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Isopor

 

O que é

O poliestireno é um plástico à base de petróleo feita a partir do monómero de estireno.

A maioria das pessoas sabe que sob o nome de isopor, que na verdade é o nome comercial de um produto de espuma de poliestireno utilizados para o isolamento de habitação. O poliestireno é um material leve, cerca de 95% de ar, com muito boas propriedades de isolamento e é usado em todos os tipos de produtos a partir de copos que mantêm suas bebidas quentes ou frias para material que manter seus computadores seguros durante o transporte de embalagens.

Por que não usá-lo?

A maior preocupação de saúde ambiental associado com poliestireno é o perigo associado a Estireno, o bloco básico de construção de poliestireno.O estireno é usado extensivamente para o fabrico de plásticos, borracha e resinas. Cerca de 90 mil trabalhadores, incluindo aqueles que fazem barcos, banheiras e chuveiros, estão potencialmente expostos ao estireno. Efeitos de saúde agudos são geralmente irritação da pele, olhos e trato respiratório superior, e os efeitos gastrointestinais. A exposição crônica afeta o sistema nervoso central apresentando sintomas como depressão, dor de cabeça, fadiga e fraqueza, e pode causar efeitos secundários sobre a função renal e sangue. O estireno é classificado como um possível carcinógeno humano pela EPA e pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC). Um programa de cumprimento voluntário tem sido adotado por indústrias que utilizam estireno. O Departamento do Trabalho dos EUA, Occupational Safety & Health Administration, sem sucesso (um tribunal federal revogou a decisão em 1992) tentou limitar a quantidade de exposição do trabalhador ao estireno a 50 partes por milhão (ppm). De acordo com a informação de estireno e Centro de Pesquisa (SIRC), eles ainda incentivar suas empresas-membro não respeitar o limite de exposição de 50 ppm. Este programa reduziria a exposição de estireno para a 50 ppm TWA com um teto de 100 ppm (15 minuto). OSHA (EUA Departamento do Trabalho, Segurança e Saúde Ocupacional)
Um relatório da EPA 1986, relativa aos resíduos sólidos chamado o processo de fabricação de poliestireno como o 5 º maior criador de resíduos perigosos. · O National Bureau of Standards Centro de Pesquisas Fogo identificou 57 subprodutos químicos liberados durante a combustão de espuma de poliestireno.
O processo de fazer poliestireno polui o ar e cria grandes quantidades de resíduos líquidos e sólidos.
Os produtos químicos tóxicos vaza destes produtos para os alimentos que eles contêm (especialmente quando aquecido no microondas).
Estes produtos químicos ameaçam a saúde humana e os sistemas reprodutivos.
Estes produtos são feitos com petróleo, um recurso não-sustentável e altamente poluentes.

O uso de hidrocarbonetos na fabricação de espuma de poliestireno libera os hidrocarbonetos no ar ao nível do solo; lá, combinados com óxidos de nitrogênio na presença de luz solar, formam o ozônio troposférico - um poluente do ar sério ao nível do solo.
De acordo com a EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA) mais de 100 milhões de americanos vivem atualmente em áreas que não cumprem as normas de qualidade do ar para o ozono.Califórnia, o Texas Gulf Coast, a área de Chicago-Milwaukee, e do Nordeste EUA todos têm "de ozônio sérios problemas de qualidade do ar", de acordo com a EPA. O ozônio é um poluente perigoso definitivamente. A EPA diz: "Os indivíduos saudáveis que exercem, enquanto os níveis de ozônio são iguais ou apenas ligeiramente acima do padrão pode experimentar reduzido funcionamento dos pulmões, levando a dor no peito, tosse, chiado e congestão pulmonar Em estudos com animais, a exposição a longo prazo. a altos níveis de ozônio produziu dano estrutural permanente pulmões de animais enquanto a exposição a curto ea longo prazo foi encontrada para diminuir a capacidade do animal para combater a infecção. " Em outras palavras, a exposição prolongada ao ozono atmosférico acima dos limites legais que se poderia esperar para danificar o sistema imunológico.
Em volume, a quantidade de espaço usado em aterros sanitários por todos os plásticos é entre 25 e 30 por cento.
- "Folha de Poliestireno Fact", Fundação para Avanços na Ciência e Educação, Los Angeles, Califórnia.
Espuma de poliestireno é geralmente despejado no meio ambiente como lixo.
Este material é conhecido por quebrar em pedaços que sufocam animais e entopem seus sistemas digestivos.
Muitas cidades e condados proibiram espuma de poliestireno (ou seja, Taiwan, Portland, OR, e Orange County, CA).

Poliestireno pode ser reciclado?

Embora a tecnologia para a reciclagem de poliestireno está disponível, o mercado para a reciclagem é muito pequena e encolhimento. Muitos americanos estão ouvindo de suas agências de reciclagem seletiva que eles não vão aceitar bens PS. A boa notícia é que a revolução biopolímero atual (polímeros biodegradáveis) está traçando um caminho para a produção de material de embalagem amiga do ambiente para substituir os amendoins. Corn base e outras sementes conhecidas coletivamente como resíduos borra liderar o caminho. Alguns já estão disponíveis como substitutos. Talvez a situação problemática reciclagem irá ser resolvido por substituição do produto.
Reciclagem de poliestireno não é "ciclo fechado" - copos de plástico recolhidos não são remanufaturados em copos, mas em outros produtos, como a embalagem de enchimento e cafetaria bandejas.
Isto significa que mais recursos terão de ser usados, e mais poluição criada, para produzir mais copos de poliestireno. "Indústria de Plásticos agarra para Canudos," Todo mundo Backyard, janeiro / fevereiro de 1990, Câmara do Cidadão de Resíduos Perigosos, p. 6.

O poliestireno empobrecem a camada de ozônio?

Inicialmente uma parte de produção de poliestireno foi facilitada pelo uso de clorofluorocarbonetos (CFCs), os produtos químicos que destroem o ozono na troposfera. Quando esse problema veio à tona, os fabricantes de poliestireno negociou uma eliminação gradual dos CFCs no processo de produção e sem CFCs têm sido usados desde o final de 1980.
Embora os fabricantes de poliestireno afirmam que seus produtos são "de ozônio-friendly", ou livre de CFC, esta é apenas parcialmente verdadeiro.
Alguns poliestireno agora é fabricado com HCFC-22, que, embora menos destrutivo do que seus primos químicos, CFC-11 e CFC-12, ainda é um gás de efeito estufa e prejudicial à camada de ozônio. Na verdade, de acordo com um estudo de 1992 do Instituto de Energia e Pesquisa Ambiental, HCFCs são três a cinco vezes mais destrutivo para a camada de ozônio do que se acreditava anteriormente.

Por que usar alternativas?

Pós-consumo reciclado de papel, bambu, plástico de milho, etc, são facilmente recursos renováveis.

Todos estes produtos são biodegradáveis quando compostados.

Os produtos de papel pode ser reciclado na porta da maioria das pessoas onde a reciclagem comunidade está no lugar.

Em 1995, 40% de todo o papel dos EUA foi reciclada, incluindo 32,6 milhões de toneladas de papel e cartão. (EPA)

Cada tonelada de 100% pós-consumo reciclado de resíduos de produtos de papel que você compra salva:

12 árvores
£ 1.087 de resíduos sólidos

1.560 kilowatts de energia (2 meses de energia elétrica requerida pela casa média dos EUA)

1.196 litros de água

£ 1.976.
de gases de efeito estufa (1.600 quilômetros percorridos no carro média dos EUA)
3 metros cúbicos de espaço em aterro

£ 9 de HAPs, VOCs e AOXs combinados

390 litros de óleo

Fonte: www.earthresource.org

Isopor

RECICLAGEM DE ISOPOR

O Poliestireno Expandido - EPS (isopor) não é biodegradável, mas é reciclável. Processadores reciclam sobras de produção e corte de blocos, para serem usadas com grandes vantagens em outros produtos. Toda a indústria do EPS, clientes diretos e indiretos, e a sociedade como um todo, reconhecem a necessidade de reciclar este produto. Temos a obrigação de proteger o meio ambiente, e o direito de lucrar com a reciclagem deste versátil material.

ISOPOR (POLIESTIRENO EXPANDIDO - EPS)

O isopor - poliestireno expandido, é um plástico celular e rígido, que pode apresentar numa variedade de formas e aplicações. Apresenta-se como uma espuma moldada, constituída por um aglomerado de grânulos. O isopor é uma espuma formada a partir de derivados de petróleo, é o poliestireno expandido. Na sua antiga fabricação entrava o gás CFC, acusado de ser nocivo a camada de ozônio. Porém atualmente usa-se outro gás para expandir o poliestireno.

Aplicações e Usos

Duas características do Isopor têm fortalecido a sua presença no mercado consumidor, onde vem obtendo crescente participação: a leveza e a capacidade de isolamento térmico, às quais ainda se associa o baixo custo.

Têm sido utilizado na confecção de peças como:

Caixas térmicas para acondicionamento de bebidas e alimentos. Porta - mamadeiras. Porta - garrafas de cerveja. Porta - copos. Baldes para gelo. Pranchas esportivas. Pranchas para artesanato. Esferas para vitrinismo.

Na Construção e nas Embalagens

As aplicações do isopor na construção civil são extraordinariamente variadas, salientando que o isopor, além de ser um excelente material de isolamento térmico, pode também ser um sistema construtivo.

Vantagens: Baixa condutibilidade térmica A estrutura de células fechadas, cheias de ar, dificultam a passagem do calor o que confere ao isopor um grande poder isolante. Leveza As densidades do isopor variam entre os 10-30 kg/m3, permitindo uma redução substancial do peso das construções. Resistência mecânica Apesar de muito leve, o isopor tem uma resistência mecânica elevada, que permite o seu emprego onde esta característica é necessária. Baixa absorção de água O isopor não é higroscópico. Mesmo quando imerso em água o isopor absorve apenas pequenas quantidades de água. Tal propriedade garante que o isopor mantenha as suas características térmicas e mecânicas mesmo sob a ação da umidade. Fácil de manusear e colocar O isopor é um material que se trabalha com as ferramentas habitualmente disponíveis, garantindo a sua adaptação perfeita à obra. O baixo peso do isopor facilita o manuseamento do mesmo em obra. Todas as operações de movimentação e colocação resultam significativamente encurtadas. Resistente quimicamente O isopor é compatível com a maioria dos materiais correntemente utilizados na construção de edifícios, tais como cimento, gesso, cal, água, etc. Versátil O isopor pode apresentar-se numa variedade de tamanhos e formas, que se ajustam sempre às necessidades específicas da construção. Resistente ao envelhecimento.

Todas as propriedades do isopor mantêm-se inalteradas ao longo da vida do material, que é pelo menos tão longa quanto a vida da construção de que faz parte.

O isopor não apodrece nem embolora, não é solúvel em água nem liberta substâncias para o ambiente.

O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de animais ou microrganismos. Higiênico e totalmente inócuo O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de microrganismos, não absorve umidade nem liberta qualquer substância, podendo assim estar em contato direto com os produtos alimentares sem lhes alterar as características. Promotor da venda A apresentação atrativa de um produto no ponto de venda é determinante para o seu sucesso.

O isopor permite criar uma apresentação de alto valor realçando o produto. Econômico Tomando em conta os diversos parâmetros como as quebras, mão de obra, manuseamento, baixo peso, transporte, armazenagem, a embalagem em isopor resulta economicamente vantajosa. Adaptável aos produtos As características do isopor permitem criar embalagens "à medida" de qualquer produto, tornando o isopor num material versátil que oferece sempre as máximas prestações.

Características

Baixo peso específico: podem ser obtidas densidades ao redor de 9 kg/m³ podendo chegar até mais de 40 kg/m³, normalmente, mais de 97% de seu volume é constituído de ar, as peças moldadas, possuem maior densidade que os blocos.

Alta resistência à compressão: normalmente varia de 7000 kgf/m² até 14000 kgf/m², maior que a resistência de muitos solos. Elasticidade Baixa condutibilidade térmica Estabilidade térmica Nenhuma ascenção capilar Baixa absorção de água e umidade Inodoro Não embolora Adere a outros plásticos Isolamento Acústica

Durabilidade: não é conhecido o limite de idade do isopor, no entanto, as propriedades do isopor impõem a sua correta aplicação para que seja garantido um desempenho adequado ao longo do tempo. A estrutura celular é danificada pelos solventes sendo este processo acelerado com temperaturas elevadas. Nestes casos terá de se evitar o contato ou exposição a vapores destes materiais.

Água, água do mar, soluções de sais Materiais de construção correntes (cal, cimento, gesso) Soluções alcalinas Soluções ácidas fracas Ácido clorídrico 35% Ácido nítrico 50% Sais, adubos Betumes, produtos betuminosos diluídos com água Álcool (+ ou -)

O Impacto no Meio Ambiente

O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais. Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas.

Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.

Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar. Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano. O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável. A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.

Experiências sobre o Isopor

Reaproveitamento do isopor para fabricar concreto leve Curitiba vai ser a primeira cidade brasileira a reaproveitar o isopor que hoje é depositado como lixo nos aterros sanitários. Uma usina para fabricar concreto leve com a utilização do isopor coletado. A idéia do projeto é aproveitar o isopor para substituir a pedra britada na fabricação de concreto leve (mistura de cimento, areia, cola e isopor). Os produtos vão ser comercializados para pessoas físicas ou empresas, e a renda será destinada para o Instituto Pró-Cidadania e aplicada em ações sociais. Além da fabricação de produtos, a usina vai desenvolver um projeto com o Horto Municipal para aproveitar o isopor no processo de compostagem.

O isopor moído também pode ser aproveitado na aeração de solo em parques e jardins, já que facilita a retenção de umidade e mantém a temperatura do solo.

Considerado um dos "vilões" do lixo porque ocupa muito espaço nos aterros sanitários o isopor é composto por 98% de ar e apenas 2% de plástico e, portanto, economicamente inviável para a reciclagem (derretimento do produto para reaproveitá-lo como matéria-prima). Além de aproveitar o isopor para a fabricação de produtos, o projeto lançado em Curitiba também prevê o desenvolvimento de novas tecnologias. Em parceria com o Instituto Pró-Cidadania, uma equipe de alunos e professores do Cefet-PR (Centro Federal de Educação Tecnológica) vai desenvolver uma pesquisa sobre a construção de casas utilizando o concreto leve.

Os estudos vão incluir ensaios técnicos para verificar dados como a resistência do isopor ao fogo, à compressão e à dilatação. O concreto leve pode ter várias vantagens na construção, já que apresenta um custo mais baixo e pode funcionar como isolante térmico e acústico. A idéia é realizar testes para definir as características do material e avaliar as possibilidades de utilização do produto.

Indústrias que utilizam o isopor nas suas embalagens também poderão fazer parcerias com a usina de concreto leve, já que muitas delas não têm uma destinação adequada para o produto. A própria norma ISO 14.000, que trata da qualidade ambiental, exige que todos os resíduos que saem da empresa têm que ter uma destinação correta. Com o lançamento desse projeto, vamos auxiliar as empresas a alcançar essa meta no descarte do isopor. No mundo todo, são consumidos anualmente cerca de 2,5 milhões de toneladas de EPS. No Brasil, esse consumo pulou de 9 mil toneladas em 1992 para 36,5 mil no ano passado, um aumento de quase 300%.

Fonte: www.aldymentor.org.br

Isopor

Isopor é um nome comercial da espuma de poliestireno, ou poliestireno expandido.

Pode ser comprado em placas de diversas espessuras, além de ser onipresente no ramo de embalagens.

Existem no mercado dois tipos de poliestireno expandido no mercado.

Um é feito expandindo esferas (ou pérolas) préfabricadas em um molde, resultando em um produto ligeiramente heterogêneo, composto por um grande número de células. Este é o tipo mais comum.

O outro tipo, é feito pela expansão da própria resina do plástico e resulta em um produto muito mais homogêneo, mais rígido e de qualidade superior para modelagens. Este segundo tipo é encontrado em chapas nas papelarias ou nas bandejas e pratos descartáveis dos supermercados. Peças mais grossas são difíceis de encontrar no mercado nacional.

O corte de chapas finas de isopor pode ser feito com estilete. Peças mais espessas podem ser cortadas com serra para metais, ou, mais convenientemente, com facas elétricas de cozinha. Entretanto, a maneira ideal de cortar o isopor é usando um fio de nicromo aquecido pela passagem de uma corrente elétrica.

É possível construir um ótimo cortador de isopor usando um dimmer, um transformador de dicróica, uma resistência de chuveiro Lorenzetti para 220 volts, madeira compensada e alguns metros de fio.

A vista completa do cortador é apresentada na figura abaixo:

Isopor
Vista geral de um cortador de isopor

Para dissipar os 50W que o transformador para dicróica pode fornecer, é preciso cerca de 60cm do fio da resistência desenrolado. Um pedaço mais curto de fio dissipará mais potência, sobrecarregando o transformador. Como 60cm é um comprimento longo para trabalhar com chapas de isopor, sugerimos usar apenas cerca de 40cm, mas intercalando um dimmer entre a tomada e o tansformador. Assim é possível também variar a temperatura do fio. O fio deve ficar bem esticado e para isso é preciso curvar um pouco o braço de madeira, de modo que este atue como uma mola. Para prender o fio de resistência e fazer a sua conexão elétrica com o fio de cobre, utiliza-se a peça metálica extraída de uma barra de conectores, como mostra a figura 6.3.2.

O braço do cortador de isopor deve ser preso por um parafuso que permita modificar a inclinação do fio para cortes em ângulo conforme figura abaixo:

Isopor
O parafuso que permite variar o ângulo de corte

Um prato giratório adaptado à mesa permite cortes circulares e, combinado com a inclinação do fio, pode produzir formas cônicas. Este prato pode ser simplesmente um pequeno disco de madeira fina com um prego curto no centro. Apoiando este disco em qualquer ponto da mesa, o prego penetra um pouco no tampo de madeira, permitindo o giro de uma peça de isopor apoiada sobre ele (figura abaixo).

Isopor
Prato giratório para cortes circulares

O isopor é atacado por quase todos os solventes orgânicos, e não pode ser revestido diretamente por resina poliéster. Entretanto, as resinas epóxi comuns, sem solvente, não atacam o isopor e podem ser usadas diretamente sobre este material.

Fonte: www.centelhas.com.br

Isopor

Isopor é feita de espuma de poliestireno. A espuma de poliestireno vem de um petroquímico chamado monómero de estireno líquido que pode ser colocado em várias formas e é basicamente considerado um tipo de plástico.

(Poliestireno Expandido - EPS)

Isopor

O isopor - poliestireno expandido, é um plástico celular e rígido, que pode apresentar numa variedade de formas e aplicações. Apresenta-se como uma espuma moldada, constituída por um aglomerado de grânulos.

O isopor é uma espuma formada a partir de derivados de petróleo, é o poliestireno expandido. Na sua antiga fabricação entrava o gás CFC, acusado de ser nocivo a camada de ozônio. Porém atualmente usa-se outro gás para expandir o poliestireno.

Nas instalações dos produtores de isopor, a matéria prima é sujeita a um processo de transformação física, não alterando as suas propriedades químicas.

Esta transformação processa-se em três etapas :

a) A pré-expansão

A expansão do poliestireno (PS) expansível é efetuada numa primeira fase num pré-expansor através de aquecimento por contato com vapor de água. O agente expansor incha o PS para um volume cerca de 50 vezes maior do original. Daí resulta um granulado de partículas de isopor constituídas por pequenas células fechadas, que é armazenado para estabilização.

b) O armazenamento intermediário

O armazenamento é necessário para permitir a posterior transformação do isopor. Durante esta fase de estabilização, o granulado de isopor arrefece o que cria uma depressão no interior das células. Ao longo deste processo o espaço dentro das células é preenchido pelo ar circundante.

c) A moldagem

O granulado estabilizado é introduzido em moldes e novamente exposto a vapor de água, o que provoca a soldadura do mesmo; assim obtém-se um material expandido, que é rijo e contém uma grande quantidade de ar.
Para fabricar placas para a Construção Civil produzem-se blocos de isopor em grandes moldes paralepipédicos.
Para fabricar moldados em isopor, o granulado é insuflado para dentro de moldes com a conformação das peças pretendidas.
A escolha do tipo de matéria prima e a regulação do processo de fabricação, permitem a obtenção de uma ampla gama de tipos de isopor, com diversas densidades, cujas características se adaptam às aplicações previstas.

Aplicações e Usos

Duas características do Isopor têm fortalecido a sua presença no mercado consumidor, onde vem obtendo crescente participação: a leveza e a capacidade de isolamento térmico, às quais ainda se associa o baixo custo.

Têm sido utilizado na confecção de peças como:

Caixas térmicas para acondicionamento de bebidas e alimentos.
Porta - mamadeiras.
Porta - garrafas de cerveja.
Porta - copos.
Baldes para gelo.
Pranchas esportivas.
Pranchas para artesanato.
Esferas para vitrinismo.
Na Construção e nas Embalagens

As aplicações do isopor na construção civil são extraordinariamente variadas, salientando que o isopor, além de ser um excelente material de isolamento térmico, pode também ser um sistema construtivo.

Vantagens:

Baixa condutibilidade térmica
A estrutura de células fechadas, cheias de ar, dificultam a passagem do calor o que confere ao isopor um grande poder isolante.

Leveza

As densidades do isopor variam entre os 10-30 kg/m3, permitindo uma redução substancial do peso das construções.

Resistência mecânica

Apesar de muito leve, o isopor tem uma resistência mecânica elevada, que permite o seu emprego onde esta característica é necessária.

Baixa absorção de água

O isopor não é higroscópico. Mesmo quando imerso em água o isopor absorve apenas pequenas quantidades de água. Tal propriedade garante que o isopor mantenha as suas características térmicas e mecânicas mesmo sob a ação da umidade.

Fácil de manusear e colocar

O isopor é um material que se trabalha com as ferramentas habitualmente disponíveis, garantindo a sua adaptação perfeita à obra.
O baixo peso do isopor facilita o manuseamento do mesmo em obra. Todas as operações de movimentação e colocação resultam significativamente encurtadas.

Resistente quimicamente

O isopor é compatível com a maioria dos materiais correntemente utilizados na construção de edifícios, tais como cimento, gesso, cal, água, etc.

Versátil

O isopor pode apresentar-se numa variedade de tamanhos e formas, que se ajustam sempre às necessidades específicas da construção.

Resistente ao envelhecimento

Todas as propriedades do isopor mantêm-se inalteradas ao longo da vida do material, que é pelo menos tão longa quanto a vida da construção de que faz parte.
O isopor não apodrece nem embolora, não é solúvel em água nem liberta substâncias para o ambiente.
O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de animais ou microrganismos.

Higiênico e totalmente inócuo

O isopor não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de microrganismos, não absorve umidade nem liberta qualquer substância, podendo assim estar em contato direto com os produtos alimentares sem lhes alterar as características.

Promotor da venda

A apresentação atrativa de um produto no ponto de venda é determinante para o seu sucesso.
O isopor permite criar uma apresentação de alto valor realçando o produto.

Econômico

Tomando em conta os diversos parâmetros como as quebras, mão de obra, manuseamento, baixo peso, transporte, armazenagem, a embalagem em isopor resulta economicamente vantajosa.

Adaptável aos produtos

As características do isopor permitem criar embalagens "à medida" de qualquer produto, tornando o isopor num material versátil que oferece sempre as máximas prestações.

Características

Baixo peso específico: podem ser obtidas densidades ao redor de 9 kg/m³ podendo chegar até mais de 40 kg/m³, normalmente, mais de 97% de seu volume é constituído de ar, as peças moldadas, possuem maior densidade que os blocos.
Alta resistência à compressão:
normalmente varia de 7000 kgf/m² até 14000 kgf/m², maior que a resistência de muitos solos.
Elasticidade
Baixa condutibilidade térmica
Estabilidade térmica
Nenhuma ascenção capilar
Baixa absorção de água e umidade
Inodoro
Não embolora
Adere a outros plásticos
Isolamento Acústica
Durabilidade:
não é conhecido o limite de idade do isopor, no entanto, as propriedades do isopor impõem a sua correta aplicação para que seja garantido um desempenho adequado ao longo do tempo.
A estrutura celular é danificada pelos solventes sendo este processo acelerado com temperaturas elevadas. Nestes casos terá de se evitar o contato ou exposição a vapores destes materiais.
Água, água do mar, soluções de sais
Materiais de construção correntes (cal, cimento, gesso)
Soluções alcalinas
Soluções ácidas fracas
Ácido clorídrico 35%
Ácido nítrico 50%
Sais, adubos
Betumes, produtos betuminosos diluídos com água
Álcool (+ ou -)

O Impacto no Meio Ambiente

O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.

Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas.

Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.

Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio.

O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.

Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.

O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.

A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação.

Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.

Experiências sobre o Isopor

Reaproveitamento do isopor para fabricar concreto leve

Curitiba vai ser a primeira cidade brasileira a reaproveitar o isopor que hoje é depositado como lixo nos aterros sanitários. Uma usina para fabricar concreto leve com a utilização do isopor coletado. A idéia do projeto é aproveitar o isopor para substituir a pedra britada na fabricação de concreto leve (mistura de cimento, areia, cola e isopor). Os produtos vão ser comercializados para pessoas físicas ou empresas, e a renda será destinada para o Instituto Pró-Cidadania e aplicada em ações sociais.

Além da fabricação de produtos, a usina vai desenvolver um projeto com o Horto Municipal para aproveitar o isopor no processo de compostagem.

O isopor moído também pode ser aproveitado na aeração de solo em parques e jardins, já que facilita a retenção de umidade e mantém a temperatura do solo.

Considerado um dos "vilões" do lixo porque ocupa muito espaço nos aterros sanitários o isopor é composto por 98% de ar e apenas 2% de plástico e, portanto, economicamente inviável para a reciclagem (derretimento do produto para reaproveitá-lo como matéria-prima).

Além de aproveitar o isopor para a fabricação de produtos, o projeto lançado em Curitiba também prevê o desenvolvimento de novas tecnologias. Em parceria com o Instituto Pró-Cidadania, uma equipe de alunos e professores do Cefet-PR (Centro Federal de Educação Tecnológica) vai desenvolver uma pesquisa sobre a construção de casas utilizando o concreto leve.

Os estudos vão incluir ensaios técnicos para verificar dados como a resistência do isopor ao fogo, à compressão e à dilatação. O concreto leve pode ter várias vantagens na construção, já que apresenta um custo mais baixo e pode funcionar como isolante térmico e acústico.

A idéia é realizar testes para definir as características do material e avaliar as possibilidades de utilização do produto. Indústrias que utilizam o isopor nas suas embalagens também poderão fazer parcerias com a usina de concreto leve, já que muitas delas não têm uma destinação adequada para o produto.

A própria norma ISO 14.000, que trata da qualidade ambiental, exige que todos os resíduos que saem da empresa têm que ter uma destinação correta. Com o lançamento desse projeto, vamos auxiliar as empresas a alcançar essa meta no descarte do isopor.

No mundo todo, são consumidos anualmente cerca de 2,5 milhões de toneladas de EPS. No Brasil, esse consumo pulou de 9 mil toneladas em 1992 para 36,5 mil no ano passado, um aumento de quase 300%.

Possível substituição do EPS por um composto biodegradável

Um composto biodegradável que poderá substituir o isopor na maioria de suas aplicações foi desenvolvido pela empresa Kehl, instalada em São Carlos, no interior paulista. Obtido a partir do óleo de mamona, o novo produto foi patenteado com o nome de bioespuma.

O composto é produzido à base de biomassa, ou seja, é um recurso renovável. Sua síntese envolve três reações: duas esterificações, a primeira entre o óleo de mamona e o amido, e a segunda com óleo de soja. O produto obtido, um poliol, deve reagir ainda com um isocianato (NCO) para que se chegue a uma espuma poliuretana biodegradável a bioespuma.

Trata-se de um polímero caracterizado principalmente pela ligação química uretana (RNHCOOR), que lhe dá rigidez e flexibilidade. É a ligação uretana a principal responsável pelas propriedades físicas da bioespuma, como textura, densidade, resistência à compressão e resiliência.

Essas características assemelham-se muito às do isopor.

Trata-se de um intermediário entre a espuma tradicional e o isopor, plenamente capaz de substituí-lo, explica Ricardo Vicino, químico responsável pela descoberta do composto.

Já a bioespuma se decompõe em um tempo consideravelmente menor. Testes feitos na empresa mostraram que entre oito meses e um ano ela desaparece totalmente no meio ambiente. Durante o verão esse tempo pode ser reduzido a até três meses, garante Vicino. Assim, o material pode ser classificado como biodegradável.

Fonte: www.inan.org.br

Isopor

Isopor, ou EPS, ou Poliestireno Expandido

Isopor

O nome ''Isopor'' é na verdade uma marca registrada. O nome correto deste material é Poliestireno Expandido ou a sigla E.P.S.

O EPS é um plástico celular rígido, resultante da polimerização do estireno em água. Em seu processo produtivo não se utiliza e nunca se utilizou o gás CFC ou qualquer um de seus substitutos. Os produtos finais de EPS são inodoros, não contaminam o solo, água e ar, são 100% reaproveitáveis e recicláveis e podem voltar à condição de matéria-prima.

O EPS tem inúmeras aplicações em embalagens industriais, artigos de consumo (caixas térmicas, pranchas, porta-gelo etc.) e até mesmo na agricultura. É na construção civil, porém, que sua utilização é mais difundida.

Nos últimos 35 anos esse material ganhou uma posição estável na construção civil, não apenas por suas características isolantes, mas também por sua leveza, resistência, facilidade de manuseio e baixo custo.

Existem vários tipos de EPS, diferenciados entre si pela sua densidade. No artesanato os mais utilizados são os da classe P-0 e P-2. O P-0, menos denso é normalmente utilizado nos recortes.

O P-2 é mais adequado para trabalhos de modelagem. Para a construção civil o mais indicado é o isopor reciclado.

Vantagens do Poliestireno Expandido

1. Na Construção

As aplicações do EPS na construção civil são extraordinariamente variadas, salientando que além de ser um excelente material de isolamento térmico/acústico, pode também ser um sistema construtivo.

Isopor
Construção Civil

Diversos são os exemplos do emprego de EPS em sistemas isolantes de coberturas, paredes e pavimentos, tal como em todo o tipo de obras, desde os grandes viadutos, estradas, grandes edifícios até à pequena moradia. E ainda, ao substituir elementos construtivos "tradicionais" por outros em EPS, obtém-se um produto final com um melhor rendimento energético, tendo assim um comportamento favorável com o meio ambiente.

Veja as vantagens do uso do EPS na Construção:

O EPS possui baixa condutibilidade térmica, a estrutura de células fechadas, cheias de ar, dificulta a passagem do calor. Gerando ao EPS um grande poder isolante.
As densidades do EPS variam entre os 10-30 kg/m3, permitindo uma redução substancial do peso das construções.
Apesar de muito leve, o EPS possui uma resistência mecânica elevada. Permitindo o seu uso onde esta característica é necessária.
O EPS possui baixa absorção de água e é insensível à umidade. O EPS não é higroscópio. Mesmo quando imerso em água ele absorve apenas pequenas quantidades. Garantindo as suas características térmicas e mecânicas mesmo sob a ação da umidade.
Fácil de manusear, o EPS é um material que se trabalha com ferramentas habitualmente disponíveis, garantindo a sua adaptação perfeita à obra.
O baixo peso do EPS facilita o seu manuseio.
O EPS é compatível com a maioria dos materiais utilizados na construção civil, tais como cimento, gesso, cal, água, dentre outros.
O EPS pode apresentar-se em diversos tamanhos e formas, que se ajustam sempre às necessidades específicas da construção.
O EPS é muito resistente ao envelhecimento Todas as propriedades do material mantêm-se inalteradas ao decorrer de sua vida, que é pelo menos tão longa quanto a vida da construção de que faz parte.
O EPS não apodrece nem ganha bolor, não é solúvel em água nem liberta substancias para o ambiente. Ele também não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de animais ou microrganismos.

2. Na Embalagem

A utilização de embalagens de EPS apresenta muitas vantagens, além de reduzir custos e ganhar em produtividade. Elas são produzidas a partir de projetos específicos, de acordo com as necessidades de cada cliente e de cada produto, garantindo assim, uma proteção eficiente durante o transporte, manuseio, armazenamento e distribuição das mercadorias.

Os produtos industriais encontram no EPS o material ideal para uma proteção integral. O EPS confere uma proteção aos produtos contra todos os riscos provenientes de seu transporte e de seu manuseio. Desde os delicados produtos farmacêuticos aos grandes eletrodomésticos.

Isopor
Isopor Embalagens

No ramo alimentar, as embalagens em EPS contribuem ainda para uma ótima conservação dos produtos de gênero alimentício. Nestes casos o EPS reduz significativamente o risco dos alimentos se deteriorarem durante o seu transporte.

Veja as vantagens do uso do EPS em Embalagens:

O EPS é um isolante térmico. O baixo coeficiente de condutibilidade térmica do EPS permite ao produto embalado, manter-se à temperatura desejada e chegar ao seu destino em condições perfeitas para o consumo.
O EPS não é higroscópio e oferece uma elevada resistência à passagem do vapor, características que lhe conferem uma grande resistência à ação da água e da umidade, permitindo manter inalteradas as suas propriedades, bem como a dos produtos embalados.
O EPS é higiênico e totalmente inócuo. Ele não constitui substrato ou alimento para o desenvolvimento de microrganismos, não absorve umidade nem liberta qualquer substância, podendo assim estar em contacto direto com os produtos alimentares sem lhes alterar as características.
O baixo peso das embalagens de EPS determina grandes economias no transporte e por conseqüência a diminuição de recursos. É possível empilhar as embalagens de EPS tanto no armazém como durante o transporte e no ponto de venda.
Tomando em conta os diversos parâmetros como as quebras, mão de obra, manuseio, baixo peso, transporte e armazenagem, a embalagem em EPS resulta em um ótimo custo / beneficio.
A superfície lisa e suave do EPS, bem como as suas características mecânicas, permite o seu manuseio em perfeita segurança, tal como o seu armazenamento fácil e racional.
O EPS respeita o meio ambiente. A sua fabricação emprega menos recursos naturais que outros materiais de embalagem, não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente ou para a camada de ozônio. Ele está isento de CFC e é totalmente reciclável.

Dicas para trabalhar com Isopor

1. Colagem

Use a cola apropriada para cada material.

Cola Isopor – utilizada para colagens duradouras e firmes. Ela demora cerca de 10 minutos para a completa secagem e é do tipo cola de contacto.
Cola Branca (extra) – também utilizada para colar isopor e fixar acabamentos tais como glitter,serragem,etc.
Cola Quente (Hot Mel) – Utilizada para colagens rápidas.

2. Pintura

Utilizar qualquer tinta a base d´água, também podem ser utilizada as tintas guache, tinta para tecido, tinta acrílica, tinta látex, massa acrílica e etc.
A tinta látex (de parede) fica mais em conta para uma grande quantidade
Qualquer tonalidade pode ser feita com tinta látex branco mais corante.

3. Verniz

Existem dois tipos de verniz, o fosco e o brilhante. Após a pintura, já com a peça completamente seca, você pode passá-lo, proporcionando maior resistência e brilho à peça.

4. Glitter

Muito utilizado no trabalho com isopor pela beleza de suas cores e tonalidades. O glitter pode ser misturado à tinta e depois aplicado na peça. Também pode ser jogado em cima da tinta úmida para uma melhor fixação.
Caso a tinta já esteja seca o glitter pode ser utilizado da seguinte forma, basta passar uma demão de cola branca dissolvida em um pouco de água e salpicar o glitter por cima.

5. Verniz e Glitter

Para utilizar os dois componentes juntos, basta pegar uma medida (ex: copo de requeijão) colocar um dedo de glitter e completar com verniz. Misturar bem, logo após pegue a peça já pintada e seca e passe essa mistura.
A peça ficara com um aspecto de molhada e com o brilho do glitter.

6. Resina

A resina é utilizada para impermeabilizar as peças que terão água.
Faça uma medida de cada vez. Ela endurece muito rapidamente. Não esqueça de utilizá-la conforme as instruções do rótulo, após a pintura e secagem total espere 24 horas para passar uma segunda mão.

7. Molde

Antes do inicio do seu trabalho faça os moldes utilizando papel cartão ou cartolina. Com auxílio de alfinetes deverá prendê-lo no isopor de modo que fique firme, tornando assim mais fácil o recorte.

Fonte: www.isoporlandia.com.br

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