E. L. A. Estudo de ação antiúlcera gástrica de plantas brasileiras:Maytenus ilicifolia (espinheira santa) e outras. Brasília: CEME/AFIP, 1988. 87 p.
COIMBRA, R. Notas de fitoterapia. Rio de janeiro, 1958.
GONZALES, M. ; LOMBARDO, A. ; VALLARINO, A. Plantas de la medicina vulgar del Uruguay. Montevideo: Talleres Graficos, 1937. 150 p.
JOLY, A. B. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. 4. ed. São Paulo: Editora Nacional, 1977.
LOURTEIG, A. Flora del Uruguay III – Mayacaceae, Zygophyllaceae, celastraceae, Lythraceae y Primulaceae. Montevideo: Museo Nacional de Historia Natural, 1963.
NOVARA, L. J. Flora del Valle de Lerma. Aportes Botanicos de Salta. Ser. Flora. Herbario MCNS, Salta, v. 2, n.10, ago. 1993.
PIO CORREA, M. Dicionário de plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, 1984. v. 6, 77 p.
SCHULTZ, A.R.H. Introdução à botânica sistemática. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 1984. 414p. il.
SIMÕES, C.M.O. et al. Plantas da medicina popular no Rio Grande do Sul. 3. ed. Porto Alegre: UFRGS, 1998. 174 p. il.
Colaboração
Rosa Lúcia Dutra Ramos – Bióloga – FEPAGRO (Porto Alegre, RS)

Referência

CASTRO, L. O.; RAMOS, R. L. D. Descrição botânica e cultivo de Maytenus ilicifolia Mart. ex Reiss. cancorosa ou espinheira-santa. Porto Alegre: FEPAGRO, 2002. 12p. (Circular Técnica, 19)

Fonte: www.herbs2000.com/www.apremavi.org.br/ci-67.ciagri.usp.br

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