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Tempo Atmosférico

Compreender e prever os padrões climáticos

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O que é o tempo ?

O tempo é baseado na observação de gases atmosféricos, as suas mudanças de estado e seus movimentos.

Para fazer as previsões, a pressão medida, medição de temperatura, umidade avaliar e estudar o vento.

Como medimos a pressão?

A pressão corresponde a alterações no peso do ar em um determinado local e de altitude.

A pressão é um indicador da mudança dos tempos: abaixo de 1015 hPa, que é uma depressão, o tempo está húmido, acima de 1015 hPa, existe uma anticyclone. O clima é agradável e seco. O peso do ar hecto-pascal (hPa), embora o nível de mercúrio (mmHg) ainda está em dispositivos mecânicos.

O instrumento para medir a pressão atmosférica é o barômetro.

Existem dois tipos de barômetros: o líquido barômetro ou Torricelli barômetro, que é baseado no equilíbrio de forças entre o peso do ar e o mercúrio e barômetro aneróide funciona graças a deformações elásticas ou mais cápsulas, sob a influência de vácuo.

Há também barômetros gravadores que registram em uma folha de pressão muda semanalmente e barômetros eletrônicos memorizar pressões períodos definidos.

Como interpretar as mudanças de pressão a mais do que o valor da pressão atmosférica, as variações de pressão são para ajudar a prever o tempo: a pressão constante é um sinal de bom tempo, de um rápido aumento na pressão após um tempo instável n indica uma melhora temporária, e pressão alta não significa necessariamente que um dia ensolarado, ele dá apenas a tendência de 24 horas.

Como medir a pressão atmosférica?

Para Torricelli e aneróide barômetros, aumentar a pressão uma vez por dia, sempre ao mesmo tempo para analisar a evolução.

Para calibrar o barômetro, ligue para o clima do concelho, o prefeito de sua cidade ou do aeroporto mais próximo: eles vão te dar a pressão atmosférica exata.

Se você tem um barômetro aneróide, criado usando uma pequena chave de fenda: gire o parafuso na parte de trás de seu instrumento até que o ponteiro indique o valor desejado. Finalmente, bata suavemente o vidro do instrumento.

Se você tem um barômetro Torricelli, colocá-lo e esperar até que o mercúrio sobe. Em seguida, deslizar o tubo capilar até ao mercúrio indica o valor do dia.

Pressão e altitude

Altitude influencia fortemente a pressão atmosférica a cada 8 metros, a pressão aumenta em 1 millibar. Se você sabe que a pressão atmosférica em relação ao nível do mar, é possível calcular com precisão a pressão por qualquer altitude.

Verificar o bom funcionamento do barômetro

Para verificar se o barômetro funciona, colocá-lo em um saco plástico transparente eo saco de inflar como um balão com um pouco de compressão, você vai achar que a agulha se move, a prova de que o seu barômetro funciona. Se a agulha não se move, é necessário re-calibração.

Como a temperatura medida?

Depende da exposição à radiação solar, resultando mudanças de estado das massas e massas de água do ar. A unidade oficial de medição é o grau Celsius ao nível do mar, a O ° C, o gelo derrete e 100 ° C, a água ferve.

Existem três instrumentos termômetro para medir a temperatura, que mede a temperatura no tempo t, a termografia que dá uma curva de evolução da temperatura e do calor mínimo e máximo que avalia a amplitude térmica.

Existem três tipos de termômetros: líquido, a agulha termômetro operado por uma mola e termômetro eletrônico usando as propriedades elétricas dos metais e para elevar a temperatura simultaneamente em lugares diferentes.

Termômetro, calibrado na fábrica, não requer nenhum ajuste. Para medir a temperatura, a instalar na grama, em 1,50 m acima do solo, a cobertura branca, bem ventilado, com uma abertura para o norte.

Como medir a umidade?

Esta é a quantidade de água contida no ar. Ela é expressa em porcentagem de umidade. Acima de 60%, o ar está muito húmido, inferior a 40%, o ar está muito seco.

A humidade do ar é medido utilizando um higrômetro. A maioria higrômetros baseiam-se na ação de dois metais higroscópicos que se expandem ou encolher sob a influência da humidade. Os hygrometers mais precisos são aqueles que trabalham com o cabelo natural ou sintética. O higrômetro é um instrumento que requer ajustes regulares. Para calibrar, embrulhe em um pano úmido (embebido em água quente e escorra bem), e aguarde 30 minutos. Em seguida, usando uma pequena chave de fenda, empurre a guia no suporte de metal na parte de trás do instrumento e ajustar a agulha para 95%. Para assegurar o bom funcionamento do seu higrômetro, evite armazenar perto de uma fonte de fonte de calor ou água.

Como estudar o vento?

Vento é o movimento horizontal de ar resultante da distribuição da pressão atmosférica à superfície da Terra. O vento é caracterizado pela sua velocidade e direção. Medição Oficial unidade da velocidade do vento é o metro por segundo, mas a sua avaliação km por hora é mais revelador. Marinha expressa a velocidade do vento em nós e usar a escala Beaufort.

Velocidade do vento é medida com um anemômetro: a ligada a um eixo tacômetro mostra o caminho percorrido pelo vento em um determinado momento.

Quanto à direção do vento é indicada pelo vento: o cata-vento é uma placa de metal, girando em torno de um eixo vertical indica a direção de onde o vento vem.

Como medir a velocidade ea direção do vento?

Para evitar o vento encontros obstáculos, instalar instrumentos no telhado de sua casa.

E você?

A auto-sincronização

Quando um dispositivo é controlado por rádio, isso significa que ele é sincronizado automaticamente pelo transmissor de rádio freqüência, em Frankfurt.

Este emissor é conectado a um relógio atômico. Assim, o tempo é sempre preciso ao milésimo de segundo. A mudança de horário no verão e no inverno também é feito automaticamente.

Fonte: www.natureetdecouvertes.com

Tempo Atmosférico

CLIMA E TEMPO

CLIMA

Conjunto de condições meteorológicos (temperatura, precipitação, vento, umidade, pressão do ar) típicas do estado médio da atmosfera num determinado ponto da superfície terrestre.

TEMPO

É o estado momentâneo da atmosfera em um determinado local.

Para determiná-lo, faz-se a constatação dos fenômenos atmosféricos ou elementos do clima: temperatura, pressão, vento, umidade e precipitações (como chuva, granizo e neve). Como esses fenômenos variam frequentemente, até num mesmo dia, o tempo também varia constantemente

Fonte: es-mx.livemocha.com

Tempo Atmosférico

“Nada escapa à influência do tempo. A meteorologia – a ciência da atmosfera terrestre – tem, portanto, uma importância que é vital para todos. Ter ou não conhecimentos sobre meteorologia, saber ou não servir-se dela pode significar a diferença que vai da vida à morte, da prosperidade à miséria. Os países no caminho do desenvolvimento são os que mais a necessitam, porque têm de fazer, em poucos anos, as transformações efetuadas em outros países ao longo de décadas”. Organização Meteorológica Mundial – OMM

PARA ENTENDER O QUE É UMA FRENTE FRIA, É BOM SABER:

I. TEMPO ATMOSFÉRICO

É o estado momentâneo da atmosfera em um determinado local.

Para determiná-lo, faz-se a constatação dos fenômenos atmosféricos ou elementos do clima: temperatura, pressão, vento, umidade e precipitações (como chuva, granizo e neve). Como esses fenômenos variam freqüentemente, até num mesmo dia, o tempo também varia constantemente.

É correto utilizar a expressão “Tempo Bom”?

Apesar de muito comum, é imprecisa, relativa.

O correto é utilizar: quente, frio, úmido, seco, chuvoso, ventoso, nublado.

II. CLIMA

É o conjunto de variações do tempo atmosférico de uma área específica. Para determinar o clima de um local é necessário analisar o comportamento dos fenômenos atmosféricos dessa área por um longo período (aproximadamente 30 anos), para se constatar os períodos de chuva, sua quantidade, os meses mais quentes, mais frios, etc., que se repetem mais ou menos, ano a ano.

III. FORMAÇÃO DOS VENTOS

Os ventos, deslocamentos do ar atmosférico, surgem com o movimento de algumas partes da atmosfera. Eles geralmente são ocasionados pelas diferenças da pressão atmosférica, decorrentes de alterações da temperatura.

Veja abaixo um esquema simplificado do que ocorre:

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Tempo Atmosférico

IV. MASSAS DE AR ou SISTEMAS ATMOSFÉRICOS

Segundo o geógrafo G. Trewartha as massas de ar são “uma porção extensa e espessa da atmosfera, cuja temperatura e umidade são aproximadamente homogêneas”.

As massas de ar podem se movimentar de maneira semelhante à dos ventos, em geral de locais mais frios para os mais quentes, ou ainda de locais com maior pressão para os de pressão mais baixa.

O ar que compõe a atmosfera está em constante movimento em virtude das diferenças de pressão. Apesar de suas variações, pode-se, em geral, delimitar algumas áreas com predominância de altas pressões e outras onde predominam as baixas pressões, que inclusive vão determinar a circulação geral da atmosfera.

É no interior dessa circulação geral que se estabelece a dinâmica das massas de ar, grandes responsáveis pela determinação dos diferentes tipos climáticos.

O que é uma massa de ar?

É uma grande porção da atmosfera, com milhares de quilômetros quadrados de extensão.

Quando se forma?

Quando um grande volume de ar permanece em repouso ou se move lentamente sobre superfícies continentais ou oceânicas.

Regiões de origem?

Local onde a massa de ar se forma e adquire as características de temperatura, pressão e umidade, que serão praticamente as mesmas em toda a sua extensão.

Como se deslocam?

Principalmente em função das diferenças de pressão atmosférica e do movimento de rotação da Terra.

Por que as massas de ar se deslocam de uma área para outra da superfície terrestre?

A energia solar é uma verdadeira “máquina climática”: aquece a Terra e a atmosfera e provoca a evaporação da água dos oceanos, rios, lagos e mares.

Calcula-se que no Golfo do México, num dia de verão, a energia calorífica do Sol provoque a evaporação de 2.300.000 litros de água por hora. Ela é também responsável pelo movimento das massas de ar (vento). Sendo assim, é correto afirmar que a “energia solar é o motor de toda a circulação atmosférica de nosso planeta”.

Entre a zona intertropical e a zona de média e de alta latitude, ocorrem trocas térmicas. O ar quente das zonas tropicais chega até os pólos e o ar frio destes alcança as zonas tropicais e a região equatorial, mas, em ambos os casos, as qualidades de origem das massas de ar chegam alteradas.

Os movimentos do ar (massas de ar e ventos resultam da distribuição desigual de energia solar nas zonas de baixas, médias e altas latitudes. A diferença de temperatura do ar atmosférico exerce uma função muito importante na formação de áreas de baixa e alta pressão atmosférica e, conseqüentemente, no movimento das massas de ar e dos ventos, pois os deslocamentos do ar ocorrem de uma área de alta pressão (baixa temperatura) para uma área de baixa pressão (temperatura alta).

O ar aquecido das zonas de baixas latitudes próximas ao equador se expande, torna-se leve e sobe (ascende), criando uma área de baixa pressão ou ciclonal.

O ar mais frio e denso das áreas de médias e altas latitudes, desce, fazendo surgir uma área de alta pressão. Uma vez que há tendência das massas de ar igualar essas pressões, estabelece-se, assim, uma dinâmica atmosférica, ou seja, uma circulação geral de ar quente entre os trópicos e os pólos passando pelas zonas de médias latitudes.

As áreas frias ou de alta pressão, como as polares, e as subtropicais ou de latitudes médias são dispersoras de massas de ar e ventos e recebem o nome de áreas anticiclonais.

As áreas quentes ou de baixa pressão atmosférica (de baixa latitude), como as equatoriais, são receptoras de massas de ar e ventos e recebem o nome de áreas ciclonais.

V. AS FRENTES

Ao se deslocarem, as massas de ar se encontram.

Nesse contato, elas não se misturam: uma empurra a outra, de tal forma que aquela que avança com mais intensidade faz com que a outra retroceda, impondo a ela suas características, o seu tipo de tempo.

A zona de contato entre duas massas de ar diferentes recebe o nome de frente ou superfície frontal.

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Massas de ar
Observe na figura o ponto de contato da massa de ar com o restante da atmosfera que a cerca chama-se FRENTE

Quando a massa de ar frio avança, fazendo o ar quente recuar, trata-se de uma frente fria. Como a massa de ar frio é mais densa, pois o ar frio é mais pesado, ela obriga o ar quente a subir, provocando a formação de nuvens.

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Frente Fria
Fonte: A atmosfera e a previsão do tempo. 1979

A passagem da frente fria provoca queda de temperatura, pois o ar aquecido é deslocado, e, em seu lugar, fica o ar mais frio. À medida que o ar se esfria, diminui a sua capacidade de conter vapor de água, ou seja, diminui o ponto de saturação.

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Ponto de Saturação

Diminuindo o ponto de saturação da atmosfera, ocorrem as precipitações, como por exemplo, as chuvas.

Quanto às chuvas, as frentes frias rápidas provocam precipitação do tipo pancadas, enquanto as frentes frias lentas provocam precipitação de caráter contínuo.

Nos mapas as frentes frias são representadas por uma linha preta com pequenos “picos“. (veja legenda do gráfico abaixo).

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Formação de Frente Fria

Por outro lado, temos uma frente quente quando o ar quente avança sobre o ar frio. Este recua a baixa altitude, pois é mais pesado, enquanto o ar quente, mais leve, sobe uma espécie de rampa deixada pelo ar frio.

A área de frente quente é mais extensa, e sua passagem, além de provocar aumento de temperatura, ocasiona intensa nebulosidade. Nos mapas, as frentes quentes são representadas por uma linha preta com semicírculos.

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Frente Quente

SAIBA UM POUCO MAIS

1. FRENTE FRIA E MASSA DE AR FRIO SÃO SINÔNIMOS?

Não. Jamais confunda uma frente fria com uma massa de ar frio. Uma massa de ar tráz consigo as características de sua região de origem; caso tenha se formado nos pólos ela poderá ser bastante fria; se nos trópicos, bastante quente. Uma frente fria é uma faixa de transição que separa duas massas de ar com características meteorológicas diferentes, sendo geralmente acompanhada de chuvas e trovoadas.

2. VÁRIAS VEZES NA TELEVISÃO INFORMARAM QUE HAVIA PASSADO UMA FRENTE FRIA, PORÉM, EU NÃO SENTI FRIO!

Está é uma situação bastante normal. Se porventura a temperatura máxima de um determinado dia for de 35º C e estiver prevista a passagem de uma frente fria, isto não quer dizer, necessariamente, que você vai sentir frio após a passagem da frente. Significa que vai chover no seu bairro ou sobre alguma cidade vizinha, mas a temperatura poderá cair apenas 5º C, ficando, portanto, a máxima do dia seguinte com 30º C; o que refrescará um pouco, porém o tempo ainda permanecerá bastante quente.

3. QUAL A LARGURA QUE COSTUMA TER ESTA FAIXA DE TRANSIÇÃO QUE SEPARA DUAS MASSAS DE AR, CHAMADA DE FRENTE?

Normalmente esta faixa ou zona frontal, cheia de nuvens, chuvas, ventos e trovoadas, costuma ter, em superfície, uma largura de cerca de 100 km. A nebulosidade associada a ela pode ter cerca de 300 km de largura; porém, em certos pontos da América do Sul, não raro, um sistema frontal, com seu complexo de nebulosidade e chuvas, é tão extenso que pode atravessar do Oceano Pacífico ao Atlântico e pode ter uma largura que cubra os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná, simultaneamente.

4. O QUE ACONTECE APÓS A PASSAGEM DE UMA FRENTE FRIA?

Depois da passagem da frente fria, o clima se torna mais ameno, e a pressão atmosférica cai mais lentamente. O céu brilha um pouco enquanto espessos nimbos-estratos dão lugar a estratos-cúmulos. Em breve, o céu pode se abrir inteiramente. Mas a bonança dura pouco. Densos cúmulos avisam que uma frente fria está chegando, na qual o ar polar frio avança rispidamente abaixo do ar tropical úmido e quente. A frente fria declina de forma muito mais abrupta do que a frente quente, e fortes correntes de ar ascendentes podem dar início a violentas tempestades. Enormes cúmulos-nimbos podem se formar ao longo de toda a frente, trazendo chuva pesada e até tormentas em sua passagem. Mas, embora as tempestades possam ser intensas, elas terminam em mais ou menos uma hora.

Enquanto a frente se afasta, o ar se torna mais frio e logo as nuvens se dispersam, deixando apenas alguns cúmulos.

5. O encontro das massas de ar e a formação de uma depressão

Os diagramas mostram a seqüência no hemisfério norte; quanto ao sul, segure um espelho acima de cada quadro.

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1. As depressões começam com uma saliência na frente polar, onde o ar polar e o tropical se encontram.

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2. Torcidas pelo efeito Coriolis, as duas massas de ar giram em torno de uma área de baixa pressão que se aprofunda.

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3. A torção da frente desenvolve dois braços – a frente quente e a frente fria – e se move lentamente para leste.

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4. Finalmente, a frente fria alcança a frente quente, erguendo-a do chão para criar uma frente “oclusa”.

6. A vida de uma depressão

Muitas depressões atmosféricas nascem sobre o mar. Ali, massas de ar tropical quentes e úmidas e massas de ar polar frias e secas colidem junto a uma linha imaginária chamada “frente polar”. A depressão começa quando o ar tropical se avoluma na direção do pólo. À medida que a massa de ar tropical se eleva acima da massa polar, vai criando uma área de baixa pressão na crista da saliência. O ar polar avança com rapidez para substituir o ar quente que sobe. Logo depois, ventos começam a formar espirais em torno do centro de baixa pressão, enquanto as fendas frias se aquecem. A depressão se aprofunda e a frente polar começa a desenvolver uma nítida torção. Numa das pontas, o ar quente continua a mover-se lentamente para a frente sobre o ar frio numa inclinação gradual (a frente quente). Na outra, o ar frio avança sob o ar quente (a frente fria). A depressão se aprofunda e é lentamente carregada para leste por ventos fortes na atmosfera superior.

Fonte: antigo.rainhadapaz.com.br

Tempo Atmosférico

ATMOSFERA: TEMPO E CLIMA

As camadas da atmosfera

Atmosfera é a camada de gases que envolve a Terra. Dela faz parte o ar que respiramos e sem o qual não podemos sobreviver. Além de partículas de poeira e vapor de água, a atmosfera contém oxigênio, gás carbônico e outros gases. Com pouco mais de 800 km de altitude, a atmosfera é formada por várias camadas.

As mais importantes são:

Troposfera. Atinge cerca de 12 a 18 km de altitude acima da superfície terrestre. É a camada mais importante, onde ocorrem os fenômenos meteorológicos que interferem no ambiente terrestre: chuvas, umidade, ventos, nuvens, etc.

Estratosfera. Com altitudes de 12 a 80 km acima da superfície terrestre, contém a camada de ozônio, que filtra os raios ultravioleta do Sol. Se esses raios atingissem a Terra diretamente, aqui não haveria vida.

Ionosfera. Estende-se mais ou menos de 80 a 320 km de altitude. Reflete as ondas radiofônicas e as devolve para a superfície, garantindo a transmissão de rádio entre áreas distantes do planeta.

Tempo e clima

As precipitações (chuva, neve, garoa, granizo), os ventos, as temperaturas, a umidade e a pressão do são responsáveis por dois fatores muito importantes para a vida humana: o tempo e o clima.

Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento.

O tempo muda constantemente: num mesmo dia pode fazer calor de manhã, chover e esfriar à tarde, ou seja, podem ocorrer vários tipos de tempo.

Clima é o conjunto de variações do tempo de um determinado lugar da superfície terrestre. Para conhecer o clima de um lugar é preciso estudar, durante anos seguidos, o comportamento dos elementos que constituem o tempo.

As estações meteorológicas registram diariamente as variações atmosféricas. A meteorologia estuda o tempo atmosférico (as chuvas, as temperaturas, as precipitações, etc.) com o objetivo de conhecer e prever o tempo.

Fenômenos atmosféricos

Os fenômenos atmosféricos constituem o tempo atmosférico e permitem definir os tipos de clima da Terra.

São eles:

Temperatura do ar. Os raios do Sol são responsáveis pelas temperaturas na Terra. Uma parte deles é absorvida pelos continentes e oceanos; a outra é refletida e volta para a atmosfera. A atmosfera funciona como uma capa de proteção: sem ela os dias seriam bem mais quentes e as noites bem mais frias.

A temperatura do ar é medida pelo termômetro. No Brasil, usamos a escala Celsius (°C).Nessa escala, 0°C representa o congelamento da água, e 100°C, o ponto de fervura. A distância entre esses dois pontos é dividida em cem partes iguais, que recebem o nome de graus Celsius.

Pressão atmosférica. Em 1643, o cientista italiano Torricelli constatou que a atmosfera exerce força ou peso sobre uma superfície. Ou seja, a pressão atmosférica é o peso do ar. A pressão do ar é medida pelo barômetro. A unidade que mede a pressão atmosférica é o milibar (mb). Ao nível do mar, a pressão média da atmosfera é de cerca de 1.000 milibares (1.000 mb). Acima de 1.000 mb, a pressão atmosférica é considerada alta e abaixo dessa medida é considerada baixa.

Vento. O vento é o ar em movimento, é o deslocamento contínuo do ar na superfície terrestre. O ar mais comprimido (com maior pressão) de uma área desloca-se em direção às áreas onde o ar está menos comprimido (com menor pressão). Assim é mantido o equilíbrio do ar na Terra.

Umidade do ar. A água, sob a forma de vapor ou de gotículas, está sempre presente na atmosfera. Você percebe isso observando o orvalho que cobre a vegetação de manhã, em dias frios.

O ar tem capacidade de conter um certo volume de vapor de água. Quando esse limite é atingido, o ar fica saturado, “cheio”. Se a temperatura do ar diminui. O excesso de vapor que esse ar contém se condensa, isto é, passa para o estado líquido. A condensação do vapor de água dá origem ao orvalho e a outras formas de precipitação, como neve, granizo e chuva.

Nuvens e nevoeiros. As nuvens e os nevoeiros são formados basicamente por gotículas de água mais leves que o ar. Quando a condensação ocorre bem acima do solo, temos as nuvens. Quando ocorre perto do solo, forma-se o nevoeiro ou neblina. Dependendo da altitude em que se encontram, podemos identificar nuvens baixas, médias e altas.

Precipitações atmosféricas. Resultam do acúmulo de minúsculas gotas de água ou de gelo das nuvens que, ao adquirirem maior peso, acabam caindo. Quando a precipitação ocorre de forma líquida, temos as chuvas; quando ocorre de forma sólida, temos a neve e o granizo. A chuva é a precipitação atmosférica mais comum e a mais importante para as sociedades humanas, principalmente para a agricultura e o abastecimento de água.

A neve é uma precipitação sólida. São minúsculos cristais de gelo que caem das nuvens quando a temperatura está abaixo de 0°C.

O granizo, conhecido como “chuva de pedra”, é uma precipitação sólida que geralmente ocorre durante temporais. Consiste na queda de “pedras de gelo” que em geral têm cerca de 6 mm de diâmetro e podem causar prejuízos à agricultura.

O orvalho é a condensação do vapor de água atmosférico sobre a superfície terrestre. Ocorre quando as gotas de água se condensam sobre o solo durante as madrugadas frias.

A geada é a solidificação do orvalho. Ocorre em madrugadas muito frias, quando as gotas de água do orvalho se resfriam a menos de 0°C. A geada é prejudicial à agricultura, pois “queima” as folhas das plantas e pode destruir as plantações.

Massas de ar e frentes

Em cada parte do planeta, o ar tende a apresentar, em extensas áreas, as mesmas características de temperatura, pressão e umidade. Esses gigantescos volumes de ar com características em comum são as massas de ar.

Conforme a latitude em que se localizam, as massas de ar podem ser frias (nos pólos e nas zonas temperadas) ou quentes (nas zonas equatoriais e tropicais). As massas de ar que se formam sobre continentes em geral são secas; as que se originam sobre oceanos são úmidas.

Nas áreas de transição entre massas de ar diferentes, formam-se as frentes. Quando uma massa de ar fria provoca o recuo de uma massa de ar quente, forma-se uma frente fria (as temperaturas abaixam). Quando uma massa de ar quente provoca o recuo de uma massa fria, forma-se uma frente quente (as temperaturas se elevam).

Na faixa de contato entre massas de ar quentes e frias ocorrem grandes mudanças na atmosfera e bruscas alterações no tempo. O estudo das frentes é muito importante para compreender as mudanças do tempo atmosférico e os climas da superfície terrestre.

Fonte: pzaj.files.wordpress.com

Tempo Atmosférico

O que é tempo e clima ?

Tempo: É o estado momentâneo da atmosfera em um determinado local.

Para determiná-lo, faz-se a constatação dos fenômenos atmosféricos ou elementos do clima: temperatura, pressão, vento, umidade e precipitações (como chuva, granizo e neve). Como esses fenômenos variam freqüentemente, até num mesmo dia, o tempo também varia constantemente.

Clima: O clima é a observação de um local e a presença de chuva, vento e outros elementos do tempo meteorológico durante uma época.

Elementos do Clima: São grandezas meteorológicas que variam no tempo e no espaço e comunicam, ao meio atmosférico. Suas características e propriedades peculiares são temperatura, umidade, chuva, vento, nebulosidade, pressão atmosférica, radiação solar etc.

Temperatura: define- se como o grau de aquecimento de um corpo (no caso do clima, do ar atmosférico) Mede- se com um termômetro e expressa – se em ºC.

A temperatura média diurna é um indicador climático e obtém- se somando os valores das temperaturas regist r adas ao longo do dia e dividindo pelo número de registros. A temperatura média anual é também um indicador climático e obtém- se s omando os valores das temperaturas médias mensais registr adas ao longo do ano e dividindo pelo número de meses. Outro indicador climático é a amplitude térmica que se obtém subtraindo os valores da temperatura mínima à temperatura máxima.

A insolação é a quantidade de energia solar que atinge uma unidade de área da Terra, ou seja, o número de horas de sol descoberto acima do horizonte, varia conforme a região. Exprime-se em horas por dia, mês ou ano. Assim, podemos concluir que quanto for a duração da insolação, maior será a quantidade de energia recebida à superfície terrestre).

Aumidade é a quantidade de vapor de água existente na atmosfera, expressa-se em percentagem.

A Precipitação é a quantidade água que cai na superfície da Terra no estado sólido e líquido. Mede-se com um instrumento chamado pluviômetro e expressa-se em mm. A precipitação pode ocorrer na forma líquida (chuva) ou na forma sólida (neve, granizo e saraiva)

Como varia a precipitação?

A precipitação varia com a altitude, chove mais nos pontos mais elevados e nas encostas expostas aos ventos húmidos.

A precipitação varia com a latitude; as regiões próximas do Equador são mais chuvosas, diminuindo a precipitação à medida que nos aproximamos dos trópicos.

As regiões polares têm precipitações escassas

A precipitação varia com a proximidade do mar; as regiões mais próximas do litoral têm maior humidade e maior precipitação.

Como se forma a precipitação?

Para que ocorra precipitação são necessárias condições atmosféricas muito específicas. Deste modo, a precipitação produz-se quando, ao elevar-se, o ar arrefece muito rapidamente para valores inferiores aos do ponto de condensação, conduzindo à formação de nuvens. Existem três tipos de chuva quanto ao processo de formação.

As chuvas convectivas são produzidas pela ascensão do ar fortemente aquecido, originando nuvens de grande desenvolvimento vertical. Chuva breve e abundante na forma de aguaceiros.

As chuvas orográficas também chamadas chuvas de relevo, formam-se devido à ascensão do ar ao longo dasvertentes das montanhas expostas aos ventos úmidos. Nas vertentes opostas a chuva é muito escassa.

As chuvas frontais formam-se pela ascensão do ar úmido em regiões de baixas pressões para onde convergem as massas de ar frio e quente.

A pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre a superfície da Terra. Mede-se com um instrumento chamado barômetro e expressa-se em mb (milibares) ou Hp (Hectopascais)e varia em sentido inverso ao da altitude, temperatura.

O valor normal da pressão atmosférica é de1013 mb ou 1013 hp.

No entanto o valor da pressão varia por influência de dois fatores principais:

A temperatura

A altitude

A temperatura constitui um dos principais fatores de variação da pressão atmosférica. Quando o ar arrefece (fica frio), a pressão atmosférica é mais elevada.

Quando a temperatura aumenta, a pressão atmosférica é menor (o ar quente é mais leve e sobe, diminuindo a pressão; o ar frio é mais pesado e desce, aumentando a pressão).

A pressão atmosférica também varia com a altitude (a pressão diminui com a altitude pois diminui a coluna de ar atmosférico sobre um lugar). Assim, quando a altitude é baixa, a pressão do ar é elevada. Por outro lado, quando a altitude é elevada, a pressão atmosférica é mais baixa. Por isto, costuma-se dizer que na montanha o ar é mais “rarefeito” ou mais “leve”(densidade é menor).

Vento – É o ar em movimento. Movimento da massa de arcom uma determinada direção e intensidade.

O ar movimenta-se devido às diferenças de temperatura ou de pressão. O deslocamento do ar é sempre de áreas mais quentes, ou de regiões de altas pressões para as de baixa pressão. Sabemos que a superfície terrestre não recebe a mesma quantidade de calor. As regiões onde o ar faz movimento ascendente são denominadas de zonas de baixa pressão e nas regiões onde temos movimentos descendente são chamadas de zonas de altas pressão.São os ventos que transportam de um lado para o outro massas de ar diferentes, que podem deixar calor por onde passam ou frio. Quando duas massas de ar muito distintas confluem uma com a outra pode dar-se origem a umfuracão ou tufão.

Fonte: www.colegiosolido.com.br

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