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Aristóteles

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Aristóteles, antigo filósofo grego nasceu por volta de 384 aC em Stagira, Grécia.

Quando ele completou 17 anos se matriculou na Academia de Platão.

Em 338, ele começou a tutoria de Alexandre, o Grande.

Em 335, Aristóteles fundou sua própria escola, o Liceu, em Atenas, onde ele passou a maior parte do resto de sua vida estudando, ensinando e escrevendo.

Aristóteles morreu em 322 aC, depois que ele deixou Atenas e fugiu para Chalcis.

Aristóteles
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A influência de Aristóteles sobre a cultura ocidental e a ciência tem sido enorme.

Seus escritos, muitos dos quais sobreviveram aos grandes períodos de turbulência e os milênios que nos separam dele, mostram ele ser um homem de grande intelecto que pensou profundamente sobre o mundo.

O filósofo grego Aristóteles (384-322 aC) fez contribuições significativas e duradouras para quase todos os aspectos do conhecimento humano, a partir da lógica para a biologia com a ética e estética.

Embora ofuscado nos tempos clássicos pelo trabalho de seu professor Platão, do final de antiguidade até o Iluminismo, os escritos de Aristóteles sobreviventes foram incrivelmente influentes. Na filosofia árabe, ele era conhecido simplesmente como “O Primeiro Mestre”; no Ocidente, ele foi “O Filósofo”.

Aristóteles – Infância

Aristóteles
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Sua infância foi muito confortáveis. Seu pai, Nicômaco, era um médico.

Sua mãe, Phaestis, veio de uma família rica: eles possuíam uma propriedade considerável perto da cidade de Chalcis na Eubéia, a segunda maior das ilhas gregas.

Quando Aristóteles era um jovem garoto, seu pai foi nomeado pelo rei Amintas III da Macedónia para ser seu médico pessoal.

Aristóteles foi então criado e educado por Proxenus de Atarneus, que foi, provavelmente, seu tio e também um médico.

Professor de Alexandre, o Grande

Aristóteles passou algum tempo viajando dentro das fronteiras do império grego que estudam o mundo natural.

Ele conheceu e Pythias casadas com quem ele teve uma filha, também chamado Pythias.

Em 343 aC, ele retornou ao seu estado de origem da Macedónia. Lá, com a idade de 41, tornou-se diretor da Academia Real da Macedónia e tutor de Alexandre, filho de Filipe II da Macedónia.

Alexander estava destinado a conquistar uma grande parte do mundo e ser conhecido como Alexandre, o Grande.

Aristóteles ensinava-o de 13 anos para 16, dando o menino bases sólidas em filosofia, medicina, moral e as artes.

Na idade de 16 anos, Alexander tornou-se governante da Macedônia na ausência de seu pai.

Antes de concordar com tutor Alexander, Aristóteles tinha exigido sucesso de Filipe II que ele:

Reconstruir cidade natal de Aristóteles de Stagira, que ele tinha destruído,
Permitir que os cidadãos exilados de Stagira para voltar, e
Libertar qualquer um dos ex-cidadãos Stagira que haviam sido escravizados

Equilibrado contra este altruísmo, Aristóteles não gostava dos “bárbaros” que viveram a leste da Grécia Antiga. Ele pediu que o jovem Alexander para conquistar estas terras e tratar as pessoas como animais. (Este foi um ponto de vista comum na Grécia Antiga, cujo povo tinha duas vezes no século passado lutou contra as tentativas pelos exércitos de reis persas para subjugá-los.).

Alexander passou a conquistar terras como Extremo Oriente como a Índia, mas ele se rebelou contra o ensino, em parte, de Aristóteles. Se possível, ele fez alianças com cidades hostis uma vez, em vez de destruí-los, e ele pediu a seus generais e soldados a se casar com mulheres em terras conquistadas.

Aristóteles – 384 a.C. – 322 a.C.

Aristóteles
Aristóteles

Nascido no reino da Macedônia (norte da Grécia), Aristóteles mudou-se para Atenas aos 1 7 anos, onde estudou sob a orientação de um dos mais famosos filósofos de todos os tempos: Platão.

A escola dirigida por Platão denominava-se Academia, e Aristóteles nela permaneceu por cerca de vinte anos. Com a morte do mestre, preferiu deixá-la, dizendo-se insatisfeito com a pouca importância que ali vinha sendo dada ao estudo da natureza.

Viajou então por várias partes do mundo grego, que na época era bem mais vasto do que hoje, alcançando, entre outras regiões, o sul da Itália e a Ásia Menor. Foi nesta última região que Aristóteles se fixou por alguns anos. Ali ele se casou e pôde se dedicar a seus estudos preferidos, até ser chamado de volta à sua terra natal. O novo rei da Macedônia queria que ele cuidasse da educação do seu filho mais velho, tarefa que Aristóteles desempenhou por muitos anos. Só deixou a Macedônia quando seu aluno já tinha sido aclamado rei. Futuramente, ele passaria à história como Alexandre, o Grande, devido a suas conquistas territoriais, que incluiriam não só a própria Atenas, mas também a Pérsia

Retomando a Atenas, Aristóteles criou sua própria escola, chamada Liceu, além de organizar uma biblioteca de manuscritos.

Quando Alexandre morreu, Aristóteles achou mais prudente deixar a cidade. Temia uma reação dos macedônios contra ele, pois chegou a ser acusado de ofensa religiosa, o que poderia levá-lo a ser condenado à morte (tal como já ocorrera com o ateniense Sócrates meio século antes). Vivendo numa ilha do Mar Egeu, morreria apenas um ano mais tarde.

Os escritos de Aristóteles perfazem grande número de volumes (consta que 150, aproximadamente) e versam sobre assuntos variados: da ciência, política e ética à crítica literária. Desses trabalhos, cerca de dois terços desapareceram. Mesmo os que chegaram até nós ficaram perdidos por séculos, por vezes em mais de uma ocasião. Muitos deles só atravessariam a Idade Média traduzidos para o árabe.

Aristóteles
Aristóteles

Em seus estudos da natureza, Aristóteles dedicou especial atenção aos seres vivos. Chegou a fazer dissecações em algumas dezenas de espécies animais, classificando cerca de 500 delas de acordo com suas semelhanças e diferenças. Foi o primeiro a considerar que o golfinho não era um peixe, pois possuía placenta, como os mamíferos terrestres. Tal descoberta, porém, seria negada nos séculos seguintes.

Seus critérios de classificação, embora fossem – como era de se esperar – diferentes dos nossos, levaram-no a concluir que haveria na natureza uma hierarquia determinada por modificação nos seres vivos. Só Charles Darwin, em pleno século XIX, voltaria a trabalhar com uma idéia desse tipo, ao desenvolver a teoria da evolução.

Aristóteles aceitou a idéia, vigente em sua época, de que tudo na natureza se compunha de quatro elementos – ar, água, fogo e terra -, mas a eles acrescentou um quinto elemento – o éter -, que formaria o espaço celeste. Concordou também com a idéia dos discípulos de Pitágoras de que a Terra e o céu seriam regidos por diferentes conjuntos de leis, pelas quais a Terra seria mutável e o céu, permanente.

Os elementos buscariam sempre alcançar seu lugar “natural”: a terra ficaria embaixo; sobre ela viria a água, depois o ar e por último, o fogo, que ficaria acima de todos esses elementos. Por causa dessa ordem “natural”, uma pedra (composta principalmente pelo elemento terra) lançada no ar afundaria na água, uma bolha de ar subiria num líquido e o fogo procuraria sempre alcançar o ponto mais alto possível. Isso levou Aristóteles a concluir que, quanto mais pesado um objeto, mais rápido ele desceria e, portanto, os corpos pesados cairiam mais rapidamente que os leves (somente 2000 anos depois Stevin, Galileu e Pascal provariam que essa idéia era falsa).

Para Aristóteles, suas conclusões eram verdadeiras, porque se podia chegar a elas através da argumentação lógica. Apesar de todas as observações que fez, ele considerava que a discussão produzia conclusões mais verdadeiras que os fatos constatados através de experimentos.

De fato, Aristóteles pode ser considerado o criador do estudo da Lógica e seu livro Organon, que trata desse tema, foi o único, dentre toda a sua obra, a continuar sendo estudado na Europa após a queda do Império Romano.

Os séculos seguintes não só esqueceriam as contribuições de Aristóteles ao conhecimento da natureza como também viriam a utilizar o que restou de seu trabalho para argumentar contra idéias e descobertas que as novas mentes procurariam divulgar.

Foram vários, dentre eles cito Metafísica, Ética à Nicomâco e Organono, este último é a coleção de vários livros sobre lógica: Categorias (um livro) Sobre a Interpretação (um livro), Primeiros Analíticos (dois livros), Segundos Analíticos (dois livros, Tópicos (oito livros) e finalmente Categorias.

As obras doutrinais de Aristóteles são classificadas do modo seguinte:

I. Escritos lógicos: cujo conjunto foi denominado Órganon mais tarde, não por Aristóteles. O nome, entretanto, corresponde muito bem à intenção do autor, que considerava a lógica instrumento da ciência.
II. Escritos sobre a física:
abrangendo a hodierna cosmologia e a antropologia, e pertencentes à filosofia teorética, juntamente com a metafísica.
III.
Escritos metafísicos: a Metafísica famosa, em catorze livros. É uma compilação feita depois da morte de Aristóteles mediante seus apontamentos manuscritos, referentes à metafísica geral e à teologia. O nome de metafísica é devido ao lugar que ela ocupa na coleção de Andrônico, que a colocou depois da física.
IV.
Escritos morais e políticos: a Ética a Nicômaco, em dez livros, provavelmente publicada por Nicômaco, seu filho, ao qual é dedicada; a Ética a Eudemo, inacabada, refazimento da ética de Aristóteles, devido a Eudemo; a Grande Ética, compêndio das duas precedentes, em especial da segunda; a Política, em oito livros, incompleta.
V.
Escritos retóricos e poéticos: a Retórica, em três livros; a Poética, em dois livros, que, no seu estado atual, é apenas uma parte da obra de Aristóteles. As obras de Aristóteles as doutrinas que nos restam – manifestam um grande rigor científico, sem enfeites míticos ou poéticos, exposição e expressão breve e aguda, clara e ordenada, perfeição maravilhosa da terminologia filosófica, de que foi ele o criador.

Aristóteles – Teoria

Aristóteles
Aristóteles

Não se sabe ao certo, mas acreditam que Aristóteles tenha nascido no ano 384 a.C., na província grega da Macedônia.

Aristóteles teve, sem dúvida, um papel muito importante para o desenvolvimento da ciência no lado ocidental do mundo. Seus trabalhos constituem quase uma enciclopédia do pensamento grego, pois, a profundidade de seus conhecimentos era dos mais variados. Em seus conhecimentos continham escritos sobre lógica, filosofia, física, astronomia, biologia, psicologia, política e literatura. No século XIII d.C. seus conhecimentos foram descobertos e mais tarde incorporados aos trabalhos dos mestres e teólogos cristãos, servindo então, de base para o conhecimento científico da época.

Aristóteles retomou a teoria dos quatro elementos de Empédocles e, com sua visão de mundo, baseada no senso comum, cria sua interpretação. Para ele, todo objeto no universo tem o seu “lugar natural” determinado pela sua natureza. Por exemplo, os elementos pesados (um pedaço de pedra) tendem a se dirigir para o centro do universo, que naquela época, coincidia com o centro do nosso planeta Terra. Os elementos leves, o ar e o fogo tinham como lugar natural o céu. A água, por exemplo, se espalhava no chão, quando derramada, porque o lugar natural de todos os elementos aquosos era à superfície da Terra. O lugar natural do ar, era em torno da terra, cobrindo-a. O lugar natural do fogo ficava numa esfera acima da esfera do ar.

Aristóteles dividia o movimento dos corpos em duas classes: o movimento natural e o movimento violento.

O primeiro era a expressão da tendência dos elementos a atingir seu lugar natural. Por exemplo, a queda de um corpo pesado em direção ao centro da terra é um exemplo de um movimento natural, mas qual era o fator determinante da velocidade final do corpo em queda? É mais fácil ver que uma pedra cai mais rápido do que uma folha ou uma pena, então seria óbvio de que o peso do objeto seria um fator determinante para velocidade final. Portanto, para Aristóteles, quanto mais pesado um objeto maior a sua velocidade de queda.

O segundo, era causado por forças externas e interferia no movimento natural, por exemplo: quando se lançava um peso ou atirava uma flecha. Este tipo de movimento deveria crescer na medida que a própria força aumentasse. Parando de cessar a força, o movimento conseqüentemente cessaria. Para Aristóteles, a matemática não tinha importância como ferramenta para descrição dos fenômenos terrestres, ele dava maior crédito às observações qualitativas como base de sua teoria. Porém, foi através do valor da previsão matemática que a física começa a realizar seus verdadeiros progressos.

Aristóteles – Vida

Aristóteles
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Aristóteles (384-322 a.C.) foi aluno da Academia de Platão.

Era natural da Macedônia e filho de um médico famoso.

Seu projeto filosófico está no interesse da natureza viva.

Ele foi o último grande filósofo grego e também o primeiro grande biólogo da Europa. Utilizava-se da razão e também dos sentidos em seus estudos. Criou uma linguagem técnica usada ainda hoje pela ciência e formulou sua própria filosofia natural.

Aristóteles discordava em alguns pontos de Platão. Não acreditava que existisse um mundo das idéias abrangedor de tudo existente; achava que a realidade está no que percebemos e sentimos com os sentidos, que todas as nossas idéias e pensamentos tinham entrado em nossa consciência através do que víamos e ouvíamos e que o homem possuía uma razão inata, mas não idéias inatas.

Para Atistóteles, tudo na natureza possuía a probabilidade de se concretizar numa realidade que lhe fosse inerente. Assim, uma pedra de granito poderia se transformar numa estátua desde que um escultor se dispusesse a escupi-la. Da mesma forma, de um ovo de galinha jamais poderia nascer um ganso, pois essa característica não lhe é inerente.

Aristóteles acreditava que na natureza havia uma relação de causa e efeito e também acreditava na causa da finalidade. Deste modo, não queria saber apenas o porquê das coisas, mas também a intenção, o propósito e a finalidade que estavam por trás delas. Para ele, quando reconhecemos as coisas, as ordenamos em diferentes grupos ou categorias e tudo na natureza pertence a grupos e subgrupos. Ele foi um organizador e um homem extremamente meticuloso. Também fundou a ciência da lógica.

Aristóteles dividia as coisas em inanimadas (precisavam de agentes externos para se transformar) e criaturas vivas (possuem dentro de si a potencialidade de transformação). Achava que o homem estava acima de plantas e animais porque, além de crescer e de se alimentar, de possuir sentimentos e capacidade de locomoção, tinha a razão. Também acreditava numa força impulsora ou Deus (a causa primordial de todas as coisas).

Sobre a ética, Aristóteles pregava a moderação para que se pudesse ter uma vida equilibrada e harmônica.

Achava que a felicidade real era a integração de três fatores: prazer, ser cidadão livre e responsável e viver como pesquisador e filósofo. Cria também que devemos ser corajosos e generosos, sem aumentar ou diminuir a dosagem desses dois itens. Aristóteles chamava o homem de ser político. Citava formas de governo consideradas boas como a monarquia, a aristocracia e a democracia. Acreditava que sem a sociedade ao nosso redor não éramos pessoas no verdadeiro sentido do termo.

Para ele, a mulher era “um homem incompleto”. Pensava que todas as características da criança já estavam presentes no sêmen do pai. Sendo assim, o homem daria a forma e a mulher, a substância. Essa visão distorcida predominou durante toda a Idade Média.

Fonte: www.biography.com/www.famousscientists.org/geocities.yahoo.com.br/www.conviteafisica.com.br/www.ime.usp.br

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