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Bento Gonçalves da Silva

Bento Gonçalves – Vida

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Bento Gonçalves nasceu no dia 23 de setembro de 1788 em Triunfo e morreu no dia 18 julho 1847 em Pedras Brancas.

Era um líder oficial do exército, político, monarquista e rebelde do Império do Brasil.

Ele foi considerado por muitos como uma das figuras mais importantes da história do Rio Grande do Sul.

Embora um monarquista convicto, Bento Gonçalves levou as forças rebeldes na Guerra dos Farrapos.

Radicais dentro das fileiras rebeldes forçados a rebelião para se tornar republicano, algo que Bento Gonçalves fizesse oposição.

Ainda assim, mesmo que ele lutou contra o Império, Gonçalves e suas tropas comemorou o aniversário do jovem Imperador Dom Pedro II.

Após a conflito terminou com a vitória do Império, Gonçalves pagou a respeito de Pedro II, beijando sua mão durante a viagem deste último, em Rio Grande do Sul em dezembro de 1845.

Seus principais companheiros de armas durante a rebelião foram Antônio de Souza Neto e Giuseppe Garibaldi.

Bento Gonçalves da Silva – Biografia

Bento Gonçalves
Bento Gonçalves

Guerreiro durante a maior parte de sua vida, Bento Gonçalves da Silva morreu na cama. Maçom e defensor de idéias liberais, pelas quais lutou durante os quase dez anos da Revolução Farroupilha, viu, ao final de seu esforço, a vitória do poder central.

Presidente da uma república, viveu a maior parte de sua vida em um Império.

Bento Gonçalves da Silva nasceu em Triunfo, em 1788, filho de alferes. Cedo, porém, saiu de sua terra. Em 1812 foi para Serro Largo, na Banda Oriental (Uruguai), onde se estabeleceu com uma casa de negócios. Dois anos depois estava casado, com Caetana Joana Francisca Garcia. Algumas versões afirmam que, em 1811, antes de se fixar na Banda Oriental, participou do exército pacificador de D. Diego de Souza, que atuou naquela região. Essa informação, entretanto, é discutida.

Mas, se não foi em 1811, em 1818 com certeza começou a sua atuação militar, quando participou da campanha do Uruguai (que culminaria com a anexação formal daquele país ao Brasil, em 1821, como Província Cisplatina). Aos poucos, devido à sua habilidade militar, ascendeu de posto, chegando a coronel em 1828, quando foi nomeado comandante do Quarto Regimento de Cavalaria de 1a. linha, estabelecido em Jaguarão. Passou a exercer também os postos de comandante da fronteira e da Guarda Nacional naquela região.

Provavelmente já era maçom nessa época, pois consta que organizou várias lojas maçônicas em cidades da fronteira. É certo, contudo, que sua influência política já era grande, pois o posto de comandante da Guarda Nacional era um cargo eminentemente político.

Em 1832 Bento foi indicado para um dos postos de maior influência que havia na província, o de comandante da Guarda Nacional do Rio Grande do Sul.

Isto lhe dava uma posição estratégica, que soube utilizar quando da Revolução Farroupilha: sob seu comando estavam todos os corpos da Guarda Nacional, força especial que havia sido criada em 1832 e cujo oficialato era sempre composto por membros das elites de cada região.

Esse cargo de confiança, entretanto, não impediu que Bento continuasse dando apoio aos seus amigos uruguaios. Foi por isto que, em 1833, foi denunciado como desobediente e protetor do caudilho uruguaio Lavalleja, pelo mesmo homem que o havia indicado para o posto de comandante da Guarda Nacional, o marechal Sebastião Barreto Pereira Pinto, comandante de Armas da Província.

Chamado ao Rio de Janeiro para se explicar, Bento saiu vitorioso do episódio: não voltou para a província como comandante de fronteira, mas conseguiu do regente padre Feijó – que também defendia idéias liberais – a nomeação do novo presidente da Província, Antonio Rodrigues Fernandes Braga, o mesmo homem que iria derrubar, em 1835, quando deu início à Revolução.

De volta ao Rio Grande, continuou a defender suas idéias liberais, à medida que se afastava de Braga, denunciado pelos farrapos como prepotente e arbitrário.

Eleito para a primeira Assembléia Legislativa da província, que se instalou em abril de 1835, foi apontado, logo na fala de abertura, como um dos deputados que planejava um golpe separatista, que pretendia desligar o Rio Grande do Brasil.

A partir desse momento, a situação política na província se deteriorou. As acusações mútuas entre liberais e conservadores eram feitas pelos jornais, as sessões da Assembléia eram tumultuadas. Enquanto isto, Bento Gonçalves articulava o golpe que teve lugar no dia 19 de setembro.

No dia 21, Bento Gonçalves entrou em Porto Alegre. Permaneceu na cidade por pouco tempo, deixando-a para comandar as tropas revolucionárias em operação na província. Exerceu esse comando até dois de outubro de 1836, quando foi preso no combate da ilha do Fanfa (em Triunfo), junto com outros líderes farrapos. Foi então enviado para a prisão de Santa Cruz e mais tarde para a fortaleza de Lage, no Rio de Janeiro, onde chegou a tentar uma fuga, da qual desistiu porque seu companheiro de cela, o também farrapo Pedro Boticário, era muito gordo, e não conseguiu passar pela janela. Transferiram-no então para o forte do Mar, em Salvador. Mesmo preso, sua influência no movimento farroupilha continuou, pois foi eleito presidente da República Rio-Grandense em 6 de novembro de 1836.

Mas, além do apoio farroupilha, Bento contava com o da Maçonaria, de que fazia parte. Essa organização iria lhe facilitar a fuga da prisão, em setembro de 1837. Fingindo que ia tomar um banho de mar, Bento começou a nadar em frente ao forte até que, aproveitando um descuido de seus guardas, fugiu – a nado – em direção a um barco que estava à sua espera.

Em novembro ele regressou ao Rio Grande, tendo chegado a Piratini, a então capital farroupilha, em dezembro, quando tomou posse do cargo para o qual havia sido eleito. Imediatamente, passou a presidência ao seu vice, José Mariano de Mattos, para poder comandar o exército farroupilha.

A partir de então, sua vida seriam os combates e campanhas, embora se mantivesse como presidente. Em 1843, entretanto, resolveu renunciar ao cargo, desgostoso com as divergências que começavam a surgir entre os farrapos. Passou a presidência a José Gomes de Vasconcelos Jardim, e o comando do exército a David Canabarro, assumindo apenas um comando de tropas.

As divisões entre os revolucionários terminaram por resultar em um desagradável episódio. Informado que Onofre Pires, um outro líder farrapo, fazia-lhe acusações, dizendo inclusive que era ladrão, Bento o desafiou para um duelo, no início de 1844. Onofre Pires foi ferido, e morreu dias depois devido a uma gangrena.

Embora tenha iniciado as negociações de paz com Caxias, em agosto de 1844, Bento não iria concluí-las. O clima de divisão entre os farrapos continuava, e ele foi afastado das negociações pelo grupo que se lhe opunha. Desligou-se, então, definitivamente da vida pública. Passou os dois anos seguintes em sua estância, no Cristal e, já doente, foi em 1847 para a casa de José Gomes de Vasconcelos Jardim, onde morreu, de pleurisia, em julho daquele ano.

Bento Gonçalves da Silva – Vida

Bento Gonçalves
Bento Gonçalves

Em 1811, as forças brasileiras comandadas por Diogo de Souza, capitão general do Rio Grande, marcham rumo a Montevideu, e alistado como oficial de interiores está Bento Gonçalves. A coluna de Bento, a princípio, fica sedeada em Jaguarão desligando-se mais tarde e indo residir, em Cerro Largo, do outro lado da fronteira.

Em 1814, casa-se com Caetana Garcia, uma Uruguaiana, e tem oito filhos. Em 1816, Bento é nomeado Capitão de Guerrilhas, combatendo em Montevideu. Passados três anos de lutas, Bento exerce o governo da vila de Mello no Uruguai. No ano de 1818, já era Capitão e em 824 passava a tenente-coronel e comandante do 39º Regimento de Malícias, o qual organizou e esteve à frente na batalha de Sarandi. Mais adiante sobe ao posto de Coronel.

Na madrugada do dia 20 de Setembro de 1835, sobre a ponte da Azenha, nas proximidades de Porto Alegre, sob o comando de Bento Gonçalves, as escaramuças da grande batalha tiveram início, para mais tarde, durante dez anos, ensopar de sangue as verdes coxilhas do Rio Grande e atestar às gerações futuras, o valor de uma raça forte que será sempre, orgulho de nacionalidade. Foram diversas as causas que levaram os farroupilhas a atacarem Porto Alegre, no dia 20 de Setembro de 1835, dando início a Revolução Farroupilha, que estendeu-se, até o dia 11 de Setembro de 1836, quando António de Souza Neto, proclamou a República Riograndense. Após esta data, iniciou-se uma guerra que durou até 28 de Fevereiro de 1845.

Apesar do apelo do Presidente Braga para que a população se levantasse em defesa da cidade, os liberais são recebidos com festa. Após entrar triunfante na cidade, Bento Gonçalves informa o regente Feijó acerca do ocorrido, pedindo que renomeie outro presidente. Em seguida Bento Gonçalves e Onofre Pires marcham sobre São José do Norte, Pelotas e Rio Grande e travando violentos combates contra forças imperiais chefiadas por Silva Tavares, obrigando o Presidente Braga a fugir para o Rio de Janeiro (23/10/1835).

Foi nomeado Presidente o Dr. José de Araújo Ribeiro, filho da terra, parente de Bento Gonçalves, homem inteligente e culto, mas pouco político. Bem recebido pelos revolucionários, Araújo Ribeiro teve, entretanto, sua posse suspensa, em virtude de um incidente ocorrido em torno dos colonos alemães, que deviam permanecer alheios a Revolução. Araújo Ribeiro retira-se para Rio Grande, juntando-se a Bento Manuel Ribeiro, famoso guerreiro e figura de destaque da deposição do Presidente Fernandes Braga, e assume a presidência da Província diante da Câmara Municipal de Rio Grande. Atitude sumamente deplorável, pois a Revolução já havia sido dada por encerrada por Bento Gonçalves, os soldados despedidos, e Araújo Ribeiro convidado a assumir a presidência em Porto Alegre. A resposta a este gesto de pacificação do chefe farroupilha foi a contra-revolução, fruto da lamentável traição de Bento Manuel Ribeiro.

Em 28 de Fevereiro de 1845, Ponche Verde, lugar onde se registrara uma grande batalha, ficava encerrado um dos mais belos episódios da história do Brasil.

Em 18 de Julho de l847, portanto, dois anos depois da Grande Epopeia Farroupilha, falecia em Pedras Brancas (hoje Guaíba), em casa de José Gomes Jardim, o General Bento Gonçalves da Silva sendo, sepultado no cemitério da povoação assistência dos Filhos, pessoas da família e amigos.

Bento Gonçalves da Silva – Militar e Político Brasileiro

1788 – 1847

Bento Gonçalves
Bento Gonçalves

Bento Gonçalves da Silva, nascido em 23.9.1788, na estância da Piedade, em Triunfo homem simpático de estatura elevada, era um militar por excelência, patriota ncomparável e destemido.

Batera-se gloriosamente em numerosos combates contra os castelhanos.

Militar com experiência em combates.
Sua experiência do outro lado da fronteira tornou-se o principal líder da revolução Farroupilha.
Sua formação nacionalista se completa com a entrada ma maçonaria, em 1830.
Aos 47 anos era aclamado o grande líder da Revolução.

Fonte: www.geocities.com/www.semanafarroupilha.com.br

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