"Hoje em dia , o ser humano apenas tem ante si três grandes problemas que foram ironicamente provocados por ele próprio: a super povoação, o desaparecimento dos recursos naturais e a destruição do meio ambiente. Triunfar sobre estes problemas, vistos sermos nós a sua causa, deveria ser a nossa mais profunda motivação." Jacques Yves Cousteau (1910-1997)
A poluição atmosférica (ou do ar) pode ser definida como a introdução na atmosfera de qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa atmosfera, afectando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com essa atmosfera, ou mesmo que venham a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais que tenham contato com ela.

As fontes de emissão de poluentes primários e dos componentes secundários pode ser as mais variadas possíveis. A emissão de gases tóxicos por veículos automotores é a maior fonte de poluição atmosférica.
Nas cidades, esses veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emitem gases como o monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogénio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, indústrias químicas e siderúrgicas, fábricas de papel e cimento emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, e diversos resíduos sólidos.
A identificação de uma fonte de poluição atmosférica, depende, antes de mais nada, dos padrões adoptados para definir os agentes poluidores e seus efeitos sobre homens, animais, vegetais ou materiais outros, assim como dos critérios para medir os poluentes e seus efeitos.
Essas alterações provocam no homem distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso, e em órgãos vitais, e câncer. Em cidades muito poluídas, esses distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica, quando uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera, aprisionando o ar quente e impedindo a dispersão dos poluentes.
A atmosfera do planeta é uma excepção na medida em que é dos raros recursos naturais que é compartilhado pelo mundo inteiro. Pelo que os efeitos negativos sobre esta são globalmente sentidos.
Tendo em conta que os problemas que advêm da atmosfera representam perigo para os organismos têm-se vindo a desenvolver estudos sobre o efeito de estufa e a consequente destruição da camada do ozono, para além de provocar as chuvas ácidas, fenómenos estes que contribuem grandemente para a poluição atmosférica.
A poluição do ar é a principal responsável pelo efeito estufa e está por detrás de inúmeros problemas ambientais.

A poluição dos solos, deve-se essencialmente à utilização de certas técnicas agrícolas modernas. A necessidade de aumentar a produtividade, tem levado à aplicação de fertilizantes e pesticidas que estão a contaminar os solos cultivados de maneira irremediável, e tanto assim que a produção agrícola corre o risco de se ver comprometida a longo prazo.
Os fertilizantes são substâncias químicas com as quais se procura enriquecer os solos em vários elementos, que são necessários ao bom desenvolvimento das culturas. Mas, por razões de custo, os fertilizantes não são purificados, contendo assim numerosos metais em estado de vestígios. Ora, estes são tóxicos e, devido à sua fraca mobilidade, tendem a concentrar-se nas camadas superiores do solo, precisamente onde se encontra a maior parte do sistema de raízes das plantas. O desejo de aumentar a produtividade agrícola dos solos tem levado a uma aplicação cada vez mais intensiva dos vários adubos, o que se reflete perfeitamente no aumento da produção destas substâncias. Assim, o abuso que se comete nos países agricolamente evoluídos não pode deixar de comprometer a estabilidade dos agro-sistemas a longo prazo. O excesso de fertilizantes pode-se tornar numa verdadeira ameaça para a própria fertilidade futura dos solos. Tal resulta, não só da acumulação contínua de elementos tóxicos, mas também da modificação da estrutura física dos solos, com consequente diminuição de matérias orgânicas.
Os pesticidas são substâncias químicas complexas, de efeitos poderosos. São inseticidas, fungicidas, herbicidas, etc... e o seu número tem aumentado de maneira notável.
Os efeitos dos pesticidas vêm-se revelando cada vez mais nocivos: qualquer que ele seja provoca sempre profundas perturbações nos ecossistemas em que é introduzido. A sua toxicidade estende-se a todas as espécies vegetais e animais e mesmo ao homem. Se bem que se pretenda destruir um número limitado de espécies, os pesticidas acabam por afetar, em grau diverso, todos os seres vivos.

A água do mar corresponde a cerca de 97% de toda a água existente à superfície da Terra. Neste volume enorme de água teve origem a vida há cerca de 4000 milhões de anos. A poluição das águas representa, sem dúvida, "um dos aspectos mais inquietantes da degradação do meio natural pela civilização contemporânea".
De fato, a contaminação das águas continentais e oceânicas é um problema atual de extrema gravidade. E tanto mais, que a situação piora com o desenvolvimento industrial.
As causas da crescente poluição das águas são numerosas. Destacam-se os esgotos dos grandes centros urbanos, os efluentes químicos lançados pela indústria, os fertilizantes e pesticidas utilizados pela agricultura, etc. Os esgotos lançados pelos grandes centros urbanos nos rios ou no mar muito têm contribuído para a poluição de certas regiões. É um perigo, não só para a fauna aquática, mas também para o homem.
Os detergentes sintéticos de utilização doméstica, que se generalizaram depois da 2ª Guerra Mundial, constituem um elemento de poluição grave. São substâncias orgânicas complexas, nem sempre facilmente biodegradáveis. Os efluentes químicos, lançados pela indústria nos rios, lagos e mares podem assumir aspectos de extrema gravidade. Certos produtos químicos são altamente tóxicos, como o chumbo(Pb), o mercúrio(Hg), o cobre(Cu), o zinco(Zn), o crómio(Cr), o níquel(Ni), o cádmio(Cd), etc., mas mesmo assim são lançados para as águas fluviais e marítimas.
Os fertilizantes e os pesticidas utilizados pela agricultura em escala crescente são arrastados, em parte, pelas águas de escorrência, e assim lançados a rios e lagos e eventualmente no mar.
Nos oceanos, o principal perigo ambiental é o transporte de petróleo pelos grandes petroleiros. Para além dos acidentes que, infelizmente por vezes ocorrem, um fato é que os petroleiros, depois de descarregarem a sua carga, procedem, na viagem de retorno, à lavagem dos seus tanques. A água de lavagem, com petróleo é lançada ao mar, poluindo-o. Convenções internacionais delimitaram as zonas marítimas onde tal operação é permitida.
Como se pode verificar através deste trabalho, a poluição é um grave problema que nos afeta a todos. Por isso deveremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para deter as fontes poluidoras de destruir o nosso meio ambiente. Se todos contribuirmos, poderemos construir um mundo melhor...

Fonte: www.abae.p
O homem tem transformado profundamente a natureza, destruindo espécies animais e vegetais, desviando cursos de rios, cortando montanhas, drenando pântanos e amontoando toneladas de detritos no ar, na água e no solo.
A saúde e o bem-estar do homem estão diretamente relacionados com a qualidade do meio ambiente, isto é, com suas condições física, química e biológicas.
Entende-se por poluição a deterioração das condições ambientais, que pode alcançar o ar, a água e o solo.
A relação homem ambiente é muito desfavorável para o meio ambiente. Desde o surgimento da espécie humana, o homem está degradando, primeiro através de queimadas, depois com a evolução, surgem novas maneiras de agredir a natureza.
Com o advento da revolução industrial e do capitalismo a máquina que isso se tornou destrói a natureza, apesar do homem depender da natureza para tudo. Ele a destrói.
A indústria é a maior responsável pela degradação ambiental, não respeita as florestas e as derrubam para utilizar-se de seu local e construir seus parques industriais ou para usar a madeira. Lança poluentes como enxofre que gera a chamada chuva ácida, chuva essa que causa danos às plantações, as florestas e indiretamente ao homem, que consome alimentos envenenados, devido à esse tipo de chuva. A indústria produz também o "CFC", um gás capaz de subir a grandes altitudes e impedir o processo de renovação da camada de ozônio, que é responsável pela retenção dos raios ultravioletas do sol. A destruição dessa camada produz o aumento da temperatura ambiente da Terra, provocando o descongelamento das geleiras polares e o aumento do nível das marés. A indústria cria ainda veneno como o "DDT", um produto químico capaz de matar os insetos que atacam as lavouras, mas que mata os que são benéficos à elas, e como não é biodegradável, penetra nos alimentos envenenados e causando doenças até aos homens que os ingerem. As indústrias a partir da queima de combustíveis fósseis, junto com os automóveis bens criados por elas mesmas, e com a respiração humana, produzem "CO2", um gás que é renovado pelas plantas, só que as queimadas e o desmatamento diminuem essa plantas e esse "CO2" restante não passando pela renovação contribui para outro efeito danoso ao meio ambiente.
A inversão térmica que também contribui para o aumento da temperatura e descongelamento das geleiras. Outro bem nocivo gerado pelas indústrias, é o plástico, substância não degradável que se acumula pelas ruas e lixeiras das cidades.
Como esses poucos exemplos, existem muitos outros e por trás de todos eles a mão do homem, não se importando com os seus semelhantes ou com o meio ambiente.
A alguns anos surgiu na Europa e nos países desenvolvidos uma consciência de preservação ao meio ambiente, como o "greenpeace", também surgiu entre as indústrias essa consciência através de selo de qualidade Iso 14000 que é a prova de produtos de alta qualidade e biodegradáveis, é imprescindível que os países subdesenvolvidos tomem também essa consciência antes que seja tarde demais.
A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas só1idas no ar. As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.
O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crônica, a asma e até o câncer pulmonar. Esses efeitos são reformados ainda pelo consumo de cigarros.
Nos grandes centros urbanos, tornam-se freqüentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos: poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície. Existem exemplos famosos de casos em que os níveis críticos foram ultrapassados.
Em 1948, na cidade de Donora, perto de Pittsburg, Estados Unidos, a poluição atmosférica acarretou centenas de mortes e obrigou algumas fábricas a ficarem vários dias paralisadas. Em 1952, Londres conheceu seu pior smog. Em conseqüência desse fenômeno morreram cerca de 4 000 pessoas.
A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação antipoluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, o escarpamento dos automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar.
Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro se corroem muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação.
Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento do teor de gás carbônico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente de 0,3% ao ano. Os desmatamentos contribuem bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de gás carbônico. Como o gás carbônico tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado "efeito estufa", um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre.
Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que no início do século XXI será 2ºC mais alta do que hoje, o gelo existente nas zonas polares (calotas polares) irá se derreter. Conseqüentemente, o nível do mar subirá cerca de 60m, inundando a maioria das cidades litorâneas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quentes e algumas medições constatara um aumento pequeno, de centímetros, do nível do mar em algumas áreas litorâneas. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto. Outra importante conseqüência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozônio, que se localiza na estratosfera camada atmosférica situada entre 20 e 80km de altitude.
O ozônio é um gás que filtra os raios ultravioletas do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar câncer, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC clorofluorcarbono , contido em "sprays" de desodorante ou inseticidas, parece ser o grande responsável destruição da camada de ozônio. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antártida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozônio tem se expandido constantemente.
As chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a lataria dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afetarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias de pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contato com a água da atmosfera, desencadeiam reações químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra.
O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social.
Os carros, ônibus, caminhões são motivos a gasolina e a óleo diesel, e expelem para o ar um gás, o monóxido de carbono.
Nos centros das grandes cidades, é comum as pessoas sentirem tonturas, vômitos, olhos ardendo e lacrimejando, devido à ação desse gás. Neste caso o ar está sendo a parte do ambiente mais alterada. Fala-se em poluição do ar pelo monóxido de carbono. Para reduzir a poluição do ar, seria vantajoso usar veículos movidos a eletricidade? O metrô por exemplo, não polui, é movido a eletricidade.
Muitas indústrias e fábricas lançam para o ar, através de suas chaminés, uma variedade de substâncias tóxicas (poluentes químicos) prejudiciais às plantas e animais, como o dióxido de enxofre (SO2). Num as úmido, este gás forma com a água um ácido. Quando respirado, ataca o nariz e os pulmões. As plantas reagem mais intensamente que o homem. O dióxido de enxofre prejudica principalmente a fotossíntese, por destruir a clorofila.
Outras industrias e fábricas lançam nos rios os poluentes químicos, provocando a morte de peixes. Esses rios tornam-se impróprios para a pesca e recreação. Só bactérias que eliminam gases malcheirosos conseguem aí sobreviver.
A fumaça do cigarro contém nicotina, monóxido de carbono, alcatrão, fuligem e muitas outras substâncias capazes de agir prejudicando no corpo humano. A nicotina atua em várias órgãos, especialmente no sistema nervoso. Cerca de 1mg de nicotina por quilo/peso de uma pessoa é suficiente para matá-la. A rápida destruição da nicotina no corpo impedi a morte imediata do fumante. O alcatrão e a fuligem irrita o aparelho respiratório, causando o pigarro e a tosse do fumante. Basta poucos cigarros para provocar uma intensa poluição do ar. Desta maneira fica comprometida a saúde do fumante e dos outros a sua volta, surgindo um problema ambiental.
Muitos insetos, fungos, bactérias e outros organismos considerados pragas, por transmitirem ou causar doenças e destruírem os alimentos de homem, têm sido combatidos de diversas maneiras. O DDT por exemplo foi um praguicida muito usado. Em algum países seu produto já é proibido. Ele contribui para salvar muita gente de morrer de malária, por ter sido usado no combate ao mosquito transmissor. Mas o DDT demora cerca de 10 anos para ser transformar em substâncias menos tóxicas. Com o uso constante desta substância ocorre contaminação do solo, dos rios, plantas e animais.
O desmatamento de grandes áreas torna-se necessário para a lavoura e pasto para o gado. Se o solo ficar descoberto e chover, pouca água é retida e grande quantidade atinge os rios, ocorrendo enchentes. Quando se faz desmatamento, sempre se deve deixar núcleo de mata para contribuir no equilíbrio do ambiente.
Além dos exemplo citados da alteração produzida no ambiente pelo homem, considere as queimadas, as aberturas de estradas, a construção de represas e barragens formando lagoas e lagos artificiais. Considere ainda o desvio de rios e a drenagem de pântanos.
Toda e qualquer alteração ocorrida no ambiente que cause desequilíbrio e prejudique a vida é poluição ambiental.
Veja alguns tipos:
Poluição do ar: os seguintes agentes poluidores normalmente estão presentes nos resíduos industriais, fumaça de indústrias e fábricas, combustão de carvão, testes atômicos, queima de lixo e gases dos escapamentos dos veículos.
Poluição das águas: são os principais responsáveis os esgotos domésticos e industriais, as graxas e sabões que não se degradam, os produtos agroquímicos e fertilizantes que são lançados na água, destruindo a fauna e flora dos rios.
Poluição do solo: os produtos químicos em geral, herbicidas, pesticidas, o lixo (mesmo que doméstico) empobrecem o solo. O desmatamento e a queimada também levam à degradação e à erosão do solo.
Poluição sonora: as principais fontes de ruído são o trânsito de veículos, as obras de construção civil, as indústrias, os bares, o comércio e os serviços, as máquinas e equipamentos em geral, as academias de ginástica e dança.
Poluição visual: as propagandas veiculadas através de faixas, cartazes, placas, painéis, letreiros, as pichações dos grafiteiros, as edificações e monumentos mal cuidados são os principais responsáveis pela poluição visual.
Poluição radioativa: a exposição às radiações, produzidas pelo homem, podem ocorrer de diversas maneiras »» medicina e odontologia (raios X e radioisótopos), testes nucleares, explosões atômicas, usinas e detritos nucleares, TV a cores e microondas dentre outros. Estas radiações podem afetar o ar, o solo, as águas doces e salgadas e os seres vivos.
Nas espécie humana, dependendo do tempo e da dose absorvida, podem cuasar » queimaduras, catarata, queda de cabelo, alterações genéticas, perda ou redução da fertilidade, transformações no funcionamento dos sistemas humanos, câncer e morte.
Este trabalho serviu para mostrar que o homem é o único animal que prejudica o meio em que vive. Para satisfazer a sua ambição, ele polui o ar, as águas, as cidades, os campos, em fim, o o meio em vive. Porém essa situação pode ser revertida, se houver consciência mundial para que o homem evite a degradação da natureza com recursos antipoluentes, etc.
Fonte: www.geocities.com