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Caio Júlio César

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Caio Júlio César nasceu em 100 aC em Roma a uma família bem conhecida, mas não é rico.

O jovem César deixou Roma para o serviço militar na Ásia e na Cilícia.

César foi assassinado no Senado Romano nos idos de Março (15 de Março) de 44 BC por um grupo de conspiradores (incluindo seu filho adotivo, Brutus) que queria salvar Roma a partir de suas supostas ambições monárquicos. Suas últimas palavras famosas foram imortalizada por Shakespeare como “Você também, Brutus?”.

Caio Júlio César – Vida

General, estadista, orador, historiador e legislador romano.

Foi um dos homens mais cultos de seu tempo e um dos maiores chefes militares de toda história.

Seu nome tornou-se título honorífico dos imperadores romanos.

Caio Júlio César
Caio Júlio César

Caio Júlio César nasceu em 12 ou 13 de julho de 100 a.c. em Roma numa família aristocrática, filho de patrícios. Teve uma educação esmerada e se tornou bom conhecedor do grego e da gramática e estudou oratória na escola de Rodes.

Casou-se com Cornélia, filha de um dos principais inimigos de Sila, que exercia o poder em Roma. Com essa união, atraiu a inimizade do ditador e afastou-se da cidade, indo para a Ásia em 82 a.c. Quando Sila morreu, em 78 a.c., voltou à Itália e interessou-se pela atividade política de onde pode demonstrar suas qualidades.

Em 69 a.c. por sua posição política, teve de mudar-se para a província da Hispânica Ulterior (Andaluzia e Portugal). Por essa época morreu sua mulher e ele se casou com Pompéia, parente distante de Pompeu.

Em 60 a.c. voltou para Roma e depois de filiar-se ao partido democrático, chegou ao consulado. Promulgou leis agrárias em favor do povo e dos soldados, exerceu forte controle sobre o Senado e realizou um bom governo nas províncias romanas. Assumiu o proconsulado da Gália transalpina e cisalpina.

César revela seu gênio militar, aumentando ainda mais o Império Romano até a Grã-Bretanha e até o Reno.

Participou do primeiro triunvirato ao lado de Pompeu e Crasso. Com a morte de Crasso, disputou o poder com Pompeu que era apoiado pelo Senado.

Quando em 52 a.c. Pompeu foi nomeado consul e obteve do Senado o decreto que destituía César do comando da Gália (atual França e Bélgica), este atravessou o Rio Rúbicon à frente de suas legiões onde teria pronunciado a famosa frase: “Alea jacta est” (A sorte está lançada) e em 2 meses tomou conta de toda a Itália. Pompeu fugiu para a Grécia e depois para o território egípcio, onde foi assassinado. Esta vitória aliada a outras fez César tornar-se Imperador e profectus morum, exercendo o poder quase absoluto.

As lutas pelo trono do Egito e a insegurança que isso trazia ao poder de Roma, tornaram necessária a intervenção do próprio César, que instalou Cleópatra no trono daquele país. Com Cleópatra, César teve um filho Cesarion.

César então teve o título de ditador e concentrou todo o poder em Roma. Reformou as instituições, conferiu maior celebridade à justiça, estimulou o crescimento econômico, aperfeiçoou o governo das províncias e promoveu festas para alegrar o povo.

Outra frase célebre de César dita em 47 a.c. na Ásia foi “Veni vidi vici” (Vim, vi e venci) e de fato ele venceu em todas as batalhas.

César compartilhava das privações e dificuldades junto aos seus soldados, estes o adoravam e ele participava das campanhas sempre a cavalo, mostrando assim um físico e um temperamento muito fortes.

César reformou o calendário e astrônomos egípcios o auxiliaram, estabelecendo o ano de 365 dias e ano bissexto de 4 em 4 anos. O mês de julho foi batizado em honra do César.

O status literário de César deriva das histórias que narram suas campanhas:

Histórias da conquista das Gálias

Histórias das lutas contra Pompeu e seus aliados.

Outras obras escritas por César:

Anticatão – resposta ao elogio de Catão de Útica, publicada por Cícero
De Analogia – tratado gramatical dedicado a Cícero
Discursos – esta obra se mostra à altura dos maiores oradores
Édipo – uma tragédia
Laudes Herculis – coleção de poemas
Comentarius – sobre campanhas de guerra.

César sempre foi clemente com os adversários e governou visualizando o interesse geral. Graças a essas reformas, Júlio César conquistou enorme apoio popular, em compensação, os ricos (aristocratas e patrícios) sentiram-se prejudicados em seus privilégios e começaram a conspirar. O centro dessa conspiração era o Senado, controlado por patrícios.

No dia 15 de março de 44 a.c., quando Júlio César entrava no Senado, os conspiradores o envolveram armados de punhais.

De início ele tentou defender-se, quando, porém, percebeu que entre os conspiradores se achava Bruto (Marcus Julius Brutus) um filho adotivo, o choque foi tão grande que não resistiu e murmurou a célebre frase: “Tu quoque Brutus!” (Até tu Bruto!), caindo atravessado pelos punhais.

O assassinato de César provocou uma verdadeira revolta popular. Supõe-se que seus assassinos não tinham apenas motivos políticos, como também agiram por inveja e orgulho ferido.

A dor do povo tornou-se ainda mais profunda com a célebre oração de Marco Antonio ante o cadáver de César, mais tarde queimado em uma pira no Fórum.

A obra de Júlio César não desapareceu com sua morte. Concebeu e realizou um governo de homens livres unidos numa única comunidade e assentou os alicerces do Império Romano, base perdural da civilização ocidental.

Caio Júlio César – Morte

Caio Júlio César
Caio Júlio César

Algumas pessoas em Roma sentiu que César era muito poderoso.

Eles estavam preocupados que seu governo iria pôr fim à República Romana.

Eles planejaram matá-lo.

Os líderes da conspiração foram Cassius e Brutus.

Em 15 de março de 44 aC César entrou para o Senado. Um certo número de homens correram até ele e começou a atacá-lo e matá-lo.

Ele foi esfaqueado 23 vezes.

Caio Júlio César – Biografia

Caio Júlio César
Caio Júlio César

Caio Júlio César, o maior dos imperadores romanos, não era um tipo atlético, alto e sem maiores problemas, como a maioria de nós imagina, ao analisar seus feitos.

Além de magro e de estatura média, sempre esteve sujeito a fortes dores de cabeça e, na opinião quase unânime da maioria dos historiadores, sofria do famoso “mal divino”, ou seja, de epilepsia.

Plutarco, faz algumas afirmações a respeito de suas atitudes face ao mal que o atingia, dizendo que ”ele não se serviu da fraqueza de seu corpo, como de um pretexto para delicadezas e comodismo em sua vida, mas ao contrário, tomou as agruras da guerra como um remédio para fortalecer sua pessoa, combatendo a doença, caminhando muito, vivendo sobriamente, dormindo ordinariamente ao relento, pois, a maior parte das noites, dormia num carro ou dentro de uma liteira, empregando sempre o descanso para fazer alguma coisa” (“Caius Julius Caesar”, de Plutarco).

Diversos autores atuais, no entanto, ao ponderar que César, segundo os historiadores, teve sua primeira convulsão aos 52 anos de idade, e a segunda apenas três anos após, ponderam diferentemente da quase totalidade dos estudiosos da História Romana, que considera o grande imperador romano como o mais famoso epilético da História.

Essas autoridades dos dias atuais socorrem-se para isso da informação originária do historiador Suetônio de que nos últimos anos de sua vida César teve dores de cabeça e desmaios. Levam em conta o fato de que ele não teve nenhum parente próximo com indicações de males convulsivos.

Concluem que Caio Júlio César foi vítima de um tumor cerebral benigno e não de epilepsia.

Vida

Caio Júlio César Otaviano (ou Otávio Augusto ou também César Augusto) – 63 a. C. – 14

Primeiro imperador romano, filho de Caio Otávio e Átia e sobrinho-neto de Júlio César, que o adotou e o fez seu herdeiro.

Caius Octavius que se tornou, por adoção, Caio Júlio César Otaviano e posteriormente, César Augusto, o Augusto, foi o idealizador da pax romana e do império, um extraordinário político e administrador. Sem revogar as leis e instituições republicanas, concentrou todo o poder em suas mãos, inaugurando uma época de esplendor e prosperidade no mundo antigo. Quando soube do assassinato de César, quando estudava na Ilíria, do outro lado do mar Adriático, organizou então um exército e assumiu o controle de Roma, ao lado de dois poderosos amigos de César, Marco Antônio e Lépido.

Os três se aliaram contra os assassinos de César e, em seguida, passam a lutar entre si. Depois de várias manobras políticas e militares tornou-se senhor único do Império Romano (30 a. C.). O nome Augusto foi-lhe então outorgado pelo Senado (27 a. C.) e depois lhe conferiu o título de Pai da Pátria (2 a. C.), confiando-lhe o poder absoluto por 44 anos, embora jamais tenha governado de forma despótica. Habilmente propiciava ao Senado o máximo esplendor, embora seu governo tenha a marca perfeita do absolutismo.

Declarou guerra à união de Antônio e Cleópatra e após a vitória definitiva (30 a. C.), na batalha naval de Áccio, transformou o Egito em província romana.

Pacificou as Gálias, reformou os costumes, ampliou os territórios do império até o Elba e o Danúbio e proclamou a paz universal (Pax Augusta). Governante moderado e enérgico deu a Roma um traçado urbanístico dividindo a cidade em bairros e ruas.

Demarcou a Itália em regiões e o resto do império em distritos e províncias, exceto o Egito que, para ele, era de domínio pessoal.

Fez uma ampla reforma monetária, criou impostos públicos e um serviço postal estatal. Fortaleceu o exército e a esquadra garantindo solidez as fronteiras, conseguindo afinal um longo período de paz.

Entregou as obras de infra-estrutura pública como estradas, aquedutos, galerias, etc., ao leal e competente ministro Agripa, que seria seu sucessor caso não tivesse também falecido logo após sua morte.

Favoreceu as artes e as letras e, após sua morte, foi divinizado. Deixou uma autobiografia gravada em duas colunas de bronze, no Campo de Marte, em Roma, Res gestae divi Augusti (Manumentum Ancyranum) conservadas até hoje.

Foi sucedido por Tibério, um seu filho adotivo e general nomeado, confirmando assim, o estabelecimento de um regime monárquico.

Caio Júlio César – Imperador

Caio Júlio César
Caio Júlio César – Imperador de Roma

Filho de patrícios, Júlio César foi educado na grande escola de Rodes, onde aprendeu a arte de bem-falar e escrever, foi um dos homens mais cultos de seu tempo, também era um homem muito ambicioso, esta ambição que o levou para a política. Para alcançar poder associava-se tanto com as classes altas quanto com as classes baixas da população.

Conquistou fama, quando ao representar cidades gregas, acusou um governante romano de corrupção. Roma ficou espantada ao ver um romano ser chamado a prestar contas por explorar povos submetidos. Catão, senador romano, assinalou Júlio César como um indivíduo a ser vigiado no futuro.

Júlio César inicialmente era um libertino entregue a vários vícios. Divorciou-se da segunda mulher, Pompéia, alegando que “a mulher de César tem de estar acima de qualquer suspeita”. Com o passar dos anos, César resolver despir-se de todos os seus vícios e libertinagens. Assumiu o cargo de governador da Espanha Ocidental, onde dominou toda região da Península Ibérica, anexando-as ao jugo romano.

César compartilhava das privações e dificuldades junto aos seus soldados, estes o adoravam, e com eles participava durante dias e noites das campanhas, sempre à cavalo, forjando assim um físico e um temperamento muito forte.

Quando retornou a Roma, César propôs a Crasso, seu provedor de fundos, e a Pompeu constituir um triunvirato (maior associação política romana, onde três eram os governantes), com isto, César foi eleito cônsul por unânimidade. Neste cargo redigiu uma lei onde seriam distribuidas terras no estrangeiro aos veteranos de guerra. O senado se opôs à lei de César, que a levou então ao Fórum (praça no coração de Roma) e colocou a lei ao voto popular. A constituição permitia tal ato, mas ainda assim Roma inteira ficou surpreendida pela coragem de seu jovem cônsul. César, caiu nas graças do povo, e Pompeu, ídolo do momento, o apoiou no Rostro (plataforma destinada aos oradores). O povo mostrou sua aprovação de forma extrondosa e César encaminhou-se para o senado à anunciar a aprovação da lei. César, para que o povo estivesse ciente dos acontecimentos políticos, mandava afixar pela cidade notas de como andavam as aprovações das mais diversas leis.

Quando encerrou seu mandato consular, em 59 a.C., o senado consedeu a César o governo da Gália Romana (hoje França Mediterrânea), uma província distante e ameaçada por povos bárbaros.

Neste período, Júlio César, escreveu um grande capítulo da sua vida, o livro “De Bello Gallico” (A Guerra Gálica), grande clássico da língua latina.

Neste região, a maior ameaça, vinha dos povos Germanos, povo muito numeroso, César os derrotou em Alsácia, leste da França. Derrotou também os Belgas junto aos rios Marne, Mosa, Sambra e Somme.

Em duas expedições castigou os Bretões, inpondo-lhes o jugo romano. César passou oito anos até passificar toda região. Tornando a Gália província romana. Até hoje se persebe nas leis, na língua, na literatura e na arquitetura francesa a herança recebida do tempo de dominação romana.

Com a glória alcançada, igualou-se em feitos militares a Pompeu, César passou, então, a assombrar a aristocracia privilegiada romana.

Em 53 a.C., Crasso foi morto no Oriente quando lutava contra os partas, este fato pôs fim ao triunvirato. O senado nomeou Pompeu como cônsul único (52 a.C.) e mandou chamar a Júlio César de volta da Gália, mas não como general e sim como cidadão comum. Quando Júlio César estava por retornar a Roma, o senado levantando vários ascândalos do passado do general, o chamou a um inquérito. Este sabendo que seu exército o seguiria por toda parte e sabendo do declínio repúblicano e da corrupção do senado, preparou-se para tudo e atravessou o rio Rubicão, declarando guerra ao senado.

As legiões enviadas para conter o avanço de César, acabaram por se juntar a este.

César, agora com o exército ainda maior, avançou sobre Roma, Pompeu fugiu para Grécia, onde tinha suas tropas aliadas. Alí em Farsália, em nove de agosto do ano de 48a.C., os dois maiores gênios militares da época mediram forças. No final do dia pompeu erqa um fugitivo.

Pompeu, figiu para o Egito, tentando apoio de Ptolomeu, jovem rei egípcio, porém este mandou decapitar Pompeu e entregou o vencido à César, achando que o agradaria, porém César ficou horrorizado, para surpresa de Ptolomeu.

Ptolomeu havia destronado sua irmã, Cleópatra, contrariando determinação de seu pai, que ordenara o reinado mútuo dos filhos. Cleópatra, agora saudava César como seu vencedor.

Existem várias versões do que ocorre neste trecho, a mais aceita é que Cleópatra tentara por vários meios chegar a presença do governador romano, em determinado momento envolveu-se num valioso tapete que seria ofertado ao romano. Quando desenrolou-se o tapete, surgiu a jovem rainha do Egito, loura (Cleópatra era Grega Macedônica e não Egípcia) e insinuante, seduzindo então César.

Por ela e por Roma, Júlio César submeteu Ptolomeu e colocou Cleópatra no trono do Egíto, sob proteção de Roma, este domínio romano o tornou o reino mais rico da Terra.

Partidários de Pompeu juntarm forças na Espanha e norte da África. Cásar atravessou então o norte africano até a Tunísia e ali encontrou dez legiões comandadas por Catão, antigo desafeto, e o rei da Numíbia, compostas de uma veloz cavalaria e de cento e vinte elefantes de guerra.

Na véspera da batalha de Tapso, César foi atacado por outro velho inimigo: a epitepsia. O general então juntando suas forças, deu um discurso à sua tropas, estas que estavam já muito abatidas, deu ordens aos seus líderes, motivando a todos, após caiu em estado de inconsciência. Quando acordou, as legiões de Catão não mais existiam e o rei da Numíbia havia perdido o trono.

César retornou, trinfante, a Roma, acompanhando de Cleópatra e do filho de ambos, Cesarion. Roma então em festa recebia seu grande governante, o pavimento estremecia com a chegada dos vencedores, os vencidos acorrentados entravam à cidade, César com um coroa de louros entra triunfante seguido por outros carros de guerra e suas legiões em marcha, o desfile era acolhido ao som de trombetas e aplausos da população eufórica. Roma foi cenário dos mais exóticos espetáculos, banquetes, jogos e cortejos, nas arenas iluminadas por tochas, a população assistia a corridas de carros, lutas, caças africanas com quatrocentos leões, danças de guerra asiáticas e bailarinos gregos.

O senado agora submisso, conferia a César o título de Imperador vitalício, denominação que seus soldados já lhe atribuiam a muito tempo.

César, agora imperador, reforma o governo romano, organizado há séculos para servir um cidade-estado, o que não estava de acordo com o vasto império atual.

César desproveu o senado de seu caráter aristocrático, nomeando mais de trezentos membros, na maioria entre pessoas das classes comerciais e profissionais liberais, até então menospresados. Concedeu cidadania romana a filhos de escravos libertos, aos gauleses e propôs-se torná-la extensiva a todos homens livres do império. Deu ainda liberdade de culto aos judeus.

Fundou colônias nas cidades de Sevilha, Arlés, Corinto e Cártago, para onde foram milhões de veteranos de guerra e desempregados colonisar as novas terras. César, pôs em prática várias obras públicas que incluiam a desobstrução de terras e embelesamento da capital, deu trabalho a milhares de homens. Restabeleceu o padrão ouro para dar estabilidade à moeda e reduziu os poderes do senado.

César reformou o calendário, astrônomos egípcios o auxiliaram, o mês de julho foi batizado em sua honra, foi estabelecido o ano de 365 dias e ano bissexto de quatro em quatro anos.

Enquanto as honras à César cresciam, também os que o odiavam eram cada dia mais numerosos.

Por volta de março de 44 a.C., conspiradores, a maior parte devia a César não só a fortuna como até a própria vida, atentaram contra o imperador na presença do senado. Casca, aproximou-se e pelas costas deu o primeiro golpe sobre a clavícula. César voltou-se e respondeu à agressão com a única arma que dispunha, uma pena de escrita. O restante dos conspiradores cercaram-no dando-lhe 23 golpes. Embora com a vista turba pelo sangue que escorria pelo rosto, César pode identificar Bruto (possivelmente seu filho) empunhando uma espada que lhe cravou nas entranhas.

As últimas palavras de César foram em grego: “Kai su teknom?”, alguns historiadores afirmam que teriam sido em Latim (língua originalmente falada pelos romanos): “Tu quoque fili?” que quer dizer em português: “Também tu filho?”, apesar de ter ficado imortalizada como “Até tu, Brutus?”. Após as últimas palavras, César cai morto aos pés da estátua em honra ao velho inimigo Pompeu.

Fonte: www.history.co.uk/br.geocities.com/www.crfaster.com.br/www.dec.ufcg.edu.br/marfaber.vilabol.uol.com.br

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