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Saco Plástico

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Saco Plástico – O que é

saco de plástico popularmente sacolinha é um objeto utilizado no quotidiano para transportar pequenas quantidades de mercadorias.

Introduzidos nos anos 70, os sacos de plásticos depressa se tornaram muito populares, especialmente através da sua distribuição gratuita nos supermercados e outras lojas.

saco de plástico é uma forma de embalagem de alimentos que consiste em um filme fino de polímero flexível e transparente que adere a si mesmo e aos recipientes de alimentos para formar uma vedação hermética.

plástico mantém os alimentos frescos, protegendo-os do ar e evitando que os alimentos secos absorvam umidade e os alimentos úmidos percam umidade.

Ele também sela os odores para evitar que eles se espalhem para outros alimentos armazenados nas proximidades.

Os plásticos são polímeros artificiais; isto é, consistem em moléculas gigantescas formadas pela combinação de milhares de pequenas moléculas do mesmo tipo em uma longa cadeia.

Essas pequenas moléculas são conhecidas como monômeros, e o processo de combiná-las é conhecido como polimerização. Polímeros naturais incluem substâncias familiares como seda, borracha e algodão.

O primeiro plástico foi feito pelo químico britânico Alexander Parkes em 1862, que produziu uma substância que ele chamou de parkesina de algodão, ácido nítrico, ácido sulfúrico, óleo de mamona e cânfora.

Dois anos depois, nos Estados Unidos, John Wesley Hyatt melhorou este produto e o nomeou celulóide. O celulóide foi um tremendo sucesso e foi usado para fazer muitos produtos diferentes, mas era altamente inflamável.

O primeiro polímero completamente artificial (ao contrário do celulóide, que era um derivado do polímero natural de celulose) foi a baquelite, que foi produzida a partir de fenol e formaldeído pelo químico belga Leo Baekeland em 1908. Muitos outros polímeros foram desenvolvidos durante o século 20, incluindo tais produtos importantes como borracha artificial e fibras artificiais como nylon.

O primeiro plástico usado para embrulho foi o celofane, outro derivado da celulose inventado pelo químico suíço Jacques Brandenberger em 1911.

Tinha a vantagem de ser transparente e foi usado para embalagens já em 1924. O celofane era a forma mais comum de filme plástico feito até 1963, quando foi ultrapassado pelo polietileno.

O polietileno foi descoberto por acidente por pesquisadores da empresa britânica Imperial Chemicals Industries em 1933, quando misturaram benzeno e etileno em alta temperatura e pressão.

O polietileno foi usado pela primeira vez principalmente para material isolante elétrico.

Os Famosos Sacos Plásticos

Saco PlásticoSacos Plásticos

Todo mundo já ouviu falar, e provavelmente na sua casa existem vários deles. Sem contar que é uma peça essencial no estoque de super-mercados, padarias, farmácias, lojinhas de presente, papelarias ou outro estabelecimento onde se vende algo.

Eles estão em todo lugar, e o pior de tudo é ter que admitir que são muito eficientes na hora de juntar o lixo de casa.

Os sacos plásticos, apesar de úteis, causam uma tremenda poluição ao meio ambiente. Isso porque eles são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, ou seja, são difíceis de serem decompostos.

Podem levar cerca de 400 anos para desaparecer completamente.

Além disso, a manufatura do polietileno substância do qual é feito o saco plástico faz-se a partir de combustíveis fósseis, o que acarreta a emissão de gases poluentes.

Mas o maior problema é o destino final que damos a esses saquinhos plásticos.

Eles sempre acabam nos aterros sanitários, ou nos rios e oceanos quando o esgoto é jogado sem tratamento.

Nos aterros sanitários e mesmo lixões a céu aberto, os sacos plásticos dificultam e impedem a decomposição dos materiais orgânicos e/ou biodegradáveis. Além disso, comprometem a capacidade do aterro, deixam o terreno muito impermeável e instável para uma boa adequação dos resíduos.

Já no mar, o saco plástico além de poluir visualmente, e diminuir a qualidade da água, provoca asfixia em animais marinhos.

Baleias, tartarugas e golfinhos podem confundir as sacolas com algas e águas-vivas e acabarem sufocados, o que os certamente leva à morte.

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O caso mais dramático ocorreu em 2002, quando uma baleia-anã apareceu morta na costa da Normandia com cerca de 800 kg de sacos de plástico encravados no estômago.

Alguns lugares do mundo já tomaram suas atitudes para acabar com o uso dos sacos plásticos.

Na Europa, vários países Alemanha e Dinamarca, entre outros já evitam a entrega gratuita de sacos pelos supermercados à clientela. Na Irlanda, por exemplo, há um imposto de 0,22 para cada saco plástico distribuído, o que reduziu em 90% o uso.

E melhor ainda: todo o dinheiro recolhido vai para projetos ambientais.

Alguns supermercados já fazem propaganda do uso de sacolas verdes, isso é, sacolas bio-, fotobio-, oxibiodegradáveis e hidrossolúveis. O custo total pela substituição por esses plásticos mais avançados é quase o mesmo dos convencionais, devido à procura cada vez maior, que vem barateando a novidade. A adoção desses plásticos também traz benefícios com relação a preservação ambiental e marketing verde.

Cada vez mais pesquisas nos surpreendem, e o Brasil ainda não tomou uma atitude sobre isso. Existem infinitas opções para substituir os usuais sacos plásticos que tanto nos trazem problemas.

Cada família brasileira descarta em média 40 kg de plástico por ano.

Mais de 40 países já utilizam as sacolas plásticas oxibiodegradáveis. Estas aceleram a decomposição do material numa velocidade até cem vezes maior (o plástico comum levaria dezenas de anos para se degradar).

Porém a opção tem seus aspectos negativos: o alto custo dos materiais, partículas derivadas de metais pesados que poderiam contaminar os lençóis freáticos.

Ainda assim existem as opções de plásticos degradáveis e biodegradáveis que não causam impacto no meio ambiente, como por exemplo, os plásticos d2w® que já começam a se degradar mesmo ao ar livre e levam de 2 meses a 6 anos para sumir completamente.

Muitas empresas estão adotando essa novidade que pode até ser uma iniciativa de marketing positiva, já que virou moda preservar a natureza.

De qualquer maneira quem ganha com isso somos nós com melhor qualidade de vida e o planeta que vêm sendo tão explorado e poluído, tendo a chance de ser um lugar mais ecologicamente equilibrado.

CONSUMO CONSCIENTE DE SACOLAS PLÁSTICAS

Saco Plástico
Saco Plástico

Aceitar sacolas plásticas em todas as oportunidades acreditando em seu custo zero mascara a realidade do alto custo ambiental coletivo que elas oferecem. As sacolas plásticas foram inventadas em 1862 e criou uma revolução para o comércio por sua praticidade e por ser barata. Apesar de antiga a invenção veio explodir no Brasil a partir da década de 80, no entanto só agora sabemos que elas são um dos grandes vilões do meio ambiente, bem como várias outras coisas que antes utilizávamos sem nenhuma consciência.

saco plástico é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos. Os primeiros plásticos produzidos existem até hoje. No mundo são distribuídas entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. No Brasil, o número gira em torno de 12 bilhões anuais. Cada brasileiro consome cerca de 66 sacolas plásticas por mês.

Os números impressionam e chamam a atenção para este hábito inconsequente na sociedade humana de aceitar o que é de graça e descartável, sem pensar nas consequências pós-consumo desta atitude.

No Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por sacos plásticos, além disso, a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma tonelada de plástico são necessários 1.140 KW/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os dejetos resultantes.

A reciclagem desse material é de difícil mensuração, poucos sacos plásticos são corretamente destinados, estando geralmente misturados a outros resíduos, ficando contaminados e inutilizados para a reciclagem.

O descarte das sacolas plásticas em locais inadequados causa à poluição dos mares por este tipo de lixo.

Sacos plásticos no mar são confundidos por peixes e, principalmente, pelas tartarugas marinhas como águas vivas, um de seus alimentos. Assim ao ingerir os sacos plásticos as tartarugas morrem por obstrução do aparelho digestivo. No Projeto Tamar estão expostos vários cadáveres de tartarugas que morreram desta forma.

Os sacos plásticos também são uma das causas do entupimento da passagem de água em bueiros e córregos, contribuindo para as inundações e retenção de mais lixo. Em aterros e lixões, os plásticos prejudicam a decomposição de matérias biologicamente degradáveis, pois criam camadas impermeáveis que afetam as trocas de líquidos e gases gerados pela decomposição de matéria orgânica, ou seja, se alguma matéria orgânica estiver contida em sacola plástica sofrerá a decomposição anaeróbica produzindo um dos principais gases estufa, o gás metano. Os plásticos ocupam espaços nos aterros provocando a necessidade de abertura de novas áreas para depósitos de resíduos sólidos.

A redução do consumo desnecessário das sacolas plásticas deve ser o primeiro ato. Em seguida a reutilização, ou para novas compras ou como saco de lixo, ou a doação para feirantes ou peixarias.

O importante é o consumo consciente e descarte correto das sacolas plásticas.

Seguem algumas dicas de como começar a gerenciar o uso das sacolas descartáveis:

Utilizar toda a capacidade da sacola tanto nas compras como na hora de reutilizá-la como saco de lixo. Disponha de lixeiras compatíveis com o volume dos sacos que frequentemente adquirimos. Portanto a lixeira do banheiro pode ser pequena para armazenar sacos pequenos, como os sacos transparentes que usamos para por verduras. A lixeira do banheiro deve ser pequena, de no máximo cinco litros, pois o lixo depositado nelas geram mau cheiro com o tempo. As outras lixeiras podem ter entre 13 e 16 litros que é ideal para a maioria das sacolas de supermercado.
Comece a levar uma sacola própria para fazer as compras, seja no supermercado, na venda, quitanda ou feira. Não importa que nela não caibam todas as suas compras, pelo menos uma parte delas vai para a sua casa sem utilizar os sacos,
As famosas “sacolas de feira” são uma grande dica, seja ela de plástico resistente, seja de pano,
Se a quantidade de compras seja muito grande, peça no supermercado caixas de papelão para transportar as compras. Algumas redes de supermercados já oferecem esta opção,
Caso seu supermercado utilize sacolas biodegradáveis, de preferência para estas,
De preferência pelos sacos de papel,
Verifique as datas de validade dos produtos. Você poderá estar levando um produto que irá para o lixo. Além do desperdício de dinheiro você terá utilizado um ou vários saquinhos sem necessidade,
Repensem suas compras. Será que tudo que você está comprando será utilizado ou boa parte irá estragar e ir para o lixo? Você precisa mesmo do que está comprando ou foi a propaganda que lhe disse para comprar? Quanto menos compras, menos sacos serão utilizados,
Não dê nós extremamente apertados na alças das sacolas, pois estes a danificarão quando forem abertas. Geralmente os nós não são desfeitos e o usuário acaba rasgando a sacola,
Tenha um local para guardar as sacolas plásticas, no caso de sua utilização como saco lixo, percebendo o excesso de sacolas, doe a feirantes e peixarias.
Recuse as sacolas plásticas minúsculas que as farmácias pões remédios dentro.
Não descarte seu lixo em qualquer lugar e
Realize a coleta seletiva de lixo.

A intenção de incentivar o consumo consciente de sacolas, a adoção de alternativas como sacolas retornáveis e carrinhos de feira, é demonstrar que esta atitude é apenas o começo de um comportamento ambiental responsável. Recusar sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais sempre que possível, é uma das atitudes incentivadas.

Em todas as suas dimensões o consumo sustentável é a meta coletiva maior a ser alcançada e que começa com pequenas, mas significativas mudanças de atitude no cotidiano de cada pessoa, instituição ou empresa.

A discussão sobre sacolas plásticas traz à luz uma das ações mais comuns do cotidiano da sociedade atual, quando a quantidade do uso, demonstra a magnitude do impacto negativo acumulado que a população humana pode gerar, a partir de hábitos adotados sem reflexão sobre suas consequências ao meio ambiente.

Entre um passado consumista e um futuro ecológico

Saco Plástico
Saco Plástico

Uma frase perdida nos confins da internet relembra: o planeta não é descartável. E mesmo que alguns poucos saibam disso, ou que a ecologia ainda esteja se incorporando às nossas disciplinas básicas, continuamos tratando o planeta como um mero objeto de consumo. Numa época onde a propaganda, as marcas, a moda e as bolsas reinam, isso não poderia ser diferente.

Vivemos num paradigma profundamente interessante: ou paramos e reavaliamos exatamente agora as consequências de nosso modo de vida ou vamos sentir com cada vez mais velocidade e impacto os resultados dessa inconsciência devastadora.

Com a mesma força de furacões, tsunamis, terremotos e vulcões em erupção, nós, a humanidade, também somos capazes de destruições globais.

E a certo ponto é até engraçado pensar que um mínimo saco plástico possa fazer alguma diferença num mundo tão grande e com tanta capacidade de se modificar, mas é assim que é.

Hoje, o pequeno e solitário saco plástico já não está tão só: é parte de uma família talvez mais inumerável que as estrelas do universo.

Basta pensar no poder que as máquinas têm de gerar sacos plásticos por minuto, e comparar com a eternidade o universo leva para preparar suas criações, para ver que fica difícil acompanhar esse ritmo frenético. Para não dizer descontrolado.

Quando se fala em sacos plásticos os números são alarmantes. Para se ter uma ideia da quantidade exorbitante de sacos plásticos produzidos, podemos usar como base o Rio de Janeiro.

Apenas na cidade do Cristo Redentor são usados cerca de 1 bilhão de sacos plásticos por ano. Já seu vizinho São Paulo, produz 210 mil toneladas de plástico filme anualmente.

plástico filme, o preferido dos supermercados, é feito de polietileno de baixa densidade (PEBD), material que já representa cerca de 10% do lixo nacional.

O pequeno saco plástico leva em média 40 anos pra se decompor, e enquanto não chega até seu fim de ciclo, fica causando problemas na superfície da Terra.

Entope bueiros e canteiros nas cidades, polui rios e lagoas, e chega até a ser causa de enchente quando obstrui rios.

saco plástico impede a passagem da água nos vazadouros, o que atrasa a decomposição de dejetos biodegradáveis e atrapalha na compactação dos detritos.

No meio desse panorama nada positivo, surge o saco plástico ecológico, feito a partir do milho, como alternativa menos impactante. Mas apesar de biodegradável, leva cerca de três para se decompor, o plástico ecológico também não é a solução. Derivado do petróleo, ele tem metais pesados em sua composição e produz gases que provocam o efeito estufa.

As tradicionais sacolas de papel voltam a ser valorizadas, apesar de não serem ideais para todos os casos, como comprar grandes ou pesadas. O papel é menos poluidor, leva menos tempo para se decompor e pode ser reciclado.

Mas também tem um porém: a decomposição da celulose produz gases nocivos.

Para ficar mesmo a favor do meio ambiente às vezes é preciso ser radical. Especialistas defendem que a solução ideal é a sacola permanente, feita de pano ou palha ou outros materiais.

O principal atributo dessas bolsas retornáveis, ou ecobags como costumam chamar, é que elas não viram lixo depois de usadas. Pelo contrário, são o próprio exemplo da cultura anti-lixo, vivo e circulando pelas ruas.

Fonte: makaehcult.com(Andrea Mieko)/www.vivaviver.com.br/www.mar.mil.br

 

 

 

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