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Tabela de Exposição Segura ao Sol

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O Índice UV-B é um número numa escala de 0 a 16 que mede o risco do efeito biológico de eritema sobre a pele humana exposta à radiação solar: quanto maior o Índice UV-B, maior é o risco.

O eritema é o envermelhecer da pele devido a exposição à radiação UV-B. A exposição em excesso causa queimadura na pele e a longo prazo pode causar câncer de pele entre outros males.

Há 4 tipos de pele no que se refere aos efeitos de eritema e queimadura devido a exposição à radiação UV-B conforme mostra a tabela abaixo.

Tipo de pele em função do efeito de eritema produzido pela radiação UV-B

Tipo

Cor

Efeito da exposição

I branca queima sempre
II morena clara bronzeia e queima
III morena escura bronzeia e às vezes queima
IV negra bronzeia e raramente queima

Essa variedade de tipos de pele faz com que para um dado valor de Índice UV-B, obtido na figura abaixo, o tempo máximo de exposição varie conforme mostra a TABELA DE EXPOSIÇÃO SEGURA AO SOL abaixo.

TABELA DE EXPOSIÇÃO SEGURA AO SOL, EM MINUTOS

Valor do Índice UV-B

Pele Tipo I

Pele Tipo II

Pele Tipo III

Pele Tipo IV

0-2

30

60

90

120

3

20

47

70

90

4

15

32

50

75

5

12

25

40

60

6

10

22

35

50

7

8,5

19

30

40

8

7,5

17

26

35

9

7

15

24

33

10

6

14

22

30

11

5,5

13

20

27

12

5

12

19

25

13

4,5

11

18

23

14

4

10

17

21

15

3,5

9

15

20

NOTA: Os valores acima são valores médios, obtidos através de vários experimentos científicos. Em caso de dúvida, sempre consulte o seu médico dermatologista.

Fonte: www.dge.inpe.br

Tabela de Exposição Segura ao Sol

O que é radiação UV-B?

Radiação em geral é a energia que vem do Sol.

Esta energia é distribuída em vários comprimentos de onda: desde o infra-vermelho até o ultra-violeta (UV), passando pelo visível, onde a energia é máxima. Na parte do UV, existe o UV-C, que é totalmente absorvido na atmosfera terrestre; o UV-A, que não é absorvido pela atmosfera; e o UV-B, que é absorvido pela camada de ozônio.

Por que a radiação UV-B é tão importante?

A radiação UV-B torna-se importante pelo fato de ser responsável por inúmeras seqüelas nos seres vivos, como o câncer de pele, a doença mais citada pelos médicos. Tem efeitos indesejáveis também na visão, onde pode produzir catarata, e influencia negativamente o DNA das células, diminuindo as defesas naturais do organismo.

A radiação UV-B está aumentando?

É um fato, registrado por medidas em vários locais do mundo, que a camada de ozônio está diminuindo, numa taxa média anual de 4% por década. Como a camada é o único filtro natural protetor contra a radiação UV-B, esta radiação deve aumentar nos próximos anos. A radiação UV-B está sendo monitorada em todo o mundo, inclusive no Brasil pelo INPE. Ainda não há evidências concretas mostrando um aumento do UV-B nos últimos anos. Mas tudo leva a crer, teoricamente, de que a radiação UV-B deverá aumentar nos próximos anos.

O que é o índice de UV-B?

O índice de UV-B é um número, numa escala de 0 a 16, que indica a intensidade do sol num determinado instante, ou num determinado dia (valor máximo). É determinado, no Brasil, pelo INPE, e tem base numa rede de medidores de radiação UV-B espalhados no Brasil de modo a cobrir o país de maneira adequada.

Para que serve o índice de UV-B?

O índice de UV-B serve para orientar cada pessoa e, de acordo com o seu biotipo, quanto tempo pode ficar no Sol sem se queimar, isto é, quanto tempo, em minutos, pode ficar exposto à radiação UV-B com a sua própria resistência interna, sem prejudicar a sua saúde.

Como determinar o biotipo da pessoa?

Na questão relativa ao índice de UV-B, é mais fácil dividir a sensibilidade da pele humana do paciente em quatro grupos. Cada paciente pode facilmente se identificar dentro de cada um deles. O mais sensível é o tipo A, que tem a pele muito branca; o mais resistente é o tipo D, aquele que tem a pele negra; além destes extremos há dois casos intermediários, o tipo B, que é o moreno claro; e o moreno escuro, tipo C.

Quantas vezes aumenta a proteção com os filtros solares?

Os filtros solares normalmente vêm com uma indicação numérica, bem visível, estampada no frasco, por exemplo, 15. Este é o chamado fator de proteção. Ele indica quantas vezes mais, em minutos, o paciente pode ficar ao Sol, com total proteção. Assim, se a Tabela de Exposição indica, para um certo índice de UV-B, que o tempo de exposição é de 5 minutos, com o protetor de fator 15, o paciente poderá ficar 15X5=75 minutos ao Sol.

Qual o filtro solar que a pessoa deve usar?

Isto depende de quanto tempo se pretende ficar ao Sol. Mas os fatores de proteção mais altos nem sempre são necessários. Como regra geral, deve-se recomendar no mínimo o fator de proteção 15, que é muito eficaz, mais barato, e normalmente é suficiente para proteger o banhista médio. Para casos específicos, consulte o seu médico.

Nossos pais não se preocupavam tanto com o Sol, porque nós nos preocupamos?

Por que o meio ambiente em que vivemos, assim como a camada de ozônio, está mudando. Nas próximas décadas mais ozônio será destruído, e tudo leva a crer que a incidência de UV-B irá aumentar. Por isto é importante que todos tomem mais cuidado. Quem não tomar as precauções necessárias para se proteger da radiação terá grande probabilidade de sofrer danos à sua própria saúde.

A elevadas altitudes a exposição ao UV é maior?

Sim. Elevadas altitudes tem menos atmosfera na parte de cima, como evidenciado pelo ar rarefeito e pela baixa pressão atmosférica. O aumento nas radiações UV é de aproximados 5-10% para cada quilômetro de elevação. Freqüentemente, outros fatores aliados à grossura da atmosfera causam diferenças maiores nas radiações UV entre elevações. A neve, comum em elevadas altitudes, pode refletir a radiação, aumentando-a. Baixas altitudes tendem a ter mais neblina e atmosfera mais poluída que podem bloquear as radiações UV.

Fonte: www.cetesb.sp.gov.br

Tabela de Exposição Segura ao Sol

A DIVULGAÇÃO DO ÍNDICE ULTRAVIOLETA COMO PREVENÇÃO AO EXCESSO DE EXPOSIÇÃO AO SOL: UMA CONTRIBUIÇÃO DA METEOROLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A SAÚDE NO PAÍS

A EXPOSIÇÃO AO SOL E AS CAMPANHAS DE PREVENÇÃO À SAÚDE

Diversos efeitos nocivos à saúde podem ser causados pelo excesso de exposição à radiação solar ultravioleta (R-UV), tais como: queimaduras, sardas, depleção do sistema imunológico, envelhecimento acelerado, catarata e câncer de pele (Diffey, 1991). Este último efeito se destaca como o mais preocupante, podendo se apresentar na sua forma mais temida e letal, chamada de melanoma maligno, ou na sua forma mais comum e com baixo poder de metástase, o câncer de pele não-melanoma (CPNM). O CPNM é normalmente tratado através de intervenções cirúrgicas, mas apesar da boa possibilidade de cura pode resultar em deformações físicas permanentes e ulcerações recorrentes. Por essas razões, essas doenças geralmente acarretam prejuízos psicológicos ao indivíduo e financeiros aos serviços de saúde (ACS, 2003). Dentre todos os casos diagnosticados como câncer no Brasil, o melanoma maligno tem incidência relativamente pequena. No entanto, o CPNM é o tipo de câncer mais comum em ambos os sexos, ultrapassando a taxa de 45 casos para cada 100.000 habitantes (INCA, 2003). A maior parte desses casos ocorre nas regiões sul e sudeste do País, onde a população é predominantemente branca e, portanto, mais susceptível à influência dos altos níveis de R-UV registrados no Brasil (Corrêa et al., 2003). Além disso, é certo que esses números sejam ainda maiores, uma vez que há um considerável sub-registro da doença devido à facilidade de diagnóstico, aos tratamentos realizados em clínicas particulares que não são informados aos órgãos de saúde e pelas altas taxas de cura quando corretamente tratado. Conseqüentemente, as estimativas de novos casos de CPNM devem ser sempre consideradas mínimas.

Em diversos países o combate ao aumento preocupante desta doença é realizado, com resultados positivos, através de campanhas didáticas de informação e prevenção veiculadas por órgãos sociais e de saúde. Essas campanhas costumam enfocar os cuidados necessários para um banho de sol seguro, uso correto do protetor solar e o diagnóstico precoce de uma eventual neoplasia da pele. No entanto, os hábitos dos brasileiros estão muito aquém do ideal. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD – a última campanha de combate ao câncer de pele revelou o descaso da população com o problema. Cerca de 69,6% das cerca de 38.000 pessoas atendidas revelaram que se expõem ao sol sem o uso de qualquer tipo de proteção. Entre os homens a falta de cuidados com a proteção é ainda maior com 77,9% contra 64,5% das mulheres. Esses valores se refletem nos balanços da detecção dos casos, pois em 10,7% dos homens foram diagnosticados câncer de pele contra 6,7% de diagnósticos positivos em mulheres.

Outro fator que chamou a atenção dos organizadores da campanha é que quase 80% dos indivíduos de pele negra também não usam nenhuma proteção quando se expõem ao sol. Apesar de serem raros, apenas 44 casos de câncer de pele entre os quase 2600 negros atendidos (~1,7%), os tumores encontrados nesses indivíduos são geralmente mais graves do que aqueles diagnosticados em pessoas claras. Essa característica se deve ao fato de que na maioria das vezes os tumores são ocultados pela forte presença de melanina na pele desses indivíduos e a detecção só é realizada quando a doença já atingiu estágios mais avançados.

De maneira geral, estes números refletem a baixa eficiência das campanhas realizadas até o momento no País.

Este fato pode ter diversas explicações, tais como:

a.) hábitos culturais e estéticos que fomentam a hipótese de que um corpo bronzeado é mais saudável ou “bonito”, quando na verdade indicam que a pele reagiu a um excesso de radiação recebida (Diffey, 1991);
b.)
a necessidade do indivíduo estar em constante exposição ao sol.

Como exemplo, pode-se citar os grandes centros urbanos que possuem milhares de trabalhadores no comércio informal (camelôs); c.) o alto custo dos protetores solares que induzem o indivíduo a “economizar” na quantidade e no número de aplicações, ficando muitas vezes abaixo da dose mínima necessária para a proteção eficaz; d.) a carência de programas para a conscientização de crianças e adolescentes, cuja existência seria de fundamental importância pois, além do caráter de formação do indivíduo, a exposição excessiva nessa faixa de idades é responsável pela maior parte dos casos de futuras neoplasias da pele (WHO, 2002).

O trabalho de Emmons e Colditz (1999) faz uma importante crítica à política norte-americana de conscientização em relação aos perigos do excesso de exposição ao sol, e destaca a eficácia de programas com forte responsabilidade social como os realizados na Austrália e Nova Zelândia. Estas críticas também são perfeitamente cabíveis às políticas brasileiras de informação, uma vez que a divulgação nos EUA há cerca de 10 anos atrás já se mostrava mais abrangente do que aquela encontrada no Brasil atualmente. Em 1995 as previsões de tempo acompanhadas de informações sobre os níveis de R-UV já eram divulgadas em 70% dos noticiários de TV e 61% dos jornais impressos nos EUA. Cerca de 64% da população tinha ouvido falar no índice ultravioleta (IUV) e 38% destas pessoas haviam mudado seus hábitos devido aos alertas (Geller et al., 1997). Segundo Emmons e Colditz (1999), as políticas de sucesso são baseadas em ações eficazes dos órgãos públicos e na conscientização da população, principalmente das crianças, através de campanhas didáticas divulgadas nas escolas e nos diversos canais de informação (rádio, TV e internet). Por exemplo, as escolas australianas exigem o uso de bonés e protetores solares durante os períodos de recreio, e durante o verão os horários de lazer são alterados para períodos de menor insolação. Áreas públicas de lazer, como piscinas e parques, tiveram um aumento significativo de locais sombreadas. Campanhas publicitárias são divulgadas em comerciais de TV e rádio. E como uma das contribuições mais importantes, o governo da Austrália isentou os protetores solares de impostos. Em pouco tempo os dividendos dessas campanhas se refletiram na redução das taxas de crescimento do número de casos de câncer de pele com representativa economia para o setor da saúde.

FERRAMENTAS OFERECIDAS PELA METEOROLOGIA PARA JUSTIFICAR A NECESSIDADE DE POLÍTICAS EFETIVAS DE CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

A avaliação dos níveis de R-UV nos grandes centros urbanos e turísticos é uma contribuição fundamental da meteorologia para justificar a implementação de uma política pública para o controle da taxa incidência de câncer de pele no País. Exemplos dessa prática em outros países culminaram no desenvolvimento de campanhas que apresentaram bons resultados. Por exemplo, no início da década de 1980 a instalação de uma rede australiana de medições possibilitou o fornecimento de informações sobre doses integradas de R-UV divulgadas através da mídia. Em 1987 os neozelandeses iniciaram a divulgação do tempo máximo de exposição de um indivíduo sob o sol.

No entanto, somente em 1992 o Atmospheric Environmental Service do Canadá passou a utilizar uma escala de valores associada aos níveis de R-UV observados em superfície: o IUV. Dois anos mais tarde a previsão deste índice passou a ser amplamente divulgada pelo National Weather Service dos EUA em escala nacional. Nos anos subseqüentes essa prática foi adotada por outros países da América, Europa e Oceania.

Finalmente em 2002 a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou os critérios para padronização da divulgação do IUV pelos centros de previsão (WHO, 2002).

Mas o que é o IUV ?

O IUV é uma escala de valores relacionada aos fluxos de R-UV que induzem à formação de eritemas (avermelhamento, queimadura) na pele humana. A representação matemática para este fenômeno é dada pelo produto entre os fluxos espectrais UV e uma função correspondente a esses efeitos fotobiológicos sobre a pele humana (McKinlay e Diffey, 1987). Cada unidade de IUV corresponde a 0,025 Wm-2 de R-UV biologicamente ativa (Vanicek et al., 2000; WHO, 2002).

O uso do IUV geralmente levanta uma questão: Porque usar um índice ao invés de divulgar o tempo máximo de exposição (TE) recomendada para uma pessoa ?

A vantagem no uso do IUV em relação ao TE é que o índice não depende de características subjetivas ao indivíduo. Isto é, a determinação do TE depende do tipo de pele. Dada uma mesma quantidade de R-UV pessoas mais claras desenvolvem eritema mais rapidamente do que indivíduos de pele mais escura. Além disso, as reações fotobiológicas também dependem de outros fatores secundários como o estado de saúde, o tipo de alimentação e demais características orgânicas de cada pessoa. Por essas razões, e por não ter fundamento físico, a divulgação do TE não é recomendada pela OMS. Por outro lado, IUV permite alertar sobre os níveis de R-UV perigosos para a saúde de qualquer indivíduo, e não só para tipos específicos de pele.

A tabela 1 mostra a classificação do IUV, as precauções requeridas de acordo com os níveis observados e a padronização de cores recomendada pela OMS:

Baixo

Moderado

Alto

Muito alto

Extremo

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

>11

 

Nenhuma precaução necessária

Precauções

Requeridas

Extra
Proteção!!!

Você pode permanecer no sol o tempo que quiser !

Em horários próximos ao meio-dia procure locais sombreados

Procure usar camisa e boné
Use o protetor solar.

Evite o sol ao meio-dia
Permaneça na sombra
Use camisa, boné e protetor solar

Tabela 1 – Classificação do IUV e recomendações (adaptado de WHO, 2002)

O IUV no Brasil

Os valores de IUV apresentados na figura 1 são baseados nas seguintes considerações: a.) cálculos realizados com um modelo numérico de espalhamento múltiplo (Corrêa, 2004); b.) utilização dos conteúdos médios de ozônio (principal gás absorvedor da R-UV) observados pelo sensor TOMS/Earth Probe entre 1997 e 2003; c.) condições de céu claro, isto é, ausência de nuvens; d.) horário do meio-dia solar (máxima insolação). Dos resultados apresentados na figura 1 pode-se destacar duas importantes informações. A primeira se refere aos altos níveis de R-UV observados no país, uma vez que na maior parte do ano o IUV é considerado “muito alto” ou “extremo” de acordo com as normas da OMS. Essa informação pode ser relacionada ao elevado número de casos de CPNM diagnosticados no País (Corrêa et al., 2003). O outro fato importante, e que corrobora essa hipótese, é que mesmo as cidades localizadas no sul do País podem apresentar níveis extremos de R-UV nos meses de verão. Os cuidados devem ser redobrados nessas localidades, já que apresentam maior parte da população com pele branca e maior ocorrência de CPNM. Esses argumentos são incontestáveis para justificar a necessidade imediata do planejamento de políticas públicas para conscientização da população e diminuição das taxas de crescimento de novos casos de câncer de pele.

Marcelo de Paula Corrêa

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Corrêa, M.P., P. Dubuisson e A. Plana-Fattori. An overview about the ultraviolet index and the skin cancer cases in Brazil. Photochem. Photobiol., 78(1), 49-54, 2003.
Corrêa, M.P. Algoritmos para cálculos de transferência radiativa na região ultravioleta do espectro eletromagnético. Anais do XIII Congresso Brasileiro de Meteorologia.
Diffey, B.L. Solar ultraviolet radiation effects on biological systems. Phys. Med. Biol., 36(3), 299-328, 1991.
Emmons, K. e G.A. Colditz. Preventing excess sun exposure: It is time for a national policy. J. Natl. Cancer I., 96(15), 1269-1270, 1999.
Geller, A.C., D. Hufford, D.R. Miller, T. Sun, S.W. Wyatt, B. Relley, B.Bewerse, J. Lisco, D. Brooks, J. Grupenhoff, P. Weary, R.A. Lew e H.K. Koh, Evaluation of the ultraviolet index: Media reactions and public response. J. Am. Acad. Dermatol., 37(6), 935-941, 1997.
Kirchhoff, V. Ozônio e Radiação UV-B. Transtec Editorial, 1995.
INCA – Instituto Nacional de Câncer. Estimativas da incidência e mortalidade por câncer. Ministério da Saúde, Brasil. Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev), 92p., 2003.
Mc Kinlay, A.F. e B.L. Diffey. A reference spectrum for ultraviolet induced erythema in human skin. CIE J., 6(1), 17-22, 1987.
WHO – World Health Organization. Global solar UV index: A practical guide. WHO/SDE/OEH/02.2, Genebra, Suíça, 28p., 2002.

Fonte: www.cbmet.com

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