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Svante August Arrhenius

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Svante Arrhenius – 1859 – 1927

Svante Arrhenius era um físico sueco e físico-químico que formulou a teoria da dissociação eletrolítica.

Um dos pais fundadores da química física, Arrhenius também apresentou um modelo revolucionário do efeito estufa.

Ele ganhou o Prêmio Nobel de Química de 1903 por suas contribuições brilhantes.

Svante August Arrhenius
Svante August Arrhenius – 1859 – 1927

Juventude e educação

Nascido em 19 de fevereiro de 1859 perto de Uppsala, na Suécia, o pai de Svante Arrhenius trabalhou para University Uppsala como um agrimensor.

Com uma inteligência extraordinária desde a infância, Arrhenius aprendeu a ler sozinho e até mesmo resolver problemas de matemática simples quando ele tinha apenas 3 anos.

Em 1876 ingressou na Universidade de Upsala, onde se doutorou em 1884.

A partir de 1891, tornou-se professor na Universidade de Estocolmo.

Já em 1884, propôs sua célebre Teoria de Dissociação Iônica que revolucionou o mundo científico da época.

De fato, suas idéias sobre a existência de íons foram de início muito combatidas, pois na época era aceito o Modelo Atômico de Dalton, que falava em partículas neutras e indivisíveis.

Em 1903 ele foi premiado com o Prêmio Nobel de Química.

Ele recebeu sua educação na Escola Catedral de renome em Uppsala.

Depois de completar seu diploma de bacharel em 1878, Arrhenius obteve um doutorado em 1884 na Universidade de Uppsala, onde ele também foi premiado com o título honorário de o docente do mesmo ano.

Contribuições e realizações

Svante Arrhenius enviou sua tese de 150 páginas sobre a condutividade de eletrólitos para vários cientistas famosos em toda a Europa.

Wilhelm Ostwald ficou muito impressionado e fez uma viagem para Uppsala para recrutar Arrhenius para sua equipe de pesquisa.

Arrhenius extensivamente ampliou sua teoria iônica em 1884 e deu definições detalhadas para a ácidos e bases.

Ele recebeu uma remuneração para viajar para a Real Academia Sueca de Ciências, em 1886.

Arrhenius revolucionou o estudo de eletrólitos, afirmando que os eletrólitos são separados em íons quando não há corrente que flui através da solução.

As controvérsias sobre as causas das idades de gelo levou Arrhenius para construir o modelo climático mais antiga da influência do dióxido de carbono atmosférico, que ele apresentou em “A Revista Filosófica” em 1896.

Ele, portanto, tornou-se o primeiro cientista a discutir o efeito da atividade industrial em aquecimento global.

Arrhenius também realizado uma extensa pesquisa sobre toxinas bacterianas e vários venenos de plantas e animais.

Vida e Morte

Svante Arrhenius sofreu um ataque grave de catarro intestinal aguda, em setembro de 1927.

Ele morreu poucos dias depois, em 2 de Outubro de 1927.

Enterrado em Uppsala, Arrhenius faleceu aos 68 anos de idade.

Svante August Arrhenius – Biografia

Svante August Arrhenius
Svante August Arrhenius – 1859 – 1927

Durante sua vida este grande químico sueco teve oportunidade de conhecer praticamente todos os importantes homens de ciência do seu tempo, conquistando-lhes a afeição e o mais alto respeito.

Dizia-se dêle possuir o gênio da amizade. Entretanto, no começo de sua carreira, teve que lutar para ser aceito.

Aos 22 anos de idade, Arrhenius já havia realizado muitas experiências relacionadas com a passagem da eletricidade através de soluções aquosas e decidiu continuar esse trabalho de soluções como preparo para o doutoramento.

Durante dois anos, trabalhando no laboratório da Universidade de Upsala, colecionou numerosíssimos dados sobre centenas de soluções e concentrações. Formulou, então uma hipótese, cuidadosamente fundamentada, de que as soluções aquosas contêm partículas carregadas,isto é, íons.

Tratava-se de uma proposição revolucionária e seus professores a acharam tão diferente de suas próprias idéias que, muito a contra-gosto, concederam -lhe o grau.

Sem se deixar desencorajar, Arrhenius enviou cópias de sua tese a outros cientistas.

Embora muito poucos tenham tomado a sério suas idéias radicais, o grande cientista alemão Ostwald ficou tão entusiasmado que viajou para a Suécia a fim de encontrar-se com Arrhenius.

Estimulado por esse apoio, Arrhenius foi estudar na Alemanha e Holanda.

Finalmente, em 1889, foi publicado seu trabalho “Sobre a Dissociação das Substâncias Aquosas”.

Embora convidado a ir para Leipzig como professor da Universidade preferiu voltar á Suécia como conferencista e professor secundário em Estocolmo.

Sua teoria ainda não havia conquistado aceitação geral e os que eram contra apelidavam os seus adeptos de “horda selvagem de Ionianos”.

Até mesmo o contrato de Arrhenius como professor em Estocolmo, em 1893, foi questionado até que um tempestade de protestos chegou àquela cidade, de parte dos cientistas alemães. Dois anos após esta nomeação foi eleito Presidente da Universidade e recebeu o prêmio Nobel, tendo sido o terceiro a recebê-lo no campo da Química. Finalmente, era Arrhenius reconhecido como um grande cientista, como há muito o merecia.

Foi-lhe oferecida a ambicionada posição de professor de Química na Universidade de Berlim, mas tendo o rei da Suécia fundado o Instituto Nobel de Físico-Química, em 1905 Arrhenius tornou-se seu diretor.

Continuou sendo um pesquisador incansável e um cientista extremamente versátil até sua morte, em 1927.

O sucesso de Arrhenius em ciência deve ser creditado não apenas ao seu brilho como cientista mas também à convicção com que sustentava seus pontos de vista.

Suas concepções sobre as propriedades elétricas das soluções aquosas eram tão avançadas em relação ao pensamento da época que teriam sido ignoradas, não fosse confiar ele na utilidade de sua teoria e em recusar abandoná-las.

O fato do modelo iônico das soluções aquosas mudar de maneira efetiva a química inorgânica á um tributo justo ao méritos de Arrhenius.

Svante August Arrhenius – Vida

Svante August Arrhenius
Svante August Arrhenius – 1859 – 1927

Svante August Arrhenius (1859-1927), um dos fundadores da química física, foi treinado em ambos química e física.

Ele começou na Universidade de Uppsala, mas, em seguida, pediu para trabalhar na Real Academia Sueca de Ciências, em Estocolmo em vez disso, porque ele encontrou os professores de química da Universidade rígida e pouco inspirador.

Sua tese de doutorado, apresentada em 1883, descreveu o seu trabalho experimental sobre a condutividade elétrica de soluções diluídas; que também continha uma seção especulativo que definir uma forma inicial de sua teoria de que moléculas de ácidos, bases e sais se dissociam em íons quando estas substâncias são dissolvidos em água, em contraste com a noção de Michael Faraday e outros que os íons são apenas produzidos quando a corrente eléctrica começa a fluir.

De acordo com Arrhenius, ácidos eram substâncias que continham hidrogênio e renderam íons de hidrogênio em solução aquosa; bases, o grupo OH e que produziu iões hidróxido em solução aquosa.

A tese de Arrhenius foi recebido friamente pelas autoridades universitárias e quase arruinou suas perspectivas para uma carreira acadêmica.

No momento sua teoria parecia incrível para muitos, porque, entre outras razões, uma solução de cloreto de sódio mostra nenhuma das características de sódio ou de cloro.

Além disso, os professores que haviam evitado em seus estudos não foram bem disposto para com ele. Mas ele teve a clarividência para enviar cópias de sua tese a vários químicos internacionais, e alguns ficaram impressionados com o seu trabalho, incluindo os jovens químicos Wilhelm Ostwald e Jacobus Henricus van’t Hoff, que também eram para se tornar pais fundadores da química física.

Ostwald oferecido Arrhenius uma posição em Riga, Letónia, que Arrhenius não poderia, então, aceitar por causa da doença de seu pai.

Ele ganhou um cargo na Suécia e mais tarde uma bolsa de viagem da Academia Sueca que lhe permitiu trabalhar com Ostwald e van’t Hoff.

Ele posteriormente desenvolveu sua teoria dissociação eletrolítica ainda mais em termos quantitativos e escreveu textos que promovem físico-química.

Arrhenius também desenvolveu princípios físico-químicos para o estudo da meteorologia, da cosmologia e da bioquímica. Em meteorologia ele antecipou especulação 20 do final do século sobre o “efeito estufa” efeito do dióxido de carbono na atmosfera.

Em 1903 ele recebeu o Prêmio Nobel de Química, e em 1905 ele foi nomeado diretor do recém-criado Instituto Nobel de Química Física.

Svante August Arrhenius – Dissociação Eletrolítica

Svante August Arrhenius
Svante August Arrhenius – 1859 – 1927

Criador da teoria da dissociação eletrolítica, ponto de partida de toda a físico-química, Arrhenius forneceu uma contribuição inestimável ao conhecimento científico de sua época.

Svante August Arrhenius, físico, matemático e químico sueco, nasceu em Vik a 19 de fevereiro de 1859. As anomalias observadas nas propriedades das soluções de eletrólitos – substâncias solúveis pela ação da eletricidade – levaram-no a estabelecer a teoria da dissociação eletrolítica, cujos fundamentos foram apresentados pela primeira vez à comunidade científica quando da defesa de sua tese de doutorado, em 1884, no Instituto de Física de Estocolmo.

Em seus trabalhos, Arrhenius deduziu que os eletrólitos em solução se dissociam em partículas carregadas eletricamente e que a soma das cargas positivas e negativas é igual, sendo a solução, portanto, eletricamente neutra. Essas partículas carregadas, denominadas ânions, quando negativas, e cátions, quando positivas, se formam a partir das estruturas químicas das substâncias solubilizadas.

Entre 1886 e 1890, Arrhenius aperfeiçoou sua teoria, recebendo o apoio de renomados cientistas de sua época como William Ostwald, Ludwig Boltzmann e Jacobus van”t Hoff.

Em 1896 foi nomeado reitor do Real Instituto de Tecnologia de Estocolmo.

Apesar de seu prestígio no exterior, teve de enfrentar forte oposição na Suécia para ser nomeado, em 1901, membro da Academia Sueca de Ciências.

Em 1903 obteve o Prêmio Nobel de química e em 1905 tornou-se diretor do Instituto Físico-Químico da Fundação Nobel.

Faleceu em Estocolmo a 2 de outubro de 1927.

Svante August Arrhenius
Caricatura de Svante Arrhenius

Fonte: www.famousscientists.org/www.chemheritage.org/www.adoroquimica.hpg.ig.com.br

 

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