
O cientista que desenvolveu a vacina contra a pólio
Cientista americano, Jonas Salk descobriu a primeira vacina contra a poliomielite, doença também conhecida como paralisia infantil. Salk foi reconhecido no mundo inteiro por ter contribuído para a cura dessa doença.
Até os anos 50, a poliomielite representava uma praga terrível, infectando centenas de milhares de jovens. O vírus da poliomielite provoca sintomas semelhantes aos de uma gripe. O que o diferencia é que ele penetra no sistema nervoso, levando à paralisia e, às vezes, à morte. O vírus atrofia os músculos e na maioria das vezes obriga a criança infectada a andar de cadeiras de rodas para o resto de sua vida. O vírus é transmissível por contato direto com pessoas infectadas, atacando, principalmente, crianças. As epidemias aconteciam em um passado recente com freqüência e provocavam medo e pânico na população.
O mérito de ter sido praticamente erradicada a poliomielite pertence a dois cientistas, Jonas Salk e Albert Sabin. Usando métodos antagônicos, os dois cientistas desenvolveram duas vacinas extremamente eficazes contra a pólio. A vacina de Sabin foi desenvolvida sete anos depois da de Salk.
Apesar de sua imensa contribuição à medicina Salk nunca recebeu o Prêmio Nobel.
Jonas Salk nasceu no bairro do Bronx, na cidade de Nova York, no dia 28 de outubro de 1914. Filho primogênito de um casal de imigrantes judeus ortodoxos, seus pais trabalhavam com confecções de roupas.
Jonas Salk, um menino religioso, foi um brilhante aluno na Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York. Mostrando uma vocação para a pesquisa, depois de formado foi trabalhar na Universidade de Michigan em pesquisas sobre vírus, ao lado do professor Thomas Francis. Juntos trabalharam para o desenvolvimento de uma das primeiras vacinas contra a gripe.
Em 1939 casou com Donna Lindsey. Tiveram três filhos, mas se divorciaram em 1969. Seus três filhos se tornaram médicos. Pouco depois, casou novamente com Françoise Gilot, escritora e pintora francesa que fora companheira de Picasso no final da década de 40, início da década de 50.
Em 1947, Salk se tornou chefe do laboratório de pesquisa de vírus da Universidade de Pittsburg, onde se dedicou à pesquisa sobre a poliomielite. Publicou alguns trabalhos sobre o vírus, fato que levou a Fundação para a Paralisia Infantil a lhe dar fundos e autonomia para desenvolver seu trabalho.
O trabalho de Salk teve um grande auxilio de uma descoberta feita pelo cientista John Enders. Enders desenvolveu a cultivação de vírus “in vitro”, os reproduzindo em laboratório, de forma rápida e segura. Essa descoberta permitiu aos cientistas que trabalhavam na produção de vacinas a criação de quantos vírus fossem necessários para a realização de experimentos científicos e pesquisas.
Salk e Sabin seguiram dois caminhos opostos. Salk, baseando-se em sua experiência com a vacina contra a gripe, defendia a tese de que um sistema imunológico podia ser estimulado sem infecção, apenas com um vírus inativo ou morto. Sabin, porém, trabalhava em uma vacina que produzia imunidade, criando uma leve infecção, usando um vírus vivo.
A vacina de Salk, que ustilizava um soro injetável que continha alguns vírus mortos, era de preparo mais fácil e rápido: foi testada pela primeira vez em 1952. Os primeiros voluntários foram ele, sua esposa e seus filhos. Todos que receberam a vacina começaram a produzir anticorpos contra a pólio e nenhum deles ficou doente. Em 1954, Salk e Francis - com quem havia trabalhado nas vacinas contra gripe - iniciaram uma vacinação em massa nos Estados Unidos. Vacinaram mais de um milhão de crianças, entre 6 e 9 anos deidade, apresentando um grande resultado.
Em 1961, a vacina de Albert Sabin, utilizando o vírus vivo e feito para administração por via oral (as gotinhas que as crianças tomam no dia de vacinação), ficou pronta. O vírus vivo possibilitava uma imunidade superior e mais prolongada. As duas vacinas são eficazes e usadas até hoje, porém a vacina de Sabin é a mais utilizada. Albert Sabin também desenvolveu as vacinas contra a dengue e contra a encefalite japonesa.
Em 1963, Salk fundou e dirigiu o "Instituto Salk para Estudos Biológicos", em La Jolla, Califórnia. Desde 1986, dedicou-se ao desenvolvimento de uma vacina contra a Aids. Salk morreu em 1995 de um infarto cardíaco. Estava estudando e trabalhando com o vírus da Aids.
Fonte: www.10emtudo.com.br
Médico e epidemiologista norte-americano nascido em New York City, criador da primeira vacina contra poliomielite. Recebeu um M.D. de New York University (1939) e foi nomeado professor assistente de epidemiologia na University of Michigan.
Especializando-se em pesquisas sobre imunologia, em colaboração com Thomas Francis Jr., (1942), desenvolveu trabalhos sobre a imunização contra a gripes, em sucesso. Tornou-se chefe do laboratório de pesquisa com vírus da University of Pittsburgh (1947) e começou suas pesquisas sobre a poliomielite, e identificou três variedades diferentes de vírus como causadoras da doença. Ali veio a ser professor pesquisador de bacteriologia (1949-1954) e de medicina preventiva e chefe do departamento (1954-1956) e ainda professor de medicina experimental (1957-1963).
Depois de experiências nas quais demonstrou que a inoculação do vírus morto favorecia a formação de anticorpos para combater a enfermidade, trabalhou na fabricação de uma vacina, que foi aplicada em seres humanos numa fase experimental em (1952) e com sucesso dois anos após (1954). Com a vacina oficialmente permitida em todo o território dos Estados Unidos (1955), foi diretor do Salk Institute for Biological Studies in San Diego, California (1963), onde realizou pesquisas sobre o câncer e a esclerose múltipla. Recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade (1977).
Ainda trabalhou para Carlsbad, Califórnia, sede da Immune Response Corporation (1986), de que foi um dos fundadores e onde iniciou uma pesquisa de vacina contra a AIDS, e morreu em La Jolla, California.
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br
Primeiro cientista a descobrir a vacina contra a poliomielite, foi aclamado como herói e reconhecido no mundo inteiro por ter contribuído para a cura desta doença.
Até os anos 50, a poliomielite representava uma praga terrível. Desde o início do século, pode ter aleijado ou custado a vida de mais de um milhão de jovens. O vírus provoca um quadro semelhante a uma gripe, mas quando penetra no sistema nervoso leva à paralisia e, às vezes, à morte. É transmissível por contato direto com pessoas infectadas e ataca, principalmente, crianças. As epidemias eram anuais e provocavam medo e pânico.
As imagens que a imprensa veiculava de crianças pequenas com músculos atrofiados, em cadeiras de rodas, apoiadas em muletas ou necessitando de respiradores artificiais, eram particularmente impressionantes. Era inevitável que quem conseguisse exorcizar esses medos, se tornaria um herói internacional e seria reconhecido como "o salvador das crianças".
A probabilidade de um microbiólogo adquirir fama é mínima e logo contestada pelos concorrentes. No campo cientifico, até pequenas descobertas costumam deixar um rastro de reivindicações e reclamações, e podem suscitar inveja e maldade. Na verdade, o mérito de ter debelado e praticamente erradicado a poliomielite do mundo ocidental pertence não a um, mas a dois cientistas. Em meio a grande publicidade, declarações e controvérsias, as pesquisas no decorrer da década de 1950 eram lideradas por Jonas Salk e Albert Sabin. Usando métodos antagônicos e em acirrado conflito pessoal, os dois cientistas desenvolveram duas vacinas extremamente eficazes contra a pólio, com um intervalo de seis anos.
Mas como Salk chegou primeiro, recebeu as honras e os reconhecimentos do público leigo, já que o mundo científico não gostava muito dele e nunca o agraciou com o Prêmio Nobel, nem o aceitou como membro da Academia Nacional de Ciências.
Salk nasceu em Nova York, em 1914; era filho primogênito de um casal de imigrantes judeus ortodoxos de origem polonesa que viviam no Bronx e trabalhavam na área de confecções femininas. Em casa era o mais religioso dos irmãos, que o chamavam de "pequeno rabino". Colocava os tefilin diariamente e freqüentava regularmente a sinagoga até terminar o colegial. Sua mãe teria gostado que se tornasse professor ou rabino. Mas ele afirmava que se interessava "pelas leis da natureza" e desde pequeno "o impressionavam as tragédias da vida, para continuar indiferente ao que acontecia ao próximo". Isso o estimulou a realizar algo positivo em prol da humanidade.
Foi aluno brilhante no curso universitário básico e na Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York. Desde cedo teve vocação para a pesquisa, embora admita: "Minha mãe ficaria muito feliz se eu tivesse um consultório na Park Avenue".
Recém-formado, conseguiu uma posição invejável como pesquisador na Universidade de Michigan para estudar virologia ao lado do eminente professor Thomas Francis. Juntos trabalharam para o desenvolvimento de uma das primeiras vacinas contra a gripe, usando o vírus influenza inativado.
Em 1939 casou com Donna Lindsey. Tiveram três filhos, mas divorciaram-se em 1969. Seus três filhos se tornaram médicos. Pouco depois, casou novamente com Françoise Gilot, escritora e pintora francesa que fora companheira de Picasso no final da década de 40, início da de 50.
Primeiro cientista a descobrir a vacina contra a poliomielite, foi aclamado como herói e reconhecido no mundo inteiro por ter contribuído para a cura desta doença.
Até os anos 50, a poliomielite representava uma praga terrível. Desde o início do século, pode ter aleijado ou custado a vida de mais de um milhão de jovens. O vírus provoca um quadro semelhante a uma gripe, mas quando penetra no sistema nervoso leva à paralisia e, às vezes, à morte. É transmissível por contato direto com pessoas infectadas e ataca, principalmente, crianças. As epidemias eram anuais e provocavam medo e pânico.
As imagens que a imprensa veiculava de crianças pequenas com músculos atrofiados, em cadeiras de rodas, apoiadas em muletas ou necessitando de respiradores artificiais, eram particularmente impressionantes. Era inevitável que quem conseguisse exorcizar esses medos, se tornaria um herói internacional e seria reconhecido como "o salvador das crianças".
A probabilidade de um microbiólogo adquirir fama é mínima e logo contestada pelos concorrentes. No campo cientifico, até pequenas descobertas costumam deixar um rastro de reivindicações e reclamações, e podem suscitar inveja e maldade. Na verdade, o mérito de ter debelado e praticamente erradicado a poliomielite do mundo ocidental pertence não a um, mas a dois cientistas. Em meio a grande publicidade, declarações e controvérsias, as pesquisas no decorrer da década de 1950 eram lideradas por Jonas Salk e Albert Sabin. Usando métodos antagônicos e em acirrado conflito pessoal, os dois cientistas desenvolveram duas vacinas extremamente eficazes contra a pólio, com um intervalo de seis anos.
Mas como Salk chegou primeiro, recebeu as honras e os reconhecimentos do público leigo, já que o mundo científico não gostava muito dele e nunca o agraciou com o Prêmio Nobel, nem o aceitou como membro da Academia Nacional de Ciências.
Salk nasceu em Nova York, em 1914; era filho primogênito de um casal de imigrantes judeus ortodoxos de origem polonesa que viviam no Bronx e trabalhavam na área de confecções femininas. Em casa era o mais religioso dos irmãos, que o chamavam de "pequeno rabino".
Colocava os tefilin diariamente e freqüentava regularmente a sinagoga até terminar o colegial. Sua mãe teria gostado que se tornasse professor ou rabino. Mas ele afirmava que se interessava "pelas leis da natureza" e desde pequeno "o impressionavam as tragédias da vida, para continuar indiferente ao que acontecia ao próximo". Isso o estimulou a realizar algo positivo em prol da humanidade.
Foi aluno brilhante no curso universitário básico e na Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York. Desde cedo teve vocação para a pesquisa, embora admita: "Minha mãe ficaria muito feliz se eu tivesse um consultório na Park Avenue".
Recém-formado, conseguiu uma posição invejável como pesquisador na Universidade de Michigan para estudar virologia ao lado do eminente professor Thomas Francis. Juntos trabalharam para o desenvolvimento de uma das primeiras vacinas contra a gripe, usando o vírus influenza inativado.
Em 1939 casou com Donna Lindsey. Tiveram três filhos, mas divorciaram-se em 1969. Seus três filhos se tornaram médicos. Pouco depois, casou novamente com Françoise Gilot, escritora e pintora francesa que fora companheira de Picasso no final da década de 40, início da de 50.
Depois da Segunda Guerra Mundial, Salk mudou-se para a Universidade de Pittsburg, onde se dedicou à pesquisa sobre a poliomielite. Por sorte, chegou a publicar alguns trabalhos teóricos básicos sobre o vírus, que chamaram a atenção de Basil O' Connor, presidente da Fundação para a Paralisia Infantil: acreditando em Salk, investiu fundos e lhe deu total autonomia para desenvolver seu trabalho.
Mas quem forneceu a peça chave que permitiu a Salk produzir sua vacina foi John Enders, de Harvard, que recebeu em 1954 o Prêmio Nobel por ter conseguido cultivar "in vitro" o vírus da poliomielite - um trabalho revolucionário - fornecendo aos cientistas empenhados na produção da vacina quantos vírus fossem necessários, de forma rápida e segura.
O objetivo estava, então, configurado. Chegar primeiro era apenas questão de sorte e de rapidez - no que Salk era forte. Ele trabalhava com uma vacina obtida com vírus mortos.
Já Sabin vinha de uma escola antagônica de pesquisa de vacinas. Como Louis Pasteur, acreditava que o caminho para produzir imunidade permanente passava pela criação de uma infecção leve usando um vírus vivo, mas de virulência extremamente atenuada. Trabalhava na produção de uma vacina de acordo com esta teoria.
Salk, valendo-se de sua experiência com a vacina contra a gripe, sabia muito bem que o sistema imunológico podia ser estimulado sem infecção propriamente, apenas com um vírus inativado ou morto.
A vacina de Salk, que usava um soro injetável contendo vírus mortos, era de preparo mais fácil e rápido: foi testada pela primeira vez em 1952, e, em 1954, Salk e Francis iniciaram uma vacinação em massa no maior experimento médico realizado nos Estados Unidos. Vacinaram mais de um milhão de crianças, entre 6 e 9 anos, parte com a vacina e parte com o placebo.
A vacina funcionou. Mas no mundo científico, a divulgação desses dados deveria seguir um protocolo: primeiro a publicação em revista médica espe-cializada e depois o mais amplo possível reconhecimento dos créditos. Salk não seguiu este protocolo, deu uma entrevista coletiva e falou pelo rádio. Acabou recebendo todos os créditos.Esse erro o perseguiria. Para os cientistas, Salk fora vaidoso. Até hoje, não o perdoaram por não ter reconhecido o valor e citado Enders e os colegas de Pittsburg. Tudo o que fez posteriormente foi visto com certa desconfiança.
A vacina de Albert Sabin, com vírus vivo atenuado e para administração por via oral, ficou pronta em 1961. O vírus vivo daria uma imunidade superior e mais prolongada, entretanto as duas vacinas são eficazes e usadas até hoje nos Estados Unidos.
Em 1963, Salk fundou e dirigiu o "Instituto Salk para Estudos Biológicos", em La Jolla, Califórnia. Desde 1986, dedicou-se ao desenvolvimento de uma vacina contra a Aids. "Não podia parar; a pessoa fracassa se para cedo", dizia o cientista. Em 1994, menos de um ano antes de sua morte, dizia que havia feito "progressos enormes".
Salk encarava os obstáculos filosoficamente como desafios: "Eu era consciente de que algumas portas que me foram fechadas resultaram em outras portas que se abriram". Ainda jovem se candidatou a trabalhar na pesquisa das doenças reumáticas e não foi aceito. Uma porta lhe foi fechada, por isso se voltou à pesquisas do vírus da gripe.
Salk acreditava que a sua origem judaica teve um papel fundamental em sua vida e sua carreira: "...forneceu-me as qualidades necessárias para sobreviver e evoluir. Assim tenho visto as adversidades: como uma vantagem. Os judeus aprenderam a desenvolver uma sabedoria inata sobre como conseguir lutar e crescer. Pude ver isso da forma que minha mãe criou seus filhos. O que ela queria acima de tudo era que fôssemos melhores que ela."
Salk morreu em 1995 de um infarto do miocárdio. Estava estudando e trabalhando com o vírus da Aids.
Com a descoberta da vacina que erradicou a poliomielite, Jonas Salk se tornou um grande herói da medicina. Seu nome será sempre associado às vidas salvas de uma das mais temíveis doenças do século XX.
Quanto a Albert Sabin, sua contribuição à virologia se estende muito além do seu trabalho com a poliomielite. Antes de criar sua vacina oral, este cientista, também de origem judaica polonesa, desenvolveu as vacinas contra a dengue e contra a encefalite japonesa.
Ao morrer, em 1993, com 86 anos, estudava o papel dos vírus nos tumores.
Bibliografia
Time Magazine 100, The Century Greatest Minds. March 29, 1999.
Slater & Slater, Great Jewish Men. Jonas Salk, pág. 267
M. Shapiro, The Jewish 100. pág. 286.
Fonte: www.morasha.com.br

Jonas Salk
O imunologista norte-americano Jonas Edward Salk (1914-1995) foi o primeiro a desenvolver uma vacina contra a Poliomielite, em 1954.
A doença, popularmente chamada de Paralisia Infantil, é causada por um vírus e pode ser transmitida de pessoa para pessoa por via oral — através de gotículas de saliva ou do contato com fezes contaminadas, o que é crítico em locais onde as condições sanitárias são inadequadas. O poliovírus também pode ser disseminado pela contaminação fecal da água e dos alimentos. As manifestações clínicas da doença são variadas, se assemelhando, em 95% dos casos, aos sintomas de uma gripe.
Em algumas pessoas, ocorre também a inflamação das meninges do cérebro. Cerca de 1% das infecções pelo vírus resulta em quadros de paralisia, em geral nos membros inferiores, que se tornam flácidos e maleáveis e atrofiam com o tempo. Além disso, a doença pode levar à morte por asfixia se afetar os músculos associados ao sistema respiratório. Programas de saneamento básico são importantes para a prevenção da Poliomielite, mas a medida mais eficaz de combate à doença é a vacinação. Além da vacina desenvolvida por Jonas Salk, há também a vacina Sabin (a famosa gotinha), inventada em 1959 e mais utilizada devido ao seu menor custo. Em virtude de intensas campanhas de vacinação desenvolvidas entre 1980 e 1994, a Pólio se encontra hoje erradicada no Brasil.
Fonte: aprendendo.ig.com.br
Jonas Edward Salk (Nova Iorque, 28 de Outubro de 1914 — La Jolla, 23 de Junho de 1995) foi um médico e pesquisador norte-americano, mais conhecido como o inventor da primeira vacina antipólio (a epônima vacina Salk). Trabalhou em Nova Iorque, Michigan, Pittsburgh e Califórnia. Na última parte de sua vida, devotou muita energia na tentativa de desenvolver uma vacina contra a AIDS.
Salk não buscava fama ou fortuna através de suas descobertas, e é citado como tendo dito: "A quem pertence a minha vacina? Ao povo! Você pode patentear o sol?"
Fonte: pt.wikipedia.org