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Francisco Franco

Francisco Franco – Vida

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Francisco Franco liderou uma rebelião militar bem-sucedida para derrubar a república democrática espanhola na Guerra Civil Espanhola (1936-1939), posteriormente estabelecer sua ditadura duradoura.

Francisco Franco nasceu em 1892, na Espanha.

Ele fez sua carreira militar na Academia de Infantaria de Toledo e por 30 anos foi responsável pela Legião.

Sua ascensão profissional continuou e conseguiu ser o general mais jovem

Considerado por muitos como a figura mais dominante na história da Espanha desde o século 16, Francisco Franco foi o generalíssimo das forças armadas espanholas e líder autoritário da Espanha de 1936 até sua morte em 1975.

Conservador ferrenho, Francisco Franco não era nem um pouco simpático. Até seu aliado, o nazista Adolf Hitler, disse uma vez que um encontro com ele era mais desagradável do que ter quatro ou cinco dentes arrancados.

Oficial de infantaria, Franco se destacou em campanhas na África, onde se destacou pela frieza em combate.

Em 1923, no Marrocos, com o posto de tenente-coronel, assumiu o comando da Legião. E, aos 34 anos, foi promovido a general de brigada.

Entre 1928 e 1931, dirigiu a Academia Militar de Saragoça.

Com a criação da República Espanhola, em 1931, foi afastado de cargos de responsabilidade.

Mas, em 1933, a eleição de um governo de direita o recolocou em altos cargos do exército. Foi o mentor da brutal repressão à Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião e, no ano seguinte, foi nomeado chefe do Estado-Maior Central.

Em 1936, o governo da Frente Popular o enviou para as Ilhas Canárias.

Nas eleições desse ano na Espanha, os partidos de esquerda que formavam a Frente Popular saíram vitoriosos. Opositores de direita, com articulação e liderança de Franco, executaram um golpe de Estado, com apoio de diversas regiões do país. A maioria das grandes cidades e regiões industriais, por sua vez, permaneceu fiel ao governo republicano de esquerda. Com o país dividido, iniciou-se a Guerra Civil Espanhola.

Os golpistas passaram a receber ajuda da Itália fascista e da Alemanha nazista que, assim, transformaram a Espanha num local de teste para seus novos armamentos. O início da participação nazista na Guerra Civil Espanhola ocorreu em Guernica, capital da província basca, uma pequena cidade considerada símbolo da liberdade desse povo.

Numa segunda-feira, 26 de abril de 1937, a cidade foi bombardeada pelos aviões alemães da Legião Condor, colocada à disposição das forças de Franco. O ataque nazista provocou a destruição total de Guernica.

Naquele mesmo mês, Franco uniu os partidos de direita e, em janeiro de 1938, se tornou chefe de Estado e do governo. O ditador eliminou toda a resistência militar a seu governo em 1939, porém, prosseguiu com a repressão, a tortura e os fuzilamentos.

O franquismo foi um sistema político repressivo e autoritário. Até livros foram queimados. Todos os partidos políticos e reuniões (de palestras a passeatas) eram proibidos. Franco manteve-se neutro na Segunda Guerra Mundial, embora próximo dos governos nazifascistas da Alemanha e da Itália.

Apesar de isolado pela vitória dos Aliados, consolidou seu poder no país. Devido à Guerra Fria, estabeleceu relações diplomáticas com os Estados Unidos e seu governo foi reconhecido pelas Nações Unidas em 1955.

Em 1966, Franco criou a Lei Orgânica do Estado (Constituição), na qual previa a volta da Monarquia. O príncipe Juan Carlos subiu ao trono após a morte do ditador, em 1975, e a Espanha foi reconduzida à democracia.

Francisco Franco morreu em 20 de novembro de 1975, depois de uma série de doenças e cirurgias.

Francisco Franco – Biografia

Nascimento: 4 de dezembro de 1892, Ferrol, Espanha.

Falecimento: 20 de novembro de 1975, Madri, Espanha.

Francisco Franco
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Francisco Franco (1892-1975), militar e político espanhol, chefe de Estado (1936-1975) responsável pelo regime autoritário que se iniciou durante a Guerra Civil (1936-1939) e terminou com a morte do titular (franquismo).

O general e ditador Francisco Franco (1892-1975) governou a Espanha de 1939 até sua morte.

Ele subiu ao poder durante a sangrenta Guerra Civil Espanhola, quando, com a ajuda da Alemanha nazista e a Itália fascista, suas forças nacionalistas derrubaram o eleito democraticamente Segunda República.

Adotando o título de “El Caudillo” (O líder), Franco perseguido opositores políticos, reprimidos a cultura ea língua dos bascos e catalães regiões da Espanha, censurou os meios de comunicação e de outra forma exerceu um controlo absoluto sobre o país.

Algumas dessas restrições diminuíram gradualmente como Franco ficou mais velho, e após a sua morte o país a transição para a democracia.

Em 1926 ascendeu a general de brigada, tornando-se o general mais jovem da Europa.

Durante a ditadura de Miguel Primo de Rivera, dirigiu, desde 1928, a Academia General Militar de Saragoça, fechada por Manuel Azaña em 1931.

Em 1935 assumiu a chefia do Estado Maior.

Depois do triunfo eleitoral da Frente Popular (1936) assume a direção geral das Canárias.

Neste posto interveio no levantamento militar contra o governo republicano. Em setembro de 1936 foi nomeado generalíssimo das forças militares sublevadas e, em 1º de outubro, chefe de Estado.

No ano seguinte assumiu o comando da Falange Espanhola Tradicionalista e das Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista (FET e das JONS).

Até junho de 1973 foi ao mesmo tempo chefe de Estado, do Governo e do Exército.

Francisco Franco – História

Francisco Franco
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Militar e estadista espanhol.

Estuda na Academia de Infantaria de Toledo e, entre 1912 e 1917, distingue-se nas campanhas bélicas do Marrocos espanhol.

Após uma estada de três anos em Oviedo, volta a Marrocos, onde combate às ordens de Valenzuela e de Millán Astray, destacando-se pelo seu valor e frieza no combate.

Em 1923, apadrinhado por Afonso XIII, casa-se.

Destinado novamente a Marrocos com o grau de tenente-coronel, assume o comando da Legião em 1923 e participa ativamente no desembarque de Alhucemas e na reconquista do Protetorado (1925).

Aos 34 anos alcança o grau de general de brigada.

É, com Sanjurjo, o mais brilhante dos militares chamados africanistas. Entre 1928 e 1931 dirige a Academia Militar de Saragoça.

Quando da implantação da República (1931) é afastado de cargos de responsabilidade (é destacado para os governos militares da Corunha e das Baleares).

O triunfo das forças de direita em 1933 fá-lo regressar a altos cargos do exército. Planifica a cruel repressão da Revolução das Astúrias (1934) com tropas da Legião. Quando Gil Robles ocupa o Ministério da Guerra, é nomeado chefe do Estado-Maior Central (1935). Em 1936, o governo da Frente Popular nomeia-o comandante militar das Canárias. Dali mantém contato com Mola e Sanjurjo, que preparam o levantamento militar.

Em 17 de Julho voa das Canárias até Marrocos, revolta a guarnição e torna-se comandante das tropas. Cruza o estreito de Gibraltar com meios precários (aviões cedidos por Mussolini e Hitler e navios de pouca tonelagem) e avança até Madrid por Mérida, Badajoz e Talavera de la Reina. Apodera-se rapidamente da direção militar e política da guerra (Setembro de 1936). Em Abril de 1937 une os partidos de direita e coloca-se à frente da nova organização como “caudillo”.

Em Janeiro de 1938 converte-se em chefe de Estado e do governo. Anos mais tarde diz que apenas presta contas da sua atividade «perante Deus e perante a história». Ao que parece, está convencido de ser o homem escolhido pela divina providência para reger os destinos de Espanha.

Terminada a guerra civil empreende a reconstrução do país. Não só não quer contar com os vencidos para esta tarefa, mas também a repressão e os fuzilamentos se prolongam durante, pelo menos, um lustro. Cria um estado católico, autoritário e corporativo que recebe o nome de «franquismo». Apesar das suas estreitas relações com a Alemanha e a Itália, mantém a neutralidade espanhola durante a Segunda Guerra Mundial. Terminada esta, os vencedores isolam o regime franquista.

Contudo, este vai-se consolidando na base da promulgação de novas leis: criação das Cortes (1942), Jurisdição dos Espanhóis (1945), lei do referendo nacional (1945), lei da sucessão na chefia do Estado (1947), etc.

Em 1953 iniciam-se as relações diplomáticas com os Estados Unidos da América e, em 1955, o regime de Franco é reconhecido pela Organização das Nações Unidas.

Em 1966 cria uma nova Constituição (Lei Orgânica do Estado) e três anos mais tarde apresenta às Cortes, como sucessor a título de rei, o príncipe Juan Carlos, neto de Afonso XIII. Em Junho de 1973 cede a presidência do governo ao seu mais direto colaborador, Luís Carrero Blanco.

A morte deste num atentado, poucos meses depois, é o princípio da decomposição do regime. Franco morre após longa doença num hospital de Madrid.

Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br/www.fascismo8.hpg.ig.com.br/www.vidaslusofonas.pt

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