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Casas ecológicas – Eco-casa

Poderíamos definir de Casa Ecológica uma casa ecologicamente saudável, economicamente viável e que respondam as necessidades básicas de seus habitantes, integrando tecnologias modernas à velhos conhecimentos,com o máximo possivel de conexão com o ambiente e menor impacto possivel.

É muito importante que o impacto que uma casa pode causar ao meio ambiente seja o mínimo possível.

Um exemplo inicial é a utilização de matéria-prima disponível na própria localizada, como as populações indígenas faziam há milhares de anos. Deve-se pensar na utilidade que cada ponto da casa terá, colocar as janelas de forma que se aprovite bem a iluminação do dia, procurar produzir o mínimo possível de resíduos (lixo) e quando o produzir, fazer um gerenciamento para que ele possa ser (re)-utilizado.

Uma outra alternativa é aproveitar a água das chuvas e também reutilizar as águas da pia com a utilização de filtros.Visar não produzir resíduos que não sejam reaproveitavel,Utilizar energia renovável o máximo possivel como também ter suficiência em água retirado do local da residência.

A sustentábilidade é um caminho e não um fim, então todos podemos ir cosntruindo a eco casa aos poucos, mais o mais importante é que servirá de exemplos a serem seguidos por outras pessoas.

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Casa com aquecimento por estufa

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Eco-casa geodésica feitas de adobe – Lama Foundation- EUA

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Eco-casa geodésica feitas de adobe – Lama Foundation- EUA

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Casa de Pau a Pique e telhado de folha de palemira em Arembepe

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Casa de fardos de palha e telhado verde na casa de Cob na ” The Farm”

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Casa de fardos de palha e telhado verde na casa de Cob na ” The Farm”

Fonte: www.ipemabrasil.org.br

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A moderna construção sustentável

Construção sustentável é um sistema construtivo que promove alterações conscientes no entorno, de forma a atender as necessidades de edificação, habitação e uso do homem moderno, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, garantindo qualidade de vida para as gerações atuais e futuras.

Essa definição encontra-se de acordo com o conceito de sustentabilidade proposto pelo relatório Bruntland, da ONU, que lançou as bases da economia sustentável a partir do axioma: “Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações em satisfazer suas próprias necessidades”.

Desde seus primórdios, em 1973, ano da Crise do Petróleo, até o presente, a visão sobre o que é Construção sustentável vem se modificando e aprofundando, à semelhança dos organismos vivos quando submetidos a pressões para adequar-se e sobreviver.

No início, a discussão era sobre edifícios energeticamente mais eficientes. O desafio era superar a Crise do Petróleo através de prédios menos energívoros, no dizer de Lucia Mascaró. Depois, o inimigo passou a ser o entulho gerado pela obra; depois, a água; a seguir, o lixo dos moradores e usuários; agora, o novo vilão são as emissões de CO2 e os gases responsáveis pelo efeito estufa e o aquecimento global.

Começou-se a perceber que a construção sustentável não é um modelo para resolver problemas pontuais, mas uma nova forma de pensar a própria construção e tudo que a envolve.

Trata-se de um enfoque integrado da própria atividade, de uma abordagem sistêmica em busca de um novo paradigma: o de intervir no meio ambiente, preservando-o e, em escala evolutiva, recuperando-o e gerando harmonia no entorno.

Pensar e viver sustentável

O conceito de moderna construção sustentável baseia-se no desenvolvimento de um modelo que enfrente e proponha soluções aos principais problemas ambientais de sua época, sem renunciar à moderna tecnologia e à criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.

rata-se de uma visão multidisciplinar e complexa, que integra diferentes áreas do conhecimento a fim de reproduzir a diversidade que compõe o próprio mundo. A construção sustentável edifica microcosmos. Em seu arcabouço teórico encontram-se conhecimentos de arquitetura, engenharia, paisagismo, saneamento, química, elétrica, eletrônica, mas também de antropologia, biologia, medicina, sociologia, psicologia, filosofia, história e espiritualidade.

Por isso, para se atingir uma construção sustentável que atenda as recomendações das Normas ISO 21930 e ISO 15392, é importante pensar e atuar de forma holística, sem dividir e decompor em partes estanques e separadas o que se propõe para a edificação. Não se trata de formar inúmeras equipes multidisciplinares cada qual especializada em um campo na obra sustentável -o que a tornaria acessível apenas a proprietários e investidores de alto poder aquisitivo-, mas sim de criar a cultura da sustentabilidade no seio da própria sociedade. Dessa forma, muito mais do que um tema de “domínio público” do qual muito se fala, mas pouco se faz, o conhecimento da construção sustentável poderá tornar-se um saber e um viver público, ou seja, um processo cultural.

Obra responsável

Quanto mais sustentável uma obra, mais responsável ela será por tudo o que consome, gera, processa e descarta. Sua característica mais marcante deve ser a capacidade de planejar e prever todos os impactos que pode provocar, antes, durante e depois do fim de sua vida útil.

Segundo o arquiteto e pesquisador colombiano Javier Barona, a ferramenta básica para a identificação do estado e das necessidades gerais de uma obra que se pretende sustentável é a Análise de Ciclo de Vida. O estudo da Análise de Ciclo de Vida (ACV) tem sido aceito por toda a comunidade internacional como a única base legítima sobre a qual comparar materiais, tecnologias, componentes e serviços utilizados ou prestados.

As Normas ISO 14000 –que propõem um padrão global de certificação e identificação de produtos e serviços no segmento ambiental- já incorporam a ACV, sendo as mais difundidas: ISO 14040 de 1998 – Gestão Ambiental, ACV, Princípios e Estruturas; ISO 14041, de 1998 – Gestão Ambiental, ACV, Definição de Objetivos, Alcance e Análise de Inventários; ISO 14042, de 2000, Análise do Impacto de Ciclo de Vida e ISO 14043, de 2000, Interpretação do Ciclo de Vida.

Recentemente, a construção ganhou normas próprias no âmbito da sustentabilidade, por meio do sistema ISO. São elas as normas ISO 21930 (2007) – Sustentabilidade na construção civil – Declaração ambiental de produtos para construção e ISO 15392 (2008) – Sustentabilidade na construção civil – Princípios gerais.

É do Comitê Técnico da ISO, também, o seguinte conceito de obra sustentável:

“Edificação sustentável é aquela que pode manter moderadamente ou melhorar a qualidade de vida e harmonizar-se com o clima, a tradição, a cultura e o ambiente na região, ao mesmo tempo em que conserva a energia e os recursos, recicla materiais e reduz as substâncias perigosas dentro da capacidade dos ecossistemas locais e globais, ao longo do ciclo de vida do edifício. (ISO/TC 59/SC3 N 459)”

Princípios gerais

A moderna construção sustentável, num ideal de perfeição, deve visar sua auto-suficiência e até sua auto-sustentabilidade, que é o estágio mais elevado da construção sustentável. Autosustentabilidade é a capacidade de manter-se a si mesmo, atendendo a suas próprias necessidades, gerando e reciclando seus próprios recursos a partir do seu sítio de implantação.

As diretrizes gerais para edificações sustentáveis podem ser resumidas em nove passos principais, que estão conformes ao que recomendam alguns dos principais sistemas de avaliação e certificação de obras no mundo.

Os Nove Passos para a Obra Sustentável são:

1. Planejamento Sustentável da obra
2.
Aproveitamento passivo dos recursos naturais
3.
Eficiência energética
4.
Gestão e economia da água
5.
Gestão dos resíduos na edificação
6.
Qualidade do ar e do ambiente interior
7.
Conforto termo-acústico
8.
Uso racional de materiais
9.
Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis

Cada um destes passos é imprescindível para se chegar a uma obra sustentável e à autosustentável, assim como, no corpo humano, não se pode prescindir de nenhum dos órgãos vitais, como o coração, o fígado, os pulmões, os rins e o cérebro.

Um resumo breve de cada um destes passos é:

Planejamento do ciclo de vida da edificação – ela deve ser econômica, ter longa vida útil e conter apenas materiais com potencial para, ao término de sua vida útil (ao chegar o instante de sua demolição), ser reciclados ou reutilizados. Sua meta deve ser resíduo zero;
Aproveitamento dos recursos naturais – como sol, umidade, vento, vegetação- para promover conforto e bem-estar dos ocupantes e integrar a habitação com o entorno, além de economizar recursos finitos, como energia e água;
Eficiência energética – resolver ou atenuar as demandas de energia geradas pela edificação, preconizando o uso de energias renováveis e sistemas para redução no consumo de energia e climatização do ambiente (sistemas de ar condicionado, no Brasil, em prédios comerciais, respondem por cerca de 35% da demanda energética);
Eficiência na gestão e uso da água – economizar a água; tratá-la localmente e reciclá-la, além de aproveitar recursos como a água da chuva;
Eficiência na gestão dos resíduos gerados pelos usuários da edificação;
Prover excelentes condições termo-acústicas, de forma a melhorar a qualidade de vida física e psíquica dos indivíduos;
Criar um ambiente interno e externo com elevada qualidade no tocante a paisagem local e qualidade atmosférica e elétrica do ar
Prover saúde e bem-estar aos seus ocupantes ou moradores e preservar o meio ambiente.
Usar materiais que não comprometam o meio ambiente, saúde dos ocupantes e que contribuam para promover um estilo de vida sustentável e a consciência ambiental dos indivíduos.
Resolver localmente ou minimizar a geração de resíduos;
Estimular um novo modelo econômico-social, que gere empresas de produtos e serviços sustentáveis e dissemine consciência ambiental entre colaboradores, fornecedores, comunidade e clientes;

Edificação saudável

Toda edificação sustentável é saudável. A finalidade de uma construção sustentável não é apenas preservar o meio ambiente, mas também proteger seus ocupantes ou moradores da poluição dos grandes centros urbanos. Ela não pode gerar doenças, como os prédios que acarretam a Síndrome do Edifício Doente (SEE*).

A edificação sustentável deve funcionar como uma segunda pele do morador ou usuário. Ela é a sua extensão, como ensina o geobiólogo espanhol Mariano Bueno. A edificação deve funcionar como um ecossistema particular.

Assim como no planeta Terra, as interações no interior e entorno da eco-habitação devem reproduzir ao máximo as condições do meio: umidade relativa do ar adequada para o ser humano, temperatura estável, sensações de conforto, segurança e bemestar.

Materiais

A escolha dos produtos e materiais para uma obra sustentável deve obedecer a critérios específicos –como origem da matéria-prima, extração, processamento, gastos com energia para transformação, emissão de poluentes, biocompatibilidade, durabilidade, qualidade, dentre outros-, que permita classificá-los como sustentáveis e elevar o padrão da obra, bem como melhorar a qualidade de vida de seus usuários/habitantes e do próprio entorno. Essa seleção também deve atender parâmetros de inserção, estando de acordo com a geografia circundante, história, tipologias, ecossistema, condições climáticas, resistência, responsabilidade social, dentre outras leituras do ambiente de implantação da obra.

É importante evitar ou minimizar o uso de materiais sobre os quais pairem suspeitas ou que reconhecidamente acarretem problemas ambientais, tais como o PVC (policloreto de vinil), que gera impactos em sua produção, uso e descarte/degradação (sua queima gera ácido clorídrico e dioxina) e alumínio (que provoca grandes impactos ambientais para sua extração e requer imensos gastos energéticos durante sua produção e mesmo reciclagem, se comparado a outros materiais). Outros produtos, quando na ausência de opções mais eco-eficientes, devem ser usados criteriosamente quando no interior da edificação, caso de materiais compensados ou de madeira recomposta, como os OSBs e MDFs, que contêm em sua elaboração adesivos à base de formaldeído (substância tóxica) e que não são recicláveis ou mesmo biodegradáveis.

A obra sustentável

O número de etapas a serem observadas para se chegar a uma obra sustentável e saudável é grande, uma vez que a mesma é, parodiando o escritor e filósofo italiano Umberto Eco, aberta, mutável e em permanente evolução e melhoramento.

Como prerrogativa da construção sustentável recomenda-se a aceitação de dois elementos-chave:

1) sua complexidade; e

2) sua pluralidade.

Uma obra sustentável jamais pode ser copiada sem deixar de ser fiel a si mesma, pois é um sistema ‘vivo’, que obedece ao princípio de que ‘cada organismo tem sua própria necessidade de interação com o meio’.

Não há, portanto, uma ‘receita de bolo’ para uma obra sustentável, mas pontos em comum que devem ser atingidos, de conformidade com a máxima da Rio-92: “Pensar global e agir local”.

É a partir do local de implantação e de todas suas interações (ecológicas, sociais, econômicas, biológicas e humanas), do perfil do cliente e das necessidades do projeto, que se define uma obra sustentável.

Apêndice

Tipos de Construção sustentáveL

A Construção sustentável é uma síntese das escolas, filosofias e abordagens que associam o edificar e o habitar à preocupação com preservação do meio ambiente e saúde dos seres vivos.

Para ela convergem tendências como: arquitetura ecológica, arquitetura antroposófica, arquitetura orgânica, arquitetura bioclimática, arquitetura biológica, bioconstrução, ecobioconstrução, domobiótica, arquitetura sustentável, construção ecológica, construção e arquitetura alternativas, earth-ship (navio terrestre) e permacultura

Os principais tipos de Construção sustentável resumem-se, basicamente, a dois modelos:

a) construções coordenadas por profissionais da área e com o uso de ecoprodutos e tecnologias sustentáveis modernas, fabricados em escala, dentro das normas e padrões vigentes para o mercado; e
b)
sistemas de autoconstrução, feitos pelo próprio interessado ou usuário, sem contar diretamente com suporte de profissionais (daí serem chamados de autoconstrução). Este tipo de construção ultrapassa mais de 60% das obras civis no Brasil e incluem grande dose de criatividade, vontade pessoal do proprietário e responsável pela obra.

Construção com materiais sustentáveis industriais – Construções edificadas com ecoprodutos fabricados industrialmente, adquiridos prontos, com tecnologia em escala, atendendo a normas, legislação e demanda do mercado. É a mais viável para áreas de grande concentração urbana, porque se inserem dentro do modelo sócio-econômico vigente e porque o consumidor/cliente tem garantias claras, desde o início, do tipo de obra que estará recebendo.

Construção com resíduos não-reprocessados (Earthship) – Consiste na utilização de resíduos de origem urbana com fins construtivos, tais como garrafas PET, latas, cones de papel acartonado, etc. Comum em áreas urbanas ou em locais com despejo descontrolado de resíduos sólidos, principalmente onde a comunidade deve improvisar soluções para prover a si mesma a habitação. Um dos exemplos mais notórios de Earthship ‘intuitivo’ e sem planejamento são as favelas dos grandes centros urbanos. No entanto, também pode ser um modelo criativo de Autoconstrução, com o uso destes mesmos resíduos a partir de concepções de Ecodesign (projeto sustentável).

Construção com materiais de reuso (demolição ou segunda mão) – Esse tipo de construção incorpora produtos convencionais descartados e prolonga sua vida útil, evitando sua destinação para aterros sanitários ou destruição por processos perigosos (como queimas ou descarte em botas-fora). Requer pesquisa de locais para compra de materiais, o que limita seu alcance e caráter universal. Este tipo de construção só pode ser considerada sustentável pelo prolongamento da vida dos materiais reutilizados, uma vez que estes, em geral, não têm origem sustentável.

Construção alternativa – Utiliza materiais convencionais disponíveis no mercado, com funções diferentes das originais. É um dos modelos principais adotados em comunidades carentes ou sistemas de autoconstrução.

Exemplos: aquecedor solar com peças de forro de PVC como painel para aquecimento de água.

Construção natural – É o sistema construtivo mais ecológico, portanto, mais próximo da própria natureza, uma vez que integra a edificação com o ambiente natural e o modifica ao mínimo. Respeita o entorno e usa materiais disponíveis no local da obra ou adjacências (terra, madeira, pedra etc.); utiliza tecnologias sustentáveis de baixo custo (apropriadas) e desperdiça o mínimo de energia em seus processos.

Exs.: tratamento de efluentes por plantas aquáticas, energia eólica por moinho de vento, bombeamento de água por carneiro hidráulico, blocos de adobe ou terra-palha, design solar passivo. É um método adequado principalmente para áreas rurais ou para áreas que permitam boa integração com o entorno, onde haja pouca dependência das habitações vizinhas e das redes de água, luz, esgoto construídas pelo poder público. O planejamento avançado deste sistema, que também que se insere nos princípios da Autoconstrução, também é conhecido como Permacultura [4].

Ref,:

1 – Tecnologia Apropriada. Tecnologia desenvolvida pelo próprio morador e/ou comunidade, com aplicação no próprio local. Termo cunhado na década de 1970, pelo economista E.F.Schumacher.
2 – Autoconstrução.
Sistema construtivo em que o próprio morador e/ou comunidade constróem sua habitação, com ou sem a ajuda de um profissional da área.3 – Síndrome do Edifício Enfermo (SEE). Patologia catalogada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no início da década de 1980, cuja ocorrência se dá em prédios e edifícios com má ventilação e baixa dispersão de poluentes internos (gás carbônico, fumaça de cigarro e automóvel, emissão e acúmulo de compostos orgânicos voláteis). Considera-se que um edifício está “enfermo” quando cerca de 20% de seus moradores ou usuários apresentam sintomas semelhantes como: irritação nasal e ocular, problemas respiratórios e mal-estares em geral.
4- Permacultura –
A palavra “permacultura” é um neologismo cunhado pelo australiano Bill Mollinson a partir da aglutinação das palavras perma(nente) e (agri)cultura. A permacultura, mais do que um modo sustentável para construção, consiste num estilo de vida sustentável, que toma por base a agricultura e o chamado “design da natureza”, de forma a criar um ambiente que integre o ser humano ao meio ambiente.

Fonte: www.idhea.com.br

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6 idéias para uma casa ecológica

A primeira vista, a casa abaixo parece comum, mas no Brasil existem ainda poucas como ela.

Trata-se de uma construção que obedece aos preceitos da nova arquitetura verde. Seu objetivo é causar o mínimo possível de prejuízos ao meio ambiente.

É um conceito do século XXI, a era do aquecimento global, em que a questão ambiental deixou de estar circunscrita às rodas de ecologistas para ocupar as pranchetas de arquitetos em países da Europa e nos Estados Unidos – e preocupar gente como a matemática paulista Cecília Bugan.

Ela e o marido gastaram 40% do orçamento destinado à obra de sua casa em Sorocaba, a 90 quilômetros de São Paulo, para fazê-la segundo o figurino ecologicamente correto – até os tijolos lá seguem o padrão verde.

Especialistas ouvidos por VEJA avaliaram em detalhes seis das medidas adotadas nesse caso.

Eles afirmam que nem sempre é preciso gastar muito para aplicar em casa soluções mais amigáveis ao meio ambiente – em alguns casos, uma decisão ecológica pode até representar economia ao bolso.

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Casa com conceitos da arquitetura verde, em Sorocaba, no interior paulista

1. TIJOLO DE SOLO-CIMENTO

Por que é ecológico: seca ao sol – sem precisar ir ao forno a lenha. Numa casa como a de Cecília, a opção por esse tipo de tijolo poupou a queima de sessenta árvores
Quanto custa*:
380 reais (1 000 tijolos), o dobro do preço da versão comum
Comentário dos especialistas
: vale a pena investir no tijolo ecológico. Como dispensa acabamento com massa corrida, na ponta do lápis não onera em nada o orçamento da obra

2. MADEIRA COM CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM

Por que é ecológica: vem com um selo que atesta que a madeira foi extraída sem degradar o solo nem o ambiente de onde foi retirada
Quanto custa*:
2 500 reais (o ipê, por metro cúbico) – 15% mais cara do que a mesma madeira sem a certificação
Comentário dos especialistas:
circula a idéia de que a madeira ecológica tem melhor qualidade, mas não é verdade. Sua única diferença para as outras está no processo de extração

3. SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA AQUECER A ÁGUA

Por que é ecológico: com essa “miniusina” caseira gasta-se 30% menos energia elétrica
Quanto custa*:
5 000 reais
Comentário dos especialistas:
com a economia na conta de luz, o investimento se paga em dois anos. Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas, quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico

4. SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA

Por que é ecológico: numa região chuvosa, como Sorocaba, a metade da água necessária à família vem desse sistema
Quanto custa*:
2 500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados)
Comentário dos especialistas:
compensa investir no sistema. Além de ajudar a economizar na conta, é garantia de abastecimento de água para o futuro, quando esse pode se tornar um item mais escasso – e caro

5. ESTAÇÃO DOMÉSTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Por que é ecológica: permite reaproveitar a água para tarefas do dia-a-dia, como a limpeza da casa (como não fica 100% limpa, deve-se evitar usá-la no banho ou para beber)
Quanto custa*:
6 000 reais
Comentário dos especialistas:
na comparação com o sistema de captação de água da chuva, é mais caro e de uso mais restrito – se for escolher entre os dois, fique com o outro

6. LÂMPADA FLUORESCENTE

Por que é ecológica: consome 80% menos energia do que uma lâmpada incandescente e dura dez vezes mais
Quanto custa*:
15 reais (a de 20 watts) – seis vezes mais do que as lâmpadas comuns
Comentário dos especialistas:
compensa por ter vida útil infinitamente mais longa do que a das lâmpadas convencionais – e ainda poupar energia

A PALAVRA DE QUEM TESTOU

A matemática Cecília Bugan conta dois segredos de sua casa ecológica. Fala ainda sobre dois de seus sonhos de consumo “verdes” – eles ficaram de fora do projeto original por serem caros demais.

O que funcionou em Sorocaba

As telhas à base de embalagens de leite recicladas (do tipo Tetra Pak). São ainda 10% mais baratas do que as de tijolo comum. Cecília faz apenas uma ressalva: como o acabamento é mais “grosseiro”, melhor fazer uso dessa alternativa apenas para o forro do telhado
Uma gigantesca paineira encravada no meio do terreno. Durante o verão, sua sombra proporciona à sala temperatura mais amena

Extravagancias que ficaram de fora

Painéis de energia solar do tipo “fotovoltaico”, capazes de abastecer a casa inteira de luz. Custariam 17 000 reais, no caso de Cecília
Cano de propileno, um plástico mais leve cuja fórmula leva menos petróleo. Sai por 14 reais (com capacidade para 20 ml), o dobro do preço do cano comum

Fonte: www.planetasustentavel.abril.com.br

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A construção civil, um dos mais importantes setores da economia e penetração em vários segmentos, é essencial ao desenvolvimento da sociedade contemporânea, com destaque para as áreas de moradia, comércio, serviços e infra-estrutura, que geram milhões de empregos diretos e indiretos. Por ser uma atividade de transformação, a construção civil se caracteriza como um dos setores que mais consomem recursos naturais e geram grandes quantidades de resíduos, desde a produção dos insumos utilizados, até a execução da obra e a sua utilização.

Somente com a adoção de práticas sustentáveis de conservação e uso racional no setor da construção civil é possível reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia e de água. Para se ter uma idéia dessa magnitude, no Brasil, a participação dos edifícios no consumo de energia elétrica é superior a 45%, principalmente em conseqüência do consumo durante o uso e a operação do edifício, e este porcentual está crescendo mais rapidamente do que a economia.

Com o objetivo de induzir o setor da construção a utilizar práticas mais sustentáveis que venham melhorar a qualidade de vida dos usuários, dos trabalhadores e do ambiente que cerca as edificações, foi constituído, em agosto de 2007, o CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, resultado da articulação entre lideranças empresariais, pesquisadores, consultores, profissionais atuantes e formadores de opinião.

Para tanto, o CBCS adota uma visão sistêmica da sustentabilidade, com foco no setor da construção civil e suas inter-relações com a indústria de materiais de construção, o setor financeiro, o governo, a academia e a sociedade civil.

O CBCS está contribuindo com a formação de redes de parceiros estratégicos para: gerar e disseminar conhecimentos e boas práticas; promover a inovação; integrar o setor da construção aos demais setores da sociedade; elaborar diretrizes; discutir políticas públicas e setoriais; coordenar soluções e ações integradas intersetoriais com vistas a otimizar o uso de recursos naturais, sociais e econômicos, reduzir os efeitos negativos e potencializar os efeitos benéficos para a construção de um ambiente mais saudável e uma sociedade mais equilibrada e feliz.

Para tanto, o CBCS se relaciona com importantes organizações nacionais e internacionais que se dedicam ao tema, sob diferentes perspectivas, a partir da ótica ambiental, de responsabilidade social e econômica dos negócios. Além disso, foram criados, e já estão em funcionamento, os Comitês Temáticos, que debatem e indicam boas práticas para as áreas mais prementes da edificação, como a de Energia, Água, Materiais, Projetos e Avaliação de Sustentabilidade.

O CBCS, por meio de seu Comitê Financeiro, desenvolve ações visando combater a informalidade no setor, prática que se traduz na oferta de materiais e componentes produzidos sem recolhimento de impostos, em desrespeito à legislação ambiental e com baixa qualidade. além de Estabelece, também, diretrizes para a análise de projetos e obras pelo sistema financeiro, com o objetivo de criar mecanismos de indução indireta de sustentabilidade ao setor da construção civil, propiciando, deste modo, uma redução de riscos para o setor financeiro.

Os resultados dos trabalhos dos Comitês Temáticos dão origem a encaminhamentos no sentido da a produção de documentos, da realização de palestras, simpósios, e ações, de forma a disseminar o conhecimento aos agentes da cadeia produtiva e da sociedade.

Fonte: www.cbcs.org.br

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Telhado Verde

Sistema intensivo para uso da laje com trânsito de pessoas, pode receber diversos tipos de plantas. Modelo Standard, super leve, e Premium, com reservatório interno de água. Inclinação mínima de 2% e máxima de 15%, estrutura deve suportar no mínimo 65 Kg/m².

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REVESTIMENTO VIVO

Sistema modular integrado, pré-cultivado com suculentas de forração, trânsito somente para manutenção. Base de PEAD 100% reciclada com reservatório de água e drenos, medindo 0,50 x 0,40 x 0,09 cm. Inclinação mínima de 2% e máxima de 75%, estrutura deve suportar no mínimo 80 Kg/m². Temos módulos com gramíneas, que permitem certa circulação e apoio de cadeiras de praia, demanda irrigação e manutenção constante.

Vantagens

Qualidade arquitetônica
Alta performance termo-acústica
Redução do efeito “ilha de calor”, da poluição do ar e das enchentes
Seqüestro de carbono
Manutenção fácil e segura
Filtragem da água de chuva (retém metais pesados e químicos dissolvidos)
Valorização do imóvel
Aumento da área de lazer
Não atrai insetos e animais indesejados
Plantas resistentes a seca e de baixa manutenção
Projeto de paisagismo p/ cultivos ou outras plantas

Eco Casas

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Telha Sempre Viva

PRÉ-REQUISITOS GERAIS

Laje ou telhado impermeabilizado e estanque
Drenagem dimensionada em função da área do telhado
Bocais dos drenos com proteção para passagem livre da água
Inclinação e estrutura (carga) necessárias estão indicadas caso a caso acima

ORÇAMENTOS

Para elaboração de propostas necessitamos saber qual modelo deseja, área e cidade. Caso seja Jardim Suspenso, precisamos saber se deseja plantas suculentas ou outras, que envolvam projeto de paisagismo, e devemos receber e analisar o projeto da cobertura, com a indicação correta da área que receberá cobertura verde.

ETE Tratamento Biológico de Esgoto

Tratamento Biológico, Compacto e Modular de Esgoto Sanitário – Mizumo

Trata o esgoto no local onde é gerado e o transforma em água tratada e desinfectada, que pode ser devolvida sem risco ao meio ambiente ou reaproveitada, economizando água potável para fins mais nobres.

Do modelo Family ao Tower, tratam de 1.600 L a 400.000 L por dia de esgoto doméstico. Isto significa aproximadamente de 10 a 2.500 moradores fixos, ou de 10 a 8.000 funcionários.

Por ser modular (multiplicação de ETEs), o sistema não possui restrição quanto ao volume a ser tratado.

Aplicações:

Os sistemas de tratamento de esgoto Mizumo são indicados para qualquer tipo de empreendimento e nossa linha de produtos atende a:

Residências e condomínios;
Escolas, chácaras, fazendas;
Pousadas, hotéis, escritórios;
Shoppings, cinemas, teatros;
Bares e restaurantes;
Indústrias;
Órgãos públicos;
Pequenas cidades, bairros e vilas;
Outros;

Vantagens em Implementar uma ETE:

Características do esgoto tratado:

Garantia (em contrato) de remoção de DBO (demanda bioquímica de oxigênio) acima de 90%;
Eliminação de patogênicos em até 100%;
Remoção de 50% de nitrogênio e fósforo;
Baixa turbidez e ausência de odor;
Permite a reutilização da água para diversos fins;

Do ponto de vista financeiro:

Reaproveita a água baixando o consumo;
Projeto e orçamento sob medida, sistema flexível, sem custo adicional;
Grande durabilidade: garantia de 1 ano para as peças mecânicas, e 10 anos para o corpo do equipamento;

Para empresas, condomínios e residências:

Agrega valor ao empreendimento;
Instalação simples, rápida e barata;
Requer um mínimo de obra civil;
Funcionamento autônomo, dispensa funcionário;
A empresa capitaliza com marketing ambiental;
Pode ser instalado abaixo da superfície, deixando área livre para estacionamento, playground ou outras finalidades;
Recebe logomarca da empresa ou empreendimento no corpo;

Para o meio ambiente:

Economiza a água potável e muitos outros recursos;
Evita os danos ambientais do esgoto;

Reuso do efluente tratado:

O Sistema Modular de Tratamento de Esgoto Mizumo, aliado a tratamento terciário específico, permite o reuso desse efluente em inúmeras aplicações de caráter não potável:

Pomares, jardins e plantações;
Lavagem de pisos, paredes, ruas, veículos, peças e equipamentos industriais;
Pousadas, hotéis, escritórios;
Bacias sanitárias e mictórios;
Ar condicionado central e sistemas industriais de resfriamento;

Fonte: www.ecocasa.com.br

Eco Casas

RESUMO

Necessitamos, para viver, utilizar os recursos disponíveis na natureza, mas acima de tudo precisamos ter consciência dessa utilização. A partir daí pretendemos conscientizar as pessoas da importância de preservarmos o meio ambiente.

Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo mostrar através de uma maquete, meios de como construir uma casa agredindo o mínimo possível o meio-ambiente. Além disso, apresentar meios simples e práticos para enfrentar a problemática do lixo, e sugestões de economizar energia em atividades simples do nosso dia-a-dia e muitas vezes, ações impensadas estão causando degradação da natureza e do ser humano.

INTRODUÇÃO

Todos sabem que atualmente, com o crescimento excessivo da população em nosso país e no mundo, e o uso indiscriminado de recursos naturais renováveis e não-renováveis está destruindo cada vez mais a natureza.

A partir disto pretendemos com este trabalho mostrar através de uma maquete, a “casa ecológica”, meios de como construir uma casa agredindo o mínimo possível o meio-ambiente. Além disso, apresentar meios simples e práticos para enfrentar a problemática do lixo, que está causando degradação da natureza e do ser humano.

DESENVOLVIMENTO

Com a casa ecológica mostraremos que a luta pela preservação do meio ambiente pode começar até mesmo na sua residência.

A partir desta maquete que terá 7 cômodos ( garagem, cozinha, sala, quartos, área de serviço e banheiro), mostraremos além da utilização de materiais que agridem o mínimo possível o meio-ambiente, como utilização de madeiras de reflorestamento, construção de aberturas amplas na casa para entrada de luminosidade natural, daremos sugestões de como economizar água e energia elétrica, através de placas solares para aquecimento de água e sistema de saneamento com reaproveitamento de águas servidas, além da utilização de eletrodomésticos que não ataquem a camada de ozônio. Vamos citar dicas de como preservar água e energia elétrica em cada cômodo de sua residência.

Sabemos que a maioria das pessoas possui um ou dois carros atualmente e, com relação ao seu uso, devemos antes pensar se às vezes não podemos ir de ônibus, de bicicleta, carona ou mesmo andando até os locais desejados. Os veículos são responsáveis por pelo menos 50% da poluição nas grandes cidades. “Dê carona. Quatro pessoas num carro é melhor que quatro carros com uma pessoa”. Se usar o automóvel, mantenha-o em boas condições de uso. Revise periodicamente a pressão dos pneus, o alinhamento das rodas, o estado do filtro de ar, da carburação ou sistema de injeção, velas de ignição etc. Se realmente tiver que comprar um carro, escolha o que melhor se adapte às suas necessidades e consuma menos combustível. Se optar por um modelo com ar condicionado, pergunte se o sistema usa CFC ou HFC, se sim, não compre.

CÔMODOS DA CASA

Quarto:

Na compra de carpetes, evite fibras sintéticas em favor dos materiais naturais como algodão e lã. E compre somente aqueles que não foram tratados com inseticidas, fungicidas e impermeabilizantes. Não jogue fora sua mobília. Dê para alguém ou a reutilize. Prefira móveis feitos de material reciclado. Evite comprar móveis, ou outros artigos feitos com madeira da Amazônia. Somente nos últimos quatro anos, 77 mil km2 da floresta foram devastados, uma área maior que os estados do Rio Grande do Norte e Sergipe juntos.

Banheiro:

Troque válvulas de descarga por caixas de 6 litros. Ao acionar a válvula de descarga, você gasta de 10 a 30 litros. Já com as caixas externas de 6 litros, você economiza de 4 a 24 litros de água por descarga com o mesmo efeito. Arrume as torneiras que estão pingando. Uma torneira pingando desperdiça mais de 40 litros de água por dia.

Na limpeza do banheiro, a maioria dos produtos de limpeza traz mais problemas que benefícios por conter cloro, substância extremamente irritante aos olhos, nariz e pele. Para limpeza geral de banheiros, use escova com bicarbonato de sódio e água quente. Para pias, despeje vinagre e deixe descansar durante a noite, enxaguando pela manhã. Para limpar bacias, aplique uma pasta de bórax e suco de limão. Deixe por algumas horas e dê descarga. Ou utilize uma solução forte de vinagre.

Quarto das crianças:

Não deixe brinquedos ligados desnecessariamente. Poupe energia! Você sabia que se consome muito mais energia para fabricar uma pilha que a energia que obtemos dela? Exija das empresas de construção civil e de móveis a utilização apenas de madeira certificada pelo FSC. Evite objetos feitos de plástico. Eles utilizam petróleo na sua fabricação e são fontes de contaminação do ambiente.

Sala:

Limpando janelas e espelhos: para limpeza de rotina, use três colheres de vinagre diluídas em 11 litros de água quente. Se o vidro estiver muito sujo, primeiro limpe-o com água e sabão. Para secar superfícies, utilize tecido de algodão reutilizado ou jornais velhos. Para limpar e desodorizar carpetes e tapetes misture duas partes de fubá com uma parte de bórax. Pulverize generosamente, deixe descansar por uma hora e aspire. Uma desodorização rápida pode ser obtida pulverizando-se o carpete com bicarbonato e aspirando logo a seguir.

Cozinha:

Lavando a louça: detergentes comerciais são projetados para produzirem espuma desnecessária. Substitua-os por sabão dissolvido previamente em água quente.

Ao cozinhar, coloque tampas sobre as panelas. Prefira as panelas de pressão, coloque-as centralizadas sobre o queimador e regule a chama para que seja menor que a base da panela. Você terá uma economia de 20%. Evite o uso de pratos e copos descartáveis. Eles consomem energia na sua fabricação e aumentam a quantidade de lixo. Prefira produtos de cristal, vidro ou cerâmica. Exija dos fabricantes de geladeiras a certificação ‘greenfreeze’, que não ataca a camada de ozônio nem aquece o planeta. Não utilize a parte de trás da geladeira para secar panos ou roupas. Mantenha a ventilação adequada do radiador da geladeira, você terá uma economia de 15% de energia.

Substitua sabão em pó por detergente. Para amaciar suas roupas, adicione ½ copo de vinagre ou ¼ de copo de bicarbonato durante o enxágüe. Você sabia que pode economizar 75% de energia nas lavadoras de louça e de 80% a 92% nas lavadoras de roupa usando a lavagem a frio? Procure também usar os programas mais econômicos. Não use lavagem a seco. Compre somente peças que você pode lavar pessoalmente. A maioria dos solventes utilizados nas limpezas a seco é tóxica. Se você precisa de lavagem a seco, areje as roupas antes de trazê-las para dentro de casa. Muitas peças que trazem na etiqueta “lavagem somente a seco” podem ser com segurança lavada com sabão neutro.

Lixo:

Ao ir à feira ou ao mercado, leve uma sacola. Você estará diminuindo a quantidade de plásticos jogados ao meio ambiente. O vidro é responsável por 3% do lixo residencial do país. Reutilize-o ou recicle-o. Evite o consumo de bebidas em garrafas PET. Estas são uma das principais causas de enchentes nas grandes cidades.

RESULTADOS E CONCLUSÕES

Com este trabalho podemos concluir a importância da preservação ambiental, pois o ambiente faz parte de todo o nosso cotidiano e precisamos cuidar bem do que é nosso e termos ações conscientes. A casa ecológica é um exemplo de conscientização ambiental, pois o homem se deu conta do que está acontecendo com o nosso planeta, e se não tomarmos medidas drásticas sofreremos as conseqüências de um mundo altamente poluído.

Esperamos que mais pessoas se dêem conta do mal que estamos fazendo para o nosso planeta.

BIBLIOGRAFIA

ALVAREZ, Cristina Engel de – A casa ecológica: uma proposta que reúne tecnologia, conforto e coerência com os princípios ambientais.
Disponível em: www.planetaorganico.com.br/trabcasaeco.htm
Acesso em: 21 de maio de 2007.
Autor desconhecido – Casa ecológica. Disponível em:
http://www.compam.com.br/casaecologica.htm
Acesso em: 22 de maio de 2007.

Fonte: www.maristas.org.br

Eco Casas

A CASA ECOLÓGICA: UMA PROPOSTA QUE REÚNE TECNOLOGIA, CONFORTO E COERÊNCIA COM OS PRINCÍPIOS AMBIENTAIS

RESUMO

A “Casa Ecológica” foi idealizada objetivando demonstrar procedimentos adequados do ponto de vista ecológico na construção civil e abrigar atividades relacionadas à educação ambiental. Destaca-se que o conceito de “Casa Ecológica” passa, necessariamente, pela adoção de critérios coerentes com a política de gerenciamento ambiental, quer seja na escolha dos materiais construtivos, como nas técnicas de aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso (p. ex. esgoto) e na busca de racionalização e eficiência energética. O sistema construtivo básico adotado denomina-se “viga-laje”, já testado anteriormente na Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Tal técnica foi escolhida em função de o sistema possibilitar a união dos aspectos positivos da madeira com a resistência do aço proporcionando grande flexibilidade nas soluções arquitetônicas, com garantia de durabilidade e pouca manutenção. Além disso, o sistema permite o desmonte e remonte da edificação em outro local de condições semelhantes – condição desejável para a Casa -, rapidez de montagem, facilidade de manutenção e possibilidade de desenvolvimento de habitação de interesse social por ajuda mútua e/ou mutirão.

1. INTRODUÇÃO

A “Casa Ecológica” (figura 1) foi idealizada pela Secretaria de Estado para Assuntos do Meio Ambiente do Estado do Espírito Santo, com o apoio da Aracruz Celulose S.A. e do Laboratório de Planejamento e Projetos do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo. Os projetos – arquitetônico, estrutural e complementares – foram desenvolvidos visando construir uma edificação coerente com critérios previamente estabelecidos de sustentabilidade, racionalização energética e mínimo impacto ambiental. O uso previsto para a edificação foi definido para possibilitar atividades voltadas à educação ambiental, principalmente nos aspectos relacionados à construção civil – do partido adotado à escolha dos materiais – e do uso racional do potencial energético instalado.

Espera-se que a difusão de novas técnicas construtivas, de soluções alternativas de obtenção de energia e de tratamento dos resíduos despertem o interesse de micros e pequenos empresários, principalmente de cunho artesanal, atentos para o lançamento de novos produtos e serviços no mercado do Espírito Santo, incentivando também a geração de emprego e renda.

Destaca-se que a fusão de três setores expressivos da sociedade– político, econômico e ensino/pesquisa – permitiram a elaboração de uma proposta amplamente discutida, economicamente viável e tecnicamente coerente com os princípios ambientais estabelecidos.

2 . DIRETRIZES PROJETUAIS

As diretrizes principais constituíram-se no uso de materiais construtivos renováveis – na medida do possível -, aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos resíduos oriundos do uso e na busca de racionalização e eficiência energética.

No aspecto relacionado à escolha dos materiais, a madeira foi eleita como matéria prima fundamental, especialmente considerando ser este o único material realmente renovável na construção civil tradicional.

Procurando aliar os conceitos ambientais com a situação deficitária de habitação no país, o projeto foi desenvolvido para servir de parâmetro para moradias de médio poder aquisitivo, podendo, com alterações, vir a ser produzida em série para conjuntos habitacionais destinadas às famílias de baixa renda.

Durante as pesquisas preliminares, foram constatados procedimentos urbanos – como por exemplo o desperdício de água e energia – facilmente evitados a partir de modificações de hábitos. Para auxiliar na criação de uma mentalidade de “não desperdício”, a Casa foi projetada para servir de laboratório demonstrativo/informativo de procedimentos ecologicamente corretos. Além disso, procurou-se dotar a Casa de elementos demonstrativos das soluções arquitetônicas, já que a tomada de decisões dos profissionais da construção civil muitas vezes são oriundos do desconhecimento de técnicas e desenhos alternativos que proporcionem conforto ao usuário, economia e adequação aos princípios de conservação ambiental.

Adicional aos objetivos propostos, a questão estética foi fundamental na elaboração dos conceitos já que buscava-se uma tipologia edificatória caracteristicamente urbana, sem contudo desvincular do padrão “casa” presente na memória coletiva.

3. O LOCAL DE IMPLANTAÇÃO

A escolha do local de implantação – Parque da Pedra da Cebola – foi motivada pelas características específicas do local e pelas atividades desenvolvidas ao longo do ano vinculadas à educação ambiental.

O sítio onde foi implantado o Parque era uma antiga pedreira, desativada em 1978, cuja atividade econômica de extração por um lado, ocasionou grande degradação ambiental e, por outro, impediu a ocupação urbana. O Parque foi inaugurado em 1997, servindo de exemplo de recuperação, com ampla utilização de vegetação rupestre e de restinga no exuberante projeto paisagístico.

O parque possui cerca de 100.000 m² onde se distribuem equipamentos esportivos, trilhas, áreas de lazer e contemplação, local de eventos, estacionamentos, etc. Dentre os principais eventos regulares, a Feira do Verde se destaca pela grande participação comunitária e pelos resultados que vem obtendo ao longo dos anos.

A área, originalmente do Governo Estadual, foi entregue à Prefeitura Municipal de Vitória através de contrato de gestão e, a viabilização da construção da “Casa Ecológica” foi possível através da assinatura de um termo de compromisso entre as duas entidades.

O local dentro do Parque foi criteriosamente escolhido em função da possibilidade de ampla visitação da Casa – especialmente por escolares e turistas -, e dos condicionantes ambientais, especialmente radiação e ventilação.

3. O PROJETO ARQUITETÔNICO

A partir do estabelecimento das diretrizes projetuais, buscou-se elaborar um programa que permitisse o desenvolvimento das atividades previstas e a composição arquitetônica com o máximo de flexibilidade, interação entre os ambientes e que servisse como referência demonstrativa do potencial estético do sistema básico adotado.

A figura 3 apresenta duas imagens da maquete, ressaltando a busca de movimentação nas fachadas e coberturas, projetadas em consonância com as exigências estruturais do sistema viga-laje e com o projeto complementar de obtenção energética por sistema solar (placas fotovoltáicas).

Eco Casas

Eco Casas
Figura 3 – Imagens da maquete enfatizando o jogo de coberturas e a movimentação das fachadas. À esquerda, detalhe da ventilação entre as águas da cobertura, placas solares e torre do elevador para portador de deficiência locomotora. À direita, fachadas oeste e sul, destacando-se as aberturas para o compartimento das baterias do sistema solar, localizadas sob a escada interna.

O quadro da figura 4 apresenta os principais ambientes e as respectivas áreas. As figuras 5 e 6, as plantas baixas e a figura 7 um corte esquemático longitudinal.

Observa-se que a distribuição dos espaços internos buscou dotar fluidez entre os vários ambientes, criando uma dinâmica de interação entre os usos. Ao mesmo tempo, a distribuição interna assemelha-se à uma residência embora os usos sejam caracteristicamente para abrigar atividades relacionadas à educação ambiental.

Todos os ambientes foram concebidos a partir da técnica construtiva adotada, cujo posicionamento dos painéis buscam o travamento das componentes da edificação, formando uma unidade estrutural íntegra.

Ambiente Função
Térreo Recepção Recepção do visitante, distribuição de folder, venda de souveniers e local de exposição (painéis, pequenos objetos, etc.) 15
Laboratório Monitoramento da demanda energética da casa e demonstrativo de eficiência energética. 13
Cozinha e Serviços Apoio às atividades da casa e auxiliar no demonstrativo de eficiência energética. 12
Sanitário Demonstrativo e de uso preferencial pelos funcionários da casa. 4,3
Circulações Verticais Escada para utilização frequente e elevador para deficiente locomotor. 10
Varanda Lazer, contemplação e espera externa. 16
Baterias Complementar ao sistema de energia solar. Visitável. 2,6
Depósito Guarda de material de jardinagem e manutenção da casa em geral. 2,5
Superior Mini Auditório Possibilita palestras para grupos de aprox. 20 pessoas 19
Depósito Guarda material escritório e promocional, souveniers, equipamentos audiovisuais, etc. 2
Varanda Integração interior x exterior. 3,3

Obs.: Áreas aproximadas. Não computada a área de circulação vertical
Quadro básico dos ambientes da Casa Ecológica.

3.1. Características Gerais

O projeto arquitetônico foi elaborado no Laboratório de Planejamento e Projetos da UFES, cuja principal função é possibilitar o rebatimento das atividades acadêmicas em projetos de extensão universitária, unindo professores e alunos em profícuos debates. Assim, devido às características peculiares da Casa, cada tomada de decisão no projeto arquitetônico foi precedida de ampla discussão, especialmente sob os aspectos da adequação ambiental, racionalização energética, conforto do usuário e viabilidade técnico-construtiva e econômica.

Com relação ao partido adotado, conforme já mencionado anteriormente, embora a Casa Ecológica deva funcionar como um local de visitação pública, o partido proposto visa caracterizá-la com os padrões tipológicos de uma casa urbana, enfatizando que a coerência ecológica não precisa estar vinculada a desconforto e padrões estéticos relacionados à rusticidade (figura 8).

O quadro da figura 9 descreve sucintamente as principais características do projeto, observando-se que todas as decisões foram alicerçadas na realidade ambiental e econômica da região e, especialmente, na possibilidade de incentivar o setor produtivo na geração de produtos de qualidade e ambientalmente aceitáveis.

MATERIAIS CONSTRUTIVOS

Material construtivo básico: madeira de reflorestamento nas vedações (viga laje) e esquadrias;
Cobertura em telhas cerâmicas produzidas a partir de reaproveitamento da matéria prima básica;
Painéis decorativos elaborados com material reciclado.

CONDICIONANTES AMBIENTAIS

Ventilação cruzada em todos os ambientes de permanência média e/ou prolongada, com sistema de ventos oriundos de NE;
Controle do vento Sul, indesejável para os padrões de conforto térmico em Vitória;
Abertura de grandes vãos envidraçados, especialmente na fachada sul, (iluminação natural difusa)
Sombreamento de parte das fachadas com adoção de beirais;
Relação entre vãos abertos e fechados objetivando o máximo de conforto térmico por condicionamento passivo.

SISTEMA ENERGÉTICO

Placas fotovoltáicas de obtenção energética;
Placas solares para aquecimento de água;
Baterias de armazenamento.

EDUCAÇÃO E DIFUSÃO

Instalações elétricas, hidráulicas e mecânicas aparentes, buscando transparência em todos os equipamentos;
Acessibilidade por deficientes físicos em todas as dependências;
Conceito de eficiência energética integrada ao projeto arquitetônico;
Sistema de obtenção de energia “limpa” com instalação de placas fotovoltáicas;
Sistema de saneamento com reaproveitamento de águas servidas;
Paisagismo com espécies oriundas do Espírito Santo;

INSTALAÇÕES COMPLEMENTARES

Sistema sanitário com tratamento das águas servidas para reaproveitamento no vaso sanitário e jardins;
Equipamentos elétricos de alta eficiência energética;
Eletrodomésticos com o selo de qualidade PROCEL;
Sistema de controle e avaliação do consumo energético (softer desenvolvido pelo CEPEL);
Aletas móveis para controle da ventilação nos ambientes;
Elevador para portadores de limitações locomotoras.

3.2. O sistema viga-laje em madeira

O sistema viga-laje em madeira (figura 10) foi testado na construção da Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, com excelente desempenho tanto sob o ponto de vista técnico estrutural como nas potencialidades específicas constatadas na prática (figura 11).

Para a Casa Ecológica, foram inseridos novos testes ao sistema já consolidado: a adoção de madeira de reflorestamento (E. grandis) e a construção em dois pavimentos com parte do pavimento térreo com pé direito duplo. Embora o primeiro condicionante não tenha interferido fundamentalmente na concepção arquitetônica, a construção em dois pavimentos exigiu a busca de soluções que possibilitassem a criação da desejável interação espacial entre os ambientes e, ao mesmo tempo, atendesse à exigência do sistema no que diz respeito ao travamento entre painéis.

Observa-se na figura 10 que o sistema “viga-laje em madeira” é composto de peças de madeira serrada – sem entalhes para encaixe – unidos por uma barra rosqueada que é fortemente apertada nas extremidades. Somente a união de todos os elementos que compõem os fechamentos – paredes, piso e cobertura – é que garante a resistência do conjunto, formando um monobloco íntegro.

Eco Casas
Figura 10 – Esquema básico do sistema construtivo denominado viga-laje em madeira

Flexibilidade nas soluções arquitetônicas;
Resistência estruturei:
Peças de madeira serrada, sem necessidade de entalhes e/ou encaixes tipo “macho/fêmea’
Dispensa vigas e pilares:
Possibdita painêis de dimensões generosas, se comparado à uma casa tradicional em madeira:
Racionalização de construção com perda minima de materiais construtivos:
Rapidez de montagem:
Permite o desmonte e remonte em outro local de condições semelhantes:
Facilidade de manutenção:
Possibihdade de substituição de peças:
Possibilidade de desenvolvimento de habitação de interesse social por ajuda mútua e/ou mutirão com necessidade mínima de equipamentos de marcenaria

Sistema Construtivo Viga Lage em Madeira e Aço.

Para a Casa Ecológica, está sendo testada a madeira de reflorestamento (eucalipto com densidade básica maior ou igual a 650 kg/m3), com rígido controle em relação à qualidade e secagem. As peças foram adquiridas secas em estufa (15%), aparelhadas e tratadas com seção de 3,5 x 15 cm e comprimentos variados.

O volume total de madeira previsto é de 19 m3, já adquirido e em processo de produção das peças.

Observa-se que a ausência de encaixes permite a confecção das peças com instrumentos básicos de marcenaria e a possibilidade de montagem da edificação sem uso de equipamentos auxiliares de construção e/ou mão de obra especializada. Além disso, os painéis admitem soluções arquitetônicas arrojadas, desde que obedecidos os necessários travamentos entre painéis.

4. COMENTÁRIOS FINAIS

As obras para a construção da Casa iniciaram em junho de 2000, estando previsto o término em cerca de 120 dias. Destaca-se que os projetos complementares, tais como tratamento de esgoto, iluminação, energia solar, mobiliário, etc. foram elaborados de acordo com as empresas parceiras do setor privado e/ou governamental.

A Casa atualmente está em processo de construção prevendo-se o monitoramento de todas as etapas de obras para posterior avaliação do sistema adotado sendo que já estão em andamento os estudos preliminares para o desenvolvimento de um protótipo de habitação popular para famílias de baixa renda, adotando-se os mesmos princípios construtivos utilizados na Casa Ecológica.

Espera-se que a união entre o setor produtivo da economia (eco = casa; nomia = gestão) e os princípios da ecologia (eco = casa, logia = estudo) possam ser exemplificados, fisicamente, na viabilização da “Casa Ecológica” numa verdadeira demonstração que ambos os setores podem ser compatíveis, adequados ao ambiente urbano e, acima de tudo, coerentes com as prerrogativas estabelecidas para o novo século.

Eco Casas

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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ALVAREZ, C. E. de, MELO, J. E. de. A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Vitória, ES. Ed. UFES, 2000.
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VALE, B.; VALE R. Green Architecture: design for a sustainable future. London, UK: Thames and Hudson Ltd.,. 1996.
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Fonte: www.planetaorganico.com.br

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