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Poluição do Ar

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Definição de Poluição do Ar

O termo “poluição do ar” é usado tão comumente que você pode achar que não são necessárias definições. Mas o problema é mais complicado do que parece à primeira vista.

Peça à maioria das pessoas para definir poluição do ar, e sua primeira resposta é descrever a poluição atmosférica, a substância fedorenta que torna o ar marrom ou cinza e paira sobre grandes centros urbanos.

Mesmo assim, porém, as definições variam.

Algumas fontes definem poluição como a presença de níveis não naturais de ozônio ao nível do solo, enquanto outras fontes dizem coisas como “névoa misturada com fumaça”.

Uma definição mais moderna e precisa é “uma névoa fotoquímica causada pela ação da radiação ultravioleta solar na atmosfera poluída com hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio, especialmente do escapamento de automóveis”.

Oficialmente, a poluição do ar pode ser definida como a presença de substâncias nocivas no ar, sejam partículas ou moléculas biológicas microscópicas, que representam riscos à saúde de organismos vivos, como pessoas, animais ou plantas. A poluição do ar tem muitas formas e pode incluir vários poluentes e toxinas em várias combinações.

O que é a Poluição do Ar?

Poluição do Ar

O que torna a poluição atmosférica particularmente perigosa é o fato de não podermos purificar o ar antes de o usar, como o fazemos com a água.

A única forma que teríamos de o fazer era usando uma máscara de gás.

poluição do ar pode ser definida como a introdução na atmosfera de qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa atmosfera, afetando, ou podendo afetar a saúde e qualidade de vida das espécies animais ou vegetais.

O desenvolvimento galopante das indústrias e das cidades tem originado um não menos galopante crescimento da emissão de poluentes atmosféricos.

O acréscimo das concentrações atmosféricas destas substâncias, a sua deposição no solo, nos vegetais e nos materiais é responsável por graves danos à saúde e ao meio ambiente.

Desde logo provocam uma redução da produção agrícola, prejudicam as florestas, degradam as construções e as obras de arte.

Quantos de nós já não viram o patrimônio secular bastante degradado devido a doenças da pedra, muitas delas provocadas pelos poluentes atmosféricos.

Há quem pense que se consegue livrar dos seus poluentes queimando-os, mas o que acaba por fazer é dispersá-los na atmosfera. Mas o vento dispersa os poluentes transportando-os para os mais variados sítios, muitas vezes a largos quilómetros do local de emissão.

poluição do ar, devido às características da circulação atmosférica e devido à permanência de alguns poluentes na atmosfera por largos períodos de tempo, apresenta um carácter transfronteiriço e é responsável por alterações ao nível planetário, o que obriga à conjugação de esforços a nível internacional.

Há muito tempo que vêm sendo exigidas ações, aos estados, para prevenir ou reduzir os efeitos da degradação da qualidade do ar.

Mas também já se percebeu que isso não acontecerá sem limitar o desenvolvimento industrial e social.

É por esta razão que não se consegue efetivar o compromisso assumido por dezenas de Estados através do Protocolo de Kyoto.

A gestão da qualidade do ar exige que se definam limites de concentração dos poluentes na atmosfera, a limitação de emissão dos mesmos, bem como a intervenção no processo de licenciamento, na criação de estruturas de controlo da poluição em áreas especiais e apoios na implementação de tecnologias menos poluentes.

Poluição do Ar – Causa

Poluição do Ar

De longe, a maior fonte de poluição do ar é a queima de combustíveis fósseis.

Petróleo, gás e carvão são queimados em grande escala, liberando uma variedade de poluentes no ar, incluindo dióxido de carbono (CO2), dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO), compostos orgânicos voláteis (VOCs) e partículas, como fumaça e fuligem.

Os combustíveis fósseis consistem principalmente de hidrocarbonetos – compostos de carbono e hidrogênio. Quando eles queimam, o carbono se combina com o oxigênio para produzir CO2.

Freqüentemente, porém, a combustão não é completa: parte do carbono forma monóxido de carbono (CO) e parte permanece como carbono, formando fumaça e partículas de fuligem.

Dentre as causas de poluição desse tipo, o automóvel é provavelmente a maior. Os escapamentos de veículos são uma importante fonte de dióxido de carbono, que contribui para o aquecimento global, e de monóxido de carbono tóxico. Nas altas temperaturas do motor de combustão interna, o nitrogênio e o oxigênio do ar podem se combinar para formar óxidos de nitrogênio. O óxido nítrico (NO) se forma inicialmente, mas depois tende a se combinar com o oxigênio novamente para formar o dióxido de nitrogênio (NO2), que é um irritante pulmonar grave e contribui para a chuva ácida.

O escapamento do veículo também contém partículas de fuligem e VOCs resultantes da gasolina não queimada.

Grandes quantidades de combustíveis fósseis são queimadas em estações geradoras de eletricidade. Assim como o CO2, as estações movidas a carvão produzem quantidades significativas de dióxido de enxofre, um dos principais contribuintes para a chuva ácida.

Todos os combustíveis fósseis contêm compostos de enxofre, que, na combustão, produzem SO2, mas a maioria deles é removida do petróleo e do gás nas estações de tratamento antes de serem usados. Isso, entretanto, não é possível para o carvão.

Poluição do Ar – Gases

Poluição do ar, liberação na atmosfera de vários gases, sólidos finamente divididos ou aerossóis líquidos finamente dispersos a taxas que excedem a capacidade natural do ambiente para dissipar e diluir ou absorver.

Essas substâncias podem atingir concentrações no ar que causam efeitos indesejáveis à saúde, econômicos ou estéticos.

poluição do ar é uma mistura de partículas sólidas e gases presentes no ar. Emissões de carros, produtos químicos de fábricas, poeira, pólen e esporos de mofo podem ser suspensos como partículas. O ozônio, um gás, é a maior parte da poluição do ar nas cidades. Quando o ozônio forma poluição do ar, também é chamado de poluição atmosférica.

A poluição do ar é uma mistura de substâncias perigosas de origem humana e natural.

A poluição do ar é um dos maiores problemas de saúde e meio ambiente do mundo.

Poluição do Ar – O que causa

Você pode ficar muitas horas sem beber água. Pode também ficar até alguns dias sem comer nada. Mas não agüentará ficar por mais de algumas dezenas de segundos sem o precioso ar.

O mesmo acontece com os bichos e com as plantas. De todas as poluições que convivemos nos tempos atuais, a pior é e será sempre a do ar.

A água poluída e a comida contaminada podem ser rapidamente avaliadas e rejeitadas, mas não podemos recusar o ar que está ao nosso redor naquele exato momento em que o corpo exige uma nova ventilação pulmonar.

Todos nós somos absolutamente dependentes do oxigênio contido no ar para respirar. E, por incrível que pareça, durante a correria do dia-a-dia, não nos damos conta de que estamos constantemente inspirando oxigênio e expirando gás carbônico.

Com toda essa importância, o ar merece cuidados especiais para que o meio ambiente em que vivemos tenha e proporcione uma boa qualidade de vida.

A emissão de gases tóxicos por veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emite gases como monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo.

Mas de onde vêm esses poluentes que contaminam o nosso ar?

Gerados principalmente pela queima dos combustíveis fósseis (usinas elétricas a carvão e automóveis movidos à gasolina e à diesel), os poluentes e elementos tóxicos contaminam o ar que respiramos e ao longo do tempo acabam ocasionando problemas respiratórios e/ou circulatórios.

Abaixo estão alguns deles:

Monóxido de carbono (CO): Gás altamente tóxico produzido pela queima incompleta de hidrocarbonetos, como os combustíveis fósseis, ou pela decomposição parcialmente anaeróbica de matéria orgânica.
Ozônio (O
3): É um composto formado quando o gás de oxigênio é exposto à radiação ultravioleta. Na atmosfera externa (chamada estratosfera), o ozônio protege a Terra contra a radiação excessiva. Na atmosfera inferior (troposfera), forma-se a partir de gases de combustão e, em grandes concentrações, torna-se um poluente atmosférico.
Dióxido de enxofre (SO
2): É formado principalmente pela combustão dos derivados de petróleo e do carvão mineral. Provoca problemas no sistema respiratório e é causa de bronquites e distúrbios graves, como o enfisema pulmonar. No ar, o dióxido de enxofre pode ser transformado em trióxido de enxofre, que, para as vias respiratórias, é ainda mais irritante que o primeiro.
Os vegetais são muito sensíveis aos óxidos de enxofre:
 suas folhas amarelam e, sob altas concentrações de óxidos, chegam a morrer.
Óxidos de nitrogênio:
 O dióxido de nitrogênio (NO2) é o poluente produzido pelas descargas dos motores de automóveis, especialmente os movidos a óleo diesel e gasolina. Os óxido de nitrogênio constituem a névoa seca que se forma sobre grandes cidades, por ação das radiações solares sobre os gases expelidos pelos veículos automotores.
É tóxico para as vias respiratórias, provocando enfisema pulmonar. Reduz a fotossíntese nas plantas e danificada a pintura de carros e outros objetos.
Clorofluorcarbono:
 É o famoso CFC, uma classe de compostos orgânicos que contém carbono, cloro e flúor. O Freon, nome comercial de um clorofluorcarbono, é usado como propelente em aerossóis, compressores de geladeiras, na fabricação de espumas e para a limpeza de placas de circuito de computadores. Os CFCs não são tóxicos, mas estão sendo abolidos porque se acumulam na atmosfera superior, onde a luz solar os transforma em agentes químicos que destroem a camada de ozônio que protege a superfície da terra da radiação ultravioleta do Sol, muito prejudicial aos seres vivos.
Particulados:
 Partículas sólidas ou líquidas finamente divididas no ar ou em uma fonte de emissão. Eles incluem poeira, fumos, nevoeiro, aspersão e cerração. Em geral, são menores do que um mícron de diâmetro, de controle muito difícil, permanecendo no ar durante muito tempo e podendo penetrar profundamente no pulmão humano.

O Ar

Na camada da atmosfera mais próxima de nós encontramos uma mistura de gases que denominamos AR e é essêncial a vida.

O gás mais encontrado é o nitrogênio, sem cheiro e inerte ocupando 78 % do ar. Algumas bactérias existentes nas raízes de algumas plantas conseguem retirá-lo do ar e fixá-lo no solo, aumentando a fertilidade.

O gás oxigênio é ocupa o segundo lugar em quantidade e ele é o responsável pelo processo de respiração e da combustão. Sempre que alguma coisa está pegando fogo, está consumindo oxigênio do ar.

A seguir encontramos o Argônio, gás utilizado dentro de lâmpadas elétricas porquê é inerte e não reage com nada. O gás Carbônico aparece na quarta posição sendo ele o produto final da respiração, da maioria das combustões e o gás utilizado pelas plantas na fotossíntese para produção de matéria orgânica.

Composição do ar atmosférico:

78 % – Gás Nitrogênio
21 % – Gás Oxigênio
0,9 % – Gás Argônio
0,03 % – Gás Carbônico

Poluição e clima

Desde a Revolução Industrial, o homem já jogou milhões de toneladas de gases na atmosfera. Hoje, eles formam um cobertor a 20 quilômetros de altitude que impede o calor do Sol refletido pela Terra de escapar. O resultado é o Efeito Estufa.

A queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo e gás por exemplo) emite toneladas de carbono. A decomposição de lixo a céu aberto e o gado quando pasta liberam metano, o que é prejudicial para a atmosfera.

Milhões de escapamentos de carros, conforme explicado anteriormente, mandam dióxido de carbono e óxido nitroso para o ar. Os desmatamentos, as queimadas, o gás CFC (clorofluorcarbono) usado em geladeiras, espumas plásticas e aerossóis, tudo isso gera conseqüências que se refletem em mudanças severas no clima, derretimento da calota polar, aumento do nível dos oceanos e enchentes devastadoras.

Protocolo de Kyoto é um desdobramento da Convenção sobre Mudanças Mudanças Climáticas da ONU assinada na Rio92. Ele prevê o comprometimento até 2012 da redução de pelo menos 5,2 % das emissões totais de gases que causam o Efeito Estufa por parte dos países desenvolvidos, em relação aos índices de 1990. O documento levou esse nome porque foi assinado na cidade japonesa de Kyoto, em 11 de dezembro de 1997 e seu principal objetivo é estabilizar as concentrações dos gases tóxicos para evitar o aquecimento do planeta e todos seus efeitos no ciclo natural.

Apesar do protocolo já contar com a adesão de mais de 55 países, número mínimo exigido para sua vigência, também é preciso que, entre os países signatários, estejam os responsáveis pela emissão de, no mínimo, 55% do dióxido de carbono (CO2) lançado em 1990 pelos países industrializados. Até agora, a soma das emissões de todos os membros que compõem o acordo atinge apenas 35,8% (veja nesta página o quadro “Emissões Mundiais de Dióxido de Carbono).

Enquanto isso, a Terra vista pelo pioneiro do espaço, o astronauta russo Yuri Gagarin, já não é mais a mesma.

Em 1961, ao se tornar o primeiro homem a ver o planeta do espaço, Yuri proferiu a famosa frase: “A Terra é azul”.

Infelizmente, para a nova geração, como Frank Culbertson, comandante da Estação Espacial Internacional (ISS), o nosso planeta está hoje mais para o cinza, devido à inexorável ação humana. Daqui de cima, vemos áreas desmatadas, sem nenhuma vegetação, nuvens de poluentes do ar e poeiras em áreas antes limpas.

Isso nos mostra que temos de cuidar melhor da Terra daqui para a frente”, diz Culbertson.

Segundo o astronauta, as mudanças na natureza e na cor da Terra são analisadas desde o início da década de 90, quando o projeto da Estação começou.

Mas ele assegura que elas nunca foram tão impressionantes como nessa atual viagem e que são principalmente mais visíveis nos países desenvolvidos.

Atmosfera

A emissão de substância perigosas, a utilização de fontes de energia poluentes e a destruição das florestas têm vindo a degradar a atmosfera terrestre.

Mudanças na sua composição química podem provocar alteração do clima da Terra e afetam qualidade do ar que respiramos.

O Homem e todos os seres vivos não podem existir sem a proteção da atmosfera terrestre, que constituem um invólucro gasoso com o qual se estabelecem relações de interação.

A espessura da atmosfera está avaliada em cerca de duas centenas de quilómetros, mas as suas propriedades físicas e químicas não são verticalmente homogéneas, determinando a sua divisão em três camadas: troposfera, estratosfera e mesosfera com características diferentes.

Apenas a troposfera está em contato com a superfície terrestre e é com ela que todos os seres vivos se relacionam mais diretamente.

Possui uma composição química em que os diferentes contituintes se encontram em concentrações compatíveis com a característica da vida na Terra, o mesmo acontecendo com as suas propriedades físicas: temperatura e pressão.

Apesar da espessura da troposfera ser de 15 quilómetros somente os primeiros cinco possuem a quantidade de oxigénio suficiente para a sobrevivência de todos os seres vivos terrestres, pelo o que é incorreto pensarmos que o ar è irrespirável e ilimitado.

A atribuição da designação troposfera á zona inferior da atmosfera deve-se á permanente mistura de massas de ar que nela ocorrem.

Tal fato não se verifica na estratosfera onde os movimentos verticais de massas de ar têm amplitudes fracas conduzindo á estratificação vertical dessas massas.

Mas, a atmosfera, deverá ser vista como um todo, uma vez que a divisão em camadas é apenas teórica é porque no seu conjunto funciona um poente fino protetor da radiação emitida pelo sol.

Os efeitos para o homem

O caminho de entrada dos poluentes do ar no organismo humano é o sistema respiratório.

Este sistema pode ver-se seriamente afetado em função da concentração de poluentes no ar atmosférico.

O aparelho respiratório perde em parte a função por causa da irritação das vias respiratórias.

Os efeitos na temperatura e no clima

Por outro lado, nas cidades, o provenientes das ruas, em geral, os materiais usados na construção absorvem com mais facilidade a redução de solos e reduzem a velocidade do vento.

Deste modo, água da chuva não é absorvida pelo solo, a não ser que se canalize substancialmente.

Tudo isso produz um aumento de calor a razão pela qual as temperaturas que se registam nas grandes cidades costumam ser superiores ás do campo.

O ar que respiramos

Todas as atividades que contribuem, para a poluição atmosférica.

A indústria e a produção termoeléctrica de bióxido de enxofre responsáveis pelas emissões de óxido de azoto.

Lutar contra a poluição atmosférica é, conhecer melhor a qualidade do ar.

A longa vida dos poluentes

Os poluentes difundem-se pela atmosfera.

A maioria dos (poluentes não permanecem aí durante muito tempo, a não ser que se transformem através de reações químicas que tem origem na estratosfera, ou voltem á superfície da terra através do ciclo correspondente.

Algumas substâncias poluentes ficam dispersas pelo ar em direção á camada superior: a estratosfera.

Nesta zona da atmosfera, as massas de ar só se movimentam no sentido horizontal.

Por tanto, os poluentes podem permanecer nesta camada muito tempo, exclusivamente mais de cem anos.

O ozono observa as radiações ultravioleta do sol: isto faz com que tenham uma função primacial como protetor da vida da terra.

Saúde

poluição atmosférica refere-se à liberação de poluentes no ar que são prejudiciais à saúde humana e ao planeta como um todo.

Sabe-se que a exposição à poluição acelera o envelhecimento por aumentar as substâncias oxidantes no organismo. Mas não é só isso. O monóxido de carbono causa lentidão dos reflexos e sonolência.

O dióxido de nitrogênio pode agravar a asma e reduzir as funções do pulmão. O ozônio também causa inflamação nos pulmões, diminuindo a sua capacidade enquanto os particulados menores (com menos de 1/2.400 de uma polegada) podem se alojar nos alvéolos pulmonares e provocar enfermidades respiratórias e cardiovasculares. Além disso, a poeira pode criar alergias, irritação da vista e da garganta.

O aumento dos gastos relacionados às doenças causadas pela poluição atmosférica incluem desde os custos com medicamentos e tratamentos até a ausência no trabalho.

Tratado de Kyoto

Propõe medidas globais para proteção da atmosfera, tais como incentivos financeiros e garantias a manutenção das áreas florestais (emissão de títulos de valores)

Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br/www.abcdoambiente.com/medlineplus.gov/br.geocities.com/www.niehs.nih.gov/web.rcts.pt/ourworldindata.org/www.infocefet.hpg.ig.com.br/www.nrdc.org

 

 

 

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