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Polipropileno

 

Fabricação e Características

Polipropileno

Polímero de estireno, originário da reação de etileno com benzeno na presença de cloreto de alumínio, obtendo-se o etilbenzeno, que hidrogenado forma o estireno.

O monomêro de estireno é polimerizado na presença de radicais livres.

Sua produção comercial deu-se no ano de 1938, sendo descoberto pela primeira vez em 1839 pelo farmacêutico alemão Eduard Simon.

Sua representação quimica é descrita pela formúla:

CH2CHC6H5

O resultado desta cadeia é um material frágil e transparente, mas que permite várias combinações produzindo-se outros com características diferentes.

Por ex : adicionado-se de 5 a 10 por cento de polibutadieno reduz-se esta fragilidade e consegue-se o Polipropileno de alto impacto.

O Polipropileno é atacado por vários tipos de solventes, como materiais de limpeza, graxas e detergentes, que inclusive podem causar rachaduras no mesmo.

Um produto muito comum mas com certeza sua origem é muito pouco conhecida, é o Polipropileno expandido (isopor®).

A expansão acontece quando as cápsulas de estireno são aquecidas e, estando herméticamente fechadas, aplica-se o vácuo. Elas vão se expandir e se amoldar ao recepiente onde estiverem, produzindo-se desta forma vários tipos de produtos, desde objetos de dimensões reduzidas até volumes de alguns metros cúbicos.

Quando não estão acondicionadas em nenhum recipiente produz-se as conhecidas “bolinhas de isopor”

Processos de transformação

A maior parte de PS produzido se divide em dois tipos básicos:

1 - PS Cristal: é conhecido como GPPS, sendo transparente e rígido.
2 - PS Alto Impacto: é conhecido como HIPS e é translúcido e resistente ao impacto.

De acordo com o produto a ser fabricado, e o processo de transformação a que se destina, utiliza-se um dos dois ou, em alguns casos, a mistura de ambos.

Extrusão

Processo de transformação de termoplásticos que consiste em empurrar o material a ser moldado através de uma matriz de extrusão.

Os materiais plásticos são misturados conforme o produto final a ser fabricado, e colocados na extrusora que irá empurrá-los até a matriz de extrusão.

A extrusora é uma máquina que, como princípio geral, possuí uma entrada de material chamada de funil de alimentação, vindo em seguida um corpo formado por um cilindro, dentro do qual gira um parafuso sem fim e uma cabeça que serve de suporte para a matriz de extrusão.

O polipropileno é usado neste processo de transformação para fabricação de filmes e chapas.

Na fabricação de chapas é utilizada uma extrusora semelhante a utilizada no poliestireno.

O filme de polipropileno extrusado pode ser empregado diretamente para embalagens em geral, mas também é muito empregado na confecção de fios descontínuos ou contínuos, que serão utilizados para confecção de tecidos em polipropileno, empregado em tapetes e revestimento de móveis.

Sopro

O polipropileno é largamente utilizado neste processo para fabricação de recepientes para xampus e outros produtos domésticos.

A principal utilização deste processo se encontra na fabricação de garrafas e recepientes plásticos, que é o principal mercado do sopro.

O polímero fundido proveniente de uma extrusora é expulso de uma fenda onde está o molde do recepiente a ser utilizado.

Neste momento, um fluxo de ar prevíamente dimensionado é 'soprado' para dentro do molde herméticamente fechado, fazendo com que o polímero assuma a forma do mesmo.

Uma vez em contato com a parede fria do molde o plástico se solidifica e se ajusta a todas as paredes do mesmo, então o molde é aberto e a garrafa amoldada é retirada ou expulsa.

Existem diversos tipos de máquinas de sopro, com diferenciações entre o tipo de recepiente e o volume de produção.

Injeção

O Polipropileno é muito utilizado neste processo para fabricação de recepientes de armazenagem líquida, e objetos em geral, dada a sua grande transparência.

A injeção é um processo de moldagem de materiais plásticos ( termoplásticos e termofixos ) onde o material é fluidificado por aquecimento, e a seguir injetado em um molde de uma ou mais partes.

Na injetora existe um conjunto denominado de rosca-pistão, onde o plástico é fluidificado para ser injetado no molde. A cavidade do molde é essencialmente o negativo da peça a ser produzida. A cavidade se enche de plástico sob grande pressão e sofre um resfriamento, indo para o estado sólido quando finalmente a peça é expulsa da cavidade, resultando no produto final.

As pressões aplicadas neste processo podem variar de 5000 a 20.000 psi, e por este motivo, o molde é seguro e fechado durante a injeção e resfriamento, com forças medidas em toneladas.

Este processo permite produzir peças com uma grande precisão com tolerâncias de medidas muito pequenas.

Esta precisão é alcançada com a elaboração de moldes específicos e utilizando-se o plástico adequado ao produto que se deseja produzir.

Normalmente estes moldes são fabricados em aço endurecido, com um ciclo de produção alto, ou em alumínio, ou em outros materiais quando o ciclo de produção não fôr grande.

Por este motivo torna-se um processo caro quando a quantidade de peças não fôr grande, só ficando viável quando se produz uma grande quantidade de peças que compense os custos do molde

Formas de apresentação

Filmes e Películas

Polipropileno extrusado de fabricação muito semelhante ao polietileno de alta densidade, até porque suas características químicas são muito parecidas.

Apresenta-se em filmes e películas para embalagens de diferentes usos, sendo mais empregado na indústria alimentícia, em cigarros, e quando se quer agrupar vários produtos de pequeno porte em uma só embalagem, como por exemplo em chicletes e doces em geral.

Para este tipo de aplicação o filme não recebe nenhuma impressão como vemos na foto ao lado.

Quando é empregado na embalagem final do produto o polipropileno pode ser agrupado com outros plásticos, ou também com lâminas de alumínio para aumentar a sua resistência mecânica e a gases, podendo ser impresso por flexogravura.

Chapas

Muito usada em embalagens rígidas obtidas pelo processo de vacuum forming e com um grau de transparência muito bom.

Por ter pêso específico menor, portanto mais leve e com uma cristalinidade bem próxima do PVC, vem conquistando este grande mercado deste tipo de embalagem, pois apresenta um produto final semelhante e mais ecônomico que o mesmo.

Fios e tecidos

Após a extrusão do polipropileno em filmes, são recortados tiras ou esticado para formar fios descontínuos. A fiação em fibras e fios contínuos é feita no estado de fusão seguida por um estiramento de 400 a 500%, diminuíndo o alongamento na ruptura, mas aumentando muito a resistência à tração.

Estes fios são muito utilizados para confeccionar cordas e cabos, empregados como decoração, utilidades domésticas, naútica, construção civil, etc...

Os tecidos são empregados em tapetes, em embalagem costuradas para sacaria em geral, revestimento de móveis etc...

Usos e aplicações

Embalagens

Temos o polipropileno empregado nesta área em diversos formatos e tipos, desde os mais simples, feitos em vacuum forming servindo para embalagens de pouco uso e temporários, como acondicionadores de alimentos e berços de frutas e ovos, como também as mais elaboradas, feitas em sopro e injeção, normalmente para guarda de líquidos de vários usos tais como: xampus, cremes de beleza e produtos de limpeza em geral.

Em função de sua resistência à fadiga é muito empregado em caixotes e engradados plásticos, para transporte de bebidas, frutas e alimentos.

Por último, encontramos o polipropileno em filmes para confecção de embalagens flexíveis, podendo ser encontrado em uma simples sem impressão, até as que recebem acoplamentos com outros plásticos.

Confeccionados e utilidades

O fio de polipropileno é muito utilizado em objeto confeccionado que deva ter uma boa resistência mecânica e seja imune ao efeito da água, por este motivo o encontramos em vários tipos de sacarias de grãos, sacolas, forros de móveis e mantas para estabilização e reforço de solo, feitos normalmente com o fio contínuo.

Já o fio descontínuo é muito usado na fabricação de utilidades domésticas e industriais, como vários tipos de escovas e vassouras. Encontra-se em diversas cores e espessuras de fios que permitem aplicá-lo desde em uma simples escova de roupa com uma textura macia, até em um vassourão de rua que resiste muito bem a este uso, graças a sua resistência à abrasão, garantindo um produto com longa vida de uso.

Diversos

Vacuum Forming

Largamente utilizado na confecção de embalagens e peças técnicas. O vacuum forming consiste em 'aspirar' uma lâmina de termoplástico , aquecida até um estado maleável, para dentro de um molde através do vácuo formado dentro do molde do produto que se deseja fabricar.

Primeiramente é feito uma fôrma modelo, do produto que será moldado, com o uso de um produto que resista a temperatura do processo, utilizando-se em muitos casos o epóxy para este fim.

Furos são feitos na forma modelo, além dos que já existem máquina de vacuum forming, e fixa-se na estrutura da mesma, ficando pronto para receber o termoplástico.

O termoplástico sofre um aquecimento adequado ao tipo do produto que se vai fabricar, em função da espessura do plástico e do tamanho da peça, e é colocado na cavidade para ser moldado. Quando o vácuo é aplicado no conjunto o plástico é 'puxado' para dentro do molde, aderindo a todas as partes do mesmo.

Após o resfriamento a peça é retirada e cortada, tomando a forma definitiva do molde, ou seja, do produto final.

Na indústria farmacêutica utiliza-se uma técnica semelhante para fabricação de embalagem de remédios, só que em vez de vácuo, usa-se um jato de ar que empurra o plástico para dentro do molde, conhecido como 'blister'.

O vacuum forming é amplamente utilizado para confecção de várias peças plásticas além de embalagens a gaveta de verduras de sua geladeira certamente foi produzida através desta técnica.

Fonte: www.plasticoscarone.com.br

Polipropileno

O polipropileno origina-se de uma resina termoplástica produzida à partir do gás propileno que é um subproduto da refinação do petróleo.

Em seu estado natural, a resina é semi-translúcida e leitosa e de excelente coloração, podendo posteriormente ser aditivado ou pigmentado.

Este produto é usado nos casos onde é necessário uma maior resistência química. Uma das vantagens é que pode ser soldado, permitindo a fabricação de tanques e conexões.

A maioria dos polipropilenos é produzida por moldagens, por injeção, por sopro ou extrusão, a partir de compostos reforçados e sem reforços.

Outros processos aplicáveis aos polipropilenos são a moldagem de espumas padronizadas reforçadas com fibra de vidro.

Tanto as resinas destinadas a moldagens quanto destinadas para extrusões podem ser pigmentadas através de qualquer processo convencional respectivo.

CARACTERÍSTICAS

Boa resistência química
Baixa absorção de umidade
Boa resistência ao impacto
Soldável e moldável
Comprovadamente atóxico
Baixo custo dentre os plásticos
Fácil usinagem
Regular resistência ao atrito
Boa estabilidade térmica
Pode ser aditivado
Alta resistência ao entalhe
Opera até 115°C
Leveza 0,92 - o mais leve dos plásticos
Em revestimento até 90°C pode substituir o PVC
Antiaderente

PROPRIEDADES

O polipropileno é uma resina de baixa densidade que oferece um bom equilíbrio de propriedades térmicas, químicas e elétricas, acompanhadas de resistência moderada.

As propriedades de resistência podem ser significativamente aumentadas ou melhoradas através de reforços de fibra de vidro. A tenacidade é melhorada através de reforços de fibras de vidro em graduações especiais de elevado peso molecular modificadas com borracha.

As propriedades elétricas dos polipropilenos são afetadas em vários graus de temperatura de serviço. Com aumento dessa temperatura, a constante dielétrica permanece razoavelmente constante; entretanto, a resistência ou o poder dielétrico aumenta, enquanto é reduzida a resistividade volumétrica.

O polipropileno apresenta resistência limitada ao calor; existem, entretanto, tipos termo estabilizados destinados a aplicações que exijam uso prolongado a elevadas temperaturas. A vida útil de peças com tais graduações pode atingir cinco anos a 120°C, dez anos a 110°C e vinte anos a 90°C. Tipos especialmente estabilizados são classificados pela UL para serviços contínuos a 120°C.

As resinas de polipropileno são inerentemente instáveis na presença de agentes oxidantes e na presença de raios ultravioleta. Embora algumas de suas graduações sejam estáveis até certo ponto, usam-se com freqüência sistemas de estabilização destinados a adequar uma fórmula especial a determinadas situações ambientais particulares.

Os polipropilenos resistem a ataques químicos e não são afetados por soluções aquosas de sais inorgânicos ou ácidos e bases minerais, mesmo em altas temperaturas. Não são atacados pela maioria dos agentes químicos de natureza orgânica. Entretanto, eles são atacados por compostos halogenados, por ácido nítrico fumegantes e por outros agentes oxidantes ativos, além de serem também atacados por hidrocarbonetos aromáticos e cromados, em altas temperaturas.

Polipropileno
Não absorve umidade

Polipropileno
Ótima resistência dielétrica

Polipropileno
Resistência a produtos químicos

Polipropileno
Alta tenacidade

PRINCIPAIS APLICAÇÕES

Os polipropilenos não-reforçados são utilizados em aplicações de embalagem, tais como recipientes farmacêuticos, médicos de cosméticos moldados por sopro, além dos destinados a alimentos. Os tipos de espuma são empregados em móveis e encostos de assentos de automóveis.

Tanto os tipos reforçados como os não reforçados são aplicados a automóveis, aparelhos domésticos e elétricos, como carcaças de bateria, de lanterna, rotores de ventoinha, pás de ventiladores, e como suporte para peças elétricas condutoras de corrente, carretéis de bobinas, capas protetoras de cabo elétrico, jogos magnéticos de TV, cartuchos para fusíveis e como isoladores, entre outras aplicações.

Também utilizado na confecção de:

Peças estruturais
Painéis de isolamento
Cepos para balancins
Tubos e conexões para indústria química
Revestimento e fabricação de tanques
Peças e elementos para indústria alimentícia
Mesas para laboratórios
Placas de filtro de prensa
Aparelhos ortopédicos
Engrenagens para galvanoplastia

Polipropileno
Filtros

Polipropileno
Nipeis

Polipropileno
Peças Estruturais

Polipropileno
Flanges e Acoplamentos

OUTRAS APLICAÇÕES

Cepos para balancins de corte
Tanques de produtos químicos
Conexões e válvulas
Tubulações de produtos químicos
Mesa de corte para indústria de alimentos
Aparelhos ortopédicos
Engrenagem com pouco esforço mecânico
Engrenagem para galvanoplastia
Mesa para laboratório
Cobertura para cabos de alta-tensão
Separador de garrafas
Estrelas e roscas sem-fim
Moldes para indústria de fibras
Tambor rotativo para galvanoplastia
Bombas de retornos para concentrados
Placas de filtro de prensa
Exaustores de hidrodecapagem
Tubulação flutuante para barragem
Trilhos ou guias de redler's
Dutos anticorrosivos

O Polipropileno não tem características ideais para ser considerado plástico de engenharia pelas suas limitações (resistências mecânicas); sua grande característica é sua resistência química e ao entalhe; nas poliolefinas, o polipropileno é o mais estrutural, mais rígido; todas as indústrias que utilizam processos químicos são potencialmente consumidoras de polipropileno.

O polipropileno também é disponível em chapas, tarugos e tubos com variados dimensionais para beneficiamento e aplicação em diversos segmentos industriais.

LIMITAÇÕES PARA APLICAÇÕES

Pouca resistência mecânica
Pouca resistência a abrasão
Sofre com a ação ultravioleta e agentes oxidantes
Resistência limitada a temperaturas
Cria estática
A 90°C com solicitação mecânica, a ligação carbono mais hidrogênio se compromete
Não é resistente a baixa temperatura (a partir de 0°C)

FORMATOS

Chapas
Tarugos

COR

Natural e preto (chapas e tarugos)
Cinza (chapas)

USINAGEM

A usinagem do polipropileno pode ser efetuada perfeitamente com máquinas para metais ou madeira.

Importante: este material possui condutividade térmica baixa. É conveniente evitar qualquer aquecimento excessivo durante a usinagem que pode gerar tensões internas prejudiciais à geometria e às dimensões da peça acabada.

TOLERÂNCIAS DE USINAGEM

As variações dimensionais, por absorção de umidade e dilatação térmica do POLIPROPILENO, bem como diversos outros plásticos de engenharia são maiores que as dos metais e implicam em maiores tolerâncias.

Por estas razões, tolerâncias precisas são inúteis e de alto custo. O controle de cotas e tolerância se deve efetuar nas mesmas condições ambientais que as da usinagem, particularmente a temperatura.

FERRAMENTAS DE CORTE

A qualidade do corte e o desprendimento do cavaco durante a usinagem são mais importantes que a natureza do metal da ferramenta, embora o metal duro seja preferível para usinagem, o melhor acabamento superficial é obtido com uma ponta útil de corte arredondada.

FURAÇÃO

A ponta de corte da broca deve estar afiada para poder executar um corte regular até o final do furo. Para usinagem de furos de grandes diâmetros (maiores que 20mm) se aconselha a efetuar furos progressivos em tamanho e sacar a broca para retirada de cavacos frequentemente.

CORTE DE SERRA

As serras para madeira com dentes separados são as indicadas para corte.

ROSQUEAMENTO

Deve-se utilizar somente o macho de acabamento, com muito ângulo. Para se aumentar a resistência mecânica, aconselha-se a utilização de sistemas de insertos de roscas tipo "helicoidal".

REFRIGERANTE

Os refrigerantes de corte não são indispensáveis, porém são aconselháveis, particularmente em usinagens delicadas e furações.

FIXAÇÃO

A fixação sobre a máquina de usinagem deve ser feita com muito cuidado a fim de se evitar deformações.

ARMAZENAGEM

Se armazenada durante um longo período de tempo antes de sua utilização e a fim de se evitar deformações ou alterações dimensionais devidas à absorção de umidade, proteger com uma película de óleo e armazenar as peças em envoltos de polietileno.

SOLDA

A solda entre chapas de polipropileno é feita com o uso de um maçarico de ar quente, em conjunto com filete para solda também em polipropileno.

Fonte: www.vick.com.br

Polipropileno

Características e aplicações do polipropileno

O Polipropileno (PP) é uma matéria prima que oferece uma combinação fantástica das suas propriedades físicas, químicas, mecânicas, térmicas e eléctricas não sendo encontradas em nenhum outro termoplástico.

O Polipropileno (PP) possui uma excelente resistencia a solventes organicos, produtos desengordurantes e químicos. É quimicamente neutro, 100% reciclável, resistente a altas temperaturas, impermeável, durável e inteiramente apropriado para crianças. É um termoplástico amigo do ambiente ideal para várias aplicações, sendo bastante versátil, nomeadamente no mercado publicitário, artes gráficas e promocional bem como para decoração ecológica.

O PP é normalmente utilizado em embalagens e sacos dadas as suas características, desde a leveza até às características químicas e ecológicas. Sendo quimicamente neutro, durável e isolante eléctrico, o polipropileno é totalmente adequado para embalagens de brinquedos e decoração interior.

As principais características do polipropileno são:

Durável Lavável Amigo do ambiente 100% Reciclável Quimicamente neutrol Resistente a altas temperaturas Impermeável Leve Isolante eléctrico.

Fonte: www.liderplas.pt

Polipropileno

O que é polipropileno?

Polipropileno

O polipropileno é um dos plásticos de maior venda e que mostra a maior taxa de crescimento anual no mundo, devido às suas excepcionais propriedades e versatilidade de aplicação e uso.

O polipropileno é um termoplástico semicristalino, produzido através da polimerização do monômero propeno, usando um catalisador estereoespecífico formando cadeias longas.

As macromoléculas de polipropileno podem conter milhares de unidades monoméricas. O termo estereoespecífico do catalisador se refere à característica de controlar a posição do grupo metila na cadeia polimérica de forma ordenada.

A maior parte do polipropileno comercial é do tipo "isotático", em que a maioria das unidades de propeno está com a "cabeça" unida à "cauda", formando uma cadeia com todos os grupos metila orientados para o mesmo lado. Esta estrutura estereorregular favorece o desenvolvimento de regiões cristalinas, que, dependendo das condições de processamento, permite obter uma cristalinidade entre 40 e 70%.

Fonte: www.kaembalagens.com.br

Polipropileno

O polipropileno é uma resina termoplástica, pertencente ao grupo das poliolefinas que inclui os polietilenos e polibutenos, com ampla faixa de propriedades e grande facilidade de processamento. Estas características têm permitido o crescimento contínuo no consumo mundial deste material.

Polipropileno

O polipropileno é um termoplástico semicristalino, produzido através da polimerização do monômero propeno, usando um catalisador estereoespecífico formando cadeias longas.

As macromoléculas de polipropileno podem conter milhares de unidades monoméricas. O termo estereoespecífico do catalisador se refere à característica de controlar a posição do grupo metila na cadeia polimérica de forma ordenada.

Polipropileno

A maior parte do polipropileno comercial é do tipo "isotático", em que a maioria das unidades de propeno está com a "cabeça" unida à "cauda", formando uma cadeia com todos os grupos metila orientados para o mesmo lado. Esta estrutura estereorregular favorece o desenvolvimento de regiões cristalinas, que, dependendo das condições de processamento, permite obter uma cristalinidade entre 40 e 70%.

Entre as inúmeras propriedades deste material, podem ser destacadas as seguintes:

A densidade do polipropileno é da ordem de 0,905 g/cm3, uma das mais baixas entre todos os materiais plásticos disponíveis comercialmente. Isto permite obter peças com baixo peso
Apresenta elevada rigidez, superior à da maioria dos plásticos comerciais
Boa resistência ao impacto à temperatura ambiente para todos os tipos de polipropileno
Excelente transparência por contato
Elevada resistência á fadiga por flexão, tornando-o adequado a aplicações em dobradiças integrais
Alta dureza superficial
Elevada resistência química, não sendo atacado pela grande maioria de produtos químicos à temperatura ambiente
Baixíssima absorção de água
Baixa permeabilidade ao vapor de água
Baixíssima condutividade elétrica.

Fonte: www.mani.pt

Polipropileno

O Polipropileno é um produto usado nos casos onde é necessária uma maior resistência química. Uma das vantagens é que pode ser soldado, permitindo a fabricação de tanques e conexões.

Características

Flexível, pode ser dobrado, cortado e furado a frio, termossoldável (inclusive de topo), imune à radiação solar (no caso da chapa cinza) pela adição de anti-UV, termoformável por vacuum-forming.

Possuí peso específico baixo, excelente resistência química (à maioria dos ácidos, bases, sais, detergentes e óleos), excelente resistência mecânica, resiste a temperaturas até 100ºC, isolante químico e térmico, atóxico e resistente à abrasão.

Principais Aplicações

Manufatura e revestimento de tanques industriais para Galvanoplastia e Tratamento de efluentes industriais

Fabricação de equipamentos industriais: ventiladores, dutos, coifas, tambores, tampas, placas de filtro prensa, diafragmas, separadores, lavadores de gás, caixas de água, Embalagens, Tampas, Produtos para uso doméstico e hospitalar, Cepos para indústria, alimentícia e calçadista, Fabricação de componentes de máquinas, Revestimento de silos de armazenagem.

Fonte: www.wtaplastic.com.br

Polipropileno

PP ou Polipropileno

O Polipropileno é uma das resinas termoplásticas pertencente ao grupo das poliolefinas que inclui os polietilenos e polibutenos, com ampla faixa de propriedades e grande facilidade de processamento e com forte resistência química e baixo peso específico. Uma das vantagens é que pode ser soldado, permitindo a fabricação de tanques e conexões.

Estas características têm permitido o crescimento contínuo no consumo mundial deste material.

Polipropileno

Polipropileno

Polipropileno

Dimensões: Espessura das chapas de Polipropileno: de 1 à 100 mm

Diâmetro dos tarugos de Polipropileno: de 16 à 300 mm

Cores: Natural, preto e cinza

Aplicações: Fabricação de peças estruturais (dutos, tanques) utilizadas nas indústrias de processos em geral. Outra propriedade marcante do polipropileno é a sua atoxidade, que o torna ideal para as indústrias alimentícias e farmacêuticas, além da vantagem de poder ser soldado.

Fonte: www.plasttotal.com

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