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Eduardo Souto

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Compositor e regente, nasceu em Santos (ou São Vicente), SP, no dia 14/4/1882 e morreu no Rio de Janeiro, RJ, no dia 18/8/1942.

Aprendeu tocar piano criança e aos onze anos foi para o Rio de Janeiro onde estudou com o professor Carlos Darbilly. Com 14 anos compôs a sua primeira valsa, Amorosa.

Em 1902 abandona a Escola Politécnica e emprega-se no Banco Francês onde fica até 1917

Em 1919 que começa a ficar famoso pelo seu fado-tango, O despertar da montanha.

Eduardo Souto

Bom orquestrador, regeu música sinfônica no Rio e em São Paulo. Organizou conjuntos, orquestras e foi o fundador do Coral Brasileiro do qual fizeram parte Bicu Sayão, Zaíra de Oliveira e Nascimento Filho.

Para o carnaval de 1920 compõe a marchinha Pois não, gênero pioneiro, junto com O pé de anjo de Sinhô. Seu maior sucesso foi sem dúvida o Tatu subiu no pau.

Neste mesmo ano foi designado pelo governo a organizar o programa musical de recepção aos reis da Bélgica, em visita ao Brasil.

Foi proprietário da loja de música Casa Carlos Gomes, onde divulgava através do piano as suas composições.

Foi diretor artístico da Odeon e sua subsidiária, a Parlophon. Compôs o Hino a João Pessoa (com Osvaldo Santiago), Gloriosa, hino do Botafogo Futebol Clube e ainda o Hino à Legião Mineira.

A partir de 1932, seu nome ficou sendo esquecido e voltou a trabalhar como contador no Banco do Comércio. Passou a sofrer uma doença nervosa e faleceu em 1942 na última de suas consecutivas internações.

Em 1958, seu filho, o pianista Nélson Souto, gravou um LP com suas composições.

Principais sucessos:

A saudade, eduardo souto e Bastos Tigre (1932)

Nuvens, eduardo souto

O despertar da montanha, eduardo souto e Francisco Pimentel (1919)

Olhos fatais, eduardo souto e João de Barro (1931)

Pai Adão, Eduardo Souto1924.

Palpite, Noel Rosa e eduardo souto (1932)

Pemberê, eduardo souto e João da Praia (1922)

Pois não, eduardo souto e João da Praia (1920)

Primavera, eduardo souto e Benedito Lopes

Tatu subiu no pau, 1923.

Fonte: www.geocities.com

Eduardo Souto

Eduardo Souto, descendente de importante família, nasceu em Santos, São Paulo, a 14 de abril de 1882. Veio aos 11 anos de idade para o Rio de Janeiro para iniciar seus estudos. Conquistado pela música, começou a estudá-la com o Prof. Derbelly, fazendo rápidos progressos. Aos 14 anos apresentava à famíla emocionada a valsa Amorosa .

Como a situação financeira de sua família veio a complicar-se, viu-se obrigado a interromper seus estudos de Engenharia (cursava o 3.° ano da Escola Politécnica) e a arranjar um emprêgo no Banco Francês. Continuava, porém, fascinado pela música e, sempre que dispunha de uma folga, ia procurar o maestro José Nunes, no Teatro S. José.

Em 1917 dirigia uma casa de música na rua do Ouvidor. Data de 1919 a sua obra-prima, O Despertar da Montanha , com a qual ficou mundialmente conhecido. Souto foi o idealizador do Coral Brasileiro , integrado por famosas personalidades, inclusive Bidu Saião, Nascimento Silva, Zaíra de Oliveira, etc., e o organizador das diversas orquestras que participaram das recepções aos Reis da Bélgica, por ocasião da visita dêstes ao Brasil, em 1920.

Fundou a Casa Carlos Gomes, à rua Gonçalves Dias, que ficou sendo o ponto predileto dos grandes compositores da época. Foi diretor-artístico da Odeon e da Parlophon. Orquestrador e regente de música sinfônica, realizou concertos no Rio de Janeiro e em S. Paulo.

Dotado de tendências místicas, foi membro de associacões esotéricas e teosofistas tendo, inclusive, composto sob essa inspiração. Sua chula à moda baiana, Pemberê (com João da Praia) fez sucesso no carnaval de 1921 e seu samba Tatu Subiu no Pau foi um dos mais cantados no carnaval de 1923.

Escreveu música para diversas revistas, entre elas Zig Zag, de parceria com o maestro Antônio Lago, com original de Bastos Tigre (1926).

Desgostos junto ao meio musical fizeram-no voltar à sua antiga atividade de bancário, passando a ocupar o pôsto de contador do Banco do Comércio. Doente, teve de recolher-se a uma casa de saúde, onde faleceu exatamente aos 60 anos de idade. Seu filho Nelson Souto, excelente pianista, gravou, em 1958, um memorável LP na Festa com músicas de seu pai, incluindo algumas de suas deliciosas páginas carnavalescas.

Fonte: www.daniellathompson.com

Eduardo Souto

A obra variada do compositor Eduardo Souto, que teve parceiros tão famosos quanto João de Barro e Bastos Tigre, abrangeu gêneros como a valsa, o tango, o samba, a marchinha e o choro. Eduardo Souto nasceu em São Vicente SP, em 14 de abril de 1882.

Aos seis anos de idade já tocava valsas no piano da família e aos 11 foi para o Rio de Janeiro RJ estudar o instrumento. Compôs sua primeira valsa, Amorosa, aos 14 anos.

Em 1902 abandonou os estudos para se empregar num banco, onde trabalhou por 15 anos. Tomou-se famoso com o fado-tango O despertar da montanha (1919), que adquiriu celebridade internacional.

Em 1920, o compositor fez sucesso no carnaval com a marchinha Pois não, com João da Praia, uma das composições pioneiras no gênero. Nesse mesmo ano, abriu a Casa Carlos Gomes, uma loja de música que se tornou ponto de encontro de compositores renomados.

Organizava orquestras e corais e participava de peças teatrais musicadas quando foi designado pelo governo brasileiro paca organizar o programa musical de recepção aos reis da Bélgica.

O maior sucesso carnavalesco de Eduardo Souto foi Tatu subiu no pau (1924), gênero em que se destacou também com Batucada (1931), em parceria com João de Barro, e Gegê (1932), com Getúlio Marinho.

É autor do hino Glorioso, do Botafogo Futebol e Regatas, e da romântica Do sorriso das mulheres nasceram as flores, esta em parceria com Bastos Tigre. Em 1932, abandonou a música e voltou a trabalhar em banco. Eduardo Souto morreu no Rio de Janeiro em 18 de agosto de 1942.

Fonte: www.cifrantiga3.blogspot.com

 

 

 

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