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Parque Nacional Serra da Canastra

O Parque Nacional da Serra da Canastra situa-se no sudoeste de Minas Gerais, ao norte do Rio Grande - lago de Furnas e lago Mascarenhas de Morais.

É composto por várias fito fisionomias do bioma Cerrado com predomínio de vários tipos de campos.

Criado pelo Decreto nº 70.355, de 3 de abril de 1972, com 200 mil hectares, preserva as nascentes do rio São Francisco e vários outros monumentos. Teve 70 mil hectares indenizados no chapadão da Canastra e tem 130 mil hectares na região da Babilônia, abrangendo os municípios de Capitólio, Vargem Bonita, São João Batista do Glória e Delfinópolis por regularizar.

O Parque possui variada beleza cênica com grandes paredões de rocha onde existem várias e belas cachoeiras. Esse tipo de paisagem atrai adeptos dos esportes de aventura e do turismo contemplativo, entre outros, o de observação de aves silvestres. A região guarda muitos outros atrativos e, dentro do parque, há sinalização dos pontos de visitação que podem ser acessados de carro, por razoáveis estradas de terra, a depender das condições meteorológicas.

Os pontos mais procurados são a nascente do rio São Francisco, a parte alta da Casca D'anta, primeira cachoeira do Rio São Francisco com 186 metros de altura, e sua parte baixa. Há piscinas de água muito fresca na parte superior, antes da queda, e um mirante, onde se deve primar pela segurança, devido ao risco de acidentes.

Destacamos também a Cachoeira dos Rolinhos, entre tantas outras; o Curral de Pedras, um curral feito amontoando-se manualmente pedra sobre pedra, que era utilizado para conter o gado durante a pernoite dos tropeiros; a Garagem de Pedras, um antigo entreposto para os habitantes do Vão dos Cândidos que subiam a chapada a pé ou em “lombo de burro” para ter acesso à estrada que ligava e liga São Roque de Minas ao Triângulo Mineiro.

O parque é um divisor natural de águas das bacias dos rios São Francisco e Paraná, neste caso contribuindo ao sul com o rio Grande e ao norte com o rio Paranaíba, através do rio Araguari que nasce dentro do parque.

As maiores altitudes beiram os 1.500 metros e em vários locais suas variações são abruptas, inclusive nas estradas, que ainda sofrem sérias intempéries e erosões na época das chuvas. Assim é recomendado o uso de veículos 4x4 em boa parte do ano.

O parque apresenta ainda dois sítios arqueológicos em condições de preservação e segurança precários e ainda mal estudados, solicitando-se a todos o devido respeito com aquelas localidades, nada devendo ser retirado ou alterado sob pena de multa. São pinturas rupestres e outros elementos ainda não totalmente identificados.

A época ideal para visitação é de abril a outubro, pois o tempo está menos chuvoso, facilitando o acesso às atrações e tornando os passeios mais agradáveis.

Motos e veículos off road são bem vindos, desde que se mantenham nas estradas, pois fora delas estarão sujeitos à multa nos termos da legislação ambiental.

Bioma: Cerrado

Área: 200.000 hectares

OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE

Proteger significativa área que apresenta praticamente todas as fitofisionomias as quais englobam formações florestais, savânicas e campestres, o que é pouco comum em outras áreas protegidas do Cerrado e ainda área de tensão ecológica entre o Cerrado e a Floresta Atlântica. Proteger, em estado natural, zonas de recarga e cabeceiras de drenagem inseridas nos Chapadões da Canastra e da Babilônia. Proteger nascentes das bacias dos rios São Francisco, Araguari, Santo Antônio (Norte e Sul), Bateias, Grande e Ribeirão Grande.

Parque Nacional Serra da Canastra
Parque Nacional da Serra da Canastra

 

 

DECRETO E DATA DE CRIAÇÃO

Foi criado pelo Decreto n.º 70.355 de 03.04.1972.

ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS

As manifestações populares da sociedade mineira datam de 1971. O IBDF estabeleceu a política de conservação dos recursos naturais da região por meio de decreto.

A unidade apresenta na extremidade norte uma cultura arqueológica representativa como as pinturas de caverna, agulhas de osso, machados de pedra e cerâmica. Quanto à cultura contemporânea apresenta lendas da localidade e lugares históricos.

ÁREA, LOCALIZAÇÃO E ACESSOS

Possui uma área de 200.000 ha. Está localizada na região sudoeste do estado de Minas Gerais. O acesso é feito, partindo de Belo Horizonte, pela MG-050, BR-381 e MG-431. A cidade mais próxima à unidade é São Roque de Minas que fica a uma distância de 330 Km da capital.

CLIMA

O tipo de clima da unidade é Subtropical moderado úmido, apresentando temperaturas médias entre 17 e 23 °C. O mês mais frio é julho e os mais quentes são janeiro e fevereiro. O índice pluviométrico fica em torno de 1300-1700 mm.

QUE VER E FAZER (ATRAÇÕES ESPECIAIS)/ÉPOCA IDEAL PARA VISITAÇÃO

Parque Nacional Serra da Canastra
Parque Nacional da Serra da Canastra-
Casca D'anta

É aberto à visitação todos os dias, de 8:00 às 18:00 hs. O valor do ingresso é R$ 3,00 por pessoa; A época ideal para visitação é de abril a outubro. Possui muitas belezas cênicas, algumas de difícil acesso. As mais procuradas são a nascente do rio São Francisco e as partes alta e baixa da cachoeira Casca D'anta.

Deve-se visitar também: Cachoeira do Rolinho; Garagem de Pedras (que oferece vista panorâmica do Vale dos Cândidos) e Serra da Babilônia.

Para que a sua visita ao Parque alcance os seus objetivos, siga as seguintes instruções:

1) Para sua segurança, a entrada e o consumo de bebidas alcoólicas não são permitidos

2) A entrada e o uso de equipamentos coletivos de som não são permitidos, por perturbarem a fauna e visitantes

3) No Parque, só é permitido trafegar nas estradas abertas à visitação. A velocidade máxima é 40 Km/hora

4) Em sua visita ao Parque não colete nada, principalmente plantas, animais e rochas

5) Para sua segurança a prática de esportes radicais como: rapel, canyoning, tirolesa, pêndulo, escalada e outros não é permitida no Parque

6) É permitido fazer churrasco somente na parte baixa do Parque- Portaria Casca D'anta

7) Em sua visita ao Parque retorne com o lixo para as Portarias, por gentileza

8) A entrada de animais domésticos no Parque não é permitida

9) Em Unidades de Conservação não é permitida a entrada de visitantes portando armas, materiais ou instrumentos destinados a corte, caça e pesca

10) Para sua segurança é aconselhável o uso de sapato fechado, antiderrapante e confortável. (Em caso de qualquer irregularidade, será aplicada multa prevista em Lei).

RELEVO

O relevo do Parque é caracterizado por dois chapadões: o da Serra da Canastra e o da Zagaia, tendo ainda um perfil plano. As encostas dos chapadões consistem em descidas íngremes e precipícios.

VEGETAÇÃO

São encontradas tanto a formação vegetal típica (campos de altitude) como a tropical atlântica. Há também Campos Rupestres, pequena parcela de Mata Ciliar e manchas de Campo-Cerrado. Neste cenário é possível observar espécies endêmicas como a canela de ema, arnica e arnica-do-campo.

FAUNA

No parque espécies como o lobo-guará, o tatu canastra, tamanduá bandeira e o pato mergulhão são consideradas ameaçadas de extinção. O Parque conta também com abundante avifauna e numerosas espécies de répteis, anfíbios e peixes.

HIDROGRAFIA

Na região do Parque Nacional da Serra da Canastra encontra-se parte das bacias de três rios importantes: os rios Paranaíba e Grande pertencentes a bacia do rio Paraná, e rio São Francisco.

CIDADES DA CANASTRA

São Roque de Minas, Vargem Bonita, Delfinópolis, São João Batista da Glória, Capitólio, Sacramento e Piumhi.

USOS CONFLITANTES QUE AFETAM A UNIDADE E SEU ENTORNO

Tem-se registro de conflitos com os fazendeiros vizinhos por causa da desapropriação e da proibição de queimadas, bem como a prática do garimpo e extração de caulim.

BENEFÍCIOS INDIRETOS E DIRETOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO

O benefício mais evidente da unidade é a preservação dos recursos hídricos através da proteção da nascente do São Francisco. Cita-se ainda, áreas para o lazer ecológico (piquenique e cachoeiras).

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A UNIDADE

NÚMERO TOTAL DE FUNCIONÁRIOS: 22 funcionários do IBAMA e 14 funcionários de firma de vigilância e limpeza.

INFRA-ESTRUTURA DISPONÍVEL

Residências para guardas; 1 alojamento para pesquisadores; 1 sede administrativa; 1 garagem para veículos; 1 almoxarifado; 1 casa/alojamento para combate a incêndios; fazenda Cândidos para museu; 1 centro de visitantes com sala de exposições, auditório (45 lugares), sala de diretor, laboratório, lanchonete e biblioteca; 4 portarias em alvenaria (4 cômodos); 3 postos de vigilância de madeira (Bentinho, Serra Brava e Currais); 2 quiosques, 1 abrigo para turistas, 1 banheiro, área pic-nic e 1 mini centro de visitantes); 160 Km de estradas; 30 Km de aceiros; sistema de comunicação (telefone, fax, 5 rádios fixos, 6 rádios móveis em veículos, 6 rádios PS e 1 repetidora); 6 Km de rede elétrica; 03 Toyotas cabine dupla; 1 micro ônibus; 1 Besta; 1 caminhão basculantes; 1 trator agrícola; 1 trator de esteira; 2 saveiro e 2 motos.

COMO CHEGAR

Via Aérea: Araxá/MG, a 160 km, e Piumhi/MG, a 70 km da nascente do São Francisco, são as cidades mais próximas em estrutura aeroportuária.

Via Rodoviária: Belo Horizonte está a 320 km da nascente,. Saindo da cidade pela BR-381, toma-se a BR-262 sentido Triângulo Mineiro e segue-se a MG-050 até Piumhi/MG. De São Paulo o caminho é por Campinas de onde se acessa Minas Gerais buscando-se a S. S. do Paraíso/MG e Passos/MG. De Passos, cruzando a ponte do rio Grande pode-se entrar na área não regularizada via São João Batista do Glória/MG ou seguir pela rodovia MG-050 até Piumhi/MG e dali para São Roque de Minas (nascente e parte alta da Casca D'anta) e Vargem Bonita (parte baixa da Casca D'anta). Há ainda a possibilidade de entrada em MG via Franca, buscando-se Delfinópolis e acessando o Parque por sua área não regularizada. A rodovia MG-050 é pavimentada e as demais opções são feitas em estradas de terra muitas vezes em estado precário, desaconselhável para veículos que não sejam 4x4.

ONDE FICAR

O Parque abrange seis municípios mineiros, todos com vocação turística e com excelentes opções de lazer, como Capitólio, São João Batista do Glória, Delfinópolis, Sacramento, São Roque de Minas e Vargem Bonita.

O acesso à nascente do rio São Francisco e à parte alta da Casca D'anta são mais próximos de São Roque de Minas (11 e 38 Km, respectivamente) e a parte baixa da Casca D'anta fica mais próxima de Vargem Bonita MG (24 Km).

Fonte: www.brasilturismo.com

Parque Nacional Serra da Canastra

BIOMA: Cerrado

ÁREA: 197.809,78 hectares

DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec nº 70.355 de 03 de abril de 1972

Parque Nacional Serra da Canastra
Parque Nacional da Serra da Canastra

O Parque Nacional da Serra da Canastra situa-se no sudoeste de Minas Gerais, ao norte do Rio Grande - lago de Furnas e lago Mascarenhas de Morais.

É composto por várias fito fisionomias do bioma Cerrado com predomínio de vários tipos de campos.

Criado pelo Decreto nº 70.355, de 3 de abril de 1972, com 200 mil hectares, preserva as nascentes do rio São Francisco e vários outros monumentos. Teve 70 mil hectares indenizados no chapadão da Canastra e tem 130 mil hectares na região da Babilônia, abrangendo os municípios de Capitólio, Vargem Bonita, São João Batista do Glória e Delfinópolis por regularizar.

O Parque possui variada beleza cênica com grandes paredões de rocha onde existem várias e belas cachoeiras. Esse tipo de paisagem atrai adeptos dos esportes de aventura e do turismo contemplativo, entre outros, o de observação de aves silvestres. A região guarda muitos outros atrativos e, dentro do parque, há sinalização dos pontos de visitação que podem ser acessados de carro, por razoáveis estradas de terra, a depender das condições meteorológicas.

Os pontos mais procurados são a nascente do rio São Francisco, a parte alta da Casca D'anta, primeira cachoeira do Rio São Francisco com 186 metros de altura, e sua parte baixa. Há piscinas de água muito fresca na parte superior, antes da queda, e um mirante, onde se deve primar pela segurança, devido ao risco de acidentes.

Destacamos também a Cachoeira dos Rolinhos, entre tantas outras; o Curral de Pedras, um curral feito amontoando-se manualmente pedra sobre pedra, que era utilizado para conter o gado durante a pernoite dos tropeiros; a Garagem de Pedras, um antigo entreposto para os habitantes do Vão dos Cândidos que subiam a chapada a pé ou em “lombo de burro” para ter acesso à estrada que ligava e liga São Roque de Minas ao Triângulo Mineiro.

O parque é um divisor natural de águas das bacias dos rios São Francisco e Paraná, neste caso contribuindo ao sul com o rio Grande e ao norte com o rio Paranaíba, através do rio Araguari que nasce dentro do parque.

As maiores altitudes beiram os 1.500 metros e em vários locais suas variações são abruptas, inclusive nas estradas, que ainda sofrem sérias intempéries e erosões na época das chuvas. Assim é recomendado o uso de veículos 4x4 em boa parte do ano.

O parque apresenta ainda dois sítios arqueológicos em condições de preservação e segurança precários e ainda mal estudados, solicitando-se a todos o devido respeito com aquelas localidades, nada devendo ser retirado ou alterado sob pena de multa. São pinturas rupestres e outros elementos ainda não totalmente identificados.

A época ideal para visitação é de abril a outubro, pois o tempo está menos chuvoso, facilitando o acesso às atrações e tornando os passeios mais agradáveis.

Motos e veículos off road são bem vindos, desde que se mantenham nas estradas, pois fora delas estarão sujeitos à multa nos termos da legislação ambiental.

COMO CHEGAR

Via Aérea: Araxá/MG, a 160 km, e Piumhi/MG, a 70 km da nascente do São Francisco, são as cidades mais próximas em estrutura aeroportuária.

Via Rodoviária: Belo Horizonte está a 320 km da nascente,. Saindo da cidade pela BR-381, toma-se a BR-262 sentido Triângulo Mineiro e segue-se a MG-050 até Piumhi/MG. De São Paulo o caminho é por Campinas de onde se acessa Minas Gerais buscando-se a S. S. do Paraíso/MG e Passos/MG. De Passos, cruzando a ponte do rio Grande pode-se entrar na área não regularizada via São João Batista do Glória/MG ou seguir pela rodovia MG-050 até Piumhi/MG e dali para São Roque de Minas (nascente e parte alta da Casca D'anta) e Vargem Bonita (parte baixa da Casca D'anta). Há ainda a possibilidade de entrada em MG via Franca, buscando-se Delfinópolis e acessando o Parque por sua área não regularizada. A rodovia MG-050 é pavimentada e as demais opções são feitas em estradas de terra muitas vezes em estado precário, desaconselhável para veículos que não sejam 4x4.

ONDE FICAR

O Parque abrange seis municípios mineiros, todos com vocação turística e com excelentes opções de lazer, como Capitólio, São João Batista do Glória, Delfinópolis, Sacramento, São Roque de Minas e Vargem Bonita.

O acesso à nascente do rio São Francisco e à parte alta da Casca D'anta são mais próximos de São Roque de Minas (11 e 38 Km, respectivamente) e a parte baixa da Casca D'anta fica mais próxima de Vargem Bonita MG (24 Km).

Fonte: www.icmbio.gov.br

Parque Nacional Serra da Canastra

Uma das características marcantes do Parque Nacional da Serra da Canastra são suas nascentes, dentre as quais duas se destacam: a do rio São Francisco e a do rio Araguari. Em seus domínios, o rio São Francisco percorre cerca de 14 km até atingir a escarpa da Serra da Canastra, onde forma a cachoeira Casca D’Anta. Com três quedas, e cerca de 200 metros de altura, essa cachoeira é um dos grandes atrativos do Parque.

O relevo na área é caracterizado por dois chapadões o da Canastra e o das Sete Voltas mais o vale formado entre eles, ocorrendo seu ponto culminante no topo da Serra Brava, com 1.496 metros de altitude.

A vegetação do Parque é típica de cerrado do Brasil Central, com a ocorrência de campos limpos nas partes mais altas. Destacam-se aí as fruta-de-lobo (Salanum spp), lixeira (Curatella americana), pequi (Caryocar brasiliense) e pau-de-colher (Salvertia convallariodora).

Embora reduzida, a população animal é bastante significativa do Brasil Central. Há espécies oficialmente ameaçadas de extinção, como o tatu-canastra (Priodontes giganteus), tamanduá-bandeira (Mymercophaga tridactyla) e lobo-guará (Chrvsocyon brachyurus), que encontram no Parque abrigo adequado.

Outros mamíferos habitantes da área são o cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), lontra (Lontra sp), veado-catingueiro (Mazama gouazoubira), bugio (Alocatta fusca), macaco-prego (Cebus apella) e guaxinim (Procyon cancrivorus).

Entre as aves sobressai-se por seu tamanho a ema (Rhea americana) podendo ser vistos numerosos exemplares de martim-pescador (Ceryle torquata), tucano-açu (Ramphastus toco), curió (Oryzoborus angolensis angolensis) e canário-da-terra (Sicalis flaveola).

Apesar do fácil acesso por rodovias asfaltadas provenientes de Belo Horizonte e São Paulo, o Parque não conta ainda com infra-estrutura para a hospedagem de visitantes.

Data de criação: 03 de abril de 1.972, pelo decreto federal nº. 70.355.

Localização: Minas Gerais, abrangendo os municípios de São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis.

Área: 71.525 hectares

Perímetro: 173 km

Clima: tropical, subquente úmido, com quatro a cinco meses secos.

Temperaturas: média anual de 18 a 20ºC, máxima absoluta de 34 a 36ºC e mínima absoluta de -4 a 0ºC.

Chuvas: Entre 1500 e 1750 mm anuais.

Relevo: ondulado.

Fonte: paginas.terra.com.br

Parque Nacional Serra da Canastra

Parque Nacional Serra da Canastra
Parque Nacional da Serra da Canastra

Determinação dos objetivos específicos de manejo da área:

Proteger as nascentes do rio São Francisco e as demais nascentes situadas na área.

Proteger espécies raras, ameaçadas ou em perigo de extinção.

Conservar os sítios históricos e arqueológicos, bem como os objetos de herança histórico-cultural.

Recuperar e conservar amostras representativas de ecossistemas de altitude da Província Central.

Recuperar e conservar a diversidade ecológica do Parque, suas potencialidades e recursos genéticos.

Conservar as áreas de belezas cênicas naturais representativas das paisagens de chapadão.

Fomentar a pesquisa científica permitida e o monitoramento ambiental.

Fornecer programas interpretativos e educacionais para facilitar a preciação e compreensão do Parque pelo público.

Possibilitar atividades de recreio e turismo diretamente ligados com os recursos da área, que sejam compatíveis com os demais objetivos do Parque.

O RIO

O VELHO CHICO

O São Francisco teve um papel fundamental para o Brasil em toda a sua história. Serviu de estrada para os primeiros aventureiros colonizarem o interior do país, dando água e pescado para as comunidades ribeirinhas e fertilizando as terras a sua volta. Hoje ele gera energia através de suas grandes hidroelétricas e as suas hidrovias são fundamentais para o escoamento da produção agrícola.

Mas o mais marcante é vê-lo atravessar cheio de vida pelo sertão do nordeste. O uso de suas águas viabilizou a irrigação da caatinga mundando a paisagem e o modo de vida a sua volta.

Sempre útil ao homem, leva em troca o esgoto e o lixo da indiferênça humana.

Se para quem está no mar a terra é um lugar seguro, pra quem está no sertão o rio São Francisco é esse lugar.

Como chegar

O principal acesso à Serra da Canastra é via São Roque de Minas, cidade que fica a apenas 8 km da portaria 1 do Parque Nacional. Essa portaria é a mais próxima do escritório administrativo do Ibama, do Centro de Visitantes e de toda a parte alta do Parque Nacional, onde estão a nascente do rio São Francisco e a Cachoeira Casca D’Anta (parte de cima, com trilha até a parte de baixo).

PARA QUEM SAI DE:

Belo Horizonte, Sul de Minas, Rio de Janeiro E São Paulo

O acesso principal a São Roque de Minas é pela rodovia MG 050, que liga Belo Horizonte à região nordeste do Estado de São Paulo. Chegando à cidade mineira de Piumhi, o visitante deve entrar no primeiro trevo (para quem vem de Belo Horizonte e Rio de Janeiro) ou no segundo trevo (para quem vem de São Paulo) e atravessar a cidade seguindo a indicação das placas até a rodovia secundária de 60 km que leva a São Roque de Minas.

Araxá, Uberlândia, Uberaba, Cidades de Goiás e Distrito Federal

Outro acesso, melhor para quem chega de Araxá, Uberaba, Uberlândia, Goiás e Distrito Federal, é via Bambuí, com 33 km de terra no trecho final. A referência principal é a BR 262 (Uberaba – Belo Horizonte). 13 km após passar pela cidade de Estalagem, entrar na BR 354 até Bambuí e de lá para São Roque de Minas.

VEJA AS DISTÂNCIAS

Araraquara: 390 km

Araxá: 220 km

Belo Horizonte: 320 km

Brasília: 840 km

Campinas: 440 km

Divinópolis: 210 km

Formiga: 130 km

Franca: 200 km

Passos: 145 km

Piumhi: 60 km

Ribeirão Preto: 310 km

Rio de Janeiro: 620 km

Santos: 600 km

São Paulo: 530 km

Uberaba: 350 km

Uberlândia: 410 km

Dicas de rodovias:

FRANCA: saindo de Franca, a melhor forma de chegar à MG 050 é pela SP 345, passando por Capetinga e saindo na altura de Itaú de Minas.

RIBEIRÃO PRETO: melhor caminho é via Serrana, Altinópolis e São Sebastião do Paraíso.

SÃO PAULO: Rodovia Anhanguera ou Bandeirantes (até interligação com Anhanguera) até o anel viário de Campinas no km 86 e daí para Mogi-Mirim, Mogi-Guaçu, Casa Branca, Mococa, Arceburgo e São Sebastião do Paraíso.

RIO DE JANEIRO: BR 040 passando por Três Rios, Juiz de Fora e Barbacena. Depois São João Del Rey e Lavras (via BR 265) e daí cruzando a rodovia Fernão Dias (BR 381) na altura de Perdões rumo a Campo Belo (BR 354) até chegar a Formiga, já na MG 050. Depois é só seguir rumo ao Estado de São Paulo até Piumhi e daí para São Roque de Minas.

Entre Piumhi e São Roque de Minas, o visitante passar por dois vilarejos: São Sebastião dos Cabrestos (município de Vargem Bonita) e Sobradinho (São Roque de Minas).

GEOGRAFIA

Para descrever geografia da Serra da Canastra, foi usado basicamente o Plano de Manejo do Parque Nacional da Serra da Canastra. Publicado em 1981, esse estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal - IBDF e pela Fundação Brasileira Para a Conservação da Natureza abrange toda a região da Serra da Canastra.

Por ter sido feito a quase há quase vinte anos, algumas informações já estão desatualizadas e por isso serão corrigidas e complementadas a cada novo estudo realizado na região.

Enquadramento

O Brasil e dividido em seis domínios morfoclimáticos e Fitogeográficos (Ab'Saber, 1977). O Parque Nacional da Serra da Canastra está localizado entre o Domínio dos Cerrados e o Domínio Tropical Atlântico e no divisor d'águas entre as bacias dos rios São Francisco e Paraná.

Situado no Estado de Minas Gerais, o Parque está localizado na Região Geopolítica do Sudeste.

Tipos de Vegetação

"Lançando-se um olhar inquiridor sobre a cobertura vegetal do Brasil, percebemos, de imediato, o fato mais evidente e que sempre ocupou a atenção dos observadores: a ocorrência de áreas cobertas por vegetação lenhosa densa, fechada e de áreas revestidas por vegetação herbáceo-arbustiva ou lenhosa aberta, rala. Defrontamos aí as duas categorias maiores, que o povo batizou tão solidamente de mata e campo, isto á, na nomenclatura universal: floresta e grass-land" (Rizzini, 1963).

Lidando com um critério tríplice, estrutural ou fisionômico, florístico e de "habitat", o mesmo autor divide essas duas categorias maiores ou classes de formações em cerca de 30 tipos de vegetação ou formações; alem desses tipos de vegetação, reconhece também várias consorciações terrestres e aquáticas, comunidades biotópicas especiais e comunidades serais, dando ênfase as zonas de transição.

Neste quadro, o Parque Nacional da Serra da Canastra pertence a classe de formação "grassland", abrigando essencialmente dois tipos de formação: campos limpos e campos sujos. Vale ressaltar que "os campos limpos, em sua melhor expressão, vegetam sobre as numerosas serras quartzíticas de Minas Gerais e Goiás" (Rizzini, 1963), sendo esses dois Estados "os centros de dispersão dessa rica flora campestre". Pertencendo ao complexo do Brasil Cen-tral, a região do Parque situa-se conforme a divisão fitogeográfica do Brasil (Rizzini, 1963), na subprovíncia do Planalto Central da Província Central.

Sendo a referida sub-província dividida em setores, pertence o Parque ao setor das Serras assim definido: "Campo Limpo nas partes altas (chapadas), cerrado nas encostas, mata mesófila ao longo dos cursos d'água".

Segundo Udvardy (1975) o Parque localiza-se na província biogeográfica "Brasilian Rainforest" que aparece nas Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil.

Relações

O Brasil esta dotado com um amplo sistema nacional de transportes aéreo e terrestre. Belo Horizonte, a principal cidade de acesso ao Parque Nacional da Serra da Canastra, está servida por vôos diários das linhas aéreas nacionais, ligando-a com o resto do Brasil e com o exterior.

O Parque Nacional da Serra da Canastra está localizado entre as rodovias BR-381 Belo Horizonte - São Paulo, BR-050 São Paulo - Brasília, passando por Ribeirão Preto, Uberaba e Uberlândia e BR-262 Uberaba - Vitória passando por Araxá e Belo Horizonte.

Além dessas importantes rodovias, ligando o Triângulo Mineiro a Belo Horizonte e São Paulo, existe planejada, a BR-146 que integrará as cidades balneárias do sul de Minas e São Paulo aos principals centros do país.

Esta rodovia passará nas imediações do Parque, o que permitirá, no futuro sua inclusão em importantes roteiros turísticos.

FOTOS

Parque Nacional Serra da Canastra
Rio São Francisco e a Serra da Canastra ao fundo

Parque Nacional Serra da Canastra
Cachoeira Casca D'anta

Parque Nacional Serra da Canastra
Cachoeira do Antônio Ricardo

Parque Nacional Serra da Canastra
Cachoeira do Fundão

Fonte: www.canastra.com.br

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