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Coleta Seletiva

 

A coleta seletiva de lixo na área industrial é uma atividade educativa realizada junto aos colaboradores da Gerdau Açominas e que transcende aos limites da usina, chegando até a comunidade através das famílias e com a participação das escolas locais.

É usado o conceito dos 4Rs: reduzir, reutilizar, reciclar e repensar. Assim, é necessário consumir menos, evitar desperdícios, utilizar melhor os materiais e adotar nova postura em relação aos resíduos sólidos.

Os resíduos recicláveis gerados nas áreas administrativas e operacionais da Gerdau Açominas são encaminhados para uma unidade de segregação interna onde o material aproveitável é enfardado para comercialização com empresas especializadas, gerando um mínimo de materiais não aproveitáveis. Campanhas educativas são permanentemente atualizadas, levando os colaboradores a atuarem como catalisadores do processo em seu ambiente de trabalho e em suas casas.

O conceito de coleta seletiva de lixo também é trabalhado nas escolas da região. O programa Coleta Seletiva de Lixo Escolar é uma ação educativa que busca despertar uma consciência ambiental.

A proposta de se trabalhar o tema de coleta de lixo nas escolas é capacitar os alunos para:

Observar e analisar fatos e situações do ponto de vista ambiental, de modo crítico, reconhecendo a necessidade e as oportunidades de atuar para garantir um meio ambiente saudável e uma boa qualidade de vida;

Compreender a realidade e buscar soluções nas questões sociais;

Modificar atitudes pessoais, adotando posturas na escola, em casa e na comunidade;

Conscientizá-los sobre o problema do lixo, nas formas de coleta e destino, na reciclagem, nos comportamentos responsáveis de produção na escola, em casa e em todo lugar em comum.

Fonte: www.gerdau.com.br

Coleta Seletiva

Coleta Seletiva é o processo de separação e recolhimento dos resíduos conforme sua constituição: orgânico, reciclável e rejeito.

Para se proceder à Coleta Seletiva, é essencial que o material seja separado e acondicionado.

Os vasilhames (vidro, lata e plástico) devem ser enxaguados após o uso. Assim, evita-se o surgimento de cheiro e o aparecimento de animais, aumentando o valor de revenda.

Os papéis deverão estar secos e de preferência não amassados, pois ocupam menos espaço e têm mais valor.

As latas, além de limpas, deverão ter as tampas pressionadas para dentro e os materiais cortantes, como vidro quebrado e outros, devem ser embalados em papéis grossos (jornais, por exemplo) para evitar acidentes.

Este sistema de separação traz mais vantagens para o processo da reciclagem pois:

Melhora a qualidade dos materiais, evitando-se a mistura de componentes diferentes no lixo que podem tornar muitos materiais potencialmente recicláveis inúteis, aí sim irão virar lixo pela atitude mal pensada do gerador;

Facilita o controle de impactos ambientais;

Gera uma menor quantidade de rejeitos;

Necessita de menor área de instalação das usinas;

Proporciona menos gastos com esta instalação e com os equipamentos de separação, lavagem e secagem.

Benefícios

A reciclagem gera benefícios nos seguintes aspectos:

Sanitários

Contribui decisivamente para a melhoria da saúde pública

Ambientais

Evita a poluição do ambiente (água, ar e solos) provocada pelo lixo;
Aumenta a vida útil dos aterros sanitários, pois diminui a quantidade de resíduos a serem dispostos;
Diminui a exploração de recursos naturais, muitos não renováveis como o petróleo;
Reduz o consumo de energia;
É um grande passo para a conscientização de inúmeros outros problemas ecológicos

Econômicos

Representa uma grande atividade econômica indireta, tanto pela economia de recursos naturais quanto pela diminuição dos gastos com tratamento de doenças, controle da poluição ambiental e remediação de áreas degradadas e uso de espaços de reserva;
É também uma atividade econômica direta pela valorização, venda e processamento industrial de produtos descartados. - Diminui os gastos com a limpeza urbana;
Gera empregos para a população não qualificada;
Estimula a concorrência, uma vez que produtos fabricados a partir dos recicláveis são comercializados em paralelo àqueles feitos a partir de matérias-primas virgens;
Melhora a produção de compostos orgânicos, a partir da reciclagem de resíduos orgânicos (compostagem).

Sociais

A reciclagem garante ganhos sociais imensuráveis.

Por exemplo: Tem-se a geração de empregos diretos, a possibilidade de união e organização da força trabalhista mais desprestigiada e marginalizada (em cooperativas de reciclagem) e a oportunidade de incentivar a mobilização comunitária para o exercício da cidadania, em busca de solução de seus próprios problemas.

Contribui para a diminuição da marginalidade, pois auxilia a retirada das pessoas dos lixões, e para a melhoria da qualidade de vida

Educacionais

As atividades de reciclagem, quer industrial ou artesanal, bem como as centrais de triagem ou usinas de compostagem, têm fortes vínculos com a formação e educação ambientais de crianças, jovens e adultos. Essas instalações, além de serem unidades de tratamento do lixo, podem funcionar como grande laboratório de ciências para que professores e alunos tenham aulas práticas e discorram sobre as várias áreas e atividades relacionadas com a reciclagem do lixo urbano;
Mobilização e participação comunitária;

Educação Ambiental

Dá oportunidade aos cidadãos de preservarem a natureza de uma forma concreta. Assim, as pessoas se sentem mais responsáveis pelo lixo que geram.

Políticos e Institucionais

Um programa institucional (em nível nacional) seria um importante mecanismo para mobilizar as comunidades, criar parcerias com o poder público e ressaltar a participação indispensável do cidadão no sucesso e alcance dos objetivos do processo, além de destacar seus vários benefícios para a coletividade.

Fonte: www.tre-rn.gov.br

Coleta Seletiva

A coleta seletiva de lixo é separação dos materiais recicláveis do restante do lixo.

Os principais materiais recicláveis são os papéis, vidros, plásticos e metais. A coleta seletiva do lixo começa na nossa própria casa, onde devemos separar os materiais recicláveis do restante do lixo e entregar nos postos de coleta mais próximos de nossas casas. Existem outras formas de colaborar, como por exemplo, reutilizando materiais que antes eram jogados no lixo, como garrafas e latas de refrigerante que podem ser pintadas e utilizadas como objetos de decoração.

Além de reduzir a poluição ambiental contribuindo para a saúde da população, a coleta seletiva de lixo, bem como a redução do lixo gerado por cada residência é uma lição de cidadania.

A Faber-Castell faz a sua parte e possui em sua fábrica na cidade de São Carlos a estação de tratamento de resíduos que separa o lixo reciclável do lixo industrial. Os lixos recicláveis são reaproveitados por outras empresas, cerca de 7 toneladas de plástico são enviados para empresas de reciclagem e até as cinzas são vendidas como adubo para fazendeiros da região.

O lixo que não pode ser reciclado é encaminhado para a produção de cimento, sendo utilizado como combustível nas máquinas, e no final do processo produtivo as cinzas restantes são incorporadas ao próprio cimento. Ou seja, no final do processo produtivo grande parte do lixo gerado pela Faber-Castell é reaproveitado, inclusive os papéis e copos plásticos utilizados nos escritórios da Faber-Castell que também são semanalmente encaminhados para reciclagem.

A reciclagem das lâmpadas fluorescentes é fundamental não só para conservação do meio ambiente, mas também para a saúde das pessoas, pois este tipo de lâmpada contém substâncias tóxicas que podem causar grandes danos aos sistema nervoso quando ingeridas ou inaladas.

Quando colocadas em aterros sanitários em grandes quantidades, este tipo de lâmpada libera um gás chamado mercúrio, que contamina o solo, podendo atingir o lençol freático e conseqüentemente a cadeia alimentar, comprometendo seriamente a saúde das comunidades locais.

A descontaminação das lâmpadas fluorescentes é feita por empresas especializadas, que extraem todo o mercúrio presente no material e o purificam, fazendo com que ele fique na forma de metal para encaminhá-lo para empresas que o utilizam na fabricação de seus produtos. Os outros elementos que compõe as lâmpadas, como o vidro por exemplo, também são purificados e depois encaminhados para outras empresas para reutilização.

Fonte: www.faber-castell.com.br

Coleta Seletiva

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.

As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.

A coleta seletiva domiciliar assemelha-se ao procedimento clássico de coleta normal de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal.

A coleta em PEV - Postos de Entrega Voluntária ou em LEV - Locais de Entrega Voluntária utiliza normalmente contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.

A modalidade de coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.

O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis.

Como reciclar

Com a colaboração das pessoas interessadas, podemos facilitar ainda mais o processo de reciclagem. A reciclagem do material é muito importante, não apenas para diminuir o acúmulo de dejetos, como também para poupar a natureza da extração inesgotável de recursos. Veja como fazer a coleta seletiva e dar a sua parcela de contribuição na preservação do meio ambiente.

Passo a passo

1. Procure o programa organizado de coleta de seu município ou uma instituição, entidade assistencial ou catador que colete o material separadamente. Veja primeiro o que a instituição recebe. Não adianta separar, por exemplo: plástico, se a entidade só recebe papel.

2. Para uma coleta de maneira ideal, separe os resíduos em não-recicláveis e recicláveis e dentro dos recicláveis separe papel, metal, vidro e plástico.

3. Veja exemplo de materiais recicláveis:

Papel: Jornais, revistas, formulários contínuos, folhas de escritório, caixas, papelão, etc.
Vidros:
Garrafas, copos, recipientes.
Metal:
Latas de aço e de alumínio’, clipes, grampos de papel e de cabelo, papel alumínio.
Plástico:
Garrafas de refrigerantes e água, copos, canos, embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos.

4. Escolha um local adequado para guardar os recipientes com os recicláveis até a hora da coleta. Antes de guardá-los, limpe-os para retirar os resíduos e deixe-os secar naturalmente. Para facilitar o armazenamento, você pode diminuir o volume das embalagens de plástico e alumínios amassando-as. As caixas devem ser guardadas desmontadas.

Atenção

Os objetos reciclados não serão transformados nos mesmos produtos. Por exemplo, garrafas recicláveis não serão transformadas em outras garrafas, mas em outros materiais, como solados de sapato.

Lembre-se

Milhares de pessoas carentes garantem o sustento de suas famílias com a reciclagem. São "os catadores". Pessoas que merecem nosso maior respeito, pois não se importam em "vasculhar" os lixos de nossas residências a procura desses materiais, trabalhando com honestidade e perseverança.

Fonte: www.reciclarepreciso.hpg.ig.com.br

Coleta Seletiva

A coleta seletiva visa em separar e classificar o lixo para que se possa aproveitar tudo o que é reciclável. Geralmente, separa-se material inorgânico - vidro, papel, metais, plásticos, papéis - do orgânico, composto de restos de comida, frutas, verduras, aparas de grama e esterco de animais, em recipientes de cores diferenciadas. Ela é o primeiro passo para reciclar o lixo.

A coleta seletiva e a reciclagem de resíduos são uma solução indispensável, por permitir a redução do volume de lixo para disposição final em aterros e incineradores. Não é a única forma de tratamento e disposição: exige o complemento das demais soluções.

O fundamento deste processo é a separação, pela população, dos materiais recicláveis (papéis, vidros, plásticos e metais) do restante do lixo, que é destinado a aterros ou usinas de compostagem.

A implantação da coleta seletiva começa com uma experiência-piloto, que vai sendo ampliada aos poucos. O primeiro passo é a realização de uma campanha informativa junto à população, convencendo-a da importância da reciclagem e orientando-a para que separe o lixo em recipientes para cada tipo de material.

É aconselhável distribuir à população, ao menos inicialmente, recipientes adequados à separação e ao armazenamento dos resíduos recicláveis nas residências (normalmente sacos de papel ou plástico).

A instalação de postos de entrega voluntária em locais estratégicos possibilita a realização da coleta seletiva em locais públicos. A mobilização da sociedade, a partir das campanhas, pode estimular iniciativas em conjuntos habitacionais, shopping centers e edifícios comerciais e públicos.

Deve-se elaborar um plano de coleta, definindo equipamentos e periodicidade de coleta dos resíduos. A regularidade e eficácia no recolhimento dos materiais são importantes para que a população tenha confiança e se disponha a participar. Não vale a pena iniciar um processo de coleta seletiva se há o risco de interrompê-lo, pois a perda de credibilidade dificulta a retomada.

Finalmente, é necessária a instalação de um centro de triagem para a limpeza e separação dos resíduos e o acondicionamento para a venda do material a ser reciclado. Também é possível implantar programas especiais para reciclagem de entulho.

Resultados

Ambientais: Os maiores beneficiados por esse sistema são o meio ambiente e a saúde da população. A reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais - que representam em torno de 40% do lixo doméstico - reduz a utilização dos aterros sanitários, prolongando sua vida útil. Se o programa de reciclagem contar, também, com uma usina de compostagem, os benefícios são ainda maiores. Além disso, a reciclagem implica uma redução significativa dos níveis de poluição ambiental e do desperdício de recursos naturais, através da economia de energia e matérias-primas.
Econômicos:
A coleta seletiva e reciclagem do lixo doméstico apresenta, normalmente, um custo mais elevado do que os métodos convencionais. Iniciativas comunitárias ou empresariais, entretanto, podem reduzir a zero os custos da prefeitura e mesmo produzir benefícios para as entidades ou empresas. De qualquer forma, é importante notar que o objetivo da coleta seletiva não é gerar recursos, mas reduzir o volume de lixo, gerando ganhos ambientais. É um investimento no meio ambiente e na qualidade de vida. Não cabe, portanto, uma avaliação baseada unicamente na equação financeira dos gastos da prefeitura com o lixo, que despreze os futuros ganhos ambientais, sociais e econômicos da coletividade. A curto prazo, a reciclagem permite a aplicação dos recursos obtidos com a venda dos materiais em benefícios sociais e melhorias de infra-estrutura na comunidade que participa do programa. Também pode gerar empregos e integrar na economia formal trabalhadores antes marginalizados, como no caso de Vitória-ES.
Políticos:
Além de contribuir positivamente para a imagem do governo e da cidade, como no caso de Curitiba, a coleta seletiva exige um exercício de cidadania, no qual os cidadãos assumem um papel ativo em relação à administração da cidade. Além das possibilidades de aproximação entre o poder público e a população, a coleta seletiva pode estimular a organização da sociedade civil.

Tipos de Lixo Coletados

Lixo Domiciliar: Coletado pela empresa ECP em toda a cidade de Sorocaba, este serviço é feito em dias alternados em bairros previamente especificados. O lixo após sua coleta tem como destino final o Aterro Sanitário, onde também é pesado.
Lixo Hospitalar:
Coletado pela empresa ECP todos os dias inclusive aos domingos e feriados, serviço este feito em todos os hospitais de Sorocaba, Clínicas em geral, postos de saúde, e também animais de pequeno porte (cães, gatos). O lixo coletado é pesado tendo como disposição final o Aterro Sanitário.
Entulhos:
São coletados nas vias públicas e próprios municipais e recolhidos ao Aterro Sanitário. Os entulhos de particulares também devem ser levados ao aterro por conta dos proprietários do local.
Resíduo Industrial:
Empresas credenciadas junto à Urbes efetuam a coleta nas indústrias de Sorocaba, empresas estas como Kain & Kain Serviços Ltda, Sorolix Transportes Especiais Ltda, Translix Comercial Ltda. O destino final é o Aterro Sanitário ou em valas específicas conforme classificação da periculosidade dos resíduos (ABNT 10004).
Feiras:
A coleta do lixo das feiras é feita logo após o seu término.

Fonte: www.sorocaba.sp.gov.br

Coleta Seletiva

A reciclagem dos resíduos é mais bem alcançada quando existem sistemas de separação de cada tipo de material.

Este sistema de separação é chamado de Coleta Seletiva , que traz mais vantagens para o processo da reciclagem pois:

Melhora a qualidade dos materiais

Menor geração de rejeitos

Menor área de instalação das usinas

Menos gastos com esta instalação e com os equipamentos de separação, lavagem e secagem.

A Coleta Seletiva pode ser feita de diferentes maneiras (dependendo da política estabelecida pela administração local):

Porta-a-porta

Quando os resíduos são separados na fonte geradora, ou seja no local onde os resíduos são gerados (como por exemplo na sua casa, trabalho ou local de estudo) para depois serem recolhidos pela prefeitura.

PEV´s (Pontos de Entrega Voluntária) ou LEV´s (Locais de Entrega Voluntária)

São locais distribuídos em diferentes pontos da cidade (ou de uma empresa) com grupos de lixeiras diferenciadas por cores e/ou símbolos onde as pessoas depositam espontaneamente os resíduos recicláveis.

Unidades ou Centrais de Triagem

Locais onde é feita a separação dos materiais recicláveis ou do material orgânico para a compostagem. Quando não há Coleta Seletiva podem estar localizados nos locais de depósito final dos resíduos ou, para atender à Coleta Seletiva, estão distribuídos pela cidade. Mesmo quando há este tipo de coleta, são indispensáveis para separar cada tipo de material, possibilitando sua venda.

Por catadores ou carrinheiros

Os catadores separam os materiais recicláveis que chegam nos lixões ou aterros (quando isso é permitido) e os carrinheiros recolhem os recicláveis, informalmente, através do sistema porta em porta. Trata-se de alternativas que não devem ser incentivadas, pois oferecem condições totalmente insalubres para estas pessoas. Os carrinheiros também correm riscos, por disputarem espaço com automóveis e ônibus nas ruas. Estas pessoas também são vistas com inferioridade pela sociedade! Entretanto, esta ainda é uma das formas mais utilizadas para sustentar a indústria de reciclagem no Brasil.

Quando há uma preocupação por parte da prefeitura e esta realiza parceria com associações de catadores, diminuem-se os riscos desta atividade, pois além de retirarem as pessoas dos lixões, promovem apoio a elas: local adequado de trabalho (espaço e equipamentos); maiores quantidades e melhor negociação dos materiais (qualidade do material), reconhecimento social etc.

A coleta porta-a-porta é a mais vantajosa. Primeiro por que a coleta do tipo PEV ou LEV não permite coletar uma quantidade significativa de materiais e, segundo, porque nas unidades de triagem a qualidade dos materiais é bem inferior, pois os materiais estão misturados entre si (principalmente com matéria orgânica), impossibilitando a reciclagem de muitos.

A Coleta Seletiva porta-a-porta, por sua vez, pode ser feita de duas maneiras:

Separar os resíduos de acordo com sua propriedade: recicláveis e não recicláveis;
Separar os tipos de resíduos: papel, plástico metal, vidro, matéria orgânica e perigosos.

Observação

Os resíduos perigosos devem ser separados SEMPRE, mesmo quando só se separa os recicláveis dos não recicláveis e têm destino diferente (ver destino do lixo).

Em Curitiba a primeira alternativa é a que configura a coleta seletiva existente. Esta situação está gradualmente sendo modificada, portanto, cabe a VOCÊ começar a modificar suas atitudes na separação do lixo.

Fonte: www.pucpr.br

Coleta Seletiva

O que é Coleta Seletiva?

Coleta Seletiva é um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.

As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.

A coleta seletiva domiciliar assemelha-se ao procedimento clássico de coleta normal de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal.

A coleta em PEV - Postos de Entrega Voluntária ou em LEV - Locais de Entrega Voluntária utiliza normalmente contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.

A modalidade de coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.

O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis.

Fonte: www.compam.com.br

Coleta Seletiva

Cores da Coleta Seletiva

Coleta Seletiva

Fonte: www.tekplast.com.br

Coleta Seletiva

A Coleta seletiva é separar o lixo para que seja enviado para reciclagem. Significa não misturar materiais recicláveis com o restante do lixo.

Ela pode ser feita por um cidadão sozinho ou organizada em comunidades: condomínios, empresas, escolas, clubes, cidades, etc.

Reciclagem

É a atividade de transformar materiais já usados em novos produtos que podem ser comercializados. Exemplo: papéis velhos retornam às indústrias e são transformados em novas folhas.

Minimização de resíduos

Chamamos de 3 Rs: primeiro Reduzir o lixo evitando o desperdício, depois Reaproveitar tudo o que for possível antes de jogar fora e só então enviar para Reciclar.

Razões para reciclar

CONTRIBUIÇÃO PARA A NATUREZA

50 kg de papel velho = uma árvore poupada
1.000 Kg de papel reciclado= 20 árvores poupadas
1.000 Kg de vidro reciclado= 1300Kg de areia extraída poupada
1.000 Kg de plástico reciclado= milhares de litros de petróleo poupados
1.000 Kg de alumínio reciclado= 5000Kg de minérios extraídos poupados

Note que areia, petróleo e minérios são recursos naturais não renováveis.

ALGUNS BENEFÍCIOS DA COLETA SELETIVA

Menor redução de florestas nativas.
Reduz a extração dos recursos naturais.
Diminui a poluição do solo, da água e do ar.
Economiza energia e água.
Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo.
Conserva o solo. Diminui o lixo nos aterros e lixões.
Prolonga a vida útil dos aterros sanitários.
Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias.
Diminui o desperdício.
Melhora a limpeza e higiene da cidade.
Previne enchentes.
Diminui os gastos com a limpeza urbana.
Cria oportunidade de fortalecer cooperativas.
Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis.

Fonte: www.natureba.com.br

Coleta Seletiva

Muita gente fica na dúvida e não sabe direito o que é reciclagem, o que é coleta seletiva, o que quer dizer minimização de resíduos.

Para evitar confusões, colocamos abaixo uma pequena descrição de cada um dos termos:

O que é Coleta seletiva

É a atividade de separar o lixo, para que ele seja enviado para reciclagem. Separar o lixo é não misturar os materiais passíveis de serem reaproveitados ou reciclados (usualmente plásticos, vidros, papéis, metais) com o resto do lixo (restos de alimentos, papéis sujos, lixo do banheiro) . A coleta seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos gerando (desde que ela planeje com antecedência para onde vai encaminhar o material separado) , quanto por um grupo de pessoas (condomínio, escola, cidade, etc.). Organizar um programa de coleta seletiva não é tão complicado, MAS EXIGE PLANEJAMENTO CUIDADOSO.

Reciclagem

É uma atividade - na maior parte dos casos, industrial - que transforma os materiais já usados em outros produtos que podem ser comercializados. Através da reciclagem, papéis velhos transformam-se em novas folhas ou caixas de papelão; os vidros se transformam em novas garrafas ou frascos; os plásticos podem se transformar em vassouras, potes, camisetas; os metais tranformam-se em novas latas ou recipientes.

Minimização de resíduos

É um conceito que abrange mais do que a simples coleta seletiva e envio do lixo para reciclagem.

Pressupões três regrinhas básicas que devem ser seguidas: primeiro pensar em todas as maneiras de REDUZIR o lixo, depois, REAPROVEITAR tudo o que for possível, e só depois pensar em enviar materiais para RECICLAR. Essa forma de atuação é chamada de 3 R, que é a letra inicial de cada uma das palavras-chave.

Quem pode fazer coleta seletiva?

Qualquer cidadão preocupado com os destinos do nosso planeta pode se envolver num programa de coleta seletiva. Se você está sozinho nessa empreitada, basta procurar onde encaminhar o seu lixo, o que é possível reciclar, e começar. O problema maior nesse caso é que, se na sua cidade não existe um programa organizado pela Prefeitura, você terá que pesquisar para descobrir para onde mandar seus recicláveis. NÃO SEPARE O LIXO SEM TER PLANEJADO PRIMEIRO PARA ONDE MANDAR.

Se você faz parte de um grupo, seja uma escola, condomínio, igreja , associação ou qualquer outro tipo de agremiação, e quer organizar um programa, consulte o Roteiro para implantação de coleta seletiva e procure o GEA para uma assessoria mais detalhada. NUNCA COMECE UM PROGRAMA SEM TER PLANEJADO TODAS AS ETAPAS PRIMEIRO. Um programa implantado sem planejamento está fadado ao fracasso, ou seus resultados serão muito abaixo do esperado. É necessária uma pesquisa prévia e um empenho de tempo e energia para organizar tudo com cuidado. Mas os resultados irão recompensar.

Roteiro para a realização de Programa de Coleta Seletiva

Um Programa de Coleta Seletiva não é tarefa difícil de realizar, porém é trabalhoso, exige dedicação e empenho, pois engloba pelo menos três etapas: planejamento, implantação e manutenção, todas com detalhes muito importantes. O primeiro movimento é verificar a existência de pessoas interessadas em fazer esse trabalho. Uma pessoa só não consegue arcar com tudo por muito tempo, pois uma das principais razões para o sucesso de programas desse tipo é a participação e o envolvimento do maior número de pessoas. Formado um grupo (3 ou 4 já são suficientes), o próximo movimento é reuni-las em grupo, e mãos à obra!

É importante desde o início ir informando sobre os passos que estão sendo dados e sempre convidar os demais para participar, utilizando-se para isso formas costumeiras de organização (reuniões de professores, APM, condôminos, etc.)

PRIMEIRA ETAPA: PLANEJAMENTO

1. Conhecendo um pouco o lixo do local:

Quantidade diária gerada (pode ser em peso ou volume)
De que materiais o lixo é composto e suas relativas proporções (quanto de lixo orgânico, papel, alumínio, plásticos, outros metais, vidro, etc.)
Qual caminho que o lixo faz: desde onde é gerado até onde é disposto para a coleta geral.
Identificar se há materiais já coletados separadamente, se sim, para onde são encaminhados.

2. Conhecendo as características do local:

Instalações físicas (local para armazenagem, locais intermediários, etc.)
Recursos materiais existentes (tambores, latões e outros que possam ser reutilizados)
Quem faz a limpeza e a coleta normal do lixo, e como ela é feita (quantas pessoas tem, freqüência)

3. Conhecendo um pouco o mercado dos recicláveis

Preços: Podem ser observados através do boletim do CEMPRE
Compradores:
Pode-se iniciar a pesquisa pela lista do CEMPRE (disponível na Internet), lista do Instituto Gea, por um pequeno estudo do que existe disso no bairro e por uma consulta às Páginas Amarelas (sucatas, papel, aparas, etc.)
Doação:
Uma opção para quem vai implantar a coleta seletiva é encaminhar os materiais para associações que vendem ou reaproveitam.

4. Montando a parte operacional do projeto

Com todos esses dados, já está na hora de começar a planejar como vai ser todo o esquema. Sabendo-se as quantidades geradas de lixo por tipo de material, as possibilidades de estocagem no local, os recursos humanos existentes, etc.

Pode-se decidir:

Se a coleta vai ser de todos os materiais ou só dos mais fáceis de comercializar
Se a coleta vai ser em um lugar só ou com pontos intermediários (ex.: corredores, por andares etc.)
Quem vai fazer a coleta
Onde vai ser estocado o material, inclusive o recolhimento com a freqüência necessária
Para quem vai ser vendido e/ou doado o material
Como vai ser o caminho dos recicláveis, desde o local onde é gerado até o local da estocagem
Recursos materiais necessários

Com toda a parte anterior definida pode-se:

Fazer a lista do que precisa ser adquirido (o Instituto GEA tem a lista de fornecedores de vários materiais, com vários tipos de preços)
Fazer a lista do que pode ser recuperado
Fazer a lista do que precisa ser adaptado
Fazer a lista do que mais precisa ser providenciado (placas sinalizadoras, adesivos, etc.)

5. Educação ambiental

Esta parte também é essencial para o programa dar certo: envolve todas as atividades de informação, sensibilização e mobilização de todos os segmentos envolvidos.

Primeiro passo: Consiste em listar os diferentes segmentos. Ex.: em uma escola temos alunos, professores, funcionários da limpeza e do conselho administrativo, pais, etc. Em um condomínio temos: moradores (jovens, crianças, adultos, funcionários da limpeza, empregadas domésticas etc.)
Segundo passo:
É pensar que tipo de informação cada segmento deve receber.
Terceiro passo:
Pensando em cada segmento e nas informações que se quer passar, PLANEJAR quais atividades elaborar para cada um, visando atingi-lo com mais sucesso e objetivo. Entre as atividades usadas sugerimos algumas: cartazes, palestras, folhetos, reuniões, festas, etc. Realizar uma variedade grande de atividades sempre é melhor, pois atinge mais pessoas.
Quarto passo é planejar a inauguração do programa:
É hora de fazer alguma comemoração, exposição, palestra, treinamento, etc. Fazer dessa data algo marcante é algo que vale a pena e ajuda a alcançar muito mais gente.

SEGUNDA ETAPA: IMPLANTAÇÃO

1. Em função de todos os dados levantados já se pode passar para uma previsão de quando lançar o programa.

Deve-se levar em conta todos os materiais educativos/informativos, que precisam ser elaborados, tudo o que precisa ser comprado e / ou adaptado, reformado, etc.

2. Divisão dos trabalhos

Nessa fase, como aparecem várias tarefas, contatos, etc, que precisam ser feitos, é muito importante dividir os afazeres. Assim, o acerto com os sucateiros, a elaboração dos materiais educativos, a compra dos materiais, o treinamento do pessoal de limpeza, a organização da inauguração do programa são tarefas executadas mais facilmente com a divisão de trabalho.

3. Acertos finais

Pode-se resolver o que está pendente e finalmente, partir para a inauguração.

4. Inauguração do programa

Esta deve ser muito divulgada e ter sempre uma característica alegre, de festa, mas também, onde as informações principais possam ser repassadas.

TERCEIRA ETAPA: MANUTENÇÃO

Acompanhamento e gerenciamento da coleta, do armazenamento, venda e/ou doação dos materiais.
Levantamento das quantidades coletadas, se possível até setorizado.
Atividades contínuas de informação, sensibilização e incentivos; importantíssimo repassar os resultados, retomar os objetivos, etc. Jornais, palestras, reuniões, gincanas, cartazes são instrumentos que devem ser utilizados.
Balanço do andamento e resultado do programa.

Fonte: www.institutogea.org.br

Coleta Seletiva

Reciclagem e coleta seletiva

Cada brasileiro produz, em média, 1 quilo de lixo por dia, uma quantidade pequena se comparada com os 3 quilos de cada americano. Mas, somando o descarte de todos os cidadãos, o monturo diário no Brasil chega a 170.000 toneladas. Dessa montanha de sujeira, o país reaproveita apenas 11% - cinco vezes menos do que os países desenvolvidos. A maior porção desses detritos é matéria orgânica, que pode ser convertida em adubo. O que resta é composto, majoritariamente, por vidros, plásticos, papéis e metais, os materiais recicláveis por excelência. Os índices brasileiros de reciclagem desses produtos variam muito. O Brasil é campeão mundial no reaproveitamento de garrafas PET e latas de alumínio, mas, por outro lado, despeja a maior parte dos plásticos e latas de aço nos "lixões" a céu aberto. Atualmente, apenas 327 municípios dispõem de algum sistema público de coleta seletiva. Dar um destino adequado ao lixo é um dos grandes desafios da administração pública em todo o planeta. Atualmente, compram-se muito mais produtos industrializados do que na década passada, incluindo alimentos e bebidas. Alguns países, porém, já descobriram como transformar objetos sem valor num grande negócio. Conheça os principais processos de reciclagem, seus benefícios e os índices brasileiros e mundiais.

1. O que é reciclagem?

A partir da década de 1970, a preservação do meio ambiente passou a ser uma das grandes preocupações mundiais. Preocupação que se voltou, principalmente, para o aumento da produção de lixo, alavancado pela proliferação das embalagens e produtos descartáveis. A palavra reciclagem ganhou, na ocasião, sua acepção ecológica. E de lá para cá, passou a designar o conjunto de técnicas que busca reprocessar substâncias jogadas no lixo para que elas se tornem novamente úteis e possam ser reinseridas no mercado. Ela é um dos fins - certamente o mais lucrativo e ecológico - que os resíduos podem ter. Mas nem todo material pode ser reciclado. E para cada um daqueles que podem ser reaproveitados existe uma forma adequada de reciclagem. Nesse processo, a coleta seletiva é fundamental e consiste, basicamente, na separação e no recolhimento do lixo.

2. Que tipos de materiais podem ser reciclados?

Os principais materiais recicláveis são o metal, o vidro, o plástico e o papel. Dentre eles, porém, há exceções. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, não costumam ser recicladas e devem, portanto, ser depositadas no lixo comum, assim como os espelhos. Constam ainda dessa lista cerâmicas, objetos de acrílico, papéis plastificados (como o das embalagens de biscoito), papel-carbono, papel higiênico, fotografias, fitas e etiquetas adesivas, bitucas de cigarro, fraldas, absorventes e guardanapos. As baterias de telefones sem fio, de filmadoras e de celulares podem ser reaproveitadas, assim como as pilhas comuns.

3. O que impede a reciclagem de um material?

Se o processo de reciclagem for muito caro, ninguém irá fazê-lo, muito menos a iniciativa privada, que hoje é responsável por grande parte do processamento de substâncias para serem reutilizadas. Ou seja, até existem técnicas de reciclagem para alguns materiais que não são reaproveitados, mas os procedimentos consomem muita energia ou exigem equipamentos caros. O desafio é desenvolver processos que tragam retorno financeiro, ou que pelo menos compensem o investimento. No Brasil, a reciclagem de pilhas ainda não é feita em escala industrial justamente pelo alto custo do processo. O desmonte das peças, sempre compostas por muitos elementos, alguns deles tóxicos, é muito trabalhoso. Outro problema a ser superado é o lixo poluído. É preciso garantir que os resíduos cheguem à fabrica de reciclagem em bom estado. Isso significa que o lixo seco não pode entrar em contato com os restos orgânicos. Um copo de café jogado numa lata de lixo pode comprometer a reciclagem de todo o papel ali contido. Vale lembrar que é inútil separar o lixo seco por tipo de material - as empresas e cooperativas sempre fazem uma nova triagem. Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida também são medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.

4. Como funcionam os principais processos de reciclagem (papel, metal, vidro e plástico)?

Metais e papéis: nesses casos, a primeira etapa da reciclagem, a coleta seletiva, costuma ser feita por catadores. São eles que recolhem os restos nas ruas e vendem o material, já compactado e limpo, às empresas recicladoras. O processo de reaproveitamento do alumínio, o metal mais reciclado, consiste na retirada de impurezas (como areia, terra e metais ferrosos), na remoção das tintas e vernizes e, por fim, na fundição do metal. Num forno especial, ele se torna líquido, para ser, então, laminado - o combustível queimado nesta etapa pode provir do gás gerado nas fases anteriores. São essas chapas que são transformadas em novas latas.

Papel: assim que chega à indústria da reciclagem, é cortado em tiras e colocado num tanque de água quente, onde é mexido até que forme uma pasta de celulose.

Na fase seguinte, drena-se a água e retiram-se as impurezas. O preparado é, então, despejado sobre uma tela de arame. A água passa e restam as fibras. O material é seco e prensado por pesados cilindros a vapor e alisados por rolos de ferro. Está, então, pronto para ser enrolado em bobinas e ser papel de novo.

Plástico: a reciclagem pode ser feita de duas maneiras: com ou sem a separação das resinas. O primeiro processo é mais caro para os brasileiros, uma vez que requer equipamentos que não são fabricados no país. O resultado desta técnica é a chamada madeira plástica, usada na fabricação de bancos de jardim, tábuas e sarrafos. O outro processo, mais comum, inicia-se pela separação dos plásticos conforme sua densidade. Depois, são triturados até virarem flocos do tamanho de um grão de milho. Já lavados e secos, os flocos são vendidos às fábricas que confeccionam artefatos de plástico.

Vidro: a primeira etapa do processo de reciclagem é separá-lo conforme a cor - o incolor é o de melhor qualidade. Em seguida, o material é lavado e ocorre a retirada de impurezas, como restos de metais e plástico. Um triturador, então, transforma o vidro em cacos de tamanho homogêneo. Antes de serem fundidos, os pedaços são misturados com areia e pedra calcária. Sem que resfriem, recebem um jato de ar quente para tornarem-se mais resistentes. Estão, enfim, prontos para serem utilizados mais uma vez.

5. Dá para reciclar matéria orgânica?

Sim. Matéria orgânica - sobras de comidas, legumes, verduras e frutas estragadas, cereais, sementes, casca de ovos, pão embolorado, aparas de lápis apontado, saquinhos de chá, guardanapos de papel, podas de jardim, galhos, serragem, pó de café, etc. - corresponde a 65% de todo o lixo que se produz no Brasil. A reciclagem deste tipo de material chama-se compostagem. Seu papel é acelerar o processo natural de decomposição da matéria orgânica e transformá-la em adubo. O método mais comum resume-se ao revolvimento da porção de terra onde foram despejados os resíduos. Mas existem também procedimentos mais avançados. Num deles, o lixo é vertido em células de concreto que, oxigenadas, estimulam ainda mais as atividades das bactérias responsáveis pela decomposição.

6. Quais são os benefícios trazidos pela reciclagem?

Para se ter uma idéia, a reciclagem de uma única latinha de alumínio propicia economia de energia suficiente para manter uma geladeira ligada por quase dez horas; cada quilo de vidro reutilizado evita a extração de 6,6 quilos de areia; cada tonelada de papel poupada preserva vinte eucaliptos. Poupam-se a natureza e os gastos. No Brasil, estima-se que uma tonelada de lixo reciclado economize 435 dólares. Em 2006, com a reciclagem de 30.000 toneladas de papel, o país deixou de derrubar 600.000 árvores. A indústria também pode se beneficiar. A versão reciclada dos plásticos, por exemplo, consome apenas 10% do petróleo exigido na produção do plástico virgem - economia que vem a calhar com a escalada vertiginosa do preço do barril verificada nas últimas décadas. As vantagens também podem ser obtidas pela reciclagem do aço, cuja tonelada reaproveitada preserva 110.000 toneladas de minério de ferro, material de extração caríssima.

Calcula-se que 700 milhões de toneladas de materiais de todos os tipos sejam recicladas anualmente no planeta. Isso representa um faturamento anual de 200 bilhões de dólares. Nos EUA, a reciclagem já emprega diretamente meio milhão de pessoas, o dobro do que emprega a indústria do aço.

7. Quanto o Brasil recicla?

O Brasil é campeão mundial na reciclagem de alumínio: mais de 1 milhão de latinhas por hora. No total, reaproveita-se 94% delas. Destas, 70% são recicladas em Pindamonhangaba, no leste paulista. O país também apresenta bons índices em relação ao papelão - 77% - e às garrafas PET - 50%. No entanto, ainda recicla pouco outros tipos de plástico, latas de aço e caixas longa-vida, cujos índices não ultrapassam os 30%. No primeiro caso, a justificativa é que a maioria das pessoas não reconhece como plástico as resinas mais maleáveis, como as das sacolas de supermercado. Por isso elas acabam no lixo comum. Já as latas de aço são pouco recicladas porque há resistência das pessoas em guardá-las no lixo de casa. Diz-se delas que são "volumosas" e "difíceis de amassar". A tecnologia para reciclar as caixas longa-vida, que permite separar as seis camadas que compõem a embalagem, é recente e, por enquanto, poucas pessoas a possuem no Brasil.

8. Quais cidades brasileiras podem ser tomadas como exemplos?

Os cinco municípios brasileiros onde a prefeitura faz chegar o serviço de coleta seletiva a 100% das residências são Curitiba (PR), Itabira (MG), Londrina (PR), Santo André (SP) e Santos (SP). Em Curitiba, por exemplo, a fórmula que deu certo inclui o uso de caminhões que recolhem apenas o lixo seco, sem nenhum resto orgânico.

O resultado: o lixo fica mais limpo e acaba vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. Isso ajuda a tornar o sistema de coleta seletiva em Curitiba mais barato (e viável) que o da maioria das cidades brasileiras.

9. Por que em alguns municípios há programas de reciclagem e em outros não?

Todo o resíduo de uma cidade é de responsabilidade das prefeituras. Dessa maneira, se não existirem iniciativas municipais, dificilmente a reciclagem será massificada. Outra situação a ser vencida é a falta de mecanismos de coleta seletiva. Essa etapa inicial e fundamental da reciclagem é realizada pelos órgãos públicos em cerca de 6% dos municípios brasileiros. A situação levou à formação de cooperativas de catadores de lixo e de empresas privadas especializadas, que enxergaram na coleta seletiva e na reciclagem uma forma de ganhar dinheiro. Na capital paulista, por exemplo, um estudo identificou, em 2002, cerca de setenta associações que coletam, fazem a triagem e comercializam material reciclável.

10. Quais são os países que mais reciclam no mundo?

Entre os países que mais reciclam estão os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha e a Holanda. Os EUA, por exmplo, conseguem reaproveitar pouco mais da metade do que vai parar nas lixeiras. Na Europa Ocidental, virou rotina nos supermercados cobrar uma taxa para fornecer sacolas plásticas. Os clientes levam as suas de casa. Também na Europa, o bom e velho casco (de vidro ou de plástico) vale desconto na compra de refrigerantes e água mineral. Para a redução do lixo industrial, a União Européia está financiando projetos em que uma indústria transforma em insumo o lixo de outras fábricas. Até a fuligem das chaminés de algumas é aproveitada para a produção de tijolos e estruturas metálicas.

Fonte: veja.abril.com.br

Coleta Seletiva

A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados.

Com isso alguns objetivos importantes são alcançados:

A vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado.

Além disso o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais.

Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão...

No Brasil existe coleta seletiva em cerca de 135 cidades, de acordo com o professor Sabetai Calderoni (autor do livro Os Bilhões Perdidos no lixo Ed. Humanitas). Na maior parte dos casos a coleta é realizada pelos Catadores organizados em cooperativas ou associações.

Sistemas de coleta seletiva podem ser implantados em uma escola, uma empresa ou um bairro.

Não há uma fórmula universal. Cada lugar tem uma realidade e precisamos inicialmente de um diagnóstico local: Tem cooperativas de catadores na minha cidade? O material separado na fonte e doado vai beneficiar um programa social? Vamos receber relatórios mensais dos pesos destinados? Qual é o tipo, volume e freqüência de lixo gerado? O que é feito atualmente? A cooperativa poderá fazer a coleta no local? Pra que separar em quatro cores se a coleta será feita pelo mesmo veículo? Como podemos envolver as pessoas? Jornalzinho? Mural? Palestras?

Como você pode ver coleta seletiva é bem mais que colocar lixeiras coloridas no local.

A Coleta seletiva deve ser encarada como uma corrente de três elos. Se um deles não for planejado a tendência é o programa de coleta seletiva não perseverar.

Os 3 Elos da Coleta Seletiva

Coleta Seletiva
Planejamento

O planejamento deve ser feito do fim para o começo da cadeia. Ou seja: primeiro pensar em qual será a destinação, depois (e com coerência) a logística e por fim o programa de comunicação ou educação ambiental.

Coleta Seletiva - Implantação

"Como implantar um projeto de coleta seletiva em minha escola, bairro ou cidade?"

Este interesse pela coleta seletiva e reciclagem é muito importante!

Porém existem dois outros itens igualmente importantes, nessa cadeia, que são a educação ambiental e a destinação. Sem que cada elo desta corrente seja previsto e planejado o sucesso da empreitada fica comprometido.

Portanto, em primeiro lugar, temos que pensar na destinação, pois não vai adiantar nada acumular materiais recicláveis em nosso quintal antes de saber que destino dar a esse material. (esta prática inclusive permite o acúmulo de água parada e a transmissão da dengue).

O comércio de recicláveis tem características fortes que, eventualmente, dificultam a implantação de coleta seletiva.

Este comércio tem 4 exigências determinantes:

Os quatro fatores:

Quantidade
Qualidade
Freqüência
Forma de pagamento

As indústrias recicladoras, principais compradores de matéria prima reciclável, só compram em grandes quantidades (mínimo 1 tonelada), material selecionado e enfardado; isso determina a qualidade. Compram dos atravessadores que compram das cooperativas e dos sucateiros.

A indústria dá preferência a quem fornece sempre esse material: frequência. E a forma de pagamento costuma ser em 30 a 40 dias. As indústrias recicladoras são fábricas de vidro, de papel e papelão, de latas de alumínio e fábricas de sacos de lixo que reciclam alguns tipos de plástico,Indústrias têxteis usam o poliester vindo do PET.

Antes de começar a coletar precisamos mapear as possíveis destinações do material a ser coletado para doar para a cooperativa. Verifique os grupos de catadores organizados de sua cidade, perguinte se eles fazem a coleta ou será necessário levar, como deve ser feita a separação, etc

Outra coisa: quanto mais perto o destino do lixo reciclável, melhor, para evitar o aumento do custo do transporte do material. O custo do transporte é o grande vilão da coleta seletiva.

Faça contato com os catadores existentes. Esta prática tem originado um silencioso e belo movimento de inclusão social. A através do trabalho cooperativado os catadores tiram seus rendimentos e conquistam seu lugar na sociedade.

Uma outra destinação importante na viabilização de pequenos projetos de implantação de coleta seletiva, tais como condomínios e escolas, são as instituições filantrópicas que já comercializam com algum atravessador o material reciclável que acumula. A doação será muito bem vinda e o objetivo principal que era evitar que este material fosse parar no aterro sanitário e fazer com que ele retorne para a linha de produção, economizando recursos naturais, será alcançado.

Lembre-se

Trocas e recompensas não são recomendáveis, pois as pessoas estariam fazendo a coisa certa pelo motivo errado. E depois, se não houver mais a troca, elas voltarão ao modelo antigo de comportamento.

Melhor que trocas e recompensas (ou mesmo multas) é a sensibilização, pois uma mudança profunda só acontece quando entendemos as razões pelas quais ela é tão importante. E assim aquele comportamento é assimilado pelo individuo para sempre. Independente do estímulo externo.

Portanto todos os esforços na educação ambiental, na comunicação e sensibilização (mesmo que seja mais difícil e mais demorado) pois os resultados serão definitivos.

Se o seu objetivo é ter lucro e vender o material, isso é possível, desde que a sua razão social preveja a venda de recicláveis. De outra forma é prática de caixa dois, ou seja atividade ilícita.

O que é Reciclável?

O que é e o que não reciclável?

São considerados recicláveis aqueles resíduos que constituem interesse de transformação, que têm mercado ou operação que viabiliza sua transformação industrial.

Para citar um exemplo: fraldas descartáveis são recicláveis, mas no Brasil não há essa tecnologia (ainda). Portanto não há destino alternativo aos lixões e aterros sanitários para fraldas descartáveis no Brasil. Logo, fraldas descartáveis não se configuram como materiais recicláveis no nosso contexto. Este exemplo também é bom para demonstrar como não há “receita de bolo” e a importância de o programa de coleta seletiva ter coerência com a realidade local, isto é, a realidade social, ambiental e econômica.

Na lista abaixo há materiais ditos não recicláveis que em certas regiões tem compradores, podendo ser considerados portanto recicláveis.

Atenção

Não é necessário separar por cores, basta separar os recicláveis dos não recicláveis (lixo seco e lixo úmido)

Papel

Recicláveis

Folhas e aparas de papel
Jornais
Revistas
Caixas
Papelão
Formulários de computador
Cartolinas
Cartões
Envelopes
Rascunhos escritos
Fotocópias
Folhetos
Impressos em geral
Tetra Pak

Não Recicláveis

Adesivos
Etiquetas
Fita Crepe
Papel carbono
Fotografias
Papel toalha
Papel higiênico
Papéis engordurados
Metalizados
Parafinados
Plastificados
Papel de fax

Cuidados especiais

Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento.

Metal

Recicláveis

Latas de alumínio
Latas de aço: óleo, sardinha, molho de tomate.
Ferragens
Canos
Esquadrias
Arame

Não recicláveis

Clipes
Grampos
Esponja de aço
Latas de tinta ou veneno
Latas de combustível
Pilhas
Baterias

Cuidados especiais

Devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados)

Plástico

Recicláveis

Tampas
Potes de alimentos
PET
Garrafas de água mineral
Recipientes de Limpeza
Higiene
PVC
Sacos plásticos
Brinquedos
Baldes

Não recicláveis

Cabo de panela
Tomadas
Adesivos
Espuma
Teclados de computador
Acrílicos

Possivelmente recicláveis

Isopor tem reciclagem em algumas localidades

Cuidados especiais

Potes e frascos limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento .

Vidro

Recicláveis

Potes de vidro
Copos
Garrafas
Embalagens de molho
Frascos de vidro

Não recicláveis

Planos
Espelhos
Lâmpadas
Cerâmicas
Porcelanas
Cristal
Ampolas de medicamentos

Cuidados especiais

Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se quebrados devem ser embalados em papel grosso (jornal ou craft).

Cores

Mais importante que as cores e o numero de coletores é a coerência com o que vem antes e o que vem depois.

Antes: Qual é o padrão predominante de geração de resíduos aqui?

Depois: Como a Cooperativa prefere receber?

O fato é que na maioria das vezes a coleta não é multiseletiva, ou seja, não há uma coleta para cada tipo de material, como acontece na Europa onde o sistema de 4 cores surgiu. Aqui o mesmo caminhão vai coletar todos os materiais recicláveis. Quem observa a coleta se sente frustrado após o esforço de separar por cores.

Ademais a comercialização dos recicláveis se dá após uma separação muito mais fina. Os plásticos, por exemplo, ao chegarem na cooperativa, deverão ser selecionados por tipo e cor e só então enfardados para a comercialização. Há mais de 300 tipos de plásticos.

Da mesma forma o papel, são separados por tipo: papel branco, revista, jornal, papelão, papelão com impressão de um lado, papelão com impressão dos dois lados, e assim vai.

Ou seja: mesmo que a separação na fonte seja feita em quatro cores no galpão terá de haver uma nova separação.

Outros motivos para não se separar em 4 cores:

O espaço necessário é maior;
Dificuldade de enquadrar alguns materiais como a embalagem longavida. Elas são feitas de papelão, alumínio e plástico. Em que lixeira devo colocar? E o isopor, em que lixeira colocar?
Com uma lixeira para todos os recicláveis podemos utilizar o sistema de lixeiras individuais aumentando a responsabilidade individual pela separação dos recicláveis.
Esse é o sistema Canadense muito utilizado nos EUA e recomendado pelas cooperativas brasileiras.
Não obrigatoriamente deve ser azul. Pode ser de outra cor.
A escolha da cor da lixeira dever ser coerente com a geração, com a logística e com a cultura local.

Pela resolução conama estas são as cores para a coleta multiseletiva

Mas tantas cores causam na verdade bastante confusão para aquele que está tentando mudar seu comportamento.

Muitas vezes o que se vê é isso:

Coleta Seletiva

Não Poderia ser assim? (foto de lixeiras de porto Alegre)

Coleta Seletiva

Condomínios

"Como propor a separação na fonte em meu condomínio?"

Em alguns edifícios os porteiros pedem aos moradores que separem garrafas e jornais por dois motivos: um é que as garrafas, quando misturadas ao lixo comum, costumam se quebrar e cortar as pernas dos lixeiros. Outro é que eventualmente o porteiro comercializa o material reciclável com os catadores. Isso é ótimo! O problema é que quando esse porteiro não trabalhar mais no condomínio, o lixo que os moradores separarem na fonte vai voltar a ter destino no aterro sanitário ou lixão, longe do processo de reciclagem.

O ideal é que esse procedimento seja proposto pelo síndico que orientará tanto os moradores como todos os porteiros que vierem a trabalhar no condomínio.

Eventualmente é difícil convencer o síndico, afinal, para ele é apenas mais uma chateação, se ele não for ambientalista! Mas não custa tentar!

O procedimento deve ser o mesmo: primeiro verificar que destino vai ser dado a esse material separado. Em cidades que tem Cooperativa de Catadores, fazer contato com a mais próxima e checar se eles podem propor (e cumprir!) uma freqüência para pegar o lixo reciclável separado na fonte. Depois, propor ao síndico a orientação dos porteiros e moradores para colocar esses materiais em determinado local onde ficará acumulando até a vinda do catador.

Vale lembrar que o material deve estar limpinho, não precisa separar por tipo de material (pode misturar tudo que é reciclável que os catadores separam) e é bom distribuir um folheto explicativo e colocar cartazetes nas áreas onde o lixo é colocado pelos moradores.

Vou contar aqui uma experiência:

Alguém já tentou e deu certo ?

A Andréa nos mandou um e-mail dizendo que tinha a intenção de propor, em reunião de condomínio, a separação de lixo para a reciclagem.
Ótimo!

Nós mandamos as orientações acima acompanhadas de uma outra orientação, ainda mais importante: "Não desanime caso não haja adesão do síndico."

Foi dito e feito: no próximo mail Andrea estava super desanimada pois o síndico não achou uma boa idéia.

Acontece que, nem que seja uma só pessoa, vale a pena o esforço.

Alguns moradores foram solidários à proposta da Andréa. Eles resolveram então, separar o lixo reciclável e ir acumulando em casa mesmo, até o dia do catador passar.

O resultado foi... (nas palavras da Andréa vai ser melhor)

"Consegui reunir num primeiro momento 14 apartamentos para realizarmos a coleta seletiva em meu edifício. A primeira venda deste trabalho ocorreu na quarta-feira dia 17/5 e reunimos 199kg de papel, 5kg de plástico e 0.5kg de alumínio. Você precisava ver minha motivação, à noite, na calçada acompanhando a pesagem do lixo! Como lhe havia comentado, a síndica é contra a coleta e os participantes armazenaram o lixo limpo em suas residências. Valeu o esforço.

Vamos contagiar ainda mais moradores. É curioso conhecer a opinião das pessoas em relação à reciclagem. Umas demonstram-se participativas, outras julgam o esforço desnecessário e de pequena importância financeira. Desta primeira vez alguns colaboraram com muito material, outros com quantidades pequenas, mas friso a eles que são de igual importância...

O nosso material reciclado está sendo retirado a cada quinze dias. A segunda retirada rendeu 150Kg de papel e 2Kg de alumínio. Somados à primeira já são 350Kg de papel.

Não é ótimo?

O plástico e o vidro serão vendidos para um "stand" de coleta reciclável do hiper mercado Extra localizado à Av Brig. Luiz Antonio...

A terceira coleta foi um sucesso: 443 Kg de papel e 2kg de alumínio. As pessoas já desenvolveram o hábito de separar o material reciclável do orgânico e esperaram (4 semanas!) pela retirada. Umas já estavam com excesso de material e para que não jogassem fora retiramos uma parcela de seus aptos. As três retiradas já somam 792Kg de papel..."

Destinação

O primeiro passo quando pensamos na questão do lixo, o mais difícil de equacionar e o que vai demandar maior pesquisa, é a destinação. Afinal de que adianta separar se não conhecemos o processo como um todo? Para onde vai o nosso lixo depois que o lixeiro passa? Há alternativas? O que fazer com o lixo separado? As alternativas de destinação atuais são ambientalmente satisfatórias? Como poderia melhorar? O que eu posso fazer? Todas essas são perguntas altamente pertinentes que devem preceder qualquer iniciativa relativa a lixo. Este deve ser o fio condutor tanto de um trabalho escolar quanto de uma proposta de logística. Afinal, se queremos participar devemos conhecer a fundo o processo de nossa cidade. Essas perguntas nos instrumentalizam para a mudança com os pés no chão. Costumamos dizer que o romantismo é muito prejudicial para o meio ambiente pois alguns indivíduos, munidos da mais genuína boa vontade, eventualmente, ignoram o processo e acabam interferindo de maneira não durável ou afastada dos reais pressupostos, o que deixa uma imagem de insucesso que vai comprometer a próxima ação em meio ambiente.

Todos vão achar que "isso não dá certo". Isso acontece com freqüência, não é mesmo?

Não existem respostas universais.

Mas uma coisa é fato: quando um programa alia o aspecto ambiental ao aspecto social - com a doação dos recicláveis para uma cooperativa ou associação de Catadores de materiais recicláveis, Catadores históricos que, através de sua organização, contribuem para o aumento dos índices de reciclagem do Brasil sem nenhum custo para a administração pública - alcança uma muito maior adesão por parte das pessoas que percebem a oportunidade de, além de se adequar ambientalmente, promover a geração de trabalho e renda para esses atores históricos.

A doação dos recicláveis para catadores organizados apóia a organização desse segmento e confere ao programa uma dupla motivação: ambiental e social.

Experimente e verá.

Conscientização

Estratégias de Conscientização

As estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental estão agrupadas em quatro conjuntos: estratégias gerais, estratégias do setor empresarial, estratégias do poder público e estratégias direcionadas aos catadores.

Estratégias gerais:

Elaborar um glossário para unificar conceitos básicos e terminologias;
Formar, capacitar e valorizar os profissionais e agentes multiplicadores envolvidos nos programas educativos, nos diversos setores da sociedade e do governo;
Priorizar a capacitação dos participantes das iniciativas já existentes de coleta seletiva solidária;
Realizar gincanas, olimpíadas, feiras culturais, oficinas de artesanato e arte;
Elaborar campanhas e materiais para divulgação (folhetos, cartazes etc.);
Organizar fóruns de discussão, cursos de capacitação, seminários, debates, eventos culturais; desenvolver material educativo e a abordagem porta-a-porta etc.;
Organizar visitas monitoradas a centros, associações e cooperativas de triagem e de compostagem, a aterros sanitários e a outras unidades de aproveitamento e tratamento de resíduos;
Definir estratégias educativas de médio e de longo prazo;
Estimular ações que inibam o descarte ilegal;
Articular as iniciativas já existentes e difundir experiências de educação socioambiental;
Realizar planejamento estratégico participativo com gestão compartilhada, para garantir a implementação das ações educativas;
Obter o apoio da mídia, sobretudo da televisão, salientando a importância de seu comprometimento com a educação;
Formular propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de forma a responsabilizar os geradores de resíduos.

Estratégias do setor empresarial:

Estimular parcerias entre empresas e catadores para a gestão de resíduos sólidos com educação socioambiental;
Fornecer infra-estrutura para a implantação de Postos de Entrega Voluntária — PEVs de materiais recicláveis e contratar catadores para atuar como educadores nesses postos;
Apoiar programas públicos de formação de agentes socioambientais;
Apoiar programas e ações educativas na esfera civil, coordenados por atores da sociedade, não vinculados a interesses de mercado, através da criação de um fundo empresarial e de outras modalidades de captação de recursos;
Promover eventos segmentados para pequenas, médias e grandes empresas, para estimular o engajamento com o Programa Coleta Seletiva Solidária;
Participar efetivamente da educação socioambiental na sua comunidade, envolvendo os funcionários das empresas;
Estimular as empresas a realizarem pesquisas sobre o ciclo de vida de seus produtos;
Criar um fórum de associações e de sindicatos patronais para o fomento de sistemas de coleta seletiva solidária e de outras ações de educação socioambiental;
Incentivar as empresas para o desenvolvimento de programas e ações de educação voltadas para os três Rs e para a inclusão social dos catadores;
Ser exemplo na destinação final de seus materiais e divulgar informações sobre a reciclabilidade desses materiais;
Desenvolver discussões junto ao setor empresarial sobre as Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
Contribuir de forma efetiva, criando espaços de discussão, na elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
Implantar um programa de coleta seletiva nas empresas que envolva associações e cooperativas de catadores;
Divulgar instrumentos que habilitem as empresas como instituições social e ambientalmente responsáveis;
Divulgar mensagens de conteúdo educativo, nos produtos, voltadas à economia solidária e à sustentabilidade ambiental;
Engajar as empresas na reciclagem dos produtos fabricados;
Engajar as empresas no desenvolvimento de pesquisas sobre o ciclo de vida dos produtos, que possam ser utilizadas para eventual redefinição de procedimentos e práticas produtivas;
Desenvolver um debate público no meio empresarial para divulgação da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária.

Estratégias do poder público:

Implementar programas de capacitação para educadores da rede pública municipal e estadual;
Articular o conteúdo do Programa de Educação Socioambiental da Prefeitura com o do Governo do Estado;
Garantir recursos públicos para fazer diagnóstico participativo;
Criar e integrar conselhos de representantes das Subprefeituras, e instrumentalizá- las para a educação socioambiental através dos planos regionais;
Promover diálogo permanente entre as Subprefeituras, visando à implantação, difusão e acompanhamento dos programas educativos;
Participar da elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
Utilizar espaços públicos para atividades de educação socioambiental;
Desburocratizar o sistema licitatório dos órgãos públicos;
Estimular e integrar os diversos setores do poder público na implementação de programas educativos;
Incorporar programas de educação socioambiental nos Planos Regionais das Subprefeituras (planos diretores regionais);
Incorporar informações sobre sistemas de coleta seletiva solidária em materiais informativos sobre meio ambiente e nas contas de água e de luz;
Desenvolver parcerias com empresas privadas e com universidades para a formação dos educadores da Secretaria Municipal de Educação e de outros órgãos públicos;
Articular um fórum de discussão entre as três esferas de governo, para a discussão das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de resíduos sólidos;
Capacitar técnicos do poder público municipal e estadual para os programas educativos;
Contratar ONGs e cooperativas de catadores pela Secretaria de Serviços e Obras e/ou Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para formação de catadores;
Contratar bolsistas do programa social da Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para a divulgação porta-a-porta do Programa de Coleta Seletiva Solidária e das atividades educativas;
Envolver as entidades, ONGs, associações ambientalistas na divulgação das propostas da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária;
Atuar em rede com o comércio, com as Subprefeituras de São Paulo e com a sociedade civil, nos locais onde haverá centrais de coleta seletiva solidária;
Garantir a execução de programas educativos em todas as secretarias da Prefeitura e criar uma coordenação intersecretarial para implementar os programas de educação socioambiental na Prefeitura de São Paulo;
Integrar outras atividades e programas das secretarias, relacionados com a questão.Estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental

Estratégias dos catadores e catadoras:

Promover a conscientização e a valorização do catador;
Elaborar plano de educação socioambiental tendo como referência exemplos concretos da atuação dos catadores e de suas associações e cooperativas;
Promover troca de experiências entre as organizações dos catadores, para a valorização profissional, através de cursos de capacitação, de visitas a empresas recicladoras, entre outras;
Criar equipes, nas cooperativas e associações, para a formação dos catadores;
Desenvolver cursos de diversificação da coleta seletiva e de reaproveitamento de materiais sob a forma de arte e artesanato, para ampliar os ganhos dos catadores;
Estimular a sensibilização da população sobre os benefícios sociais e ambientais da coleta seletiva, capacitando-a, através de ação porta-a-porta dos catadores;Explicar a cadeia produtiva, o ciclo de vida dos produtos e as possibilidades que os materiais oferecem;
Desenvolver processos de formação, em diversas competências, dos catadores que fazem triagem, para atuarem simultaneamente como educadores, agentes ambientais e profissionais de reciclagem;
Promover a criação de espaços nos centros de triagem e nas cooperativas de catadores, para receber a população.

Fonte: www.lixo.com.br

Coleta Seletiva

COMO IMPLANTAR A COLETA SELETIVA

Inicialmente é necessário a conscientização de todos para a busca de soluções para o grave problema. Isto é possível através de palestras, manual de Coleta Seletiva e cartazes demonstrando as vantagens da reciclagem, da preservação dos recursos naturais e a não poluição do meio ambiente.

Na próxima fase, é necessário sinalizar e disponibilizar coletores específicos para cada tipo de material em lugar comum a todos e de fácil acesso. Hoje, além dos coletores é possível disponibilizar sacos de lixos nas cores padrões de cada material.

Na última fase é necessário ter um sistema pré-determinado para o recolhimento dos materiais selecionados e que deverão ser encaminhados para as usinas de reciclagens.

SISTEMAS DE COLETA DE SELETIVA

Existem algumas formas de coletas de materiais recicláveis.

O primeiro exemplo é o sistema de porta a porta onde os caminhões do serviço de limpeza passam recolhendo os materiais separados, como na coleta de lixo comum, mas em dias específicos.

O segundo exemplo é através da entrega voluntária (PEV) em postos de coleta distribuídos pela cidade nas escolas, praças, supermercados, etc., onde a população entrega os materiais separados nos respectivos coletores.

Hoje existem, também, empresas especializadas que retiram os materiais selecionados e encaminham para as usinas de reciclagens mediante contratos ou solicitações. Este método é mais adequado às empresas onde o volume de material é maior.

O PRIMEIRO PASSO

A SEPARAÇÃO DO LIXO RECICLÁVEL DO NÃO RECICLÁVEL

No cotidiano de nossas cidades, são produzidas milhares de toneladas de lixo. Há muito tempo este resíduo é um dos grandes problemas que o poder público e a sociedade tem enfrentado, buscando soluções que nem sempre atendem as necessidades. Razão disso a degradação do meio ambiente, tais como as contaminações de nossos rios, a poluição do ar, ruas sujas, proliferação de insetos, ratos, etc, causando doenças.

A solução mais eficiente é a separação dos materiais recicláveis para o reaproveitamento, transformando o problema do lixo em solução econômica e social. Para que isto seja possível é preciso que todos participem colaborando com o programa de Coleta Seletiva.

A Só Lixeiras faz a sua parte fabricando e comercializando a maior linha de coletores (lixeiras) para ambientes domésticos, comerciais, industriais e condomínios.

Seguindo os padrões CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) a Só Lixeiras trabalha para que o resíduo seja separado na origem, facilitando todos os processos posteriores para a reciclagem. Desta forma, permite que toda empresa enquadrada no projeto de responsabilidade ambiental, atenda também as normas de qualidade ISO 14001.

COLETA SELETIVA

É a separação dos materiais que podem ser reciclados, na sua fonte geradora.

BENEFÍCIOS DA COLETA SELETIVA

Para 75 latas de aço, recicladas, preserva-se uma árvore que seria usada como carvão.
Para cada tonelada de papel reciclado, evita-se a derrubada de 16 a 30 árvores adulta, em média.
A cada 100 toneladas de plástico reciclado, evita-se a extração de 1 tonelada de petróleo e a economia em torno de 90% de energia.
10% de vidro reciclado, economiza-se 4% de energia e reduz 10% no consumo de água.
As vantagens da reciclagem são muitas mas acima de tudo, ela melhora a qualidade de vida, minimiza os efeitos da poluição no planeta, gera empregos e rendas, além de valorizar as empresas ambientalmente corretas.

MATERIAIS RECICLÁVEIS

Os principais materiais recicláveis são papeis, plásticos, vidro e metal.

Todos deverão ser separados e colocados em coletores ou sacos plásticos de preferência na cor padrão de cada material conforme resolução do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

MATERIAIS NÃO RECICLÁVEIS

Lixo Orgânico ou Úmido: São restos de comidas, cascas de frutas e legumes, etc.
Rejeitos:
Lenços e guardanapos de papel, absorvente e papel higiênico, fraldas, papéis sujos, espelhos, cerâmicas, porcelanas, etc.
Resíduos Especiais:
Pilhas e baterias.
Resíduos Hospitalar:
Curativos, gazes, algodão, seringas, etc.
Lixo Químico ou Tóxico:
Embalagens de agrotóxico.

GUIA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E NÃO RECICLÁVEIS

PLÁSTICO - cor padrão vermelho

Reciclável

Copos
Garrafas
Sacos/Sacolas
Frascos de produtos
Tampas
Potes
Canos e Tubos de PVC
Embalagens Pet (Refrigerantes, Suco, Óleo, Vinagre, etc).

Não Reciclável:

Tomadas
Cabos de Panelas
Adesivos
Espuma
Embalagens Metalizadas (Biscoitos e Salgadinhos)

METAL - Cor padrão amarelo

Reciclável

Tampinhas de Garrafas
Latas
Enlatados
Panelas sem cabo
Ferragens
Arames
Chapas
Canos
Pregos
Cobre

Não Reciclável:

Clipes
Grampos
Esponja de Aço
Aerossóis
Latas de Tinta
Latas de Verniz,
Solventes Químicos,
Inseticídas

Papel - Cor padrão azul

Reciclável

Jornais e Revistas
Listas Telefônicas
Papel Sulfite/Rascunho
Papel de Fax
Folhas de Caderno
Formulários de Computador
Caixas em Geral (ondulado)
Aparas de Papel
Fotocópias
Envelopes
Rascunhos
Cartazes Velhos

Não Reciclável:

Etiquetas Adesivas
Papel Carbono
Papel Celofane
Fita Crepe
Papéis Sanitários
Papéis Metalizados
Papéis Parafinados
Papéis Plastificados
Guardanapos
Bitucas de Cigarros
Fotografias

Vidro - Cor padrão verde

Reciclável

Garrafas
Potes de Conservas
Embalagens
Frascos de Remédios
Copos
Cacos dos Produtos Citados
Pára-brisas

Não Reciclável:

Portas de Vidro
Espelhos
Boxes Temperados
Louças
Cerâmicas
Óculos
Pirex
Porcelanas
Vidros Especiais (tampa de forno e microondas)
Tubo de TV

Fonte: www.planetaplastico.com.br

Coleta Seletiva

A importância da Coleta Seletiva

O lixo é responsável por um dos mais graves problemas ambientais de nosso tempo. Seu volume principalmente nos grandes centros urbanos é enorme e vem aumentando intensa e progressivamente, atingindo quantidades impressionantes. Na maior parte dos municípios brasileiros (cerca de 76% deles), o lixo é simplesmente jogado no solo, sem qualquer cuidado, formando os lixões, altamente prejudiciais à saúde pública.

As conseqüências da disposição inadequada do lixo no meio ambiente são a proliferação de vetores de doenças, a contaminação de lençóis subterrâneos e do solo pelo chorume (líquido escuro, altamente tóxico, formado na decomposição dos resíduos orgânicos do lixo) e a poluição do ar, causada pela fumaça proveniente da queima espontânea do lixo exposto.

Dentro desse quadro, a coleta seletiva de lixo aparece não como a solução final, mas como uma das possibilidades de redução do problema.

Nosso lixo é composto por diversos tipos de material, grande parte reaproveitável. A Coleta seletiva consiste na separação de tudo o que pode ser reaproveitado, enviando-se esse material para reciclagem.

Mas o que é coleta seletiva? E o que ela pode contribuir para a minimização dos resíduos?

Coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. A coleta seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos gerando, quanto por um grupo de pessoas (empresas, condomínios, escolas, cidades, etc.).

A coleta seletiva contribui para a minimização de resíduos, pois, é um conceito que abrange mais do que a simples coleta seletiva e envio do lixo para reciclagem.

Pressupões três regrinhas básicas que devem ser seguidas: primeiro pensar em todas as maneiras de REDUZIR o lixo, depois, REAPROVEITAR tudo o que for possível, e só depois pensar em enviar materiais para RECICLAR. Essa forma de atuação é chamada de 3 R, que é a letra inicial de cada uma das palavras-chave.

Portanto, a coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Uma sociedade consciente e bem educada não gera lixo e sim materiais para reciclar, além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.

Fonte: www.webartigos.com

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